Segunda-feira, Abril 6, 2020
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Francisco Duarte

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A professora e consultora internacional de Feng Shui Vanda Boavida acredita que a aplicação desta arte milenar ao setor do turismo pode ajudar a melhorar a experiência de bem-estar, saúde e harmonia de quem viaja através da criação de uma atmosfera ideal (cores, texturas, materiais, formas e até aromas que representam os 5 elementos do Feng Shui – fogo, solo, metal, água, árvore) em cada hotel.

Assim salienta a importância do conceito de “Space Clearing” nos projetos de construção dos ambientes nas unidades hoteleiras: “(…) este é um conceito muito focado nas práticas de higiene e limpeza, quer ao nível da purificação do ar, quer ao nível dos espaços, uma vez que todos os hóspedes são convidados a estarem descalços, ou seja, os sapatos não são utilizados nos hotéis com “Space Clearing”… Já presente em grande parte dos hotéis orientais e face ao aumento da procura pelos clientes orientais de resorts e unidades hoteleiras na Europa e em Portugal, acredito que cada vez mais é vital esta aplicação prática do Feng Shui no turismo. Assim como, através do “Ming Gua” (os 8 pontos cardeais que representam as 4 direções favoráveis e as 4 direções desfavoráveis para cada individuo) é possível estudar a personalidade de cada hóspede para identificar a solução de alojamento mais benéfica…”, explica.

Em suma, os desafios para esta nova década são imensos, mas Vanda Boavida destaca ainda outras boas práticas no setor do turismo, como a importância da sustentabilidade na escolha dos materiais a utilizar nos projetos, como a cortiça e as plantas naturais, mas também a utilização de flores naturais e óleos essenciais na purificação do ar. Exemplo disso é o projeto “Hotel e Palace, Feng Shui Concept” apresentado na IDF by Interdecoração, realizada na Exponor no último mês de fevereiro.

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Online travel, illustration of electronic booking reservation

Em tempo de quarentena, a FlyKube, agência de viagens surpresa, prova que viajar também pode ser possível dentro de casa.  Numa altura em que conhecer novos destinos não é aconselhável, os portugueses podem trazer os destinos até si com cinco dicas de atividades para viver a experiência de estar num país diferente, sem sair do conforto do lar.

1. Aprender uma nova língua – Use o tempo livre em casa para aprender uma nova língua e para que numa próxima viagem possa misturar-se com os locais. Aprender em família e definir um momento do dia em que só se fala a nova língua é o ideal para se sentir num país estrangeiro.

2. Aprender receitas do mundo – Apesar de a cozinha portuguesa ser uma tentação, nada melhor que aproveitar este tempo para se aventurar em novas experiências gastronómicas. Esta é a oportunidade para aprimorar os dotes culinários e experimentar receitas que nos façam viajar. Desde as massas italianas aos croissants e crepes franceses, não faltam opções para uma boa ementa com sabores do mundo.

3. Ver filmes gravados em cidades europeias – Ver filmes é sempre uma solução infalível para passar tempo de qualidade. Melhor ainda quando levam a conhecer um novo país ou cidade. Deixe-se levar pela história e paisagens de filmes gravados em cidades europeias, como Midnight in Paris (Paris), Before Sunrise (Viena), London Has Fallen (Londres) ou Grace do Mónaco (Mónaco).

4. Visitas virtuais a museus e teatros – Para os apaixonados por cultura, história e arte, museus de toda a Europa abriram as suas portas gratuitamente ao mundo online. Sem ser preciso sair de casa ou esperar em filas, é agora possível visitar museus como o Museu Britânico em Londres, o Museu Van Gogh em Amsterdão, o Museu de Orsay em Paris ou a Galeria degli Uffizi.

5. Criar um “bucket travel map” – Por fim, uma das melhores sugestões para ocupar o tempo é planear. Seja em papel ou digital, comece já a criar um bucket travel map, desenhando o mapa mundo e assinalando com uma cor todos os países que já conhece e, com uma cor diferente, todos os países para onde pretende viajar quando for possível fazê-lo em segurança.  

De origem catalã, a FlyKube oferece aventuras, experiências e emoções através de viagens surpresa. A empresa oferece vários pacotes, desde escapadinhas a férias, para mais de 40 destinos europeus para viajantes que queiram ir à descoberta do desconhecido A operar em Portugal desde há um ano, a magia das viagens surpresa já conquistou mais de 20 000 aventureiros.

