AHRESP acredita que taxa sobre pagamentos com cartões deixe de recair sobre...

AHRESP acredita que taxa sobre pagamentos com cartões deixe de recair sobre o setor

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O Conselho Consultivo da AHRESP – Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal – reuniu na Quinta de Lemos, em Viseu, a convite do Turismo do Centro. Em cima da mesa estiveram alguns dos temas que mais preocupam os vários sectores representados pela associação, além da atualidade empresarial e económica.

Em destaque estiveram os efeitos que o imposto de selo sobre os meios de pagamento com cartão está a ter sobre a hotelaria e a restauração nacionais. Recorde-se que a Tabela Geral do Imposto do Selo foi alterada, passando a ser cobrada uma taxa de 4% sobre as receitas das comissões da banca nas operações de pagamento com cartões. Acontece que algumas instituições financeiras estão a fazer recair no setor essa taxa, uma situação classificada de “inaceitável” para a AHRESP.

“Esta situação provoca um impacto de 3,5 milhões de euros no setor da hotelaria e restauração. É inaceitável. A situação vai ser discutida em plenário da Assembleia da República, na próxima sexta-feira. Estamos confiantes de que possa ser revertida e que passe a ser o setor financeiro, nomeadamente a SIBS e a UNICRE, a absorver essa taxa”, sublinha Jorge Loureiro, vice-presidente da Direção Nacional da AHRESP. “Seria uma grande vitória para o setor da hotelaria e restauração”, acrescenta.

Programa Seleção Gastronomia e Vinhos alargado a todo o país

Também no centro das atenções do Conselho Consultivo da AHRESP esteve o programa “Seleção Gastronomia e Vinhos”. Foi anunciado que, face ao sucesso do programa, que o Governo lançou inicialmente na região Viseu-Dão-Lafões, este vai ser alargado a todo o país, começando já pelas Comunidades Intermunicipais da Região de Coimbra e Beiras e Serra da Estrela.

O programa “Seleção Gastronomia e Vinhos” visa promover a qualificação dos estabelecimentos de restauração existentes nas respetivas regiões, premiando a qualidade e afirmando o património gastronómico português como produto turístico diferenciador.

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