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Tomada de Posse

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A AHRESP – Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal tomou posse, esta sexta-feira, dia 27 de abril, para o triénio de 2018-2021. Na cerimónia estiveram presentes o ministro Adjunto, a secretaria de Estado do Turismo, o secretário de Estado Adjunto da Economia e do Comércio, entre outras personalidades do governo e do setor do Turismo.
Carlos Moura, vice-presidente principal da AHRESP, em nome do presidente da associação, Mário Pereira Gonçalves, durante o seu discurso, começou por enaltecer a importância que os setores do Alojamento e da Alimentação e Bebidas têm. De acordo com o responsável, no ano passado, “o Canal HORECA registou um total de mais de 323 mil postos de trabalho, o que significou um aumento de quase 16% face a 2016”.
O Canal HORECA tem um peso bastante evidente no setor do Turismo, dado que representa 71,6% do total das empresas turísticas, assim como 78,3% dos postos de trabalho do setor e 55,9% do volume de negócios.
Para o próximo triénio Carlos Moura apontou três eixos principais de intervenção. São eles o Território, a Gastronomia e as Pessoas.
No que respeita ao Território, a AHRESP assegura que irá alargar a sua representatividade a todos os distritos do país, assim como às 13 delegações e Balcões Únicos que já existem.
Já no contexto da Gastronomia vai continuar a expandirá e desenvolver os programas Taste Portugal e Seleção Gastronomia e Vinhos.
Para o apoio à Pessoas e recursos humanos, Carlos Moura assegurou que a AHRESP vai desenvolver um plano de ação nacional para incrementar o emprego no setor. “Este é o ativo mais precioso e é aqui que deve ser feito o grande investimento de qualquer organização”, enalteceu.

A AHRESP continua a assumir-se como um “parceiro socialmente responsável” e “é na negociação e na contratação coletiva que reside uma das principais e mais nobres missões da associação, com a consciência de que este é um instrumento essencial para as atividades do Turismo”. Desta forma, “queremos que assim continue, pelo que a AHRESP apresentará as suas propostas concretas nesta matéria, bem como prosseguirá a sua política de contratação coletiva, tentando levá-la ainda mais além”, disse.

A AHRESP afirmou ainda que irá estar atenta à política fiscal. “Continuaremos a exigir o cumprimento das obrigações fiscais, combatendo a economia paralela e a concorrência desleal, ao mesmo tempo que apresentaremos as nossas propostas, com reformas que tardam, nomeadamente em termos de IVA e Pagamento Especial por Conta”, frisou o vice-presidente.

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“Consolidar a força do Turismo na atualidade” e “prepará-lo para o futuro” são os grandes objetivos da CTP para o novo mandato que agora inicia, para o triénio de 2018-2021. As palavras foram de Francisco Calheiros, reeleito presidente da confederação, durante o seu discurso de tomada de posse, que decorreu esta segunda-feira, dia 23 de abril, em Lisboa, e que contou com a presença do primeiro-ministro António Costa e de outros elementos do governo.
Segundo o recém-empossado, “o futuro do Turismo não está assegurado” e justificou a sua afirmação dizendo que “como todas as atividades económicas, está sujeita a ciclos: de prosperidade, de recessão e de retoma”.
Para o responsável, neste momento, o crescimento sustentado do Turismo em Portugal tem a ver com sete eixos de atuação que considera “estratégicos e prioritários” e que permitirão atribuir as “atenções redobradas” que este setor necessita.
Francisco Calheiros evidenciou que o primeiro eixo tem a ver com os Transportes e Acessibilidades, dando ênfase ao Aeroporto de Lisboa e aos atrasos na construção do segundo aeroporto da região no Montijo.
“Diz-se que falta o estudo de impacto ambiental, que há a possibilidade de subida do nível médio do mar e que até o Cristo Rei pode constituir um entrave às aterragens. Diz-se demasiado. Há muito ruído, para apenas uma certeza: como está, não pode continuar. Não contem com a CTP para adiar mais esta ameaça ao Turismo e ao País”, afirmou, apontando o dedo ao governo e dirigindo-se diretamente a António Costa.
A Legislação Laboral foi o segundo eixo apontado por Francisco Calheiros. Neste caso referiu que o Turismo tem um grande entrave anual à sua atividade, a sazonalidade, facto que “as outras atividades não têm”, o que justifica “um tratamento específico ou adaptado no domínio das relações laborais, ou, no mínimo, algum bom senso sobre as alterações a efetuar”.
Como terceiro eixo elegeu a Fiscalidade, frisando que “não é possível concorrer com destinos turísticos com caraterísticas semelhantes às nossas e ganhar quota mundial, sem uma política fiscal justa e moderada, que garanta, pelo menos, condições de igualdade face aos outros concorrentes”. Assim sendo, exigiu “um modelo de mercado com custos menores para as empresas”.
Já o quarto eixo deste novo mandato da CTP adiantou ser os Recursos Humanos, exigindo um sistema de ensino nacional que esteja “preparado para formar não só em quantidade, mas sobretudo em qualidade”. O dirigente adiantou ainda que a CTP irá dar mais ênfase ao seu Programa de Formação-Ação “Melhor Turismo 2020”, dando “mais apoio às entidades promotoras no desenvolvimento e conclusão dos seus projectos e com mais monitorização e avaliação dos projectos para maximizar os resultados”.
Como quinto eixo a confederação escolheu a Competitividade e exige que, no que respeita aos programas de financiamento e capital de risco, os instrumentos financeiros especializados para apoiar o Turismo venham a ser “repostos”, sendo que “nenhum dos sectores produtivos do turismo fique excluído do universo das medidas, dos beneficiários, e dos projectos a implementar”.
Como penúltimo eixo, Francisco Calheiros garantiu que a CTP irá reforçar a sua presença em órgãos associativos nacionais e internacionais.
Já, por último, como sétimo eixo, a Confederação do Turismo Português pretende “desenvolver as bases teóricas para a criação da Confederação Europeia do Turismo”. “O Turismo representa cerca de 10% do PIB na Europa. É o terceiro maior sector na economia da União Europeia e estima-se que dê emprego a cerca de 17 milhões de pessoas. Não é admissível que o Turismo não ocupe no espaço europeu o correspondente peso que representa no crescimento económico e social, no reforço da inclusão social e na preservação natural e cultural”, frisou o presidente da CTP.
Francisco Calheiros é presidente da CTP desde 2012 e começa agora o seu terceiro mandato.