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A Confederação do Turismo de Portugal (CTP) considera que as medidas que têm vindo a ser anunciadas pelo Governo para apoiar a atividade económica no combate à pandemia da COVID-19 têm de ser mais claras, simplificadas, ajustadas e de rápida operacionalização, para evitar o encerramento de empresas e a destruição de milhares de empregos, sobretudo no que se refere ao turismo.

«Os empresários do turismo estão a sofrer uma quebra abrupta de receitas que não lhes permite pagar, no imediato, salários, fornecedores, impostos ou créditos. Há empresas no limiar do encerramento e outras que já fecharam as suas portas. Toda a cadeia de valor do turismo está em risco», afirma Francisco Calheiros, presidente da CTP. «As sucessivas alterações ao regime de lay-off, as linhas de crédito que ainda não chegaram às empresas, a inexistência de medidas diretas de apoio às empresas em maior dificuldade e a passividade da União Europeia face a esta pandemia vão provocar danos consideráveis na economia nacional».

A terceira alteração desde o início desta pandemia ao denominado regime de lay-off simplificado – mas que na realidade se trata, nos termos da Portaria 71-A/2020, de um apoio de carácter extraordinário, temporário e transitório, tendo em vista a manutenção dos postos de trabalho e mitigar situações de crise empresarial – ainda não foi publicada. A CTP aguarda que seja clarificado em concreto qual a medida que o Governo quis implementar: se um apoio financeiro para a manutenção de postos de trabalho e/ou uma simplificação do que vulgarmente se entende por regime do lay-off.

«No atual momento uma coisa é certa: nem o apoio extraordinário para a manutenção de postos de trabalho está operacional, exceção feita à linha de apoio às microempresas por parte do Turismo de Portugal, nem sequer se sabe o que vai suceder sobre a pretensa simplificação do lay-off. Faltam definir os regimes, o que se pretende com cada um deles, se ambos se vão manter em simultâneo, ou se o Governo irá preparar uma medida que englobe estas duas perspetivas», afirma Francisco Calheiros.  

A CTP considera que o Governo deve eliminar os critérios restritivos e pouco percetíveis da já citada portaria, simplificando os processos administrativos, e apela a que as medidas de apoio aos empresários não venham a introduzir demasiadas dúvidas de cariz jurídico e que tragam a necessária clareza legal, sem carga burocrática excessiva.

No que se refere aos apoios financeiros que têm vindo a ser comunicados, a CTP lembra que ainda não chegaram às empresas, nem mesmo o pacote de 200 milhões anunciado no dia 9 de março. Os processos de concessão de crédito são morosos e burocráticos, as taxas de spread são demasiado altas e as linhas de crédito necessitam de reforço em vários setores. «As empresas estão sem liquidez, necessitam de medidas de auxílio diretos e sem requisitos», defende Francisco Calheiros. Desta forma, a CTP defende que o Governo deveria considerar a possibilidade de criar pacotes de apoio em subsídios diretos, à semelhança do que está a acontecer em alguns países europeus. 

Finalmente, a CTP alerta também para a necessidade urgente de a União Europeia intervir e criar instrumentos europeus que assumam as despesas nacionais através de financiamento direto do BCE e outros mecanismos. «A flexibilização do Pacto de Estabilidade e Crescimento não é suficiente neste quadro económico, em que as empresas estão paralisadas e os postos de trabalho em risco. Necessitamos de auxílios financeiros diretos para as empresas e não apenas mecanismos de endividamento. É necessária a realocação de verbas do orçamento da UE para apoio aos estados-membros, para a dinamização da atividade económica e apoios às micro, pequenas e médias empresas», finaliza o presidente da CTP.

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ROOMS AGAINST COVID-19 tem mais de 1000 quartos disponíveis e 130 já foram atribuídos. Projeto conta com o apoio do Turismo de Portugal, da AHP, da ALEP e do Click2Portugal

A plataforma “ROOMS AGAINST COVID-19” já está disponível e tem mais de 1000 ofertas de alojamento para profissionais de saúde que não queiram arriscar contagiar os seus familiares ou que se encontrem deslocados do local de residência. Neste momento, 130 pessoas já usufruíram deste serviço e já entraram 400 pedidos de alojamento. Os responsáveis de alojamentos locais (AL) que se queiram juntar ao movimento deverão preencher o formulário para AL, devendo os hotéis contactar a AHP ou preencher o formulário para hotéis, e os profissionais de saúde deverão fazer a sua reserva em www.roomsagainstcovid.com.  

