Terça-feira, Outubro 23, 2018
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Golfe

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Michael O’Leary, CEO da Ryanair, é um dos principais oradores da IV Conferência Nacional do Turismo Residencial e do Golfe, que se realiza na Escola de Turismo do Estoril no dia 11 de abril a partir das 9h30.
“How Ryanair can help grow tourism in Portugal” é o tema escolhido para abrir os trabalhos do evento que conta com mais de 20 oradores de renome nacional e internacional.
As sinergias entre o golfe e o turismo residencial têm captado milhares de milhões de euros em investimento estrangeiro, impostos, prestação de serviços e consumos, e criado dezenas de milhares de postos de trabalho. Na Conferência Nacional, empresários de ambos os setores e instituições públicas e privadas são convidados a fazer um balanço das iniciativas empreendidas ao longo do ano e planeadas a curto e médio prazo. A situação do mercado será caracterizada e debatidas as medidas que deverão continuar a sustentar o crescimento célere da competitividade nacional neste domínio.
A Conferência é organizada pela APR-Associação Portuguesa de Resorts e pelo CNIG-Conselho Nacional da Indústria do Golfe.
A APR contribui para a promoção, desenvolvimento e internacionalização dos seus associados e do sector do Turismo Residencial em Portugal, com especial foco na redução de assimetrias regionais. São associados da APR a quase totalidade dos principais resorts em Portugal. O CNIG representa os campos de golfe em Portugal. Defende os interesses dos seus associados, procura soluções para os desafios do sector, ajuda a definir uma estratégia comum e propõe medidas adequadas à prossecução dessa estratégia. O CNIG e a APR são associações empresariais privadas sem fins lucrativos, com estreitas relações de cooperação com o Turismo de Portugal e com a Confederação do Turismo Português.

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Portugal acaba de ser reconhecido como Melhor Destino Europeu de Golfe de 2017, na 4.ª gala anual dos World Golf Awards, durante uma cerimónia que decorreu este sábado, 25 de novembro, em La Manga, na Espanha.

A experiência turística integrada, com boas acessibilidades aéreas e terrestres, a hospitalidade, as excelentes infraestruturas desportivas e hoteleiras, adequadas aos diferentes perfis de atletas, e a boa relação qualidade/preço do destino, a par dos 300 dias de exposição solar ao ano, são alguns dos fatores apontados como distintivos na oferta nacional.

Com 90 campos de golfe que geram cerca de dois milhões de voltas anuais – 82% de estrangeiros -, Portugal recebe anualmente 420 mil turistas de golfe, que geram 120 milhões de euros em receitas diretas e contribuem, por sua vez, para captar novos visitantes.

Recorde-se que em 1999 existiam, em território nacional, apenas 51 campos de golfe. Em menos de duas décadas, este número quase duplicou, reforçando o peso da modalidade na economia nacional, não apenas pelos três mil empregos diretos que proporciona, mas por toda a rede empresarial que vai movimentando em seu redor – hotelaria, restauração, transportes, aluguer de automóveis, imobiliário, entretenimento, organização de eventos, roteiros culturais, compras e lazer.

Para o presidente do Turismo de Portugal, Luís Araújo, “qualquer estratégia para o desenvolvimento do turismo em Portugal terá de implicar uma aposta decisiva no golfe. Que, sendo uma modalidade desportiva, é muito mais do que isso. É também uma componente fundamental da indústria turística – na captação de receitas, na criação de postos de trabalho e no combate aos custos da sazonalidade que constitui uma das metas inscritas na Estratégia Turismo 2027. Afirmar o golfe como elemento crucial de uma estratégia turística para o futuro imediato é apostar no desenvolvimento económico, na valorização social e na qualidade ambiental do país”.

O World Golf Awards são votados pelos profissionais da indústria do golfe, oriundos de mais de 100 países, e integram os World Travel Awards, os óscares do setor do turismo.

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O campo de golfe Oitavo Dunes, situado em Cascais na Quinta da Marinha, integra mais uma vez o ranking dos 100 melhores campos de golfe do mundo, tendo melhorado a sua posição, ocupando agora a 55.ª posição do prestigiado Golf Magazine’s Top 100 Courses in The World, sendo o único representante português presente neste ranking.

Este que é um dos ranking mais respeitado do mundo, no que a campos de Golfe diz respeito, é publicado bienalmente pela revista Golf Magazine, E.U.A. e é baseado numa votação confidencial pelos 100 membros do painel de júri que incluem grandes campeões de golfe, arquitetos, historiadores e conhecedores de 17 países diferentes. Esta classificação é a mais respeitada em todo o mundo do golfe, uma vez que todos os membros do painel são independentes e não têm nenhuma ligação com a Golf Magazine.

