Domingo, Fevereiro 23, 2020
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Silvia Guimaraes

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O operador turístico Viajar Tours transportou, em 2019, mais de 13 mil passageiros nas suas operações charter e regular, num aumento de mais 23,8% que no ano anterior, em que registaram 10.500 passageiros, tendo a taxa de ocupação andado em torno dos noventa pontos percentuais e o número de lugares contratados crescido 30%.

“Foi um bom ano para nós”, assegurou Nuno Anjos, diretor comercial do Viajar Tours, num encontro com a imprensa, realizado esta quinta-feira, em Lisboa. “Conseguimos que os agentes de viagens olhassem mais para o que é o nosso produto”, garantiu.

Programação 2020

Para este ano a fasquia do operador aumenta com uma oferta superior em operações charter para o próximo verão a rondar os 18%, num total de 13 operações para nove destinos, assim como sete outras em voos regulares, com lugares garantidos.

Quanto a lugares, a oferta será superior em 28%, sobretudo devido a um prolongamento das operações, com a maioria a ter inicio em junho e terminar em setembro, o que não era habitual nos anos anteriores, em que a grande parte apenas começava em julho.

Para o próximo verão irão lançar Cagliari, na Sardenha, à partida do Porto, em voos TAP, de 14 de junho a 6 de setembro, assim como retomar a operação para Menorca, igualmente à saída do Porto e em voos TAP, de 20 de julho a 31 de agosto. Enfidha, na Tunísia, é outra das apostas, em voos Privilege Style, de 6 de junho a 7 de setembro.

Para além dos novos lançamentos, o operador irá ainda aumentar as rotações em algumas outras operações. É o caso de Monastir, na Tunísia, à partida do Porto, em voos Nouvelair, que passa de oito para 13 rotações, com início a 8 de junho e término a 13 de setembro, tal como da Sicília, à partida de Lisboa, com a Bulgarian Air Charter, de 15 de julho a 26 de agosto.

Saïdia, em Marrocos, o destino top do Viajar Tours, por ser o “mais forte em termos de vendas”, segundo o responsável pela contratação e programação, do operador, Eduardo Almeida, volta a estar entre as grandes apostas para este ano, pelo 11º ano consecutivo, tanto à partida de Lisboa como do Porto.

Álvaro Vilhena, diretor-geral do Viajar Tours, afirma que para já “as reservas antecipadas estão ao mesmo ritmo do ano passado” e mantém-se otimista em relação às operações operadas pela TAP. “A TAP partilhou connosco algumas dificuldades a esse nível [obtenção de slots], mas não se dá por vencida e obviamente está a tentar desenvolver todos os esforços no sentido de reverter o que em primeira instância lhes terá sido comunicado”, frisou, deixando em aberto a operação para Olbia, na Sardenha, devido a essa falta de garantia por parte da TAP.

Quantos às operações regulares, o Viajar Tours conta com uma oferta 10% superior para este ano para a Gâmbia, Telavive (Israel), Porto Santo, Las Palmas, Tenerife, São Tomé e Maceió (Brasil).

Formação em 17 cidades

“Dar ferramentas aos agentes de viagens para conseguir enquadrar o nosso produto no cliente”, dado que ” nem todos os nossos destinos são para todo o tipo de cliente”, tem sido o objetivo principal do tour operador, segundo Eduardo Almeida, das ações de formação que levaram recentemente a 17 cidades de norte a sul do país, nas quais participaram mais de 900 agentes de viagens.

Para Álvaro Vilhena esta é “uma necessidade cada vez maior” para que os agentes de viagens possam compreender da melhor forma a programação do Viajar Tours e que poderá ser complementada com o Manual do Agente, onde estão todas as informações e dicas sobre os destinos programados.

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Antonoaldo Neves, CEO da TAP, afirma que a TAP se sente “indignada por não poder crescer”. O gestor aponta, assim, o dedo à ANA Aeroportos por esta não fazer os investimentos necessários há mais de dois anos e de ainda não haver sequer um planeamento de realização ou conclusão das obras na pista e das saídas rápidas do Aeroporto Humberto Delgado.

“A TAP tomou uma decisão. A TAP vai parar de crescer, porque a TAP não está mais disposta a investir contando que alguma coisa vai acontecer”, anunciou em conferência de imprensa, esta quita-feira, em Lisboa, acrescentando ainda que a companhia aérea portuguesa “vai deixar de investir. A Portela é o pior aeroporto do mundo e vai piorar no próximo ano e no seguinte”.

