Sábado, Outubro 19, 2019
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A afirmação é de Vítor Costa, presidente da Entidade Regional de Turismo da Região de Lisboa e diretor-geral da Associação de Turismo de Lisboa (ATL). Para o responsável, que discursou no primeiro dia do 30º congresso da Associação da Hotelaria de Portugal, “a capacidade de carga da região está muito longe de se esgotar e a gentrificação dos centros históricos já vem de décadas”.

De acordo com Vítor Costa, a região de Lisboa é detentora de “recursos turísticos extraordinários”, para além de ser uma “marca extremamente forte”, com uma “distribuição não uniforme do Turismo”.

O dirigente afirma que existem duas possíveis estratégias para a região a que preside ao nível do Turismo: a primeira prende-se com o facto de desmistificar a ideia de que “Lisboa seca tudo à sua volta”, podendo desviar fluxos turísticos para destinos em sua volta, ao estilo “Robin dos Bosques”, apesar desta ser uma medida que não teve resultados muito positivos durante décadas, mas que se “podia combater”; ou, a segunda, aproveitar e reforçar a “atratividade da marca Lisboa”, que tem tido melhores resultados a todos os níveis.

Para Vítor Costa esta segunda opção providencia uma “nova oportunidade para o desenvolvimento desta estratégia, agora com melhores condições”. Deu como fundamental o aeroporto do Montijo e as melhorias estruturantes do Aeroporto de Lisboa, as condições dos transportes públicos na capital e o aumento do investimento privado. Caso contrário, o profissional garante que “não só estagnaremos, como entraremos em crise”, a melhoria do transporte público e, por fim, o investimento privado.

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Otimista com o sucesso daquela que será a maior convenção que Lisboa algumas vez rececionou, Vítor Costa vê na Web Summit uma forma da capital portuguesa ficar na boca do mundo, principalmente através das redes sociais. Além disso, o responsável acredita que “o impacto da Web Summit vai muito mais longe do que o turismo, posicionando Lisboa como cidade muito relevante a nível do empreendedorismo, da criatividade e da atratividade”. A viajar esteve à conversa com Vítor Costa que desvendou um pouco de como tudo começou e quais são as expetativas agora e daqui a cinco anos.

Como surgiu a candidatura de Lisboa à receção do Web Summit?
Recebemos um contato no nosso Lisboa Convention Bureau perguntando se estaríamos interessados em candidatar Lisboa a receber um grande evento internacional. Como sempre, manifestámos interesse e fizemos contatos com o Turismo de Portugal e com a Câmara Municipal de Lisboa. Rapidamente se percebeu que estávamos perante uma situação excecional, em que o envolvimento das várias entidades nacionais tinha que ser mais profundo.
A partir daí houve um fortíssimo empenhamento do presidente da CML, Dr. Fernando Medina, e do ministro e secretário de Estado de então, Dr. Paulo Portas e Dr. Leonardo Mathias.

O que considera que fez Lisboa sair a grande vencedora?
Penso que ganhámos principalmente por três razões: pela força e prestígio da marca Lisboa;  pela necessidade que a organização da Web Summit tinha de crescer; e pela perfeita coordenação e empenhamento de todas as entidades envolvidas.
De facto, Lisboa tem atualmente um enorme prestígio, fruto do percurso que tem feito a nível do Turismo e do sucesso na organização de grandes eventos ao longo dos anos. Toda a gente quer vir para Lisboa e toda a gente confia que as coisas vão correr bem em Lisboa.
Creio que a organização da Web Summit, que é um evento que tem crescido de forma muito rápida e exponencial, queria renovar-se, “dando o salto” para um destino mais atrativo, sem ofensa em relação a Dublin, que é uma cidade muito interessante. Por isso, Lisboa, Paris e Amesterdão foram consideradas como alternativas.
Ganhámos vantagem na short list final porque demonstrámos empenhamento, coordenação e capacidade de resposta, sem qualquer contradição entre as diversas entidades, mesmo num quadro em que os atores políticos tinham orientações diferentes.