O Oitavos Dunes foi reconhecido em 2009 como nº.88 do Top 100 Courses in The World. Em setembro de 2011, o Oitavos Dunes subiu 20 lugares na lista, tendo sido considerado nº.68 no mundo e o segundo melhor campo de Golfe na Europa Continental. Este reconhecimento foi resultado de 15 pequenas mudanças para o campo, incluindo tees, novos buracos (7 e 9), a colocação de dunas de areia em buracos estratégicos, como o 10º buraco, entre outras.

A posição no ranking tem subido gradualmente conseguindo o 65º lugar em 2013 e, em 2015, o Oitavos Dunes foi reconhecido como o 58º melhor campo de golfe do mundo. Agora em 2017 o Oitavos Dunes volta a subir 3 posições, ocupando agora a 55ª posição.

Um dos melhoramentos que permitiu a subida de 3 posições desde a ultima votação em 2015 foi uma importante alteração ao design com a introdução do conceito “one cut of semi-rough” proporcionando um look estilo “links” tal como acontece em muitos campos da Escócia e Irlanda. O Fairway corre agora até à zona de mato/arbusto sendo que a vegetação característica do parque Natural de Sintra serve agora de definição a cada buraco. Esta alteração foi muito apreciada pelo painel.

Concebido em 2001 pelo conceituado arquiteto americano de campos de golfe, Arthur Hills, o Oitavos Dunes é considerado um dos melhores campos de golfe da atualidade. O planeamento e construção do campo de golfe assegurou desde o seu início a preservação do delicado ecossistema das dunas em que se apoia bem como para a constante ligação ao Atlântico, tornando-se no 1º campo de golfe da Europa obter o Estatuto de Gold Signature Sanctuary, certificado atribuído em reconhecimento do mais alto nível de preservação da natureza, atribuído pela Sociedade Audubon International, com sede em NY, EUA.

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O Axis Golfe, em Ponte de Lima, assinalou 22 anos de vida, no último sábado, dia 9 de setembro, com o emblemático torneio XXIII Taça Fundação, que contou com a presença 87 golfistas, entre sócios e convidados da organização.

Dinis Ferreira consagrou-se vencedor na categoria Gross com 29 pontos e Sérgio Araújo arrecadou o segundo lugar com 27 pontos. Ambos os golfistas são juniores, formados pela academia do Axis Golfe.

Ângela Menezes mereceu também a atenção de todos os presentes na prova com a conquista do primeiro lugar senhoras e o drive mais longo. No final do torneio procedeu-se à entrega de prémios e ao sorteio de prendas entre os participantes, realizando-se ainda o habitual almoço de confraternização.

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O Axis Ponte de Lima, no Alto Minho, desafia os sócios a celebrarem o 22.º aniversário do Axis Golfe, com a organização de dois torneios de golfe em setembro.

No dia 9 de setembro, a “XXIII Taça Fundação” será disputada na modalidade 18 buracos stableford por categorias net e gross, mas em campo fechado, contando com a participação dos sócios acionistas da GPL Golfe Ponte de Lima SA.

E no dia 17 de setembro, o “Torneio ACP – Troféu do Minho ACP” será aberto ao público e jogado na mesma modalidade com saídas em shot-gun pelas 09h30.

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A start-up portuguesa Hole19, que está a revolucionar o negócio do Golfe e a forma como se pratica este desporto em todo o mundo, anuncia uma nova ferramenta para promover Portugal enquanto destino de referência mundial para o desporto do Golfe, em conjunto com o Turismo de Portugal.

Através da Hole19 Reach, ferramenta disponível na aplicação, será criada a promoção de produtos e serviços junto da comunidade global de golfistas da Hole19. Para breve, esta funcionalidade que neste momento é exclusiva ao Turismo de Portugal, será também disponibilizada a outras entidades.

As campanhas decorrerão ao longo de 2017, e servirão para promover também alguns dos maiores eventos de golfe em Portugal, tais como o Open de Portugal, em maio, e o Portugal Masters, em setembro.

“Esta nova ferramenta irá permitir que a comunidade global da Hole19, que abrange mais de 1 milhão de golfistas em todo o mundo, fique a conhecer as coisas incríveis que Portugal tem para oferecer como destino de golfe e não só. Nós já sabemos que Portugal é um dos melhores locais do mundo para a prática do desporto, e queremos ajudar o Turismo de Portugal a mostrá-lo ao resto do mundo”, explica Anthony Douglas, fundador e CEO da Hole19.

Recentemente, a Hole19 anunciou também o lançamento de uma nova funcionalidade que permite aos resorts e clubes de Golfe a possibilidade de venda de inventário disponível, em tempo real, e consequentemente a criação de novas fontes de receitas e a venda do inventário de tee-times que de outra forma poderiam ser desperdiçados.

