Termas de Chaves reabriram a 3 de maio

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Marcação prévia de consultas, controlo de temperatura na entrada, uso obrigatório de máscara no interior, distanciamento social e desinfeção regular das mãos. Esta é a realidade das Termas de Chaves que, depois de quatro meses de portas fechadas, reabrem esta segunda-feira, dia 3 de maio. A retoma da atividade das estâncias termais portuguesas acontece no seguimento do Plano de Desconfinamento implementado pelo Governo.

“As Termas de Chaves cumprem, desde junho de 2020, o normativo próprio criado pela Direção Geral de Saúde na reabertura após o confinamento do ano passado”, refere Fátima Pinto, administradora do Balneário Flaviense. Por isso, acrescenta, “é com agrado que recebemos a indicação da possibilidade de reabertura da nossa estância termal que, desde sempre, se rege por um rigoroso plano de higienização e desinfeção”.

Além das habituais ofertas de técnicas de termalismo terapêutico, indicadas para o tratamento e prevenção de patologias músculo-esqueléticas, do aparelho digestivo e das vias respiratórias, e de programas de bem-estar termal, as Termas de Chaves deverão disponibilizar, em breve, condições específicas para receber e dar resposta a doentes em recuperação pós-Covid 19.

Este é um programa de reabilitação tem a assinatura da Associação Termas de Portugal e da Sociedade Portuguesa de Hidrologia Médica que pretende reafirmar o posicionamento das estâncias termais como destinos de saúde e bem-estar, seguros e saudáveis. Para a administradora das Termas de Chaves, esta será “uma iniciativa com um elevado nível de importância, que volta a colocar as Termas na linha da frente na oferta promoção de saúde e bem-estar para um reequilíbrio e reforço da capacidade imunológica pós-Covid em pessoas de todas as idades”.

Depois de registar o maior número de aquistas de sempre em 2019, a pandemia trouxe uma perda de, em média, 65% da faturação no setor termal no último ano. Ainda assim, Fátima Pinto acredita que “2021 ainda será um ano muito positivo, com bastante afluência de aquistas a Chaves para usufruírem da Água Termal Flaviense para tratamentos patológicos ou para momentos de relaxamento no spa”.

A administradora do balneário relembra ainda que “a abertura do equipamento termal Flaviense é muito importante para a economia regional”, especialmente para negócios hoteleiros e de restauração que estiveram estagnados devido à falta de aquistas que visitam a cidade. A reabertura das portas das Termas de Chaves funciona, assim, um impulsionador para a região

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