Qual tem sido o papel do Turismo de Lisboa após terem conseguido a captação do evento?
O papel do Turismo de Lisboa foi essencialmente na fase de captação do evento e, posteriormente, integrando o grupo de trabalho que foi criado. Para além do cofinanciamento do evento, o nosso papel tem sido sobretudo o de interface com outras entidades e com os nossos associados.
Investimos também na nossa representação no grupo de trabalho, destacando a nossa Diretora Executiva, cuja experiência, bom senso e conhecimento tem sido importante.

Hotelaria não se deverá preocupar

Como é sabido, o presidente da Web Summit, Paddy Cosgrave, demonstrou o seu interesse que grande parte dos 50 mil participantes fique hospedada nos bairros históricos de Lisboa, em unidades de alojamento local, em casa de amigos ou em Couchsurfing. Acha que os hoteleiros de Lisboa terão razões para estarem preocupados?
Acho que os hoteleiros de Lisboa não têm razões para se preocuparem com as taxas de ocupação.
No início do processo reunimos com os hoteleiros e alertámos para a necessidade de todos termos consciência de que o evento está contratado para três anos, podendo ser prolongado por mais dois. Aliás, a realização em 2017 e 2018 poderia ser cancelada em determinadas circunstâncias. Por isso, há que ter uma visão estratégica e não meramente conjuntural. Todos compreenderam esta mensagem.
Por outro lado, sempre sublinhámos que os nossos hoteleiros e outros prestadores de serviços são profissionais e experientes, respeitadores das regras de mercado, esperando reciprocidade. Um processo desta complexidade tem sempre uma ou outra situação, mas creio que tudo se ajusta.

Leia o artigo completo na edição de outubro (nº 354) da VIAJAR MAGAZINE – Disponível online

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A estratégia e os projetos do Fundo de Desenvolvimento Turístico de Lisboa vão ser apresentados esta tarde, pelas às 15h00, na sede da AHP/AHRESP, em Lisboa.

A sessão é presidida por Fernando Medina, presidente da Câmara Municipal de Lisboa, e conta com as presenças do presidente da AHP, Raul Martins, do diretor-geral da AHRESP, José Manuel Esteves, e do diretor-geral da ATL, Vítor Costa.

O Fundo de Desenvolvimento Turístico de Lisboa foi criado com as receitas geradas pela Taxa Turística e promove projetos que melhorem a experiência dos turistas e a qualidade de vida dos lisboetas.

 

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A antiga estação fluvial Sul e Sueste de Lisboa, desmantelada desde 2011, vai dar lugar ao novo Terminal de Atividade Marítimo-Turística de Lisboa.

Situado junto ao Terreiro do Paço, em frente em Ministério das Finanças, o projeto resulta de um investimento de 7 milhões de euros, por parte da Associação de Turismo de Lisboa (ATL), valor que “por incumbência da câmara, irá reunir e mobilizar”. A ATL será ainda a entidade que ficará detentora da concessão de gestão do terminal durante 50 anos.

De acordo com Vítor Costa, diretor geral da ATL, que apresentou o projeto, esta tarde, durante a cerimónia de assinatura do protocolo que permitiu a cedência do edifício por parte do Estado à Câmara Municipal de Lisboa, o prazo para o término da obra, embora admita ser ambicioso, será “no final do próximo ano”.

O projeto, que ficará a cargo da arquiteta Ana Costa, engloba a reabilitação do edifício, com a criação de dois restaurantes, uma loja de venda de merchandising e produtos regionais, a colocação de bilheteiras das empresas que aí pretendam desenvolver a sua atividade marítimo-turística. No interior do edifício, Vítor Costa explicou que o objetivo passa por uma restauração que terá em conta o projeto original, devolvendo às paredes os azulejos que há muito lhe foram retirados, anulando e removendo “todos os acrescentos de épocas posteriores”. Já na parte exterior é intenção que aí existam esplanadas e se consiga “completar a requalificação do Cais das Colunas”, fazer a “reconstrução do muro das namoradeiras, aumentar os espaços verdes” e possibilitar a existência de percursos pedonais e cicláveis”, que liguem o Terreiro do Paço ao novo terminal de cruzeiros de Santa Apolónia.

Quando estiver terminado, o novo Terminal de Atividade Marítimo-Turística de Lisboa ficará com dois espaços distintos para acolher embarcações. Um destinado a barcos de porte médio, como é o caso dos cacilheiros, e um outro para acolher embarcações menores de recreio.