Em todo o mundo, a indústria do Golfe está valorizada em mais de 100 mil milhões de dólares, com os Estados Unidos, o Japão, Coreia e Reino Unido a representar mais de 90% deste valor. “A possibilidade de promoção de Portugal enquanto destino de excelência para a prática de Golfe junto dos golfistas destes países é uma excelente forma de criar um maior awareness e notoriedade, não só para este “nicho”, no nosso país, mas também para outros setores como a hotelaria e restauração”, explica ainda Anthony Douglas.

A Hole19 está a criar novas oportunidades no mercado do golfe, em todo o mundo, e a facilitar a comunicação entre proprietários e golfistas, quer sejam sócios ou apenas jogadores ocasionais. Desde o lançamento da Hole19 que já foram jogadas mais de 5.5 milhões de rondas usando a aplicação, nos mais de 40.000 percursos de Golfe que têm mapeados.

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Alexandre Barroso é o novo diretor Comercial para o segmento de Golfe do Praia D’El Rey Golf & Beach Resort, assumindo funções já a partir desta segunda-feira.

Entre as principais responsabilidades do cargo está a promoção e comercialização das ofertas de Golfe do Praia D’El Rey e do West Cliffs, inclusive as ofertas integradas de alojamento, a gestão de relacionamento com clientes e operadores turísticos de Golfe internacionais e a prospeção de novos clientes e novos mercados internacionais.

Com 9 anos de experiência na direção de campos de Golfe, Alexandre Barroso passou pelo Clube de Golfe da Ilha Terceira e mais recentemente dirigiu Golfe do Vidago Palace, onde foi inclusive responsável pela reabertura do campo em 2010.

Alexandre Barroso é formado em Gestão e Engenharia Industrial, pela Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, e pós-graduado em Gestão de Campos de Golfe, pela Universidade do Algarve.

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Com o objetivo de priorizar a experiência oferecida, respondendo assim às melhores expectativas dos clientes e elevar o padrão de qualidade, o hotel Praia D’el Rey Marriott Golf & Beach Resort, localizado em Óbidos, vai encerrar temporariamente dia 15 de janeiro para proceder a um conjunto de intervenções que visa renovar vários espaços desta unidade hoteleira.
A reabertura deste hotel cinco estrelas ocorre a 16 de fevereiro, sendo que, até lá, o departamento de reservas e vendas mantém-se operacional para todos os que quiserem marcar a sua estadia ou eventos após o período de remodelações.
Durante este período beneficiam essencialmente dos trabalhos de remodelação as áreas públicas como a receção, bar e restaurantes. Estão também previstas ligeiras intervenções nos quartos e salas de eventos.
A funcionar normalmente estão as restantes valências do Praia D’El Rey Golf & Beach Resort como a receção, os alojamentos das unidades de self-catering – que inclui os cinco estrelas, The Beachfront, e os quatro estrelas, The Village – o clubhouse, o campo de golfe e os campos de ténis.

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Os eleitores da Organização Mundial de Golfe consideraram a República Dominicana como o melhor destino de Golfe das Caraíbas, em 2016.

O processo de votação, assegurado por profissionais relacionados com a indústria do turismo e do Golfe, altos executivos, compradores, operadores turísticos e profissionais dos meios de comunicação social, decorreu entre 14 de março e 1 de outubro deste ano. 

Esta é a terceira vez consecutiva que uma Organização Internacional reconhece a República Dominicana enquanto destino de Golfe.

Atualmente com 28 campos, alguns dos quais desenhados por nomes consagrados como Pete Dye, P. B. Dye, Jack Nicklaus, Robert Trent Jones, Gary Player e Tom Fazio, a República Dominicana tornou-se um ponto de paragem obrigatório para jogadores profissionais ou amadores.

As modernas estradas que ligam os principais destinos turísticos da mais famosa ilha das Caraíbas permitem que, numa curta estadia, os golfistas possam jogar em vários campos, sempre rodeados de paisagens deslumbrantes.

Punta Cana, Bavaro, e Cap Cana na costa leste, oferecem 10 campos de Golfe a cerca de meia hora de distância uns dos outros. As famílias dos atletas têm acesso fácil a mini buggys e excursões que lhes preenchem o dia com programas variados e divertidos.

Os jogadores que ficam alojados em Punta Cana podem também chegar facilmente ao famoso trio de campos de Pete Dye, localizado na Casa de Campo, em La Romana.

Para aqueles que estão hospedados em Santo Domingo, os trajetos são também muito acessíveis. Neste caso recomendamos o desafiante campo de Gary Player, no Guayaberry Golf Club, e o Los Marlines Golf Course nas proximidades do Metro Country Club.

Jogar golfe na República Dominicana é uma experiência ímpar não só pela qualidade e beleza natural dos campos como também pela animada oferta turística complementar, hospitalidade do povo e clima de sonho.