Antonoaldo Neves mostrou-se preocupado com o facto de ter tido necessidade esta semana de cancelar 1500 voos para o próximo verão por falta de slots, embora tenha garantido que todos os passageiros dos voos cancelados “vão ser protegidos” e deixou no ar a questão: “Como é que eu posso fazer o meu próximo planeamento estratégico se eu não sei se vou ter os ‘slots’?”.

Raffael Quintas, da comissão executiva da TAP, que também participou da conferência de imprensa, deu a conhecer que, apenas em 2019, a transportadora aérea foi lesada durante 35 dias de operação limitada causada por nevoeiro e mais 129 dias por causa de exercícios militares realizados em torno do aeroporto, originando o pagamento de indemnização aos passageiros por causa dos atrasos.

“Mais de metade do ano estamos limitados por restrições operacionais que existem na Portela”, referiu Antonoaldo Neves, relembrando que este aeroporto “tem de ser equacionado”. E uma vez mais apontando o dedo à ANA Aeroportos disse: “Não faz sentido o aeroporto não ter ILS [sistema de apoio à navegação] no topo das duas pistas para ajudar os pilotos nos dias de nevoeiro. A pista 03 não tem ILS”.

O responsável assegura que “é importante trabalhar na melhoria da Portela, porque isso representa custo para a TAP e para o turismo”, mostrando estarem “disponíveis para ajudar a encontrar soluções”.

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A Madeira volta a ser Destino Preferido da APAVT durante este ano, após já o ter sido em 2016. A novidade foi dada, esta terça-feira, dia 11, em Lisboa, pelo presidente da APAVT, Pedro Costa Ferreira, e pelo secretário regional de Turismo e Cultura da Madeira, Eduardo Jesus.

Esta é uma forma que a associação, que representa os agentes de viagens tem, tem para apoiar e dinamizar os fluxos turísticos de uma determinada região turística.

Os trabalhos começaram mesmo antes do anúncio ter feito, com a realização de uma reunião entre a APAVT, a secretaria regional e os operadores turísticos que comercializam o destino Madeira, seguindo-se agora diversas ações de marketing que irão decorrer até ao final do ano.

Segundo Pedro Costa Ferreira, este é um projeto que “surge num momento delicado e importante para o destino turístico Madeira”.

O dirigente associativo afirmou que “a Madeira foi a mais prejudicada com a falência de algumas companhias aéreas, anulando rotas aéreas que ainda não foram ocupadas”. Segundo o responsável, isto deve-se ainda à “inoperacionalidade do aeroporto” e ao “aumento da oferta”.

Pedro Costa Ferreira assegura que “este destino preferido aparece no momento ideal”, porque pretendem “aumentar o fluxo de turistas continentais para a Madeira, diminuir a sazonalidade e reforçar a visibilidade de um destino que hoje se direciona muito mais para os jovens do que anteriormente, que oferece a possibilidade de um tempo médio de estada muito maior que um fim-de-semana”.

Já Eduardo Jesus acredita que se pode aprender e tirar partido dos entraves que têm surgido ao crescimento e desenvolvimento do destino. “Os constrangimentos que nos são colocados não são mais do que dádivas que nos trazem oportunidades. Se não existissem não inovaríamos e se não inovássemos estaríamos sempre no mesmo estado de desenvolvimento”, referiu, afirmando que ” é com esta postura que vemos esta parceria com a APAVT, como uma oportunidade de, mais uma vez, promovermos a superação, encontrando novos caminhos e soluções, e afirmar a Madeira como um destino muito mais do que aquilo que se perceciona”.

Pedro Costa Ferreira garante que o objetivo passa por conseguir atingir os resultados de 2016, quando a Madeira foi Destino Preferido da APAVT pela primeira vez, “criando um espaço de crescimento” para a região insular.

Eduardo Jesus aproveitou o momento para frisar que o mercado nacional foi, em 2019, o que mais cresceu na região, com um aumento de 9% em relação ao ano anterior e foi ainda o que mais dormidas registou.

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Um novo protagonismo para o Tejo, a gestão dos fluxos turísticos através de doze polos locais espalhados pela Região de Lisboa e o desenvolvimento de produtos transversais a todo o destino, são objetivos centrais da estratégia que visa a integração regional e o aumento da riqueza gerada pelo Turismo.

