Domingo, Julho 21, 2019
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Grupo Lufthansa

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Foto: Peter Pfander/Lufthansa

O Grupo Lufthansa continua a otimizar a gestão das suas placas giratórias em Munique, Frankfurt, Zurique e Viena. O objetivo principal é o sistema flexível multi-placas giratórias: processos integrados recentemente significam que o Grupo Lufthansa está preparado para transferir as suas frotas e o tráfego sempre que as condições foram as ideais para qualidade, crescimento e eficácia de custos.

Especificamente, o Conselho Executivo da Lufthansa decidiu acelerar o seu crescimento em Munique e desenvolver a capital bávara numa placa giratória com o foco na Ásia. O Grupo Lufthansa antecipa um alto crescimento anual para as companhias aéreas de rede nesta placa giratória para 2019. Além de aumento das frequências nos voos oferecidos a partir de Munique para Seul e Singapura, irá ter lugar no verão de 2019 a primeira ligação diária de Munique para Banguecoque. E para fortalecer o portfolio de voos para a Ásia, a ligação para Osaca (Japão) será transferida de Frankfurt para Munique.

A transferência de cinco aviões Airbus A380 de Frankfurt para Munique no verão passado foi muito bem recebida pelo mercado e tem sido um grande êxito. Perante estes resultados, a Lufthansa está a ponderar transferir mais aviões A380 de Frankfurt para Munique em 2020. Três aviões Airbus A320 estão a ser transferidos da placa giratória de Frankfurt para a de Munique para apoiar a expansão do tráfego alimentador enquanto três aviões mais pequenos Bombardier CRJ900 serão transferidos de Munique para Frankfurt em troca.

Sendo um aeroporto de 5 estrelas, Munique também será reforçado com mais ofertas de First Class. Para apoiar tal, a maioria da frota A340-600, baseada em Frankfurt será transferida para Munique.

O foco estratégico da placa giratória de Frankfurt irá continuar a ser otimizada como mix de destinos em termos de mais qualidade. A Lufthansa irá moderar o seu crescimento nesta placa giratória para aumentar a pontualidade e a estabilidade operacional. Para 2019, o Grupo Lufthansa antecipa um crescimento anual mais baixo para as companhias aéreas de rede nesta placa giratória. A Lufthansa vai começar no inverno 2018/19 quatro novos destinos a partir de Frankfurt. Eilat (Israel), Agadir (Marrocos), Trieste (Itália) e Salónica (Grécia) são as novas adições ao programa de voo. A Lufthansa está também a expandir a sua rede de rotas para os EUA com uma ligação Frankfurt para Austin (EUA).

Há planos para expandir a trajetória de crescimento da placa giratória da SWISS, a companhia aérea Grupo Lufthansa com base em Zurique. Graças ao seu grande desenvolvimento nos últimos anos, o objetivo é continuar o trajeto do crescimento moderado. O foco principal é a expansão da atividade na Europa. O horário de inverno 2018/19 inclui um novo destino: Bremen. E a SWISS está agora a oferecer Bordeaux (França), Kiev (Ucrânia), Brindisi (Itália) e a ilha alemã de Sylt, como destinos anuais.

A Austrian Airlines em Viena irá expandir significativamente a sua rede de rotas europeias no horário de inverno 2018/19. A começar no final de outubro de 2018, Mais de 40 voos adicionais por semana irão descolar para 14 destinos, incluindo cidades na Alemanha como Berlim, Dusseldórfia e Hamburgo, assim como outros destinos europeus (Copenhaga/Dinamarca, Kiev/Ucrânia, Atenas/Grécia e Cracóvia/Polónia). Tal aumento é possível aumentar a eficácia na rede de rotas. Além dos novos voos europeus, a Austrian Airlines está também a aumentar as suas frequências de voos para a América do Norte e reforçar Viena como placa giratória do Grupo Lufthansa.

“O nosso sistema multi-placas giratórias, no qual as quatro placas giratórias partilham uma gestão única comercial centralizada, funcionam bem e têm êxito. Tal torna-nos possível reagir a alterações repentinas com rapidez e flexibilidade. Os nossos fatores-chave são qualidade, eficácia e controlo de custos”, disse Harry Hohmeister, membro do Conselho Executivo da Deutsche Lufthansa AG e Chefe da Gestão das Placas Giratórias. “O objetivo de toda a indústria deveria ser o aumento da qualidade. Tal significa que é também essencial que as infraestruturas em terra e no ar acompanhem o crescimento da indústria. Estamos a crescer quando custos e qualidade estão equilibrados. Por isso é que decidimos esperar até ao próximo verão para decidir, baseado no desenvolvimento das placas giratórias, de onde partirão os novos aviões Boeing 777-9 a partir de 2020. Este avião irá descolar pela primeira vez com os novos produtos da Business Class e da Premium Economy e impor novas normas para a indústria”.

