Sexta-feira, Junho 21, 2019
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REVIVE

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Foi lançado esta segunda-feira o concurso público para a concessão do Paço Real de Caxias, em Oeiras.

O concurso decorrerá em duas fases. A primeira, o período de qualificação prévia de candidatos, decorre até 6 de junho de 2019. Posteriormente será lançada a segunda fase, com um período de 30 dias para apresentação de propostas.

O imóvel será concessionado durante 50 anos para exploração para fins turísticos.

O Paço Real de Caxias foi construído em meados do século XVIII, por vontade do Infante D. Francisco de Bragança, e concluído pelo futuro rei D. Pedro V, que ali se deslocava com frequência com a família real. O espaço destaca-se pelos jardins geométricos, de influência francesa, inspirados nos jardins do Palácio de Versalhes, pela cascata e por diversas esculturas, e o Paço pelos tetos pintados ou pelos azulejos azuis e brancos.

O Paço Real de Caxias foi classificado como Imóvel de Interesse Público em 1953. Inicialmente utilizado como residência de férias da família real, teve utilizações diversas ao longo dos séculos. Nos últimos anos acolheu serviços do Ministério da Defesa Nacional.

O valor base previsto no concurso para a renda anual é de 174.912 euros e o investimento estimado é de 11,6 milhões de euros. A área de construção total é de 5.817 m2.

O Paço Real de Caxias é um dos 33 imóveis inscritos no Revive, um programa conjunto dos ministérios da Economia, Cultura e Finanças com a colaboração das autarquias locais. Pretende-se com este programa valorizar e recuperar o património sem uso, reforçar a atratividade dos destinos regionais e o desenvolvimento de várias regiões do país.

Este é o 17.º concurso a ser lançado no âmbito do Revive. Atualmente, estão abertos os concursos para a concessão do Convento do Carmo, em Moura, do Mosteiro de Lorvão, em Penacova, e do Castelo de Vila Nova de Cerveira.

O Ministro Adjunto e da Economia, Pedro Siza Vieira, sublinha que “o lançamento do concurso para a concessão do Paço Real de Caxias é uma excelente oportunidade para recuperar este imóvel de grande valor patrimonial. O Paço Real de Caxias tem uma localização privilegiada no concelho de Oeiras e a sua exploração será um fator de geração de riqueza e de criação de postos de trabalho”.

O Ministro da Defesa Nacional, João Gomes Cravinho, refere que “o lançamento do concurso público para a concessão do Paço Real de Caxias assinala o compromisso da Defesa Nacional com a revalorização do seu património histórico e com a disponibilização para fruição deste imóvel de interesse público. Esta parceria entre a Defesa Nacional e o Programa REVIVE reverte o avançado estado de degradação do edificado, integrado num jardim enriquecido por lagos e esculturas, permitindo assim igualmente a valorização do espaço envolvente e devolvendo-o à população de Oeiras”.

Para a Ministra da Cultura, Graça Fonseca, “esta é uma oportunidade importante para preservar um imóvel classificado, dotado de elementos arquitetónicos de grande valor, e, simultaneamente, reforçar a importância do património do país como um fator determinante para gerar mais riqueza e maior investimento”.

Toda a informação sobre o concurso está disponível em  https://revive.turismodeportugal.pt/pt-pt/paco-caxias

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Foi hoje assinado o contrato de concessão do Mosteiro de Arouca, em Arouca. O concurso foi ganho pelo grupo MS Hotels & Resorts.

A concessão é feita por 50 anos. O investimento total para a recuperação do edificado está estimado em 3,5 milhões de euros e a renda anual é de 42 mil euros.

O concessionário compromete-se a construir uma unidade hoteleira de 4 estrelas com entre 60 a 70 quartos, spa, piscina interior e exterior e corte de padel. Será também construído um restaurante.

O Mosteiro de Arouca foi fundado no século XII pela Ordem de Cister, tendo-se tornado relevante depois de a efémera rainha de Castela, D. Mafalda, filha do rei D. Sancho I de Portugal, lá ter vivido entre 1220 e 1256 (estando lá sepultada).

Está na posse do Estado desde 1834 (ano em que foram extintas as ordens religiosas). Manteve funções religiosas até 1886, ano da morte da última freira. Nesse momento, todos os bens reverteram para a Fazenda Pública. Nos últimos anos, o Mosteiro teve utilizações diversas.