O Plano Estratégico do Turismo de Lisboa 2020-2024, que foi agora aprovado pelas direções da Entidade Regional de Turismo da Região de Lisboa (ERT-RL) e pela Associação Turismo de Lisboa (ATL), define uma qualificação da oferta nos centros de maior procura (Belém-Ajuda, Baixa, Bairros Históricos e Oriente de Lisboa, Cascais, Sintra e Ericeira), a aceleração do crescimento das zonas de forte vocação e notoriedade (Arrábida, Mafra), assim como o estímulo às zonas com potencial a médio prazo (Loures, Alcochete, Seixal, Costa da Caparica).

O Turismo é, hoje em dia, a mais importante atividade económica e social de Lisboa tendo gerado, em 2018, 14,7 mil milhões de euros de receita e mais de 201 mil empregos. Contribui com 20,3% para o PIB regional e com 15,4% para o emprego.

O produto “City / Short Break” (estadas curtas em cidade), com uma quota de 66,5%, tem vindo a reforçar a sua posição na arquitetura da oferta, a par (embora numa escala mais reduzida) do produto “MI” (“Meetings & Incentives”, reuniões de cariz empresarial e associativo). Surf, Sol e Mar, Golfe e Natureza são os produtos complementares e os qualificadores são a Gastronomia e Vinho, Cultura, Compras e Eventos.

Para atingir o objetivo de integrar a oferta turística de toda a Região, o plano aposta no marketing focado nos segmentos do visitante individual, em família e em pequenos grupos, sendo que são estes os que, igualmente, proporcionam melhor integração com os residentes.

Em matéria de mercados, a grande novidade é o lançamento de iniciativas – a nível dos media locais e em programas digitais – de aumento de notoriedade de Lisboa junto de mercados do Médio Oriente e Ásia, que têm vindo a melhorar as suas performances nos últimos anos, nomeadamente Japão, Coreia do Sul, Turquia, EAU, Catar, Israel, Irão, Arábia Saudita, Rússia.

Manter-se-ão, naturalmente, os programas de promoção junto dos mercados emissores de crescimento consolidado, que têm maior peso na Região (Reino Unido, Irlanda, Alemanha, Suíça, Áustria, Espanha, Benelux, França, Escandinávia, Itália), assim como nos mercados atlânticos que registam maior crescimento (EUA, Canadá, Brasil).

Polos Consolidados

No Polo Lisboa Centro as iniciativas passam pela regulação, pela gestão de fluxos, pelo estímulo em segmentos e marcas mais qualitativas e pela promoção de novas zonas com potencial turístico, nomeadamente Praça de Espanha, Alcântara e Intendente. Já o Museu do Tesouro Real, no Polo Belém-Ajuda, irá permitir enriquecer a promoção de conteúdos culturais e promover um melhor equilíbrio na utilização turística no Polo. Por sua vez, no Polo Sintra, a aposta estará focada na oferta de um turismo de maior valor, quer em duração de estada, quer de pernoita, no reforço de soluções de mobilidade e na divulgação de riquezas arqueológicas ou igrejas, por exemplo. No que diz respeito ao Polo Cascais, o seu posicionamento premium será reforçado pela dinamização da oferta de hotelaria e restauração de luxo, captação de eventos de elevada exposição mediática, por uma nova dinâmica do segmento de golfe e dinamização como hub náutico de luxo. Já o Polo Ericeira deverá reforçar o seu posicionamento como destino sustentável de surf e alavancar o seu reconhecimento como “Reserva Mundial de Surf”.

Polos em Desenvolvimento

A criação do Polo Tejo irá transformar o rio num novo ativo turístico de grande relevo, nomeadamente através do novo Cais de Lisboa e da Rede Cais do Tejo, recentemente apresentados. No Polo Lisboa Oriente serão alavancadas as infraestruturas existentes no Parque das Nações, explorada a vocação de Marvila e Beato, enquanto zonas jovens e trendy em harmonia com a raiz tradicional local, potenciados conteúdos de Arte Pública em Loures e aproveitada a realização das Jornadas Mundiais da Juventude, enquanto evento estruturante. O Polo Mafra deverá qualificar o seu património cultural e natural, alavancando o estatuto de Património Mundial, criando novas infraestruturas e dinamizando um cluster ligado à música (órgãos, carrilhões, Museu da Música, polo da Música da Universidade Nova, novo equipamento, entre outros). Por sua vez, o Polo Arrábida irá focar-se no desenvolvimento do Turismo da Natureza, alavancando a vocação Sol e Mar e a revitalização de ativos históricos para posterior dinamização via conteúdos culturais temáticos.

