Sábado, Junho 23, 2018
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“Consolidar a força do Turismo na atualidade” e “prepará-lo para o futuro” são os grandes objetivos da CTP para o novo mandato que agora inicia, para o triénio de 2018-2021. As palavras foram de Francisco Calheiros, reeleito presidente da confederação, durante o seu discurso de tomada de posse, que decorreu esta segunda-feira, dia 23 de abril, em Lisboa, e que contou com a presença do primeiro-ministro António Costa e de outros elementos do governo.
Segundo o recém-empossado, “o futuro do Turismo não está assegurado” e justificou a sua afirmação dizendo que “como todas as atividades económicas, está sujeita a ciclos: de prosperidade, de recessão e de retoma”.
Para o responsável, neste momento, o crescimento sustentado do Turismo em Portugal tem a ver com sete eixos de atuação que considera “estratégicos e prioritários” e que permitirão atribuir as “atenções redobradas” que este setor necessita.
Francisco Calheiros evidenciou que o primeiro eixo tem a ver com os Transportes e Acessibilidades, dando ênfase ao Aeroporto de Lisboa e aos atrasos na construção do segundo aeroporto da região no Montijo.
“Diz-se que falta o estudo de impacto ambiental, que há a possibilidade de subida do nível médio do mar e que até o Cristo Rei pode constituir um entrave às aterragens. Diz-se demasiado. Há muito ruído, para apenas uma certeza: como está, não pode continuar. Não contem com a CTP para adiar mais esta ameaça ao Turismo e ao País”, afirmou, apontando o dedo ao governo e dirigindo-se diretamente a António Costa.
A Legislação Laboral foi o segundo eixo apontado por Francisco Calheiros. Neste caso referiu que o Turismo tem um grande entrave anual à sua atividade, a sazonalidade, facto que “as outras atividades não têm”, o que justifica “um tratamento específico ou adaptado no domínio das relações laborais, ou, no mínimo, algum bom senso sobre as alterações a efetuar”.
Como terceiro eixo elegeu a Fiscalidade, frisando que “não é possível concorrer com destinos turísticos com caraterísticas semelhantes às nossas e ganhar quota mundial, sem uma política fiscal justa e moderada, que garanta, pelo menos, condições de igualdade face aos outros concorrentes”. Assim sendo, exigiu “um modelo de mercado com custos menores para as empresas”.
Já o quarto eixo deste novo mandato da CTP adiantou ser os Recursos Humanos, exigindo um sistema de ensino nacional que esteja “preparado para formar não só em quantidade, mas sobretudo em qualidade”. O dirigente adiantou ainda que a CTP irá dar mais ênfase ao seu Programa de Formação-Ação “Melhor Turismo 2020”, dando “mais apoio às entidades promotoras no desenvolvimento e conclusão dos seus projectos e com mais monitorização e avaliação dos projectos para maximizar os resultados”.
Como quinto eixo a confederação escolheu a Competitividade e exige que, no que respeita aos programas de financiamento e capital de risco, os instrumentos financeiros especializados para apoiar o Turismo venham a ser “repostos”, sendo que “nenhum dos sectores produtivos do turismo fique excluído do universo das medidas, dos beneficiários, e dos projectos a implementar”.
Como penúltimo eixo, Francisco Calheiros garantiu que a CTP irá reforçar a sua presença em órgãos associativos nacionais e internacionais.
Já, por último, como sétimo eixo, a Confederação do Turismo Português pretende “desenvolver as bases teóricas para a criação da Confederação Europeia do Turismo”. “O Turismo representa cerca de 10% do PIB na Europa. É o terceiro maior sector na economia da União Europeia e estima-se que dê emprego a cerca de 17 milhões de pessoas. Não é admissível que o Turismo não ocupe no espaço europeu o correspondente peso que representa no crescimento económico e social, no reforço da inclusão social e na preservação natural e cultural”, frisou o presidente da CTP.
Francisco Calheiros é presidente da CTP desde 2012 e começa agora o seu terceiro mandato.

