Seixal acolhe hotel de 4 estrelas num investimento de 7,5M€

O Seixal vai acolher a sua primeira unidade hoteleira de quatro estrelas, ao que tudo indica, a partir de 2021, num investimento de mais de 7,5 milhões de euros. A novidade foi avançada pelo presidente daquela autarquia, Joaquim Santos, esta quinta-feira na BTL – Bolsa de Turismo de Lisboa.

Batizado de Hotel Mundet, dado vir a ficar instalado na antiga fábrica de cortiça que aí existia com o mesmo nome, o projeto foi atribuído, após concurso público, ao grupo imobiliário Libertas, sendo que o Stay UPon Hospitality Group é a marca que gere todos os hotéis da Libertas.

O primeiro empreendimento de quatro estrelas do Seixal, a ser construido na frente ribeirinha, em pleno espaço urbano, terá 84 apartamentos, piscina, bar, solário e zona lounge

Como não poderia deixar de ser, e devido à história do edifício, a cortiça dará o tema à unidade.

“O investidor está a aprimorar a proposta” para avançar com a construção que “deverá acontecer ainda este ano”, revelou aos jornalistas Joaquim Santos, à margem da apresentação.

O investimento “é só do promotor” apesar de “a Câmara Municipal deter o terreno, a visão da necessidade de existência de um estabelecimento hoteleiro no Seixal, sobretudo numa fábrica que muito diz às população do Seixal”, referiu.

Para além do Hotel Mundet, a autarquia do Seixal tem ainda mais dois projetos hoteleiros e turísticos em carteira. É o caso do Hotel Quinta da Trindade “uma espaço do município” para o qual o autarca diz estarem “à procura de parceiros” e afirma haver “alguns interessados, apesar de ainda não existir uma proposta em concreto”. Por outro lado, está ainda em perspetiva a construção de um Eco Resort, “o que tem gerado mais expetativa” e que virá a surgir “numa área de 90 hectares, reserva nacional, entre o Tejo e a Baia do Seixal”. Ao longo dos tempos o autarca garante que “têm surgido diversos interessados nacionais, mas na última segunda-feira de manhã surgiu um interessado internacional e na terça-feira à tarde um outro internacional, mas que no fundo é português”. Joaquim Santos afirma-se satisfeito com o “interesse do ponto de vista da procura”, mas alerta que “face à sensibilidade ambiental do território, todos os projetos têm que merecer um maturado estudo do ponto de vista ambiental, não só por parte da Câmara como também junto da comissão regional”.

O Seixal é o município convidado da 31.ª edição da BTL.

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