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O Grupo Lufthansa acaba de lançar o protótipo do AnyWay Travel Pass para destinos de longo curso. Tudo o que o viajante tem de fazer é escolher em lh-anywaytravelpass.com o aeroporto de partida na Alemanha (Berlim, Dusseldórfia, Frankfurt, Hamburgo, Leipzig/Halle, Munique e Estugarda) e de destino de longo curso (Banguecoque, Bombaim, Boston, Deli, Dubai, Hong-Kong, Los Angeles, Miami, Pequim, Xangai e Telavive), assim como as datas da viagem de ida e de volta.

Os preços para um AnyWay Travel Pass começam nos 179 euros, e inclui uma peça de bagagem. A disponibilidade é limitada. Os voos têm de ser feitos na Economy Class. Alguns dias antes da viagem, o passageiro é informado sobre a rota e qual o horário dos voos.

Os voos são sempre efetuados numa das companhias aéreas do Grupo Lufthansa – Austrian Airlines, Lufthansa ou Swiss. Esta oferta é possível com a gestão flexível e uniformizada do fluxo de passageiros através das quatro placas giratórias do Grupo Lufthansa – Frankfurt, Munique, Viena e Zurique.

“Com o AnyWay Travel Pass aumenta-se o leque das possibilidades para os nossos clientes através das nossas quatro placas giratórias e a flexibilidade da oferta do nosso Grupo Lufthansa “, referiu Heike Birlenbach, vice-presidente Sénior para Vendas das Companhias Aéreas de Placa Giratória da Lufthansa. “Queremos ser mais rápidos do que o mercado, testar ideias inovadoras e ir por novos caminhos. O AnyWay Travel Pass é assim um bom exemplo da nossa estratégia.”

Os AnyWay Travel Passes podem ser reservados até ao dia 1 de dezembro de 2017. As viagens terão de ser efetuadas entre 5 e 14 de dezembro de 2017 assim entre 28 de dezembro de 2017 e 22 de março de 2018. Para o voo de ida e de volta têm de ser comprados passes de viagem separados. Os AnyWay Travel Passes não são reembolsáveis, não permitindo alteração da data ou da rota do voo.

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O Grupo Lufthansa, enquanto pioneiro de soluções inovadoras de distribuição e digitalização, está constantemente à procura de parceiros virados para o futuro que partilhem a visão de uma nova paisagem da distribuição, nesse sentido tem trabalhado intensamente com a startup Winding Tree, com sede na Suíça.

A Winding Tree dedica-se à reorganização da distribuição no setor das viagens. Com um sistema de mercado B2B descentralizada que potencia transações de reservas de viagens baseadas na tecnologia de blockchain, startups e empresas poderão ter acesso direto às ofertas dos fornecedores de serviço sem as ineficiências que resultam de uma configuração com muitos intermediários. Ou seja, no futuro, companhias aéreas, hotéis e outros fornecedores de serviço no setor das viagens poderão oferecer os seus serviços na plataforma da Winding Tree.

Por outro lado, as empresas interessadas em conteúdo irão somente ligar-se ao mercado digital B2B distribuído através da tecnologia blockchain para apresentar ofertas específicas feitas à medida das necessidades dos seus clientes. Tal resultará num grande número de novas aplicações para viajantes, que assim poderão reservar voos do Grupo Lufthansa através da oferta que melhor for ao encontro das suas preferências.

“O Grupo Lufthansa está comprometido com o desenvolvimento de API, por exemplo, que apoiam a norma IATA NDC, para oferecer acesso direto às ofertas aos clientes e aos parceiros de distribuição”, esclareceu Markus Binkert, Vice-Presidente Distribuição & Gestão de Receitas as Companhias Aéreas do Grupo Lufthansa Airlines.

“Ao integrar essas API na tecnologia pública de blockchain da Winding Tree, o Grupo Lufthansa permite que todos os parceiros inovadores desenvolvam aplicações de vanguarda para viagens para aceder a essas ofertas através de um mercado de viagens descentralizado e sem intermediários”, acrescentou ainda.

De modo a financiar o desenvolvimento inicial e facilitar a aceitação por parte dos fornecedores, Winding Tree vai lançar uma venda de tokens da sua criptomoeda “Líf” no próximo dia 1 de novembro. Para reforçar a sua confiança na nova tecnologia, o Grupo Lufthansa irá participar na pré-venda após receber a autorização por parte das autoridades suíças.

“A parceria com o Grupo Lufthansa permitir-nos-á construir aplicações de viagens baseadas na tecnologia blockchain que não só vão ao encontro das exigências das companhias aéreas, mas que nos permitem testá-las com a maior companhia aérea da Europa, continuando a validar a eficiência o redimensionamento da plataforma. O Grupo Lufthansa está a servir de exemplo a toda a indústria de viagens”, referiu Maksim Izmaylov, fundador e CEO da Winding Tree.