“Lisboa irá ganhar muito mais visibilidade com a realização da Web Summit”

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Começou por ser batizado de Pavilhão Atlântico e agora, desde que mudou de gestão, passou a chamar-se MEO Arena. É o espeço em Portugal que acolhe os maiores concertos musicais desde 1998, mas não só… o segmento de Meeting Industry (MI) já representa 50% do seu volume de faturação, que no ano passado foi de 9M€ no total.

Viajar – Qual a importância do segmento MI para o MEO Arena?

Jorge Vinha da Silva – Este é um segmento tremendamente importante. Para além de ser uma forte aposta do MEO Arena, é uma das áreas de negócio que tem crescido bastante nos últimos anos, o que nos tem feito tentar mudar um pouco o nosso posicionamento na cadeia de valor. O mercado interno é obviamente importante, mas é também finito, e começámos, por isso, a detetar oportunidades que vão muito para além das nossas fronteiras, nomeadamente na área das apresentações das grandes marcas e congressos. Ao identificarmos as potencialidades deste setor, temos tentado fazer um caminho progressivo nesta nova fase do MEO Arena, que é um edifício que tem enormes competências a este nível.

– Dadas as grandes dimensões do pavilhão, como é que têm conseguido adaptar a vossa oferta às exigências de mercado?

Temos um conjunto muito diversificado de salas. A mais conhecida é o MEO Arena, mas depois também temos a Sala Tejo, com uma área inferior, embora muito utilizada neste segmento de eventos e ainda contamos com um pequeno centro de congressos de 600 m2, que dispõe de auditórios e uma vasta varanda. Além disso temos o Pavilhão de Portugal, situado mesmo ao lado do MEO Arena, que também é dirigido por nós. São cinco espaços que podemos utilizar em separado ou em conjunto, consoante a dimensão do evento, e que nos permitem estar bem posicionados nesse tipo de segmento.

Como temos vindo a receber cada vez mais eventos de grandes dimensões, temos feito investimentos que nos permitem adaptar da melhor forma o espaço que dispomos. A flexibilidade tem que ser a palavra-chave de um recinto com as dimensões do MEO Arena.

– Qual a contribuição deste segmento para o volume de negócios do MEO Arena?

Nos dois últimos anos o segmento MI já representou quase 50% do nosso volume de negócios, fruto da nossa forte aposta nesta área de negócio. Em 2014 e 2015 faturámos cerca de 9 milhões de euros por cada ano. Para este ano esperamos um crescimento tanto em número de eventos como de faturação na ordem dos 10 a 15%, tendo em conta que até ao momento está tudo a correr bastante bem. É necessário ter em conta que o MEO Arena já cresceu a faturação em 50%, isto quando comparando com a antiga gestão do espaço, na altura Pavilhão Atlântico. Por isso, quando já se está a fazer muito é sempre mais difícil conseguir resultados muito elevados.

Jorge Vinha da Silva, diretor do MEO Arena

Leia o artigo completo na Edição de Abril (nº 348) da revista VIAJAR – Disponível online

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