Eixos de atuação: Polos a Potenciar

A preparação para os efeitos positivos derivados do novo aeroporto do Montijo estará a cargo do Polo Arco Ribeirinho Sul que também irá dedicar-se à exploração turística fluvial para dinamizar o acesso via Rio Tejo. Já o Polo Reserva Natural do Estuário irá posicionar-se como uma zona de experiências únicas com foco no Turismo da Natureza, desenvolvendo experiências de turismo ativo ligadas aos atributos de tradição rural e usufruto do rio que são oferecidos. A experiência Sol e Mar será alavancada no Polo Costa da Caparica que deverá intensificar os esforços de qualificação da infraestrutura de acesso e suporte às praias e enriquecer a oferta de alojamento de qualidade.

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A LATAM está a apostar fortemente na rota São Paulo – Lisboa, que iniciou em setembro de 2018, primeiro com cinco voos semanais e agora com uma frequência diária deste setembro último, dado que esta “é a rota com melhor rentabilidade da Europa”, segundo afirmou ontem, em conferência de imprensa, realizada em Lisboa, Cinthia Louza, sales manager da transportadora aérea brasileira para Portugal e Espanha.
“Desde que iniciámos a rota a taxa de ocupação sempre foi superior a 85%, com uma rentabilidade superior a qualquer uma das outras rotas europeias”, esclareceu.
Nesse sentido a transportadora decidiu passar a operar a rota a partir de hoje em aeronave A350, com uma capacidade de lugares superior em 44%, que o anterior B767.
O primeiro voo a ser operado com a nova aeronave saiu de São Paulo esta segunda-feira à noite, tendo chegado a Lisboa esta manhã, com uma capacidade de 309 lugares em económica e 30 em executiva, ou seja, 101 lugares a mais que o avião anterior e com o dobro de capacidade de carga.
Por outro lado, o A350 irá ainda permitir uma redução nos custos de operação em torno dos 25%. “As emissões de gases com efeito de estufa, assim como os custos de operação, serão até 25% inferiores”, adiantou a responsável.
A operação entre São Paulo e Lisboa contou, “em 2019, com 14.807 passageiros transportados” e com uma “faturação de 7,5 milhões de euros”, sendo que “70% dos passageiros viajam em lazer e 30% em negócios”.
No que respeita às vendas, Cinthia Louza assegura que 93% das vendas tem lugar no Brasil é apenas os restantes 7% correspondem a vendas da Europa. “A procura do Brasil é tão grande que acabamos por não ter espaço para vender da Europa para o Brasil. Por isso, também a decisão de aumentar o avião”, disse a sales manager, adiantando ainda quer cerca de 50% dos brasileiros opta por ficar em Portugal e a restante metade parte em direção a outros destinos europeus. Já da Europa para o Brasil “48% fica em São Paulo, 42% vai para o resto do Brasil é 9% viaja para a América do Sul”, concluiu.
O A350 irá passar a efetuar a operação ao longo de todo o ano, fazendo da LATAM a primeira companhia aérea a operar uma rota diária anual a operar para Lisboa com este tipo de avião, à exceção de duas semanas no pico do verão português, devido a uma questão de slots no Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa.
A LATAM tem atualmente uma frota de oito aviões A350, estando prevista a chegada de mais quatro até ao final de 2021.
Na Europa, além de Lisboa, opera ainda para Madrid, Arcelina, Milão, Londres e Frankfurt.
No próximo dia 1 de maio a LATAM irá sair da aliança OneWorld e sem o objetivo de aderir à qualquer outra aliança.

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A Bestravel voltou a ter um “crescimento de dois dígitos”, afirmou Carlos Baptista, administrador da rede de agências de viagens, aos jornalistas à margem da 16.ª convenção do grupo, que se realizou entre 30 de janeiro e 2 de fevereiro, em Marraqueche, sob o mote “Wake Up Call”.
Para o responsável este incremento é “um sinal de vitalidade e crescimento da rede, tanto em faturação como em margem”, embora garanta que, neste momento, estão “a crescer mais em margem do que em faturação”.