Fique a conhecer os novos Órgãos Sociais da CTP para o triénio 2018-2021:

CONSELHO DIRECTIVO

PRESIDENTE: Francisco Calheiros (APAVT – Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo)

VICE-PRESIDENTE: Elidérico Viegas (AHETA – Associação dos Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve)
VICE-PRESIDENTE: Raúl Martins (AHP – Associação da Hotelaria de Portugal)
VICE-PRESIDENTE: Carlos Moura (AHRESP – Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal)
VICE-PRESIDENTE: Jorge Armindo Teixeira (APC – Associação Portuguesa de Casinos)
VICE-PRESIDENTE: Rodrigo Pinto de Barros (APHORT – Associação Portuguesa de Hotelaria, Restauração e Turismo)
VICE-PRESIDENTE: Vítor Costa (ATL – Associação Turismo de Lisboa – Convention and Visitors Bureau)
VOGAL: José Luís Arnaut (ANA – Aeroportos de Portugal, S.A.)
VOGAL: António Marques Vidal (APECATE – Associação Portuguesa das Empresas de Congressos, Animação Turística e Eventos)
VOGAL: Paulo Moura (ARAC – Associação dos Industriais de Aluguer de Automóveis sem Condutor)
VOGAL: António Loureiro (Galileo Portugal, Lda.)
VOGAL: Manuel Proença (Hoti Hotéis, SGPS, S. A.)
VOGAL: Antonoaldo Grangeon Trancoso Neves (TAP, Transportes Aéreos
Portugueses, S. A)

MESA DA ASSEMBLEIA GERAL

PRESIDENTE: José Castelão Costa (Sociedade Grupo Pestana, SGPS, S. A)
VICE-PRESIDENTE: Francisco Coelho (Associação Turismo dos Açores – Convention and Visitors Bureau)
VOGAL: Adília Lisboa (ARHCESMO – Associação Regional da Hotelaria de Cascais, Estoril, Sintra, Mafra e Oeiras)

CONSELHO FISCAL

PRESIDENTE: Jorge Rebelo de Almeida (Vila Galé – Sociedade de Empreendimentos Turísticos, S. A.)
VICE-PRESIDENTE: Sérgio Miguel Sousa Gonçalves (ACIF – Associação Comercial e Industrial do Funchal – Câmara de Comércio e Indústria da Madeira)
VOGAL: Francisco Lopes (Minor Continental Portugal, S.A.)

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Francisco Calheiros renova o seu mandato enquanto Presidente da Confederação do Turismo Português na próxima segunda-feira, dia 23 de Abril, às 18 horas, no Ritz Four Seasons Hotel Lisboa.

A cerimónia contará com a presença do Primeiro-Ministro, António Costa; do Ministro Adjunto, Pedro Siza Vieira; do Ministro do Trabalho e da Segurança Social, Vieira da Silva; da Secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho; do Secretário de Estado da Internacionalização, Eurico Brilhante Dias; do Secretário de Estado do Emprego, Miguel Cabrita, e do Secretária de Estado da Agricultura e da Alimentação, Luís Medeiros Vieira.

A lista encabeçada por Francisco Calheiros para liderar a Confederação do Turismo Português, em representação da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo, foi eleita no dia 26 de março, para o mandato 2018-2021.

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Portugal recebeu ontem, numa cerimónia realizada no Vietname, seis ‘World Travel Awards’, entre eles o de Melhor Destino Turístico do Mundo, pela primeira vez entregue a um país europeu.

Para Francisco Calheiros, presidente da Confederação do Turismo Português (CTP), este «é o reconhecimento inequívoco do empenho e do profissionalismo de milhares de pessoas que trabalham há anos na área do Turismo em Portugal e também da hospitalidade que caracteriza o nosso povo e que nos permite receber tão bem quem nos visita».