Criada em parceria com a empresa GuestCentric e HiJiffy, a plataforma de reservas de apartamentos e quartos procura evitar a propagação do vírus, isolando médicos, enfermeiros, auxiliares de ação médica, técnicos e administrativos, que, devido à sua profissão, estão em constante perigo de exposição.

A ideia surgiu no âmbito de um grupo de trabalho com cerca de 100 pessoas, que identificou esta necessidade e recolheu uma lista de hotéis e unidades de alojamento local para, gratuitamente, disponibilizarem quartos para os profissionais de saúde. De forma a conseguir disponibilizar o maior número de quartos possível e dar uma resposta mais eficiente aos mais de 400 pedidos já recebidos, as principais cadeias hoteleiras e alojamentos locais, de norte a sul do país, estão a ser contactados, fazendo parte já da base de dados cerca de 1000 quartos de 150 hotéis e empresas de alojamento local.

O ROOMS AGAINST COVID-19 conta com o apoio do Turismo de Portugal, entidade que disponibilizou um fundo de 250 mil euros para apoiar, através das Associações do Setor, os proprietários de alojamentos e hotéis com os custos de eletricidade, água, gás e limpeza. Luís Araújo, presidente do Turismo de Portugal, explica que “O Turismo de Portugal lançou o movimento Turismo#PorTodos com foco naquelas que são as necessidades das empresas e dos colaboradores do setor, dos turistas, mas também dos cidadãos e residentes. Esta ação traduz a solidariedade que a população manifesta àqueles que todos os dias trabalham na linha da frente desta batalha, sendo por isso muito importante pormos todos os recursos possíveis ao dispor da mesma. O nosso desejo é, por isso, que muitos mais, públicos e privados, se juntem, neste momento, a esta causa”.

A AHP – Associação da Hotelaria de Portugal e o Click2Portugal juntaram-se à iniciativa para estabelecer a ponte com hotéis que ainda não estejam disponíveis na plataforma ROOMS AGAINST COVID-19. A AHP está simultaneamente a fazer o levantamento da disponibilidade de quartos de hotéis junto dos seus associados para poderem também ser depois disponibilizados, pelo que apela aos seus associados para responder ao inquérito que começa hoje a correr.

Também a Associação de Alojamentos do Alojamento Local em Portugal (ALEP) juntou-se à iniciativa, ficando agora encarregue da gestão dos AL na plataforma ROOMS AGAINST COVID-19, assim como os grupos do facebook ‘Alojamentos Locais – Esclarecimentos’.

“Para dar resposta à crise atual, temos visto um empenho de todos os profissionais de saúde. De forma a assegurar o seu bem-estar e a segurança de todos os que os rodeiam, é necessário dar-lhes alternativas de alojamento e libertá-los de burocracias ou encargos. Queremos, com esta plataforma, aproveitar um dos pontos fortes de Portugal – o turismo -, que impulsionou a criação e oferta de novos alojamentos, e pô-los ao serviço do país”, defende Mário Mouraz, coordenador do projeto.

Para Pedro Colaço, CEO da Guestcentric, “a indústria do alojamento é das que mais está a ser afetada com esta pandemia. No entanto, acreditamos que somos uma indústria resiliente, imaginativa e eminentemente humana e, trabalhando juntos e agindo com rapidez, podemos planear com sucesso a recuperação. Durante este momento de crise, incentivamos que todos os nossos utilizadores se juntem no apoio aos profissionais de saúde”.

Todos os profissionais de saúde que estejam à procura de local para permanecer poderão efetuar a reserva diretamente na plataforma ou contactar os voluntários deste projeto, através da página de Facebook, que ficarão responsáveis por encontrar um alojamento que responda às suas necessidades.

Este lançamento insere-se no movimento tech4COVID19, criado por um grupo de fundadores da comunidade tecnológica portuguesa que está a criar soluções tecnológicas que ajudem a população a ultrapassar os desafios lançados pela pandemia.