O imóvel, que se localiza em pleno centro da Vila de Arouca, está classificado como Monumento Nacional desde 1910. De estilo classicista romano, foi objeto de grandes intervenções nos séculos XVII e XVIII, em estilo barroco, e de um restauro em duas fases já no século XX.

Este é o sétimo concurso a ser adjudicado no âmbito do Revive.

Atualmente estão abertos cinco concursos: Casa de Marrocos, em Idanha-a-Velha; Convento do Carmo, em Moura; Mosteiro de Lorvão, Penacova; Quinta do Paço de Valverde, em Évora e Castelo de Vila Nova de Cerveira.

Os próximos imóveis a serem lançados em concurso serão o Paço Real de Caxias (Oeiras), o Mosteiro de São Salvador de Travanca (Amarante) e o Forte da Barra (Aveiro).

A Secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho, considera que “a conversão deste espaço não utilizado do Mosteiro de Arouca num hotel mostra a dinâmica do programa Revive e a capacidade que o Turismo está a ter de alargar ao longo de todo território e de ser um instrumento de desenvolvimento regional”.

A Secretária de Estado da Cultura, Ângela Ferreira, afirma que “com a concessão do Mosteiro de Arouca, que agora se concretiza, será possível valorizar a herança histórica deste Monumento Nacional classificado e aproximá-lo dos cidadãos. O programa Revive garante, assim, a reabilitação deste importante património, devolvendo-lhe centralidade e atratividade”.

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Foi lançado esta sexta-feira o concurso público para a concessão do Convento do Carmo, em Moura, ao abrigo do programa Revive. 

Os investidores interessados podem apresentar propostas até 16 de abril de 2019.

O Convento do Carmo, edificado em 1251, foi o primeiro da ordem carmelita fundado na Península Ibérica. No século XVI sofreu transformações profundas, tendo sido construída nessa altura a igreja, os claustros e as capelas.

Foi deste convento que saíram os monges que fundaram o Convento do Carmo, em Lisboa.

O imóvel está localizado no centro histórico de Moura, próximo do castelo e da biblioteca municipal de Moura e o conjunto que engloba a igreja e o claustro do convento está classificado como imóvel de interesse público desde 1944.

O Convento do Carmo será concessionado durante 50 anos para exploração para fins turísticos.

O Convento de Moura é um dos 33 imóveis inscritos no Revive, um programa conjunto dos ministérios da Economia, Cultura e Finanças com a colaboração das autarquias locais. Pretende-se com este programa valorizar e recuperar o património sem uso, reforçar a atratividade dos destinos regionais e o desenvolvimento de várias regiões do país.

Este é o 13.º concurso a ser lançado no âmbito do Revive. Atualmente, estão abertos os concursos para a concessão da Casa de Marrocos, em Idanha-a-Velha, Mosteiro de Santo António dos Capuchos, em Leiria, Mosteiro de Arouca, Convento de São Francisco, em Portalegre, e Quartel do Carmo, na Horta (Açores).

A Secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho, salienta que “a recuperação deste convento histórico, o primeiro desta ordem na Península Ibérica, é uma oportunidade para atrair investimento e dinamizar o turismo em Moura e no Alqueva, para criar riqueza e postos de trabalho”.

A Secretária de Estado da Cultura, Ângela Ferreira, sublinha que “com o lançamento do concurso Revive para o Convento do Carmo, em Moura, dão-se passos importantes na valorização de um monumento de valor histórico excecional, com cerca de sete séculos de existência, e uma condição geográfica privilegiada no contexto do interior transfronteiriço. Esta iniciativa é mais um exemplo do papel da Cultura enquanto elemento essencial para o reforço da competitividade do país”.

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Foi hoje assinado o contrato de concessão da Coudelaria de Alter ao Grupo Vila Galé.

O contrato foi assinado pelo presidente e vogal da Companhia das Lezírias, pelo subdiretor-geral de Tesouro e Finanças e pelo presidente do Grupo Vila Galé, numa cerimónia realizada no Ministério da Agricultura, em Lisboa.

A concessão é feita por 50 anos. O investimento total para a recuperação do edificado está estimado em 8 milhões de euros.

