Pedro Costa Ferreira confiante na recuperação rápida do setor das viagens

“Há um desejo enorme de viajar por parte dos consumidores, muito superior ao que havia em março de 2020”, a garantia foi dada hoje pelo presidente da APAVT, Pedro Costa Ferreira. Mostrando-se otimista com a recuperação rápida do setor das viagens, o dirigente associativo defende que os destinos de proximidade estarão em maior vantagem num futuro próximo e que os portugueses estão dotados de capacidade económica para viajarem assim que possível.

“No primeiro semeste de 2021, a capacidade económica das famílias portuguesas está absolutamente assegurada naquilo que diz respeito às viagens porque, como sabemos, a poupança das famílias durante o ano de 2020, desde o início da pandemia, aumentou e os depósitos bancários dos particulares aumentaram em Portugal”, referiu na sessão online de apresentação formal da Madeira como Destino Preferido da associação em 2021, tal como já havia sido em 2020 e 2016, notícia tornada pública pela Secretaria Regional de Turismo na passada terça-feira, dia 23 de fevereiro.

O responsável está confiante que, aos poucos, assistimos a “um regresso à normalidade”, até porque as pessoas “têm não apenas um ano sem viajar mas, além de não viajarem, têm restrições à mobilidade como nunca tiveram, têm confinamentos como nunca tiveram”.

Pedro Costa Ferreira vê este como “um um ponto de partida favorável a que as pessoas viagem, porque há capacidade material e um enorme desejo”, apesar de admitir que ainda está por se saber qual será “a destruição económica no momento da integração numa vida ativa normal”.

Por outro lado, é de esperar que “os primeiros momentos deste regresso à normalidade favoreçam os destinos de proximidade e, sobretudo, se estes destinos de proximidade, como é o caso da Madeira, tiverem um rasto de trabalho relativamente à COVID-19, que no caso da Madeira foi exemplar, quer do ponto de vista da saúde, quer do ponto de vista da informação aos residentes e aos potenciais turistas, quer ainda na clarificação que muito cedo se fez das condições que eram necessárias para viajar e para desembarcar na Madeira e no Porto Santo”, disse ainda.

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