Terça-feira, Fevereiro 18, 2020
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AHP Tourism Monitor

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88% dos hoteleiros madeirenses perspetivam que o ano de 2020 sejam pior em termos de taxa de ocupação e preço médio por quarto, quando comparando com o ano transato.

A opinião dos hoteleiros insulares faz parte do estudo realizado pela AHP – Associação da Hotelaria de Portugal, intitulado “Balanços & Perspetivas”, entre 12 de dezembro e 10 de janeiro, incluindo os seus associados e ainda os aderentes do AHP Tourism Monitor, apresentado esta quarta-feira em Lisboa. No entanto, este ano a mostra do estudo incluiu 47% da hotelaria a nível nacional, e as regiões dos Açores e Alentejo foram excluídas devido a um número insuficiente de inquiridos.

Cristina Siza Vieira, presidente executiva da AHP, que apresentou o estudo, fez questão de mencionar à exceção do Centro, por ter uma “expetativa muito elevada de melhoria”, as previsões dos inquiridos em relação à taxa de ocupação “não traz muitas surpresas”.

Em Lisboa e Algarve os hoteleiros acreditam que em 2020 irão ter uma taxa de ocupação praticamente idêntica à conseguida no ano passado e no Norte as opiniões os hoteleiros ficaram mais divididos embora se tenha verificado uma tímida previsão de melhoria em relação a uma igualdade em relação a 2019.

A Região Autónoma da Madeira é de todas a região que antevê um quadro mais negro, demonstrando o quadro de variação negativa que o destino insular tem vindo a verificar, sobretudo neste último ano tanto em termos de taxa de ocupação como em preço médio por quarto.

Por outro lado, Lisboa, o Norte e o Centro têm grades expetativas quanto ao preço médio por quarto, sendo que o Algarve é “bastante conservador quanto à evolução do preço, estimando que se mantenha bastante idêntico”, afirmou Cristina Siza Vieira.

No que toca à estada média, a maioria dos inquiridos considera que esta será igual à de 2019, à exceção do Madeira que, para surpresa de muitos, afirma que será melhor no ano corrente.

Por último, nas receitas totais, no geral, os hoteleiros visionam uma melhoria para este ano, com o Centro e o Norte a destacarem-se.

Mercados

No que toca a mercados, tanto o Algarve como a Madeira perspetivam que o mercado britânico irá crescer, mas a presidente executiva da AHP enalteceu que “não foi estranho que parte das respostas tenha sido obtida já depois das eleições no Reino Unido”.

No Algarve o mercado nacional surge na segunda posição, antecipando as férias de verão dos portugueses, e em terceiro lugar, mas com uma grande diferença do segundo surge o francês, seguido do alemão, norte-americano e espanhol.

Já na madeira o mercado francês surge na segunda posição bem destacado das restantes, onde o alemão, o norte-americano e o português ocupam as posições seguintes.

No que toca a Lisboa, Centro e Norte as expetativas são bastante distintas do Algarve e da Madeira. Em qualquer umas dessas regiões os hoteleiros consideram que o mercado nacional será o que irá crescer mais, seguido do espanhol, francês [embora este com maior expressão no Centro e Norte do que em Lisboa].

Quanto a segmentos, os hoteleiros de Lisboa, Norte a Algarve acreditam que o Mice – Meetings, Incentives, Conferences and Exhibitions terá uma elevada expressão, ao passo que a Madeira acredita que o Sol e Mar, pensado é claro em Porto Santo, irá registar maior procura.

Lisboa, Norte e Centro têm boas perspetivas em relação ao segmento de city/short breaks, sendo que também o Norte e Centro antecipam um bom ano no que toca ao turismo religioso.

Constrangimentos

Coo maiores constrangimentos para o crescimento e evolução do setor neste novo ano, os hoteleiros apontaram, em primeira linha, o “abrandamento da economia portuguesa”, “o Brexit e a contração do mercado do Reino Unido” e a “escassez de recursos humanos”. Em segunda linha de importância apontaram ainda a “dependência dos operadores online”, os custos com utilities (água, eletricidade e gás), a capacidade aeroportuária [sobretudo os hoteleiros de Lisboa, Madeira e Algarve] e o crescimento do número de camas [Norte].

