O Turismo Rural em Portugal

O Turismo Rural em Portugal

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Felizmente que neste momento o Turismo Rural está a ser alvo de apoio por parte das entidades governamentais, do Turismo de Portugal e do Compete, essencialmente através da linha de financiamento Portugal 2020. Estas Entidades têm vindo ao longo dos últimos anos a desenvolver um trabalho digno de ser realçado e enaltecido referente ao Turismo em Espaço Rural.

Atualmente, já muitas empresas, associações e muitos outros empreendedores têm participado em certames e feiras internacionais, levando bem longe as belezas naturais, os produtos e experiências do nosso país, atraindo assim esses povos a encontrarem um recanto paradisíaco no nosso país para passarem as suas férias. Temos que saber aproveitar o clima e as condições que possuímos para levar mais longe as nossas capacidades turísticas, concorrendo para o desenvolvimento do nosso país, através da promoção externa.

Penso que os meios de comunicação social, o poder local, outras entidades regionais de Turismo poderiam promover e apoiar mais o Turismo Rural, dando mais atenção às regiões do interior. Torna-se necessário atrair mais investimento para dinamizar estas regiões intensificando o seu desenvolvimento, dado que agora possuímos mais e melhores acessibilidades, o que não se verificava antigamente. Agora que as temos, seria bom utiliza-las para bem do desenvolvimento do turismo e do país.

Felicito as muitas autarquias que já dão atenção aos Estabelecimentos em Espaço Rural – TER, mas penso que ainda são insuficientes face à grandeza e riqueza existente ao longo do nosso país. Não têm feito mais, penso por não terem verba destinada a tal fim.

Para tal, defendo que os concelhos do interior deviam ser dotados de verba destinada a tal desenvolvimento, e deveriam ser menos burocratizados todos os investimentos dentro desta área. Vou mais longe ao pedir que deveriam ser mais financiadas e acarinhadas as pessoas que apostam, não só em manter esse património como também na criação de novas atrações turísticas complementares, tais como, praias fluviais, centros hípicos, passeios pedestres, campos de golfe e outras atividades.

O nosso povo deveria cultivar mais o associativismo e procurar trabalhar em rede para mais facilmente obter apoios, criando sinergias capazes de constituir núcleos e pólos de desenvolvimento. Seria importante cultivar e incutir o espirito de grupo desde os infantários, escolas e universidades…. Incentivando os formandos a trabalharem em conjunto.

por João Monteiro – Presidente da Associação de Hotéis Rurais de Portugal

Leia o artigo completo na Edição de julho (nº 351) da revista VIAJAR – Disponível online

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