Segunda-feira, Dezembro 9, 2019
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NH Hotels

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Maria Victoria Blazquez, diretora de Operações do NH Hotel Group para Portugal e Espanha

 

Qual foi o investimento feito no total das três unidades em Portugal?

O valor total para reposicionamento de todas as nossas marcas e hotéis foi estimado em 234 milhões de euros, dos quais 75% a serem aplicados nos hotéis Collection, ou seja 175,5 milhões de euros. No entanto, o valor aplicado em cada hotel não vou poder revelar.

E quanto a resultados das unidades portuguesas? Como tem vindo a ser a evolução?

Foi com Portugal que começámos o nosso processo de internacional, no início deste século, com a unidade da Avenida da Liberdade, o que demonstra a importância deste mercado para o grupo. Estamos satisfeitos com os resultados obtidos até agora [escusando-se a revelar números], apesar destes estarem em constante crescimento, mas penso que poderemos melhorar sempre mais e mais.

Cinco estrelas embora com menos uma

Dado que os NH Collection têm padrões tão elevados como os cinco estrelas, por que não fazem esse upgrade?

Para passar estas unidades a cinco estrelas temos que cumprir as normativas locais, que se regem por detalhes muito rigorosos. Para a NH as estrelas não é o mais importante e a nível internacional as estrelas também já não têm qualquer valor. O mais importante é termos um serviço cinco estrelas e podermos surpreender os nossos clientes ao verificarem que têm todo um serviço de luxo numa unidade quatro estrelas.

Qual tem vindo a ser a taxa de ocupação em época baixa e agora em época alta. Como acha que as transformações efetuadas no hotel poderão vir a alterar este índice?

A nossa taxa de ocupação tem vindo a manter-se na unidade Collection de Lisboa e os nossos clientes demonstram-se disponíveis a pagar um pouco mais para terem uma qualidade de serviço melhor agora com o upgrade de marca do hotel. Embora sem poder revelar percentagens, posso garantir que a taxa de ocupação tem sido constantemente elevada, com uma taxa de repetição também muito alta.

Já há alguma perspetiva de poderem vir a abrir outras unidades em Portugal?

O crescimento em Portugal é para continuar, mas embora tenhamos muitos projetos em cima da mesa ainda não temos nenhum finalizado.

Lisboa está na moda e entra no ranking das 15 cidades mais visitadas no mundo e começa a não ser fácil encontrar um bom projeto, uma boa localização e com um preço de solo atrativo, mas estamos certos que iremos aí crescer num curto a médio prazo. Para além de Lisboa, tudo depende das oportunidades. Quem sabe se não poderá surgir alguma coisa no Algarve ou outro projeto no Porto? Só o futuro o dirá. Uma coisa é certa, o mercado português é atualmente muito atrativo, com muitos hotéis e não é tão fácil conseguirmos um projeto dentro dos tramites que pretendemos, mas iremos lá chegar. O mundo está em constante mudança e crescimento e temos que saber crescer ao seu ritmo. Só assim poderemos surpreender e acolher da melhor forma os nossos clientes, tornando a experiência memorável.

Leia o artigo completo na Edição de agosto (nº 352) da revista VIAJAR – Disponível online

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A NH Hotels prevê acabar o ano de 2016 com reposicionamento de seis novos hotéis em Espanha e Portugal sob a insígnia da marca premium do grupo, NH Collection. A novidade foi avançada por Hugo Rovira, diretor geral do NH Hotel Group para Espanha, Portugal e Andorra, durante a Fitur.

De acordo com o previsto no Plano Estratégico a cinco anos, o NH Hotel Group anunciou que continuará com novas aberturas e renovações dos seus hotéis durante 2016, em todos os países onde o grupo está. Hugo Rovira destacou os 18 hotéis da marca NH Collection em Espanha e Portugal, assim como a incorporação do Hotel Suécia em Madrid. Após a reforma do hotel no próximo verão, este passará a fazer parte da marca premium do grupo, sob o nome NH Collection Cibeles, convertendo-se num dos mais importantes hotéis de 5 estrelas da capital espanhola. Atualmente, o grupo tem um total de 50 hotéis em 12 países sob a insígnia NH Collection.

2016 será o ano da apresentação do NH Collection Liberdade em Lisboa, que depois de uma reforma “renascerá” como o símbolo da insígnia NH Collection na capital, depois do lançamento do NH Collection Porto Batalha, inaugurado em 2015. Em 2016 serão também apresentados os hotéis NH Collection Colón (Madrid), NH Collection Palácio de Vigo, NH Collection Pódium (Barcelona) e o NH Collection Gran Hotel Calderón, símbolo do grupo em Barcelona. Alguns hotéis da marca NH Hotels, como o NH Lagasca (Madrid) irão passar de 3 a 4 estrelas. Esta expansão permitirá ao grupo acabar 2016 com um total de 24 hotéis da marca NH Collection na Península Ibérica.

No balanço de 2015 destaca-se a reforma de 14 hotéis, como é o caso do NH Collection Grand Hotel de Saragoça, NH Collection Aránzazu em San Sebastián e NH Collection Paseo del Prado em Madrid, que passou de 4 para 5 estrelas. Com isto conseguiu-se que o NH Hotel Group se convertesse na cadeia hoteleira com maior número de hotéis 5 estrelas da capital espanhola, reafirmando a sua posição como líder de segmento de hotelaria urbana.

Mesmo os hotéis que não foram renovados tiveram beneficiações, tendo recebido os Brilliant Basics da marca NH, tais como camas de alta qualidade, televisões LED de última geração e duches com efeito chuva. Em concreto, foram instalados 30.000 duches, 16.500 secadores profissionais, 5.800 cafeteiras Nespresso, 27.000 televisiones LED, 105.000 almofadas e 29.000 colchões.

Isto refletiu-se numa evolução favorável dos indicadores de qualidade do grupo, bem como na melhoria das avaliações feitas pelos clientes ao longo de 2015. A valorização no ranking no Tripadvisor reflete uma mudança relevante, alcançando uma melhoria de 21 posições no posicionamento médio dos hotéis NH em Espanha, Portugal e Andorra. Neste momento, o NH Hotel Group conta com 71 hotéis no TOP10 por cidade, dos quais 20 hotéis ocupam a primeira posição.

A Unidade de Negócio de Espanha, Portugal e Andorra foi a que mais cresceu na taxa de ocupação nos primeiros nove meses de 2015, com um aumento de 5,2%, o que, juntamente com o ADR (Average Daily Rate), traduz uma subida de 15,1% do RevPAR (Revenue per Available Room), sendo o maior aumento desta variável no grupo.