Aberturas e remodelações

51 são os novos hotéis previstos para este ano segundo a AHP. A par surgem nove remodelações, sendo que é no Norte que surge a maior parte de intenção de investimento, num total de 18 novas unidades hoteleiras e cinco remodelações.

Na região de Lisboa estão previstas 14 novas aberturas, ao passo que no Centro estimam seis e no Algarve três, no Alentejo e na Madeira duas novas unidades e nos Açores apenas uma.

Cristina Siza Vieira frisou que algumas destas intenções iniciais ficam pelo caminho ou então não terminam no ano inicialmente previsto. Por exemplo, em 2019 estavam previstas 65 aberturas quando na realidade apenas abriram 24 e 15 remodelações ou reaberturas quando apenas se registam 12.

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De acordo com o AHP Tourism Monitors, ferramenta exclusiva de recolha de dados da hotelaria nacional trabalhados mensalmente pela AHP – Associação da Hotelaria de Portugal, no mês de agosto de 2018 a taxa de ocupação decresceu 1,3 p.p., em comparação com o mesmo mês do ano anterior, fixando-se nos 87%.

Em agosto de 2018, a taxa de ocupação quarto a nível nacional decresceu 1,3 p.p., fixando-se nos 87%. Por destinos turísticos, Algarve (93%), Costa Azul (92%) e Grande Porto (90%) registaram as taxas de ocupação mais elevadas. Por categorias, verificou-se uma variação positiva apenas nas 2 estrelas que tiveram um aumento ligeiro de 0,4 p.p., face a agosto de 2017.

O ARR subiu 6%, fixando-se em 121 euros. De realçar, neste indicador, o aumento em todas as categorias, com destaque para as 3 estrelas onde a variação foi de mais 12% face a agosto de 2017.

O RevPar fixou-se nos 105 euros, mais 4% face ao período homólogo. Os destinos turísticos com o RevPar mais elevado foram Algarve (173 euros), Estoril/Sintra (113 euros) e Lisboa (98 euros).

Para Cristina Siza Vieira, vice-presidente da AHP – Associação da Hotelaria de Portugal, existia “alguma expectativa relativamente ao comportamento da operação hoteleira no mês de agosto. Apesar de a TO ter decrescido, os resultados são globalmente bons. Em termos absolutos, este foi, sem surpresas, o melhor mês do ano. Dos 14 destinos do Hotel Monitor, apenas 3 (Beiras, Viseu e Leiria/Fátima/Templários), registaram ocupações abaixo dos 80%. No ARR e RevPAR, os resultados continuam a ser bastante positivos, no entanto há a destacar a quebra nos destinos Grande Porto e Oeste. No próximo mês, com os dados de setembro, iremos fazer uma análise ao comportamento da hotelaria nos meses de verão e aí faremos um balanço.”

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Foto: Filipe Farinha

De acordo com os AHP Tourism Monitors o mês de fevereiro de 2017 foi positivo para as unidades hoteleiras nacionais, com todos os indicadores a registarem os valores mais elevados de sempre do Hotel Monitor. Em fevereiro de 2008, melhor mês homólogo dos últimos 10 anos, a taxa de ocupação tinha chegado aos 53%, o preço médio por quarto ocupado (ARR) ficou nos 56 euros e o Preço médio por quarto disponível (RevPAR) nos 30 euros.

Em fevereiro deste ano, a taxa de ocupação por quarto atingiu os 55%, registando uma subida de 6 p.p. face a 2016, com as unidades de 5 estrelas a refletirem o maior aumento (7 p.p.). Os destinos turísticos que mais se destacaram foram Madeira (77%), Lisboa (65%) e Grande Porto (57%).

Em termos de variação, os destinos turísticos com as melhores performances foram Viseu (10 p.p.), Porto (8 p.p.) e Minho (7 p.p.). Registo, também, para a performance negativa dos destinos Oeste (- 7 p.p.) e Alentejo (- 3 p.p.).

No segundo mês do ano, o ARR fixou-se nos 67 euros, representando mais 8%, comparando com o ano anterior. Destaque para o crescimento de 9% nas unidades de três estrelas.

