Solférias introduz formato diferente para apresentar programação 2017

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A Solférias surpreendeu os agentes de viagens que consigo trabalham ao apresentar, este ano, um formato diferente para a apresentação da sua programação de 2017. Lisboa foi a cidade que recebeu o primeiro evento, a 24 de março, seguida do Porto e Coimbra, a 29 e 30 de Março, respetivamente. Em vez do habituar fim-de-semana, que aliava trabalho e lazer, e que no ano passado se realizou em Ílhavo, a direção do tour operador, que agora comemora sete anos de existência, optou agora por realizar três cocktails dînatoires e assim abranger um maior número de agentes, num total de 900, contra os cerca de 200 que participavam no modelo anterior e que perdurou durante os últimos anos.

A própria apresentação da programação também foi original. Este ano foi feita em vídeo pelos próprios colaboradores da Solférias. Durante a noite houve ainda espaço para momentos de alegria com comédia, protagonizados pelo humorista Nilton e por um grupo de mimos, além de diversos sorteios de viagens e estadias, protagonizados pelas empresas apoiantes do evento.

Vendas até 30 de abril são fundamentais

“O nosso e o vosso sucesso irá depender completamente se até 30 de abril vendemos muito ou pouco. A partir de 30 de Abril acredito que os preços vão subir, porque os hotéis têm ocupações elevadíssimas e dificilmente aumentam as campanhas. É difícil a comparação com mercados como o britânico e o alemão, porque, mesmo que reservemos com antecedência, não temos a cultura de reservar com um ano de antecedência ou mais”, alertou Nuno Mateus, diretor-geral da Solférias no decorrer da apresentação.

De acordo com o responsável este ano a Solférias tem três grandes desafios pela frente: o primeiro prende-se com o desenvolvimento de novas tecnologias, aperfeiçoando e desenvolvendo mais o novo website do tour operador, além de apresentar pacotes mais dinâmicos e com maior rapidez de orçamentação para que o cliente final possa vir a ter uma resposta mais célere; o segundo passa pela importância, cada vez maior, das reservas antecipadas, sobretudo porque os mercados da Europa Central estão a dar atenção aos mesmos destinos comercializados pela Solférias; e o terceiro é a qualidade, tendo dado como exemplo a nova Diretiva das Viagens  Organizadas, que entra em vigor no dia 1 de Junho de 2018 e que foi lançado em dezembro de 2016. Foi por isso que a Solférias passou a incluir seguro “com cobertura de motivos de força maior” nos seus pacotes a partir de dezembro passado.

Parcerias “saudáveis e para continuar”

Sónia Regateiro, diretora comercial do tour operador, à margem da sessão de apresentação, adiantou, aos jornalistas, que Cabo Verde continua a ser o destino mais vendido, seguido de Portugal Continental (Algarve, Madeira e Açores), Brasil e a Disneyland Paris, e que na BTL – Bolsa de Turismo de Lisboa deste ano, que teve lugar de 15 a 19 de março, venderam mais 35% do que no certamente de 2016.

A grande aposta este ano passa pelo “reforçar” a sua posição, “na grande panóplia de destinos” em que estão presentes. Desta forma, a Solférias está mais focada na consolidação das operações do que propriamente no lançamento de novos destinos.

Cabo Verde, o principal destino da Solférias, vai ser uma das operações reforçadas no próximo verão, tanto à saída de Lisboa como do Porto. Os destinos do operador na Ásia também vão ser reforçados com o aumento de lugares na Emirates e na Turkish Airlines. Já para Saïdia, passam de um voo a partir do porto para dois e um outro desde Lisboa.

As parcerias são outro grande trunfo que a Solférias vai dar continuidade em 2017. É o caso da operação charter para Varadero e para Cayo Coco, em Cuba, ou na operação para São Tomé e Príncipe, destino para o qual opera com a STP Airways e a TAP, mas que este ano irá ter maiores allotments com a companhia aérea de São Tomé, além de disponibilidade na unidade Pestana existente naquele país. Para Cabo Verde a parceira mantém-se com a Soltrópico e para Porto Santo com a Halcon e a Sonhando.

A Solférias irá, por outro lado, reforçar a sua oferta para alguns dos novos destinos TAP. É o caso da Gran Canária e do Canadá, destinos que já operava respetivamente com as companhias Binter e Air Transat.

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