Das paisagens à história, dos espaços museológicos aos desportos de aventura, das praias fluviais aos miradouros, Proença-a-Nova é mesmo o centro do encanto!

A TORRE DE VIGIA no topo da Serra das Talhadas, da autoria de Siza Vieira, oferece uma vista de 360º sobre Proença-a-Nova e os concelhos vizinhos. Local privilegiado de observação da paisagem, é atualmente um dos pontos mais visitados no concelho e o seu ex-libris.
A Serra congrega ainda muitos outros motivos de interesse. Este é um dos pontos emblemáticos do Geopark Naturtejo, destacando-se as Portas do Almourão, escavadas pelo rio Ocreza. Atividades como parapente, escalada, trail, BTT, caminhada ou observação de aves estão entre as várias possibilidades de lazer e aventura. Para quem prefere o descanso, tem à disposição muitas praias fluviais e zonas balneares: Fróia, Malhadal, Alvito da Beira, Cerejeira ou Aldeia Ruiva.

O CENTRO CIÊNCIA VIVA DA FLORESTA é um dos equipamentos mais visitados do concelho, muito procurado por alunos de todos os níveis de ensino, mas também por famílias que aqui encontram um espaço que combina a vertente lúdica com a aprendizagem científica associada à floresta.
Num concelho ocupado em 80% por floresta, não admira que esta seja a característica que mais influencia o tipo de turismo oferecido, a gastronomia, os recursos endógenos e também a ligação das pessoas à terra.

PARA OS AMANTES DAS ARTES. Ao longo dos últimos anos, Proença-a-Nova não tem esquecido as artes. É disso prova o investimento na colocação de obras de arte em locais improváveis do concelho, de que são exemplos o “Farol dos Ventos” e a “Menina dos Medos” na Serra das Talhadas, “O Regolfo” (Coletivo Til), “A Graça II” (Pedro Gramaxo), “A Guardiã da Água” e “Entre o Céu e a Terra” (Yola Vale), “Monumento à Cidadania” (coordenação de Ana Mena), “Cortiçada” (Carlos Farinha) e “Magma Cellar” nos Cunqueiros. Obras que os amantes das artes não vão querer perder.
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