O Grupo Vila Galé compromete-se a construir um hotel temático de 4 estrelas com aproximadamente 76 quartos, distribuídos pela Casa de Campo, pelas antigas cavalariças, pelo edifício administrativo e pelas antigas pocilgas. A Enoteca e o Lagar serão também utilizados em eventos temáticos. O hotel vai dispor ainda de spa e restaurante, com uma forte aposta na gastronomia regional.

Este é um projeto âncora de dinamização turística e económica do interior. A Coudelaria de Alter, a mais antiga e notável coudelaria portuguesa (fundada em 1748 pelo rei D. João V) é um importante polo de dinamização e estruturação do turismo equestre nesta região.

Tem funcionado ininterruptamente no mesmo local, tendo superado contingências históricas e genéticas, sociais e económicas, sendo considerada por isso a Coudelaria mais antiga do mundo com esta singular longevidade.

O Ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral, sublinha que a concessão da Coudelaria de Alter “vai representar uma enorme oportunidade para o desenvolvimento deste espaço magnífico. O investimento que aqui será feito, e que será inaugurado em 2020, vai afirmar ainda mais Alter do Chão como um dos principais centros de turismo equestre em Portugal, promovendo a preservação do cavalo lusitano e o desenvolvimento económico do Alto Alentejo”.

O Ministro da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural, Luís Capoulas Santos, afirma que “o projeto tem o mérito de congregar os esforços de diferentes áreas de governação e de diversas instituições, colocando este extraordinário equipamento ao serviço do turismo numa região do interior, para cuja dinâmica económica muito contribuirá, seguramente”, frisando que “é pelo turismo que passa o futuro da Coudelaria de Alter do Chão, não esquecendo as outras componentes que dão vida àquele equipamento, nomeadamente a criação e projeção do Cavalo Alter Real”.

Jorge Rebelo de Almeida, presidente do grupo Vila Galé, realça que este “é mais um contributo que queremos dar para desenvolver o interior do país. Acreditamos que este hotel ajudará a criar um polo de desenvolvimento regional no distrito de Portalegre. Por outro lado, a nossa intenção é ter um projeto hoteleiro intimamente ligado ao turismo equestre”.

O Revive é um programa conjunto dos Ministérios da Economia, Cultura e Finanças, que pretende valorizar e recuperar o património sem uso, reforçar a atratividade dos destinos regionais e o desenvolvimento de várias regiões do país.

Até ao momento foram lançados oito concursos no âmbito do Revive, estando a decorrer o concurso relativo ao Convento de Santo António dos Capuchos, em Leiria.

Prevê-se que o próximo a ser lançado seja o concurso relativo à Casa de Marrocos, em Idanha-a-Nova, em outubro.

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Foi lançado esta quarta-feira o concurso público para a concessão do Convento de Santo António dos Capuchos, em Leiria, ao abrigo do programa Revive.

Os investidores interessados têm agora pouc mais de 100 para apresentarem propostas (até 9 de janeiro de 2019).

O Convento de Santo António dos Capuchos tem origem em 1657, com elementos arquitetónicos típicos dos conventos capuchinos. Em 1770 foi alvo de obras de ampliação, altura em que foram acrescentados os corpos laterais e os portais barrocos. No século XIX foi alvo de novas obras de ampliação, que lhe conferiram a disposição atual, com o edificado em volta do claustro e do pátio.

Com a extinção das ordens religiosas, em 1834, o convento ficou na posse do Estado, que o transformou em hospital militar em 1864. Foi restaurado em 1904 e encontra-se devoluto há vários anos.

A área a concessionar abrange a totalidade do imóvel, que será concessionado durante 50 anos para exploração para fins turísticos.

O Convento de Santo António dos Capuchos é um dos 33 imóveis inscritos no Revive, um programa conjunto dos ministérios da Economia, Cultura e Finanças com a colaboração das autarquias locais. Pretende-se com este programa valorizar e recuperar o património sem uso, reforçar a atratividade dos destinos regionais e o desenvolvimento de várias regiões do país.

Este é o oitavo concurso a ser lançado no âmbito do Revive.

O Ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral, afirma que “este é um imóvel marcante na cidade de Leiria, que está sem uso há vários anos e que assim será devolvido à cidade, para usufruto dos residentes e dos visitantes. Com uma localização privilegiada em Leiria, com vista para o castelo, a concessão deste imóvel vai ser um importante fator de criação de riqueza e de emprego na região”.

