Os 8 melhores destinos para visitar sozinho segundo a Momondo

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A maioria das pessoas prefere viajar em casal ou com um grupo de amigos, mas existem ainda aqueles que preferem ser um pouco mais aventureiros e viajar sozinhos. Aqui ficam as sugestões da Momondo.

Aventureiro sim, mas na Europa por favor

Dublin, Irlanda – Com uma história milenar, uma população orgulhosamente internacional e arquitetura contemporânea, é quase impossível não cair nos encantos paradoxais de Dublin. Pode realizar visitas guiadas pela metrópole que passam por calçadas minúsculas, antigas torres sineiras e mansões citadinas Georgianas onde residiram figuras históricas como Oscar Wilde, James Joyce e Bram Stoker. Passeie pelos muitos espaços verdes de Dublin, como o Phoenix Park com as suas majestosas manadas de cervos selvagens e acabe a noite num dos muitos pubs da cidade. Os Irlandeses são conhecidos mundialmente pela sua boa disposição e por isso não vai precisar de ir à procura de diversão em Dublin pois ela virá certamente ao seu encontro.

Gotemburgo, Suécia – Sempre afastada da ribalta pela bonita e feminina capital Estocolmo, a supersimpática cidade de Gotemburgo está repleta de cultura e estilo escandinavo para o entreter, e muitas vezes a preços bem mais atraentes para quem viaja sozinho. Independentemente da meteorologia vai sentir-se atraído pelos aromas que emanam dos Jardins Botânicos de Gotemburgo, um dos centros verdes mais floridos da Europa. Coma qualquer coisa rápida no mercado de comida de Stora Saluhallen e siga para o Paddan Boat Tour. Este relaxante cruzeiro é a melhor maneira de encontrar as suas coordenadas entre os canais e as pontes do século XVII que marcam o centro histórico da cidade.

Vamos mais longe

Havana, Cuba – Se procura um pouco de sensualidade para a sua próxima conquista a solo, então não há sítio melhor (e mais convidativo!) que Havana. A segurança dos visitantes, particularmente daqueles que viajam sozinhos, é levada extremamente a sério, o que significa que vai encontrar muitos polícias poliglotas nos bairros mais concorridos, muitos com dicas úteis na ponta da língua como sugestões de sítios para jantar ou tomar uns copos. Delicia-se com croquetes fritos a escaldar, servidos por vendedores de rua displicentes, e aproveite para fotografar os carros americanos vintage e os edifícios coloniais – a apodrecer sim, mas estranhamente cheios de vida e para terminar o dia, calce uns sapatos confortáveis, pegue numa garrafa de vinho e vá até à marina dançar até não aguentar mais.

Fiji – Não há como negar: a beleza de Fiji é um murro no estômago. Apesar de muitos casais procurarem a costa cristalina e as praias ladeadas de palmeiras para umas férias cheias de romance, o facto de existirem 322 ilhas permitir-lhe-á escapar aos pombinhos e encontrar um ninho paradisíaco só para si. Quando estiver farto de secar ao sol, explore os encantos mais rústicos de Fiji. A apenas meia-hora de carro da capital, Suva, a floresta tropical de Colo-i-Suva oferece os trilhos mais deslumbrantes de Fiji, sempre acompanhados pela banda sonora da melodiosa vida aviária da ilha. Se prefere a vida selvagem na sua versão aquática, os peixes exóticos e os serenos recifes de coral que respiram sob as águas turquesas de Fiji vão impressionar até os mergulhadores mais veteranos.

Toronto, Canadá – Em Toronto são faladas 140 línguas diferentes e existe uma população de 5.7 milhões de habitantes – sendo mais de metade não-nativos – o viajante independente vai sentir-se certamente em casa e recebido de braços abertos na ‘cidade mais multicultural do mundo’. A melhor altura para visitar a cidade é durante o Verão, quando se realizam alguns festivais de música. O Beaches International Jazz Festival dá música ao longo de 16 dias do mês de Julho, com concertos gratuitos de alguns dos nomes mais sonantes do jazz. Neste mês, pode ainda descobrir novidades gastronómicas durante o Summerlicious, em que mais de 200 restaurantes conceituados oferecem menus fixos a preços convidativos.

Thimpu, Butão – Se procura uma experiência itinerante independente carregada de realização pessoal, o Butão é o destino a seguir. Conhecido pelas suas fortalezas monásticas nas montanhas e por darem prevalência à ‘felicidade interna bruta’ sobre o PIB, o Butão só se abriu aos turistas internacionais há cerca de 30 anos, e está ainda relativamente intocado pela influência ocidental. Aliás, este estado é de tal maneira protetor das suas raízes e da sua cultura que só se pode visitar pertencendo a viagens de grupo pré-aprovadas. Vai encontrar festivais de comida, música e dança ao longo do ano no Butão.

Sozinho no frio

Juneau, Alasca – Nenhum homem é uma ilha, mas no Alasca, o ditado faz pensar duas vezes. Dos dois milhões de viajantes que visitam todos os anos, 20% viajam sozinhos, ansiosos por desligar do caos do resto do mundo e contemplar o abismo dos glaciares dramáticos, passear pelos parques nacionais que são até 1,5 vezes o tamanho da Suíça ou simplesmente descontrair com os ursos pardos. A natureza aqui acontece à séria, por isso, quando se aventurar na doce mas sonolenta capital Juneau, é melhor estar pronto para brincar aos exploradores. Se conseguir atravessar o gelo, tente uma saída para pescar no Tracy Arm Fjord. Depois, viaje noutro barco para passar o Inside Passage e contemple a beleza das verdadeiras rainhas deste mundo aquático – as orcas.

Queenstown, Nova Zelândia – A Nova Zelândia é um país incrivelmente acolhedor e ótimo para os viajantes que querem conhecer outros ‘globetrotters’ que aqui atracam à procura de animação. Visite Queenstown, uma sedutora vila à beira-lago verdadeiramente merecedora da alcunha ‘A Capital do Mundo da Aventura’, com um milhão de visitantes (grupos e solteiros) que se juntam todos os anos para tirar proveito do rafting, queda livre, bungee jumping e estâncias de ski de pistas pretas que se espalham pela cordilheira das Remarkables.

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