O tech4COVID19 tem em curso cerca de quinze projetos de combate ao vírus. Entre outros, contam-se projetos para melhorar o rastreamento de redes de contágio, facilitar videochamadas entre médicos e doentes; criar uma rede de suporte a médicos e enfermeiros deslocados ou a pessoas que simplesmente necessitam de ajuda para ir às compras ou à farmácia; criar um chatbot para esclarecer dúvidas dos apoios concedidos pelo Estado às empresas e às pessoas singulares; acelerar a compra de material hospitalar e lançar uma angariação de fundos para compra desse mesmo material; disseminar informação, recrutamento e coordenação de profissionais de saúde ou ainda criar um sistema que permita à população verificar sintomas sem necessidade de ir ao médico, são apenas alguns dos objetivos dos projetos.

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A Fundação AIP, entidade organizadora da BTL-Bolsa de Turismo de Lisboa, acaba de comunicar o adiamento do certame para os dias 27 a 31 de maio próximo.

Pode ler-se no comunicado enviado a expositores e parceiros:

  1. Seguindo todas as recomendações da Direcção Geral de Saúde, da Organização Mundial de Saúde e em estreita articulação com a UFI (Global Association of the Exhibition Industry) e da EMECA (European Major Exhibition  Centres Association), a Fundação AIP implementou um Plano de Contingência no Contexto do COVID19, que integra as medidas e procedimentos indicados por estas entidades;
  • Atenta a posição assumida pelas entidades públicas do sector do turismo que tornaram público, ontem ao final do dia, que “entendem que, atentas as últimas recomendações da Direção-Geral da Saúde no que toca à organização de grandes eventos e ponderadas todas as condicionantes, não estão reunidas as condições para manter a sua participação na BTL 2020 na data prevista para a sua realização, seja através de stand próprio seja através dos diversos eventos inicialmente programados”;
  • Tendo em consideração que o Turismo de Portugal, a TAP e a BTL promovem em conjunto a dinamização do programa de Hosted Buyers da BTL, que traz anualmente a Portugal mais de 300 Compradores Internacionais que vêm conhecer e comprar a oferta turística do destino Portugal, e que ontem, ao final da tarde, a BTL foi notificada pelo Turismo de Portugal e pela TAP da sua intenção de adiar o Programa de Hosted Buyers da BTL 2020, cancelando assim a vinda de compradores internacionais ao evento;

A Fundação AIP, em articulação com o Governo (Ministério da Economia) e as Associações mais relevantes no Sector do Turismo concluíram que, face a este novo enquadramento, deixaram de estar reunidas as condições para poder assegurar a realização da BTL 2020 nas datas originalmente previstas. Assim, com o objectivo de corresponder aos anseios e necessidades de promoção do sector do turismo, entendeu a Fundação AIP adiar a BTL 2020 para os próximos dias 27 a 31 de Maio.

Conscientes do impacto desta decisão, não podemos deixar de agradecer todo o apoio que nos foi manifestado pelos nossos clientes e parceiros ao longos dos anos na afirmação da BTL como o maior e melhor evento de promoção do turismo em Portugal e estamos confiantes, que em conjunto, seremos capazes de ultrapassar as circunstâncias do momento e seremos capazes de realizar, nas novas datas agora anunciadas, uma BTL ainda mais decisiva para a dinamização da promoção e realização de negócios no sector do turismo.

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A campanha promocional “Turismo Centro Portugal – Visitar e Ficar é Ajudar”, do Turismo Centro de Portugal, foi uma das grandes vencedoras dos prestigiados Prémios Internacionais de Viagem e Turismo “International Travel & Tourism Awards”, atribuídos em Londres. A campanha recebeu o Gold Award, equivalente ao primeiro lugar, na categoria “Best National Tourism Board / Destination Marketing Organisation Campaign” (Melhor Campanha de Entidade Turística ou de Destino Nacional). A gala de atribuição de prémios decorreu na noite desta terça-feira.

 

“Ficamos extremamente orgulhosos por esta conquista inédita em Portugal. É um galardão muito importante. Estamos todos de parabéns, por um prémio que prestigia o nosso país, o setor do Turismo e a marca Centro de Portugal, que concorreu ao lado de candidatos tão fortes como os Estados Unidos”, sublinhou Pedro Machado, presidente do Turismo Centro de Portugal, minutos depois de receber o prémio.