Para o presidente da CTP, «as pessoas são, sem dúvida, o ativo mais importante do setor e o fator decisivo para o excelente momento que o Turismo atravessa porque a experiência e a autenticidade de um destino dependem diretamente da interação do visitante com as pessoas que o recebem. A hospitalidade, o profissionalismo, a qualidade do serviço prestado e a simpatia são fatores grandemente valorizados pelos turistas e seguramente também pelas pessoas que votaram estes prémios».

Os World Travel Awards, também chamados de ‘Óscares do Turismo’, distinguem o trabalho desenvolvido na área da indústria turística a uma escala global, sendo a seleção dos nomeados realizada público em geral e por mais de 200 mil profissionais de turismo oriundos de 160 países.

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“Soluções de Financiamento para o Turismo” é o tema do workshop que a Confederação do Turismo Português (CTP) e o Millennium BCP vão apresentar no próximo dia 26 de outubro, a partir das 11h00, na Fundação Dr. António Cupertino de Miranda, no Porto, e que irá debater os recursos disponíveis para os empresários que pretendem investir em projetos na área do Turismo.

A sessão irá contar com a presença de Manuel Caldeira Cabral, Ministro da Economia, Francisco Calheiros, presidente da CTP, Conceição Lucas, administradora-executiva do Millennium BCP, Joaquim da Costa Pedroso, da Divisão de Operações do Banco Europeu de Investimento em Portugal, e Abel Mascarenhas, Presidente da Comissão Diretiva da Estrutura de Gestão IFRRU 2020.

“Num contexto de grande desenvolvimento da atividade turística em Portugal – em 2016, recebemos mais de 21 milhões de hóspedes – as empresas de Turismo ainda enfrentam muitas dificuldades no acesso ao financiamento em condições competitivas, comprometendo a sua rentabilidade e sustentabilidade”, afirma Francisco Calheiros.

Segundo Conceição Lucas, “o objetivo desta sessão é divulgar, junto dos empresários, as várias soluções de financiamento disponíveis para que possam realizar os seus investimentos de forma ajustada às suas estruturas de capitais e especificidades da atividade”.

Neste workshop será apresentado o Instrumento Financeiro para a Reabilitação Urbana – IFRRU 2020, COMPETE 2020, Linhas de Qualificação da Oferta Turística, Linhas de Financiamento Europeu, entre outras soluções criadas para a promoção de financiamento a projetos estruturantes para a economia nacional.

 

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A Confederação do Turismo Português (CTP) assinalou esta quarta-feira, 27 de setembro, o Dia Mundial do Turismo com a apresentação de o projeto “Turismo em Movimento – Roteiro para a Competitividade”, desenvolvido em parceria com a PwC, para alcançar novas condições de competitividade do Turismo em Portugal.

Este roteiro, que já tinha sido lançado na III Cimeira do Turismo no ano passado, foi agora apresentado no The Yeatman Hotel, em Vila Nova de Gaia, num evento que contou com as presenças do Primeiro-Ministro, António Costa, o Ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral e a Secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho, entre outras personalidades.

“Prestes a entrar no último trimestre, já podemos garantir sem pecar por excesso que 2017 ficará para a história como o ano em que o Turismo cresceu em todos os indicadores – dormidas, hóspedes, proveitos, regiões, mercado interno e mercado externo. E a região Porto e Norte é um extraordinário exemplo desse sucesso. Os últimos dados do INE indicam que a região regista, em valores acumulados a julho, 2 milhões e 272 mil hóspedes e mais de 4 milhões dormidas, o que representa um aumento de 8,2% face ao ano anterior”, começou por frisar Francisco Calheiros, presidente da CTP.

Este roteiro foi desenvolvido ao longo dos primeiros oito meses deste ano, envolvendo a CTP e PwC com os principais stakeholders das sete regiões de Turismo, em debates realizados nas referidas regiões.