Fernando Medina, autarca de Lisboa, assumiu, durante o seu discurso, que com este projeto consegue-se “devolver à cidade um espaço de grande importância que há muito lhe tinha sido subtraído”, permitindo nascer aí “uma nova polaridade no Rio Tejo”. O presidente da câmara referiu ainda que esta “é a peça que faltava no amplo projeto de requalificação da frente ribeirinha entre o Cais do Sodré e Santa Apolónia”.

Para Fernando Medina a assinatura deste protocolo de cedência do imóvel vem demonstrar “o início do fim do processo de renovação integral de vários quilómetros de frente ribeirinha”.

Presente na cerimónia esteve ainda o ministro das Finanças, Mário Centeno, que frisou o facto de o seu Governo estar a assumir um papel importante na reabilitação do património do Estado. Segundo o ministro, o facto de o Governo ter vindo a “colocar edifícios do Estado no caminho da sua reabilitação e utilização pelo público (…) dinamiza-se a economia portuguesa, através do turismo, e preserva-se o património cultural”. Para Mário Centeno, “de nada vale ter imóveis no território nacional se os mesmos não se encontrarem valorizados e em pleno funcionamento”.

É de referir que o Governo colocou 40 edifícios do património do Estado em concurso público no início do verão com o objetivo de os atribuir em concessão a privados para a sua reabilitação.

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A Ponte 25 de Abril vai passar a ser um ponto de atração turística já a partir de 2017. O Centro Interpretativo da Ponte 25 de Abril – Experiência Pilar 7 será o grande momento das comemorações do 50º aniversário daquela que é considerada a ponte mais bonita da Europa e estará a funcionar, se tudo correr como o previsto, até ao início do verão do próximo ano.

O projeto que foi apresentado publicamente esta terça-feira, resulta de uma parceria conjunta entre a Câmara Municipal de Lisboa, a Infra-Estruturas de Portugal, a Entidade Regional de Turismo de Lisboa e a Associação de Turismo de Lisboa (ATL), o projeto resultará de um investimento de 4,3 milhões de euros apenas da ATL, entidade que ficará igualmente com a concessão do espaço por, pelo menos, 15 anos.

O novo Centro Interpretativo da Ponte 25 de Abril – Experiência Pilar 7 permitirá a todos os visitantes uma descoberta única da Ponte 25 de Abril. A experiência culmina com a ascensão, através de um elevador, a um miradouro panorâmico que será construído à altura do tabuleiro da ponte e que permitirá uma vista inédita e privilegiada sobre a cidade de Lisboa, em particular sobre a zona de Belém e o rio Tejo. Este projeto será implementado no pilar 7 da Ponte 25 de Abril, junto à Avenida da Índia, em Alcântara.

Toda a zona em redor do pilar será adaptada ao novo centro interpretativo. Está prevista sinalética no exterior que permitirá ao visitante descobrir um pouco da história do projeto em grandes discos de informação que marcarão presença no chão. Também no piso 0, haverá uma receção ao visitante, loja, espaço de visita virtual e photobooth.

O edifício de controlo de entradas encontra-se dotado com equipamentos de segurança e dará acesso ao maciço central, onde o visitante terá oportunidade de ‘viajar’ ao longo de 300 mil m3 de betão – fará a ligação a uma nova realidade nunca antes vista: a sala dos trabalhadores. Aqui, existirão projeções 360.º sobre a construção da Ponte e será projetada uma maquete suspensa da Ponte 25 de Abril envolta num ambiente luminoso de água.

Será nesta sala que se fará o acesso ao elevador que levará os visitantes às salas superiores do maciço, nomeadamente à sala de amarração dos cabos de suspensão da ponte e a uma outra sala com o chão e teto em espelhos, onde é criada a sensação de vertigem da escalada vertical da Ponte 25 de Abril.