O RevPar aumentou 20%, tendo-se fixado nos 37 euros. Lisboa, Madeira e Grande Porto foram os destinos turísticos com RevPar mais elevado, com 54, 46 e 37 euros, respetivamente.

Já a receita média por turista registou um crescimento de 15%, face a fevereiro de 2016, fixando-se nos 114€.

A estada média fixou-se nos 2 dias, valor superior em 8% ao período homólogo. 

Cristina Siza Vieira, presidente executiva da Associação da Hotelaria de Portugal, afirma que “em fevereiro, as unidades hoteleiras nacionais mantiveram, em quase todos os destinos, um bom ritmo de crescimento. De destacar que este é o melhor fevereiro de sempre, a nível nacional, desde que a AHP trabalha os dados da hotelaria portuguesa (2004). No entanto, não podemos deixar de registar que dois destinos em Portugal apresentaram resultados negativos: o Oeste, com uma variação de menos 7 p.p. na taxa de ocupação e de menos 21% no RevPar, e o Alentejo, com uma variação na taxa de ocupação de menos 3 p.p. e uma quebra de 3% no RevPar. Já no primeiro mês deste ano o Alentejo tinha sofrido uma quebra importante na taxa de ocupação com reflexos no RevPar. Nestes destinos, apesar da subida do preço médio do quarto vendido, foi a quebra na taxa de ocupação que acarretou impacto direto na descida do RevPar”.

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A Madeira tem vindo a consolidar a sua posição de destino-estrela em termos de Taxa de Ocupação no panorama nacional e 2016 foi um ano em que a região atingiu números recordes neste indicador, tendo ultrapassados os 80%. Esta conclusão é do AHP Tourism Monitor, apresentada durante a conferência “A Hotelaria no Funchal – Balanço & Perspetivas”, realizada na Câmara Municipal do Funchal, no dia 23 de fevereiro, onde a AHP fez uma análise da evolução do setor nos últimos 10 anos.

Cristina Siza Vieira, presidente executiva da AHP, afirma que “é muito interessante analisar a evolução da hotelaria na Região Autónoma da Madeira. O crescimento dos vários indicadores tem sido notório e são claramente resultado de uma aposta forte dos vários players do setor e de uma contínua reinvenção do destino, tido como um dos melhores destinos insulares do mundo. Tanto que estão em pipeline sete unidades hoteleiras na Madeira com abertura prevista para 2017, entre novas ofertas, remodelações e ampliações”.

A comparação com a média da hotelaria nacional no mesmo período, mostra que a taxa de ocupação é constantemente superior na Madeira, tendo ultrapassado os 80%, em 2016, pela primeira vez nos últimos 10 anos.

Por outro lado, de acordo com a análise da AHP, este destino é bastante menos afetado pela sazonalidade, uma tendência que veio a consolidar-se mais recentemente, com uma taxa de ocupação em época baixa a rondar os 60%.

Por último, salienta-se o crescimento da taxa de ocupação na Madeira nas categorias de 5 e 3 estrelas a registarem em 2016 as evoluções mais positivas, 5.8p.p. e 8.4p.p., respetivamente, face a 2015.

Na Madeira, o preço médio por quarto ocupado apresenta vários “picos” por ano, por oposição à média nacional, que revela apenas uma época alta, o que se traduz num aumento do ARR neste destino de 4,8% no ano de 2016.

Também neste indicador, o destaque é para categoria de 5 estrelas que cresceu 10% em 2016 face ao período homólogo, impulsionando o aumento sustentado da média de preços de quartos ocupados de todas as categorias.

Também o REVPAR tem subido de forma consistente e muito expressiva nos últimos anos, crescendo 12% em 2016 face a 2015, alavancado sobretudo pelas unidades de 5 e 3 estrelas, que cresceram 18% e 17% em 2016, como consequência do crescimento na TO e ARR acima referidos.

As unidades hoteleiras da Madeira não se distinguem somente em taxa de ocupação, sendo de notar que o GMTH  é o dobro da média nacional, tendo ultrapassado os 280€ em 2016. Neste indicador salienta-se o desempenho das 4 estrelas com um crescimento de 11% em 2016 face ao período homólogo.