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No primeiro trimestre de 2016, os residentes em Portugal realizaram 3,7 milhões de deslocações turísticas. Segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), publicados no Observatório da edição de julho da Revista Turismo de Lisboa, este valor representa um aumento de 0,8 por cento face ao primeiro trimestre do ano passado e um aumento de 5,3 por cento face ao quarto trimestre de 2015. Das 3,7 milhões de deslocações turísticas, 16,6 por cento são de longa duração, ou seja, com 4 e mais noites.

A principal motivação para viajar foi a “visita a familiares ou amigos”, justificando a ocorrência de 1,9 milhões de viagens (51,2 por cento do total). Por “lazer, recreio ou férias” realizaram-se 1,2 milhões de viagens, representando o valor de 33 por cento e por motivos “profissionais ou de negócios”, 408,7 mil, o que representa cerca de 11 por cento.

O “alojamento particular gratuito” voltou a ganhar expressão, agregando 72,9 por cento das dormidas enquanto que os “hotéis e similares” foram a escolha para 23,3 por cento das dormidas realizadas no trimestre.

Em junho, a ocupação média por quarto na cidade de Lisboa situou-se nos 84,82 por cento, com as unidades de 3 estrelas a destacarem-se ao registarem um aumento de 2,5 por cento face ao período homólogo de 2015. No preço médio por quarto vendido (Average), há um ligeiro crescimento face ao período homólogo, com 95,58 por cento registados em 2016 face aos 95,55 por cento de 2015. No acumulado de janeiro a junho, todas as unidades registam um decréscimo, com um valor médio de 72,13 por cento de 2016 face ao 72,68 por cento alcançado em 2015 e uma taxa variável de 0,8 por cento.

Já no preço médio por quarto disponível (RevPar), as unidades de 3 e 4 estrelas registaram um crescimento significativo durante o mês de junho, quando comparado com o período homólogo. As unidades de 3 estrelas registam uma taxa média de variação de 5,6 por cento, que se traduz em 59,66 euros e as de 4 estrelas registam uma taxa média de variação de 1 por cento, que se traduz em 69,11 euros. O acumulado de janeiro a junho acompanha esta tendência, com todas as unidades a registarem uma subida, que se traduzem num preço médio de 62,81 euros e uma taxa variável média de 4,6 por cento.

Grande Lisboa

Por outro lado, na região da grande Lisboa, em junho, as unidades de três estrelas destacam-se ao registarem crescimento na ocupação por quarto, com 86,79 por cento face aos 85 por cento do período homólogo em 2015. No acumulado de janeiro a junho, as unidades de 3 e 4 estrelas registaram subidas face ao ano anterior, com a unidades de 3 estrelas a alcançarem um aumento de 2,3 por cento e as unidades de 4 estrelas a registarem uma variação positiva de 1 por cento. No Average registou-se um aumento em todas as categorias das unidades hoteleiras durante o mês de junho, o que se traduz numa média de 92,79 euros. O acumulado de janeiro a junho acompanha esta tendência, com todas as unidades hoteleiras a registarem valores positivos quando comparadas com o período homólogo de 2015, apresentando um valor médio de 83,89 euros, face aos 80,11 euros de 2015, e uma taxa de variação positiva de 4,7 por cento. No RevPar, as unidades hoteleiras de 3 e 4 estrelas acompanham a tendência ao voltarem a apresentar valores positivos (57,18 euros e uma taxa de variação de 7,4 por cento nas unidades de 3 estrelas e 63,42 euros com uma taxa de variação de 1,1 por cento para as unidades de 4 estrelas). Já no acumulado de janeiro a junho, todos os indicadores registam valores positivos, com um valor médio de 57,51 euros.

Cruzeiros e golfe

No mês em análise, o Porto de Lisboa registou 22 escalas de navios cruzeiro, com um total de passageiros de 37.019, sendo destes 6.081 em turnaround e 30.938 em trânsito. Estes valores revelam um aumento face aos números do período homólogo de 2015, onde se regista uma variação positiva de 57 por cento para o número de navios, 59,2 por cento para o número de passageiros totais, 34,7 por cento para os passageiros em turnaround e 65 por cento para os que se encontram em trânsito.

Nos campos de golfe da Região de Lisboa foram realizadas 15.061 voltas com os portugueses a dominarem novamente a liderança com 6.919 voltas, seguidos pelos ingleses que realizaram 3.079 voltas. Neste período, realizou-se uma média de 55,7 voltas por dia, registando-se uma subida de 7,2 por cento, face ao período homólogo do ano anterior. Também em relação aos sócios há um registo positivo de 24,1 por cento face ao período homólogo do ano anterior de 19,3 por cento e uma taxa de variação de 25 por cento. O mesmo acontece com o número de voltas realizadas por dia no acumulado de janeiro a junho ao registar 23,5 voltas face às 19,6 do mesmo período homólogo de 2015, o que representa uma variação de 19,9 por cento.