Centro Interpretativo da Ponte 25 Abril_ ©Imagens Projeto P-06 Atelier (...Por fim, o visitante chegará ao miradouro com vista panorâmica, um dos elementos de atração principal do projeto onde, à semelhança de outras estruturas mundialmente conhecidas, como a Golden Gate Bridge, na Califórnia, Harbour Bridge, em Sydney, ou a Tower Bridge, em Londres, se terá uma das mais fantásticas experiências do Centro Interpretativo da Ponte 25 de Abril – Experiência Pilar 7.

Vítor Costa, diretor geral da ATL, avançou aos jornalistas, à margem da apresentação, o valor das entradas deverá ser fixado em 7 euros por pessoa e quanto a expetativas o dirigente garante que “num ano de cruzeiro o objetivo passa por atingir os 175 mil visitantes”. Tendo em conta que a ATL será a entidade que irá investir neste projeto, Vítor Costa afirmou que irá ficar também responsável pela concessão do espaço, pelo menos, nos primeiros 15 anos do seu funcionamento, “por forma a pagar o investimento inicial”.

Fernando Medina, presidente da autarquia de Lisboa, também mostrou-se bastante confiante na apresentação do novo projeto turístico da capital e mostrou o seu apreço pela forma que afirmou ser “corajosa e audaz com que os parceiros do Turismo apoiam este projeto”, além de evidenciar a importância de investimento “na criação de novas polaridades na cidade de Lisboa que não se concentrem apenas na zona da Baixa e Castelo até ao Chiado”.

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A Associação Turismo de Lisboa está a realizar uma consulta ao mercado de produção de eventos para contratação de uma empresa para a realização das edições 2017, 2018 e 2019 do evento gastronómico Peixe em Lisboa.

A edição de 2017 do Peixe em Lisboa decorrerá de 30 de março a 9 de abril, estando ainda as edições de 2018 e 2019 com data e duração por definir. A apresentação de propostas obedece a termos e condições que se encontram devidamente especificadas no respetivo caderno de encargos, cujo texto completo se encontra disponível para consulta no site do Turismo de Lisboa,  em www.visitlisboa.com.

O prazo para a apresentação das propostas termina às 18h30, do dia 23 de setembro de 2016. A edição de 2017 do Peixe em Lisboa realizar-se-á no Pavilhão Carlos Lopes, localizado junto ao Parque Eduardo VII, em Lisboa.

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Fernando Medina, presidente da Câmara Municipal de Lisboa (CML) deixou claro, esta quinta-feira, que pretende que os turistas em Lisboa continuem a crescer, assim como a receita média deixada por cada visitante na cidade.

O autarca que discursava durante a tomada de posse dos novos corpos sociais da Associação de Turismo de Lisboa (ATL), para 2016-2018, onde ocupa o cargo de presidente da direção, foi bastante assertivo ao começar por dizer que as entidades competentes têm de ser “mais ativas e muito firmes no que poderão ser os estrangulamentos à vinda de mais turistas para a cidade, nomeadamente ao nível das infraestruturas e, mais particularmente, em relação ao aeroporto de Lisboa, que passou de 15 milhões para 20 milhões de passageiros em três anos”. O responsável garantiu que já se encontrou com o Governo para conversar sobre este assunto e “não se pode continuar a adiar este debate”, que defende ser fundamental uma decisão definitiva ainda em 2016. Caso contrário Fernando Media garantiu que a cidade “poderá começar a ser prejudicada”, por “não terem sido tomadas decisões a tempo”.

Valorização e Dinamismo e Lisboa

Tomada de Posse Corpos Sociais ATL (3)Frisando que o Turismo tem sido dos setores que mais tem ajudado à valorização e dinamismo da cidade, o presidente da CML e da ATL considerou “se hoje olharmos para o que passa na hotelaria, restauração, cultura e animação, o que vemos é uma qualificação constante da oferta turística na cidade. Para nos mantermos num patamar elevado, temos de manter o esforço do ponto de vista da qualificação da nossa oferta, que é cada vez mais exigente”.

Demonstrando ainda a importância do setor para a economia da metrópole, Fernando Medina comparou as indústrias do calçado e do Turismo, ambas de grande importância para o País. “Se contarmos exclusivamente a exportação que é feita através do turismo, ou seja, a venda a estrangeiros na cidade e na região de Lisboa, ela é superior a toda a exportação da indústria do calçado. É verdade que a mercadoria não sai, mas é o comprador que vem cá para receber os nossos produtos”, deu como exemplo.