É também na estada média na hotelaria da Madeira que reside o primeiro lugar do pódio com 5,9 dias em 2016. A estada média da Madeira é a maior de todos os destinos turísticos nacionais.

Em 2016, identificam-se o mercado alemão, seguido do britânico, do francês (apesar de evidenciar um decréscimo face a 2015) e o mercado interno como os principais mercados emissores para os hotéis da Madeira. De salientar crescimentos superiores a 25% no mercado norte-americano e o nos mercados do norte da europa, com destaque para o dinamarquês.

As dormidas por canal de distribuição na região da Madeira resultam em mais de 70% das agências/operadores turísticos.

No seguimento da apresentação do balanço do ano na Madeira, o Gabinete de Estudos e Estatísticas da AHP apresentou a ferramenta de recolha de dados da Hotelaria nacional, o AHP Tourism Monitor, que está na base deste trabalho de recolha e análise. Os presentes, entre os quais responsáveis de unidades hoteleiras, tiveram a oportunidade de ficar a conhecer as mais-valias destas ferramentas e a forma de aderir às mesmas.

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A taxa de ocupação na hotelaria nacional em outubro foi de 77%, representando um aumento de 4,4% face a outubro de 2015. Os dados, avançados pela AHP – Associação da Hotelaria de Portugal, como resultado do AHP Tourism Monitor, revelam ainda que todas as categorias hoteleiras assinalaram um aumento da taxa de ocupação, mas são de destacar as unidades de quatro estrelas, com uma variação de mais 6,2%.

Em idêntico ritmo de crescimento encontra-se o preço médio por quarto ocupado, com uma subida de 11,9% no total da hotelaria nacional, com as unidades de cinco estrelas a registarem uma variação próxima dos 14%, e o RevPAR – preço médio por quarto disponível – com um aumento de 18,7%.

A receita média por turista foi outro dos indicadores em crescimento, subindo 11,5% face a outubro de 2015 e aproximando-se dos 120 euros, e a estada média na hotelaria também registou um aumento de 5,5%, correspondendo a 1,91 dias em outubro de 2016.

Da análise aos 14 destinos turísticos nacionais monitorizados pelo AHP Tourism Monitor destacam-se na taxa de ocupação a Madeira, que ultrapassou os 90%, seguida de Lisboa e do Grande Porto que superou os 86% em outubro de 2016. No que concerne ao RevPAR coube a Lisboa a liderança com um valor de cerca de 95 euros, seguida do Grande Porto e da Madeira.

“Outubro foi um excelente mês que permitiu reforçar o crescimento do sector mantendo-o, ainda, em velocidade de cruzeiro, prolongando o Verão. Foi, até ao momento, o melhor mês em variação no preço médio por quarto ocupado e o segundo melhor mês em variação em Taxa de Ocupação e RevPAR, com destaque nos destinos de Lisboa, Madeira e Grande Porto”, adianta Cristina Siza Vieira, presidente executiva da AHP.

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De acordo com o AHP Tourism Monitor relativamente ao mês de julho, a taxa de ocupação quarto atingiu os 82,77%, o que se traduz numa subida homóloga de 3,9%.

O preço médio por quarto ocupado cresceu 8,8% face a igual período do ano anterior, fixando-se nos 94,83 euros. Julho foi o mês com o maior crescimento homólogo no Preço Médio por quarto ocupado (ARR) desde o início do ano. Já o RevPar – preço médio por quarto disponível – aumentou 14,2%, atingindo os 78,49 euros.

Também a receita média por turista no hotel registou um crescimento de 9,6%, situando-se nos 126 euros e a estada média foi de dois dias, menos 1,5% do que em igual período do ano transato.

Relativamente à taxa de ocupação quarto, destaque para as três estrelas com uma variação positiva de 5,2% face ao período homólogo. Já em relação ao preço médio por quarto ocupado, as duas estrelas registaram um crescimento de 12,3%.

Os destinos turísticos com a taxa de ocupação quarto mais elevada durante o mês de julho foram Madeira (92,92%), Algarve (87,91%) e Lisboa (86%). Ao nível do RevPar, o valor mais elevado foi verificado no Algarve (122,69 euros), Estoril / Sintra (92,84 euros) e Lisboa (79,30 euros).

