Miguel Quintas propõe Feira de Viagens anual

Miguel Quintas propõe Feira de Viagens anual

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A realização de uma Feira de Viagens anual, em data a definir, deverá contar com o envolvimento de todas as Agências de Viagens associadas da APAVT e com o consenso do sector. Esta é mais uma das propostas do programa da candidatura “A APAVT é de todos” (www.aapavtedetodos.pt), de Miguel Quintas e que promete aproximar ainda mais as agências de viagens físicas ao consumidor final.

“A transversalidade do sector das Agências de Viagens é indesmentível. Ele toca os mais diversos segmentos do sector do turismo, nomeadamente: operadores turísticos, incoming, hotelaria, aviação, cruzeiros, rent-a-car, animação turística, regiões de turismo, países, entre outros”. Miguel Quintas adianta que a APAVT, enquanto representante única das Agências de Viagens em Portugal, deve presidir ao processo e planeamento desta iniciativa e garante que a mesma terá capacidade de unir todos em torno de uma Feira de Viagens e uma Semana Nacional de Viagens que englobe todos os direta e indiretamente envolvidos no sector.

A Feira de Viagens terá uma dimensão nacional e deverá envolver todas as Agências de Viagens associadas da APAVT que poderão estar representadas na feira, esclarece ainda o programa.

A realização desta iniciativa de escala nacional, terá de contar com o apoio dos meios de comunicação social, incluindo televisão, rádio, imprensa escrita e online, numa campanha de promoção nacional cujo objetivo será motivar o cliente final a deslocar-se à feira e às lojas. As eventuais receitas angariadas nesta Feira de Viagens serão utilizadas para promover a venda de produtos turísticos nas Agências de Viagens junto do cliente final promovendo as suas vantagens, junto do consumidor final, nomeadamente a segurança e o aconselhamento especializado na compra.

Perseguindo o seu lema, Miguel Quintas adianta que “esta é mais uma das bandeiras do programa da candidatura “A APAVT é de todos” que visa a inclusão de todas as agências associadas, maior rentabilidade e um menor distanciamento com a sua entidade representativa”.

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