Destinos mais vendidos

Quanto aos destinos que mais venderam dentro da rede em 2019, Carlos Baptista adiantou que Portugal surge em primeiro lugar “ultrapassando os 10 milhões de vendas”, seguindo-se Espanha, Cabo Verde – “com uma cada vez maior preponderância da Ilha do Sal em detrimento da Boavista” – República Dominicana, México – “embora com a mesma dinâmica do ano anterior” –, EUA, França, Itália e Brasil.
O gestor destacou ainda o crescimento da Tunísia e das Maldivas, e salientou que a Turquia “volta a aparecer”, assim como o Dubai, a Tanzânia “para os safaris” e o Canadá “devido à grande aposta da Air Canadá”.
Já o top dos fornecedores Bestravel passa pela Soltour, Ávoris (Nortravel), Soltrópico, Solférias, centrais hoteleiras, TUI e MSC Cruzeiros.

Novas lojas

Entre 2018 e 2019 Carlos Baptista avançou que a Bestravel abriu “sete novas agências” – Lousada, Vila Nova de Gaia, Lousada, Santarém, Évora, Boavista e Leiria – e para 2020 tem previsto, para já, a abertura de uma nova, ainda em fevereiro, em Matosinhos.
A Bestravel passa assim a contar com 57 agências na sua rede, embora esteja previsto “fechar o Fundão por reforma do proprietário”, segundo disse o administrador, adiantando que “não há uma ânsia para abrir novas agências, mas sim de que as que estão sejam cada vez melhores”.

NDC

O novo modelo de distribuição aérea foi outro dos assuntos abordados durante a conferência de imprensa e Carlos Baptista afirma que “a implementação do NDC (New Distribution Capability) vai mesmo acontecer” e que até agora o novo modelo de contratação da TAP “não trouxe grandes sofrimentos”, sobretudo porque, enquanto rede, tentaram “ao máximo que a propagação fosse mínima”.
A criação de um produto diferenciado é para o gestor uma forma de contornar a questão. “Estamos a tentar criar dinâmicas novas, dado que o mercado está sempre em constante mudança, mas queremos criar dinâmicas de produto diferenciadas para o tornarmos diferente e para que o cliente nos escolha pela diferenciação e não pelo preço”, afirmou.

Objetivos 2020

Segundo o responsável os objetivos para este ano são “mais macro, com criação de valor para a loja e potenciação de venda para que a loja mantenha sempre uma forte posição”.
Por outro lado, têm como ambição trabalhar cada vez melhor a plataforma do online com o offline. “A boa simbioser entre estes dois produtos é que vai criar uma rede cada vez mais forte”.
Para terminar, garantiu que pretendem “trabalhar e consolidar” todo o processo de formação Bestravel, que em setembro passou a ser certificada.
No que respeita ao CoronaVírus, Carlos Baptista diz que ainda está tudo muito no início e é difícil fazer perspectivas.
A 16.ª convenção Bestravel, a primeira a ter lugar fora de território nacional, contou com a participação de mais de 200 agentes de viagens e decorreu no Be Live Collection Hotel de Marraqueche.

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O setor do turismo continua a registar crescimentos significativos dos principais indicadores estatísticos, confirmando que 2019 foi um excelente ano turístico, reforçando o contributo do setor para a economia portuguesa.

De acordo com os dados divulgados – referentes a novembro de 2019 – pelo Banco de Portugal, as receitas do turismo atingiram 984 milhões de euros, o que significa um aumento de 9,8% face ao período homólogo. O valor acumulado das receitas do turismo, no montante de 17,1 mil milhões de euros já superou o registado no total do ano de 2018.

De janeiro a novembro de 2019, as exportações do turismo representaram 54,2% das exportações de serviços, um aumento de 2,1 p.p. em relação ao mesmo período do ano anterior.

Por outro lado, os dados da procura no alojamento turístico registam igualmente máximos históricos em novembro. Os crescimentos de 12,5% do número de hóspedes, +7,2% nas dormidas e +10,2% nos proveitos totais contribuem para valores recorde destes indicadores nos primeiros onze meses de 2019.

Os dados do Instituto Nacional de Estatística demonstram ainda uma tendência de diversificação de mercados emissores de turistas para Portugal, com especial destaque para os Estados Unidos (+28,5% nos hóspedes) e o Brasil (+13,3%) e, ainda, para aumentos de dois dígitos na Irlanda, Espanha e Bélgica.