Cristina Siza Vieira, presidente executiva da AHP, destaca que “os dados do Hotel Monitor de julho  vêm confirmar o bom ano que a hotelaria e o turismo nacionais estão a viver. A maior surpresa tem sido o Grande Porto, onde, no consolidado de janeiro a julho, os preços cresceram o dobro da média nacional. Em valores absolutos, o Grande Porto é o 3º melhor destino na taxa de ocupação e RevPar e o 4º melhor em ARR, dos 14 destinos turísticos que a AHP trabalha”.

“Destaco ainda o facto de no período de janeiro a julho de 2016, a taxa de ocupação quarto ter-se situado nos 65,84%, mais 3,2 p.p. do que no acumulado dos mesmos meses de 2015. O preço médio por quarto ocupado também foi superior, registando mais 6,7%”, acrescenta a responsável.

Agências e tour operadores são principal canal de distribuição

As agências/tour operadores foram até julho o principal canal de distribuição de dormidas nos hotéis nacionais com um peso de 46% seguido das reservas diretas com 19%. A predominância das agências/tour operador é mais evidente no Algarve onde 56% das reservas são feitas através deste canal.

Nos primeiros sete meses do ano, o lazer, recreio e férias manteve-se como a principal motivação das dormidas com 77%, seguindo-se os  negócios/profissionais (13%) e outras motivações (10%).

Quando comparado com 2015, houve uma quebra na motivação negócios/profissionais passando de 15% para 13%.

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De acordo com o AHP Tourism Monitor, o primeiro semestre de 2016 foi o melhor dos últimos 12 anos em taxa de ocupação, preço médio por quarto disponível e receita média por turista. O preço médio por quarto ocupado igualou os valores de 2004.
A taxa de ocupação quarto foi de 63,2% o que significa um acréscimo de 3,4 p.p. face ao período homólogo anterior e o preço médio por quarto ocupado cifrou-se nos 72,3 euros, mais 6,3% face a 2015.
De janeiro a junho de 2016, o RevPar (preço médio por quarto disponível) situou-se nos 45,69 euros, mais 12,2% do que em 2015, e a receita média por turista no hotel por mês atingiu o montante de 107 euros, mais 7% do que em 2015.
A estada média, no período em análise, situou-se nos 1,88 dias, valor idêntico ao período homólogo do ano anterior. Neste mesmo período, os Açores destacaram-se em termos de taxa de ocupação pelo bom desempenho comparado com 2015, já em termos de preços, sublinhe-se a melhor performance comparada do Grande Porto e do Algarve.
No primeiro semestre, o “lazer, recreio e férias” foram a principal motivação das dormidas (com 76%), seguindo-se os negócios/profissionais (15%) e outras motivações (9%); as dormidas de estrangeiros representaram 75%, cabendo a liderança à Alemanha (17%)
Cristina Siza Vieira, presidente executiva da AHP, afirma que “os primeiros seis meses deste ano foram bons para a hotelaria. Registámos, mês após mês, um crescimento em praticamente todos os indicadores, apenas a estada média não tem aumentado, o que acaba por ser um ponto menos positivo mas que estará, em destinos urbanos, relacionado com o perfil dos novos turistas. De destacar ainda que no primeiro semestre todos os destinos aumentaram dois dígitos no RevPar com exceção de Lisboa, Estoril/Sintra e Viseu”, a mesma responsável, sublinha que “ em termos absolutos, como habitualmente, junho foi o melhor mês do semestre, mas em termos de variação homóloga, os meses de março e maio registaram os maiores crescimentos”.

Alemanha lidera dormidas internacionais

Nos primeiros seis meses de 2016, o peso das dormidas de nacionais foi de 25% e as dormidas de estrangeiros representaram 75%. Relativamente ao número de dormidas internacionais, a liderança coube à Alemanha (17%), seguido do Reino Unido (15%), França (7%) e Espanha (5%).
No primeiro semestre, o “lazer, recreio e férias” foram a principal motivação das dormidas (com 76%), seguindo-se os negócios/profissionais (15%) e outras motivações (9%). Quando comparado com 2015, houve um aumento das dormidas por lazer e outras motivações.
As agências/tour operadores foram, até junho, o principal canal de distribuição de dormidas nos hotéis nacionais com um peso de 44%, seguido das reservas diretas com 20%.