“Esta distinção mostra também que no meio da tragédia nasce a esperança. A esperança renovada num destino, na sua atratividade, bem espelhada nesta campanha. Deixo uma palavra especial para os nossos parceiros que se envolveram ativamente neste projeto, como a Agência Regional de Promoção Turística Centro de Portugal, a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, o Turismo de Portugal ou a Secretaria de Estado do Turismo, além das Câmaras Municipais e dos nossos empresários. São entidades e pessoas que nos quiseram ajudar, desde a primeira hora, e que hoje alcançaram um prémio tão prestigiante. A equipa do Turismo Centro de Portugal não poderia estar mais orgulhosa: é o prémio mais importante de sempre que recebemos”, acrescentou.

Os International Travel & Tourism Awards distinguem o trabalho de organismos de turismo em todo o mundo. Os vencedores foram escolhidos por um painel independente de jurados de todo o mundo, e representam o melhor que se faz internacionalmente nas viagens e do turismo.

A competição é organizada pelo World Travel Market (WTM London), com a colaboração da Organização Mundial de Turismo (UNWTO). O WTM London é um evento internacional que junta a indústria de viagens entre os dias 5 e 7 de novembro, em Londres, e que é o mais importante a nível mundial nesta área de negócios.

Este foi o primeiro ano de atribuição destes prémios. Os vencedores, nas 13 categorias a concurso, foram anunciados para uma audiência de mais de 500 líderes da indústria do turismo, incluindo governantes, durante a gala que decorreu no Tobacco Dock, em Londres.

A campanha do Turismo Centro de Portugal foi uma das oito finalistas na sua categoria, derrotando candidaturas dos Estados Unidos, do Japão, do Peru, do Egito, da Jordânia, da Estónia, da Finlândia e das Ilhas Faroé.

“Ficámos encantados com a resposta da indústria do turismo a estes prémios e verdadeiramente impressionados com a quantidade e qualidade dos concorrentes. Todos os finalistas representam a essência destes prémios: celebrar o sucesso das entidades de turismo nacionais, regionais e locais e reconhecer as extraordinárias empresas privadas do setor”, destacou Paul Nelson, co-fundador dos International Travel & Tourism Awards”.

Recorde-se que a campanha “Turismo Centro Portugal – Visitar e Ficar é Ajudar” foi criada na sequência dos incêndios que afetaram a região em 2017, e teve como objetivo principal reafirmar o Centro de Portugal como destino seguro e de confiança. Concretamente, incidiu na promoção das regiões mais afetadas, através de outdoors, reportagens na imprensa e spots de rádio, entre outras iniciativas. Os resultados foram extramente positivos, uma vez que esta região registou um crescimento recorde na procura no ano passado.

 

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Encerra hoje mais uma edição do World Travel Market 2018, que decorre desde a passada segunda-feira, dia 5, no centro de exposições do Excel, em Londres.

No stand de Portugal, estiveram presentes 98 empresas portuguesas, para além das sete Agências Regionais de Promoção Turística.

O Turismo de Portugal fez-se notar pela ausência, resultado da providência cautelar entreposta contra o concurso para a construção do stand que irá passar a representar o País nas feiras internacionais de turismo.

A revista VIAJAR esteve, igualmente, presente com a edição The Best of Portugal, integralmente em Inglês, através da qual deu a conhecer aos visitantes muitos dos argumentos que tornam Portugal num destino turístico de topo a nível mundial.

 

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A Comissão Executiva da Região de Turismo do Algarve, liderada por João Fernandes, ex-vice-presidente da Entidade, acaba de tomar posse para um mandato de cinco anos.

 

A aposta centra-se no reforço da estratégia de diversificação e rejuvenescimento da oferta, com foco no desenvolvimento sustentável da região, na captação e fixação de talentos e de investimentos e na modernização tecnológica. O Algarve reforça assim o seu posicionamento de diferenciação pela qualidade e excelência da oferta turística.

Tendo presente a defesa dos interesses da região e do setor, João Fernandes deixou claro que o Algarve pretende manter uma linha de diálogo e colaboração com o Governo e Assembleia da República. Segundo João Fernandes: «Tendo em conta os resultados, podemos dizer com convicção que o Algarve não concorre com outras Regiões do país. O Algarve disputa aquele que é o espaço internacional mais competitivo do turismo à escala global – o mediterrâneo.»

O novo presidente da RTA garantiu a continuidade de projetos como o Cycling & Walking, a Algarve Nature Week, o 365 Algarve e o Algarve Cooking Vacations, os quais têm contribuído para preencher vazios na região e alterar perfis de consumo.