“O que pretendemos com este roteiro é contribuir para a implementação de estratégia nacional para o Turismo, a partir de uma base de trabalho sólida, sistematizada e desenvolvida em diálogo permanente com os agentes nacionais e regionais”, sublinhou Francisco Calheiros, durante a apresentação do projeto, acrescentando que o Turismo “é uma atividade económica essencial ao desenvolvimento da sociedade e, como tal, exige uma política que lhe garanta competitividade e sustentabilidade. E essa política só será bem-sucedida se resultar de um processo de trabalho participativo e mobilizador, que envolva e concilie realidades nacionais e regionais.»

O roteiro identificou os principais desafios nacionais e regionais que se colocam à atividade turística. Entre os primeiros está a necessidade de reforçar o Turismo na macroestrutura do Estado, de aprofundar a participação dos privados nas decisões públicas e de apostar na formação e requalificação dos recursos humanos, de forma a constituir um ativo diferenciador e decisivo para a qualidade e autenticidade da experiência do turista.

A evolução para um sistema com custos menores para as empresas, com mais transparência, equidade e justiça na definição de taxas, desburocratização e desmaterialização dos processos, estão também entre as necessidades mais urgentes para tornar as empresas mais competitivas.

“O roteiro permite também concluir que o crescimento do Turismo no nosso país impõe um novo modelo de Governance que não se limite à gestão da atividade, mas que a liberte de constrangimentos e potencie toda a sua capacidade de gerar emprego e riqueza – para a CTP, isso só é possível com a criação de um Ministério de Turismo”, afirma Francisco Calheiros.

“Temos margem para crescer nos principais países emissores e, mais ainda em mercados de grande dimensão como os EUA, a China, o Japão e a Coreia. Falta-nos uma solução definitiva para garantir mais ligações aéreas, dado que o Aeroporto de Lisboa se encontra no limite da sua capacidade. Não podemos esperar mais nem adiar um problema que põe em causa o esforço e os muitos milhões de euros que foram investidos no Turismo”, disse ainda o mesmo responsável.

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A Confederação do Turismo Português (CTP) apela à responsabilidade e ao entendimento de todos os intervenientes na greve dos inspetores do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), convocada para os dias 24 e 25 de agosto, para evitar os efeitos negativos da paragem dos serviços junto dos passageiros.

Francisco Calheiros, presidente da CTP, refere que o “SEF é essencial ao funcionamento e qualidade de prestação do serviço de acolhimento de passageiros nos nossos aeroportos e à segurança nacional, pelo que esta greve, em plena época alta, numa altura em que o tráfego é muito intenso e em que temos muitas famílias a viajar, vai com certeza causar grandes transtornos na principal porta de entrada dos turistas em Portugal”, reforçando ser nesse sentido que faz “votos de entendimento entre todas as partes envolvidas, de forma a podermos dar a melhor resposta a todos os passageiros que, nesses dias, passarem pelos aeroportos portugueses”.

O mesmo responsável lembra que o turismo é uma das atividades que mais contribui para o emprego e para a geração de receitas no país, bem como para o equilíbrio da balança comercial. Contudo, é uma atividade muito sensível a fatores exógenos, pelo que qualquer oscilação nesse equilíbrio pode ter repercussões imprevisíveis ao nível da trajetória de sustentabilidade que tem vindo recentemente a alcançar.

Em comunicado, a CTP sublinha que “não discute os argumentos que estão na origem deste pré-aviso de greve, apenas manifesta a sua preocupação com os efeitos que daqui decorrerão”.

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A Confederação do Turismo Português (CTP) pretende que a Comissão Europeia (CE) desenvolva uma Estratégia Europeia para o Turismo, que integre já o programa de trabalho para 2018. O pedido foi feito ao presidente da CE, Jean-Claude Juncker, numa carta aberta assinada por membros do Parlamento Europeu, Comité das Regiões, regiões de turismo, associações e organizações da indústria do turismo e universidades de toda a Europa.