“O Turismo continua a bater recordes e a demonstrar uma capacidade de crescimento de forma sustentável em termos de valor, ao longo de todo o território e ao longo do ano”, comentou a secretária de Estado do Turismo, Rita Marques, que assinalou a importância de diversificar mercados para que os resultados continuem a atingir novos máximos.

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A Disney iniciou esta terça-feira, 21 de janeiro, em Portugal o Disney Destinations Experience, um programa de formação para agentes de viagens, que teve início em Lisboa, mas que irá também passar por Coimbra, Porto e Braga, respetivamente a 23, 28 e 30 de janeiro.

Tiago Santos, diretor comercial da Disney para Portugal e Espanha, definiu como “mágico e imersivo” este novo conceito de promoção dos parques Disney, em Paris e Orlando, assim como dos cruzeiros da empresa norte-americana.

“Inspirar clientes e amigos, porque vendemos emoções” foi o lema que Tiago Santos pretendeu lançar aos cerca de 200 agentes de viagens presentes, nesta ação de formação que contou com o apoio de dois dos três parceiros portugueses da Disney, a Solférias e a LePlan.

Começando por apresentar os quatro parques que completam o Walt Disney World, em Orlando, nos EUA, o responsável não deixou de destacar a nova atração Star Wars: Galaxy’s Edge, inaugurada a 5 de dezembro de 2019.

Para facilitar a vida dos clientes nos parques lançaram ainda, recentemente, a Magic Band, uma pulseira eletrónica que servirá como bilhete de entrada em cada parque, chave do quarto, forma de pagamento ou acesso aos restaurantes. Cada uma tem um pin associado e pode ser personalizada na cor e na figura Disney que a irá decorar.

Em Paris as novidades também são muitas e no que respeita a temporadas terão: a 5ª edição do Star Wars – Lendas da Força começou a 11 de janeiro e estará patente até 15 de março; Frozen Celebration, onde está incluído o Frozen: A Musical Inovation, com mais de 12 espetáculos diários, também de 11 de janeiro e até 3 de maio; a 3ª edição da Marvel – Temporada dos Super Heróis, de 28 de março a 7 de junho; e o Festival do Rei Leão e da Selva, a ter início a 20 de junho e término a 12 de setembro.

Os eventos especiais fazem igualmente parte do calendário do parque francês. É o caso da Corrida das Princesas, de 8 a 10 de maio; da Megical Pride, a 6 de junho; do Electroland, festival de música eletrónica, a 4 e 5 de julho; da 5ª Edição da Meia Maratona Disney, de 19 a 22 de setembro; a Halloween Party, a 31 de outubro; e as celebrações de Ano Novo a 31 de dezembro.

A grande novidade deste ano da Disneyland Paris será mesmo a reabertura do Disney’s Hotel New York, em junho, que surge agora com um conceito totalmente diferente dedicado aos heróis da Marvel.

Para 2021, o Walt Disney Studios irá ser ampliado, passando a contar com novas áreas temáticas, como será uma novo reino Frozen, um outro espaço dedicado ao universo Star Wars e um último ao mundo da Marvel.

Quanto a ofertas, o parque de Paris, até 31 de março, está a disponibilizar os bilhetes de adultos ao preço de criança, ao valor de 51€. Por outro lado, nas reservas antecipadas, o parque está a oferecer até 30% de desconto na estadia para reservas efetuadas até 31 de março, para chegadas até 1 de abril ou até 25% de desconto na estadia mais meia pensão grátis para chegadas entre 2 de abril e 19 de novembro.

Os cruzeiros Disney também não foram esquecidos com Tiago Santos a garantir a aquisição de mais uma ilha privada nas Caraíbas, onde já detêm uma, além de a frota vir a aumentar em mais três navios, entre 2022 e 2024, passando a um total de sete navios.

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Se gosta de levar o seu animal de estimação para todo o lado, o Lisbon Marriott Hotel é Pet Friendly. O acesso aos quartos é permitido aos animais, até 25kg de peso  ( e a cães guias, independentemente do peso e do tamanho), tendo um acréscimo no valor da tarifa de alojamento de 20€ por animal e noite, sendo que o máximo permitido é de dois animais por quarto.

No entanto, a circulação dos animais de estimação é apenas permitida nos corredores, lobby e estacionamento .