No entanto, traz novas ideias: «A região tem de desenvolver novas motivações de visita, nomeadamente, através do Turismo de Negócios, Turismo Náutico, Turismo Acessível e a Captação de Estágios e de Provas Desportivas. Queremos ser agentes ativos de captação de investimento, que ajude a requalificar a oferta e que traga inovação nos produtos e nos serviços. Para o efeito, estamos a trabalhar na constituição de um portfólio do edificado devoluto ou em estado degradado em zonas turísticas, para juntamente com o Turismo de Portugal, divulgá-lo junto de potenciais investidores”, explica João Fernandes.

Acrescenta ainda: «A RTA está já a colaborar ativamente com a ATA para uma definição comum do novo Modelo de Promoção Externa, que balizará nos próximos três anos o reforço e a captação de novas rotas aéreas. Queremos ainda reforçar a nossa cooperação com a CCDR e os municípios no que diz respeito a questões como a mobilidade, a nova regulamentação do Alojamento Local e definição das anunciadas Taxas Municipais Turísticas.»

Com 44 anos, João Fernandes assume a Presidência da RTA depois de passar por várias organizações como a Associação de Turismo do Algarve (ATA), as Escolas de Hotelaria e Turismo do Algarve (Turismo de Portugal), Universidade do Algarve, entre outras.

Num período em que se registam várias mudanças no panorama do turismo mundial, marcado pelo Brexit e a reemergência de mercados como a Turquia, Tunísia e Egito, o Turismo do Algarve tem vindo, ainda assim, a revelar a solidez e consistência de um destino maduro, consolidando uma procura extraordinária de anos recentes.

Para fazer frente aos novos desafios, João Fernandes conta com uma equipa constituída por Fátima Catarina enquanto vice-presidente da RTA (presidente do conselho de administração da Infralobo – Empresa de infraestruturas de Vale do Lobo) e por Nuno da Silva Monteiro (diretor-geral do hotel Cerro Mar e vice-presidente da Associação dos Industriais Hoteleiros e Similares do Algarve – AIHSA). O presidente da Associação dos Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve, Elidérico Viegas, assume a presidência da Mesa da assembleia-geral da RTA e Isolete Correia (diretora-geral da Marina de Vilamoura) é empossada secretária da Mesa.

 

 

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A euroAtlantic airways (EAA), propriedade do empresário Tomaz Metello, este mês a comemorar 25 anos de existência, já iniciou a tradicional série anual de 10 voos semanais para Cayo Coco, em Cuba, que se prolongam até 10 de setembro, operados por Boeing B767-300ER, ao serviço do operador turístico Sonhando. A EAA prevê que mais de dois mil portugueses visitem este destino, onde, recorde-se, está localizado o Pestana Cayo Coco Beach Resort.

O presidente do Conselho de Administração e Chairman da EAA, Tomaz Metello, afirmou sobre esta operação: “A marca euroAtlantic já faz parte do património das palavras cubanas. Anteriormente, já exportávamos serviços ACMI (aluguer de Aeronave, tripulação, manutenção, seguro) para a companhia Cubana de Aviácion, depois da única visita, a meu convite, que o ainda Ministro do Turismo de Cuba, Manuel Marrero, fez a Lisboa. Após conversa com o presidente do Grupo Pestana, Dionísio Pestana, concluímos enviar uma missão a Cuba, afim de identificarmos oportunidades de negócios nas áreas da aviação, hotelaria e operação turística. Espero que a EAA, com a operação em curso, continue a construir novas pontes para o estreitamento das nossas relações bilaterais, comerciais, culturais e históricas”.

Noutro quadrante, há já 10 anos que a euroAtlantic airways constrói pontes entre Portugal e São Tomé e Príncipe, detendo a maior fatia do capital social da STP Airways (40,61%) e a gestão da companhia nacional são-tomense. Os seus aviões operam semanalmente para a STP Airways ,em voo directo de Lisboa, tendo transportado nos primeiros seis meses do ano 17.236 passageiros. Para 2019, há previsões de crescimento no tráfego interno, relacionado com as comemorações mundiais dos 100 Anos da Teoria da Relatividade de Albert Einstein, comprovada na Roça Sundi, local onde também terá sido plantada, em 1822, a primeira planta de cacau no arquipélago do Golfo da Guiné.