easyJet põe em causa nova taxa de carbono sobre viagens aéreas inadequada

A easyJet pede a suspensão da implementação da Taxa de Carbono, que foi introduzida a semana passada, 1 de julho, que cobra aos viajantes dois euros por pessoa/por viagem. O imposto deve ser avaliado antes da sua implementação, pois não é clara a forma de como o governo pretende usar as receitas do mesmo para combater as mudanças climáticas. Em última instância, esta medida será apenas um novo imposto cobrado sobre os passageiros que levará a um aumento nas passagens aéreas para os clientes.

A companhia aérea apoia proativamente medidas para reduzir o impacto da aviação no meio ambiente, no entanto, este imposto não se revela eficaz porque, como é uma taxa fixa – em que todos pagam 2 euros -, não pode refletir a pegada de carbono das diferentes companhias aéreas e viagens, portanto, não pode ser considerada ecológica, uma vez não está diretamente ligada às emissões de CO2.

A easyJet requer, assim, “clareza sobre como esta medida vai apoiar o setor da aviação a ser mais sustentável e se as receitas serão investidas em I&D para novas tecnologias disruptivas de emissão zero”. Pretende ainda ver esclarecidos “os recursos que vão para o Fundo Ambiental para serem usados​​exclusivamente em projetos ambientais relacionados com a investigação e  desenvolvimento de tecnologias como hidrogênio ou eletricidade ou em projetos de compensação de carbono Gold Standard”. Por último requer a “carência de um ano para desenvolvimento e testes antes do início da implementação da Portaria 38/2021”.

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