No início de Fevereiro, os animais de estimação podem ainda acompanhar os donos ao Restaurante CITRUS e ao Bar Tapas & Tiles do hotel, mas terão de estar presos com trela curta e não podem circular livremente, estando vedada a sua presença na zona de serviços de onde existam alimentos.

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O Grupo Vila Galé alcançou um volume de negócios de 197 milhões de euros em 2019, mais 7% do que o registado em 2018.

Nos 25 hotéis em Portugal, as receitas totalizaram 115 milhões de euros, que comparam com os 112 milhões de euros no ano anterior.

No ano passado, contabilizaram-se cerca de 1,9 milhões de dormidas.

Em 2019, a Vila Galé inaugurou o Vila Galé Douro Vineyards, um agroturismo em Armamar, e o Vila Galé Collection Elvas, o primeiro hotel a abrir em Portugal no âmbito do programa Revive. Excluindo o impacto destas duas novas unidades, as receitas da Vila Galé em Portugal foram de 106 milhões de euros.

Os portugueses mantiveram-se como principal público nos hotéis da Vila Galé no mercado nacional, representando agora 30% do total de dormidas. Seguiram-se os britânicos, alemães, espanhóis e brasileiros.

No último ano, é de destacar o crescimento do número de hóspedes de mercados como o italiano e norte-americano, com aumentos de 13% e 8%, respetivamente. Embora partindo de números absolutos mais baixos, também se verificaram subidas de dois dígitos no volume de hóspedes de Israel, Austrália, China e Taiwan.

Quanto às nove unidades no Brasil, alcançaram receitas de cerca de 370 milhões de reais, mais 18% do que no exercício anterior.

Considerando um câmbio médio de 1€ = 4,5R$, a atividade no Brasil gerou cerca de 82 milhões de euros.

No total, os três hotéis de cidade (Rio de Janeiro, Salvador e Fortaleza) e os seis resorts – Marés, Eco resort do Cabo, Eco resort de Angra, Cumbuco, Touros e VG Sun Cumbuco by Vila Galé – somaram 1,5 milhões dormidas. Os brasileiros, representando quase 90% do total, os argentinos e os portugueses foram os principais mercados nestas unidades.

Em 2019, a Vila Galé criou 130 postos de trabalho, 75 em Portugal e 55 no Brasil.

Três novos hotéis em 2020

Este ano o grupo irá abrir mais três novas unidades. A primeira será o Vila Galé Collection Alter Real – Resort equestre, Conference & Spa.

Com abertura prevista para 13 de março e inauguração oficial a 4 de abril, o Vila Galé Collection Alter Real – Resort equestre, Conference & Spa é, depois do Vila Galé Collection Elvas, o segundo hotel do programa Revive. 

A implementar na Coudelaria de Alter do Chão, terá quatro estrelas e será dedicado à temática equestre. Contará com 77 quartos, três piscinas exteriores, spa Satsanga com piscina interior aquecida, restaurante Inevitável de gastronomia regional, bar, biblioteca, enoteca, duas salas de reuniões e um salão de eventos com um museu do cavalo. Terá ainda um tradicional lagar de azeite totalmente recuperado, falcoaria também reabilitada e o respetivo museu. Localizado entre Elvas e Portalegre, este será o quarto hotel da Vila Galé no Alentejo, merecendo um investimento de cerca de dez milhões de euros.

Já o Vila Galé Serra da Estrela, o primeiro hotel de montanha do grupo Vila Galé deverá começar a funcionar a 27 de março. Esta unidade de 4 estrelas, em Manteigas, contará com 91 quartos, piscina exterior para adultos e outra para crianças, restaurante, lobby bar, spa Satsanga com piscina interior, jacuzzi exterior, salão de eventos e estacionamento, num investimento de cerca de dez milhões de euros. O tema será Mitos, lendas, costumes e tradições da região serrana.

O Vila Galé Paulista, em São Paulo, Brasil, deverá abrir portas em junho e contará com 108 quartos, um restaurante Massa Fina, uma cafetaria Vila Galé Café e clube de saúde com ginásio, sauna, sala de massagens e piscina exterior. Com uma localização privilegiada na zona da Bela Cintra, a 200 metros da Avenida Paulista, esta unidade deverá abrir em junho, representando um investimento de 80 milhões de reais.

Também em Junho, deverá estar concluída a expansão do Vila Galé Douro Vineyards, na região do Douro Vinhateiro. Este agroturismo passará das atuais sete unidades para 49, num investimento de sete milhões de euros.