Para Francisco Calheiros, presidente da CTP, «o Turismo representa 10% do PIB e 15% do emprego na União Europeu. É essencial para a economia dos países, para a regeneração do território e para o reforço da identidade europeia. Não há razão nenhuma para não fixarmos metas comuns e pontes de cooperação entre os países, de forma a garantir que a Europa se mantenha como o principal destino turístico mundial».

A posição da CTP surge no âmbito de uma recente visita de trabalho a Bruxelas com um conjunto de empresários e associados ligados à atividade turística em Portugal, que teve como objetivo reforçar as relações dos agentes do Turismo com as instituições europeias e alertá-los para a importância de desenvolver uma estratégia comum.

«Queremos colocar o Turismo na agenda europeia», explica Francisco Calheiros. «O seu crescimento e sustentabilidade dependem de uma política comum a todos os países, que contenha metas, indicadores e medidas específicas e que envolva líderes políticos, associações, agentes privados, grupos de cidadãos e academias».

A carta enviada a Jean-Claude Juncker alerta ainda para a necessidade de, no quadro desta estratégia comum, criar medidas para que os muitos milhares de PME europeias da área do Turismo possam ter acesso a financiamento em condições competitivas, menos burocracia, mais oportunidade de investimento no mercado digital, etc.

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A Eloct – Agência e Viagens e Turismo, que detém a Go4Travel, acaba de aderir à CTP – Confederação do Turismo Português, organismo de cúpula do associativismo empresarial do Turismo.

Ao integrar a CTP, a Eloct irá participar ativamente na atividade da Confederação, contribuindo para o desenvolvimento sustentado do Turismo, através da colaboração na concretização das deliberações sobre o setor.

A Eloct passa a ser representada pela Confederação perante as entidades públicas, privadas, comunitárias, estrangeiras ou internacionais, no âmbito definido nos presentes estatutos. Irá também beneficiar dos serviços de informação, formação e assessoria técnica, económica, jurídica e de gestão, bem como das iniciativas desenvolvidas nesse domínio no âmbito da CTP.

A Eloct – Agência e Viagens e Turismo é uma das maiores produtoras de serviços turísticos de Portugal, composta por 41 acionistas, de reconhecidas e experientes agências de viagens, distribuídas por 95 balcões em todo o território nacional, representando 65 postos emissores IATA.

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O acordo sobre a Retribuição Mensal Mínima Garantida (RMMG) para 2017, que foi obtido em sede de Concertação Social (Governo, Confederações de Empregadores e UGT), integra um conjunto de cláusulas, entre as quais a redução da Taxa Social Única.

A CTP adiantou, esta sexta-feira, em comunicado, que “aguarda serenamente a decisão da Assembleia da República sobre esta matéria”, mas lembra que “uma eventual alteração aos termos deste acordo poderá levar os parceiros envolvidos a rever a sua posição e, consequentemente, a uma renegociação com o Governo de forma a obter medidas compensatórias”.

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As associações mais representativas da Confederação do Turismo Português (CTP) vão reunir com o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, hoje, às 18h, no Palácio de Belém.

Esta reunião com os empresários e representantes do setor privado que integram a CTP acontece a pedido do Presidente da República, que face aos bons resultados alcançados pelo Turismo, pretende fazer um balanço da atividade turística em 2016 e refletir sobre os principais desafios que se colocam para 2017.

É de relembrar que o Turismo é um dos setores mais relevantes para o PIB e tem representado um papel decisivo na recuperação da economia nacional. Dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) e Banco de Portugal (BdP) indicam que este ano (até outubro), as dormidas de estrangeiros subiram 10,8% em relação ao ano anterior, os hóspedes estrangeiros cresceram 9,7% e as receitas turísticas consolidaram-se nos 9,7 mil milhões de euros, representando um crescimento de 9,5%, face ao período homólogo de 2015.