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De acordo com o AHP Tourism Monitor, em maio a taxa de ocupação por quarto da hotelaria nacional subiu 3,9% em comparação com o mesmo período de 2015, atingindo os 78,2%. Verificaram-se aumentos em todas as categorias, destacando-se as unidades de cinco estrelas, onde a variação foi de mais 4,5% face a maio do ano passado.

Os destinos turísticos com a taxa de ocupação quarto mais elevada foram Madeira (92,16%), Lisboa (89,04%) e Grande Porto (86,07%).

Na análise ao preço médio por quarto ocupado, este indicador registou uma subida de 11,1% (fixou-se em 79,93 euros) em maio e o RevPar (preço médio por quarto disponível) aumentou 16,9%, fixando-se nos 62,51 euros.

Cristina Siza Vieira, presidente executiva da AHP, assegura que “a hotelaria nacional continua com uma boa performance e tem vindo a crescer sustentadamente desde o início do ano. Em termos de regiões, destacaram-se, em maio, as Ilhas na taxa de ocupação (com subidas de 9,3% em cada região), e a Madeira com o maior crescimento em RevPar (subiu 30,9% face a 2015). O Minho também se destacou em maio, quer em taxa de ocupação quer em RevPar. Dos resultados do inquérito que fizemos aos nossos associados da zona Norte sobre o impacto dos eventos, o Rally de Portugal parece ter sido um dos “responsáveis” por esta subida”.

Os destinos turísticos com o RevPar mais elevado foram Lisboa (94,15 euros), Grande Porto (67,62 euros) e Madeira (62,57 euros).

A receita média por turista no hotel foi de 116 euros (mais 11,5% do que em maio de 2015) e a estada média de 1,87 dias, igual valor em comparação com o período homólogo.

A Madeira e os Açores apresentaram a maior subida de taxa de ocupação com 92,16% e 76,02%, respetivamente, o que representa um aumento de 9,3 % em comparação com o mês homólogo de 2015 para ambos os destinos.

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Em dezembro de 2015 a taxa de ocupação quarto subiu 1,68% em comparação com o período homólogo do ano anterior, atingindo os 42,12%, de acordo com o AHP Tourism Monitor.

Registou-se um aumento deste indicador em quase todas as categorias, com destaque para as unidades de cinco estrelas que no total das várias regiões do País registaram um aumento de 4,37% face ao ano passado.

Cristina Siza Vieira, presidente executiva da AHP, afirma que “em dezembro, registou-se um crescimento significativo da taxa de ocupação nas unidades hoteleiras de cinco estrelas com especial aumento nas unidades situadas no Estoril (mais 8,49%), Madeira (8,64%) e, embora mais modestamente, Lisboa (mais 3,11%). Esta categoria tem tido especial relevância em Lisboa uma vez que tem sido responsável pela manutenção deste indicador nesta região porque as restantes categorias têm vindo a registar um decréscimo de TO desde julho”.

“O balanço do ano de 2015 (dados acumulados de janeiro a dezembro) serão apresentados na BTL – Feira Internacional de Turismo mas podemos desde já adiantar que o ano de 2015 foi bastante positivo para a operação hoteleira nacional, com subida nos principais indicadores, destacando-se o RevPar com um aumento de 13,54% em comparação com o ano de 2014”, acrescenta a responsável.

Os destinos turísticos com a taxa de ocupação por quarto mais elevada foram Madeira (59,02%), Lisboa (52,94%) e Grande Porto (46,01%).

O preço médio por quarto ocupado subiu 7,48% (fixou-se em 67,13 euros) e o RevPar – preço médio por quarto disponível – aumentou 11,96% (fixou-se em 28,28 euros).

Os destinos turísticos com o RevPar mais elevado foram Madeira (42,22 euros), Lisboa (42,07 euros) e Grande Porto (30,12 euros).

A receita média por turista no hotel foi de 99 euros (mais 6,89% do que em dezembro de 2014) e a estadia média de 1,69 dias, valor idêntico ao verificado no período homólogo.