O Ministro da Cultura, Luís Filipe de Castro Mendes, sublinha que se trata de “um imóvel de enorme valor patrimonial e artístico, integrado na malha urbana da cidade de Leiria, e cujo projeto assegura a plena valorização e divulgação deste conjunto conventual de grande valor arquitetónico”.

Toda a informação sobre o concurso está disponível em http://revive.turismodeportugal.pt/pt-pt/convento-capuchos

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É lançado esta segunda-feira o concurso público relativo à Coudelaria de Alter, em Alter, numa cerimónia onde marca presença o Ministro da Economia.

Os investidores interessados têm agora 90 dias para se candidatar.

A Coudelaria de Alter é a mais antiga e notável coudelaria portuguesa, tendo sido fundada em 1748 pelo rei D. João V. O Governo decidiu integrar parte do edificado da Coudelaria no Programa Revive, para que uma entidade privada faça a respetiva exploração turística de forma sustentável e ancorada na temática equestre, requalificando o respetivo edificado.

A área edificada em volta do pátio central constitui o núcleo principal da concessão, integrando a atual “Casa de Campo”, a “Cocheira Velha”, o edifício dos serviços administrativos, o Museu e Cafetaria.

O concessionário pode optar por acrescentar outras áreas edificadas (opcionais): Enoteca, Lagar, Falcoaria e Pocilgas. As propostas que integrem maior área serão majoradas para efeitos de adjudicação.

A concessão terá uma duração de 50 anos.

A Coudelaria de Alter é um dos 33 imóveis inscritos no Revive, um programa conjunto dos ministérios da Economia, Cultura e Finanças com a colaboração das autarquias locais. Pretende-se com este programa valorizar e recuperar o património sem uso, reforçar a atratividade dos destinos regionais e o desenvolvimento de várias regiões do país.
Este é o sexto concurso lançado no âmbito do Programa Revive. O primeiro imóvel lançado a concurso foi o Convento de São Paulo, em Elvas, ganho pelo grupo português Vila Galé, que deverá abrir portas no início do próximo ano. Seguiram-se os Pavilhões do Parque D. Carlos I, nas Caldas da Rainha, cujo concurso foi ganho pela Visabeira.

O concurso do Hotel Turismo da Guarda foi adjudicado ao agrupamento MRG e, neste momento, está em fase de apresentação de propostas o concurso relativo ao conjunto patrimonial composto pelo Convento do Bom Jesus de Valverde e pela Quinta do Paço de Valverde, em Évora. Recentemente foi ainda lançado o concurso do Colégio de São Fiel, em Castelo Branco, que está em fase de apresentação de candidaturas.

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O Diário da República publicou esta terça-feira, 1 de agosto, o anúncio de abertura do concurso público para a concessão do direito de exploração do Hotel da Guarda, para instalação de uma unidade hoteleira. Os investidores interessados terão 45 dias para apresentar as suas candidaturas.

O Hotel da Guarda é um dos 33 imóveis inscritos no Programa REVIVE, uma iniciativa conjunta dos ministérios da Economia, Cultura e Finanças com a colaboração das autarquias locais, que visa promover os processos de rentabilização e preservação de património público que se encontra devoluto.

Segundo um comunicado à Comunicação Social do Gabinete da Secretária de Estado do Turismo “com o REVIVE pretende-se, deste modo, tornar este património apto para afetação a uma atividade económica com finalidade turística, de modo a gerar riqueza e postos de trabalho, promover o reforço da atratividade de destinos regionais, a desconcentração da procura e o desenvolvimento de várias regiões do país.”

O mesmo comunicado relembra ainda que o “futuro hotel terá ainda uma forte componente de formação assegurada em articulação com instituição de ensino da região.”

Este é já o terceiro concurso do Programa REVIVE a ser lançado, depois do Convento de São Paulo, em Elvas, cujas obras já se iniciaram, e também o dos Pavilhões do Parque D. Carlos I, nas Caldas da Rainha.

Mais detalhes poderão ser consultados no anúncio do concurso no Diário da República  (https://dre.pt/application/conteudo/107787673) e no site do REVIVE (http://revive.turismodeportugal.pt/).