CIM Viseu Dão Lafões apresenta estratégia Walking & Cycling com rede de 1600 kms para turismo de desporto e natureza

A estratégia Walking & Cycling da CIM Viseu Dão Lafões, para valorização do Turismo de Desporto e Natureza na região, foi esta sexta-feira apresentada na BTL – Bolsa de Turismo de Lisboa, somando uma rede total de 1600 Kms que o território tem para oferecer aos amantes do Desporto e da Natureza.

Entre percursos pedestres (400 Kms sinalizados), centros de BTT (mais 831 Kms homologados), percursos de Trail (100 Kms), quatro novas Subidas Épicas de estrada (S. Pedro do Sul; Castro Daire; e Vouzela) e a ligação da pioneira Ecopista do Dão à nova Ecopista do Vouga, a região de Viseu Dão Lafões apresenta uma rede sinalizada, certifica e homologada, com os diversos parceiros (incluindo a Federação Portuguesa de Ciclismo, representada na cerimónia desta sexta-feira pelo respetivo presidente, Delmino Pereira).

O passo significativo para a conclusão desta estratégia passa pela abertura da Ecopista do Vouga, um percurso de 66Km que será ligado à já existente Ecopista do Dão, e que o presidente da CIM Viseu Dão Lafões, Nuno Martinho, anunciou estar concluída “entre setembro e outubro, num projeto de investimento superior a 3,5 milhões de euros”.

“Quero agradecer a colaboração que o presidente Delmino Pereira e a Federação Portuguesa de Ciclismo têm tido com a nossa região”, afirmou Nuno Martinho, fazendo referência à homologação de todos os percursos de BTT e ciclismo, numa colaboração que, em breve, será firmada através de protocolo entre instituições. “A estratégia Walking & Cycling é crucial para a estruturação do produto turístico de Natureza e para gerar economia na região”, concluiu.

Delmino Pereira, por seu lado, destacou a qualidade da oferta. “Viseu é um lugar único. Através do programa Cyclin’ Portugal, temos o objetivo de classificar todo o território para a prática do ciclismo, permitindo assim o acesso a todos os praticantes. Existem cada vez mais turistas que pretendem descobrir o território de bicicleta. E só em 2021, em ano de Pandemia, o nosso número de praticantes cresceu 15%”.

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