Não se esquecendo a importância que a hotelaria tem tido na requalificação da cidade, o profissional deixou o recado: “Dizem muitas vezes: «Há muitos hotéis na Baixa»… Só me apetece responder: «Há tantos prédios por requalificar na Baixa»”. No entanto, Medina admitiu que tudo isto só tem sido possível com “uma dinâmica turística tão grande” que se tem vivido nos últimos anos.

Constante reinvenção

Tomada de Posse Corpos Sociais ATL (4)Para fazer a diferença e continuar a atrair grandes fluxos turísticos relembrou que a cidade “não pode parar” e terá uma necessidade constante de se “reinventar”. “Temos que definir entre os setores público e provados as principais estratégias para que isso aconteça”, frisou, adiantando que “necessitamos de ter mais ambição e arrojo, alargando as nossas zonas de atração turística a outros pontos da cidade”. Deixou o exemplo da Praça de Espanha e da transformação do espeço da antiga Feira Popular num espaço urbano.

Para concluir o seu discurso, Fernando Medina tocou, uma vez mais, no delicado tema da “adaptação permanente que a cidade tem que fazer entre os fluxos turísticos e as vivências quotidianas das populações locais”. Nesta matéria garantiu que autarquia tem uma filosofia muito bem definida: “Palavras como proibir, excluir, limitar, são palavras que estão excluídas do nosso léxico, o que temos de fazer é adaptar, regular, compatibilizar, harmonizar”.

A cerimónia da tomada de posse dos novos corpos sociais da ATL teve lugar no salão nobre da CML e foi presidida por Rui Horta, presidente da Assembleia Geral da ATL.

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Fernando Medina, presidente da Câmara Municipal de Lisboa, encabeça a única lista candidata às eleições para os corpos sociais do Turismo de Lisboa no triénio 2016-2019.

As eleições terão lugar no dia 27 de abril e a lista apresentada pelo autarca conta com representantes das principais entidades associadas da ATL. Ponce de Leão, administrador-delegado da ANA, é nome avançado para presidente-adjunto e Rui Sousa, diretor regional de operações dos Tivoli Hotels, foi destacado para o lugar de presidente do Convention Bureau.

Como candidatos a vogais da Direção surgem o presidente da ERT da Região de Lisboa, Vítor Costa, o vereador da Câmara Municipal de Cascais, Nuno Piteira Lopes, o vice-presidente da Câmara Municipal de Sintra, Rui Pereira, e a vereadora da Câmara Municipal de Mafra, Célia Fernandes.

Já a nível de representantes das associações surge Bernardo Trindade, enquanto vice-presidente da Direção Executiva da AHP, Pedro Costa Ferreira, presidente da APAVT, José Manuel Esteves, diretor-geral da AHRESP, Carla Salsinha, presidente da Direção da UACS, e Maria João Rocha de Matos, directoria-geral da Lisboa, Feiras, Congressos e Eventos – FCE/Associação Empresarial.

Para a presidência da Mesa Assembleia Geral do Turismo de Lisboa surge a recandidatura de Rui Horta, presidente da TopMic, ao passo que para a Direção da Mesa Assembleia Geral do Turismo os nomes avançados foram os de António Filipe Pimentel, diretor do Museu Nacional de Arte Antiga, e de Martinho Santos Costa, administrador delegado do Grupo Barraqueiro.

Para a Direção surge ainda o vice-presidente Comercial da TAP, Luiz Mór, a presidente do Conselho de Administração da EGEAC, Joana Cardoso, o presidente da Direção do NewsMuseum, Luís Paixão Martins, o administrador do Hotel Marquês de Pombal, José Marto, e o diretor-geral da The Live Company, Álvaro Covões.

Com candidato a presidente do Conselho Fiscal aparece Luís Castanheira Lopes, do Grupo Pestana, como representante da Pousada de Lisboa. Para este órgão avançaram ainda Filipe Taveira, da Avis, e Isabel Cruz Almeida, do Mosteiro dos Jerónimos.

Mário Machado, que até aqui ocupava o lugar de presidente-adjunto do Turismo de Lisboa, é o mandatário da lista.