Fique a conhecer os novos Órgãos Sociais da CTP para o triénio 2018-2021:

CONSELHO DIRECTIVO

PRESIDENTE: Francisco Calheiros (APAVT – Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo)

VICE-PRESIDENTE: Elidérico Viegas (AHETA – Associação dos Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve)
VICE-PRESIDENTE: Raúl Martins (AHP – Associação da Hotelaria de Portugal)
VICE-PRESIDENTE: Carlos Moura (AHRESP – Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal)
VICE-PRESIDENTE: Jorge Armindo Teixeira (APC – Associação Portuguesa de Casinos)
VICE-PRESIDENTE: Rodrigo Pinto de Barros (APHORT – Associação Portuguesa de Hotelaria, Restauração e Turismo)
VICE-PRESIDENTE: Vítor Costa (ATL – Associação Turismo de Lisboa – Convention and Visitors Bureau)
VOGAL: José Luís Arnaut (ANA – Aeroportos de Portugal, S.A.)
VOGAL: António Marques Vidal (APECATE – Associação Portuguesa das Empresas de Congressos, Animação Turística e Eventos)
VOGAL: Paulo Moura (ARAC – Associação dos Industriais de Aluguer de Automóveis sem Condutor)
VOGAL: António Loureiro (Galileo Portugal, Lda.)
VOGAL: Manuel Proença (Hoti Hotéis, SGPS, S. A.)
VOGAL: Antonoaldo Grangeon Trancoso Neves (TAP, Transportes Aéreos
Portugueses, S. A)

MESA DA ASSEMBLEIA GERAL

PRESIDENTE: José Castelão Costa (Sociedade Grupo Pestana, SGPS, S. A)
VICE-PRESIDENTE: Francisco Coelho (Associação Turismo dos Açores – Convention and Visitors Bureau)
VOGAL: Adília Lisboa (ARHCESMO – Associação Regional da Hotelaria de Cascais, Estoril, Sintra, Mafra e Oeiras)

CONSELHO FISCAL

PRESIDENTE: Jorge Rebelo de Almeida (Vila Galé – Sociedade de Empreendimentos Turísticos, S. A.)
VICE-PRESIDENTE: Sérgio Miguel Sousa Gonçalves (ACIF – Associação Comercial e Industrial do Funchal – Câmara de Comércio e Indústria da Madeira)
VOGAL: Francisco Lopes (Minor Continental Portugal, S.A.)

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“Serão três anos desafiadores, com processos tão difíceis como a gestão da nova diretiva europeia sobre viagens organizadas, o novo regulamento de proteção de dados, a assunção de uma decisão para o estrangulamento aeroportuário, ou ainda a gestão da coabitação entre turistas e residentes, nas nossas maiores cidades… e outros com que nem ainda sonhamos”, disse esta quinta-feira, 11 de janeiro, Pedro Costa Ferreira, presidente da Direção da APAVT para o triénio 2018-2020, durante a Tomada de Posse dos novos Órgãos Sociais, que teve lugar em Lisboa.

Perante uma plateia com alguns dos principais atores do sector do Turismo em Portugal, mas também de representantes de diversos países, e dirigentes políticos, Pedro Costa Ferreira, que inicia assim o seu terceiro mandato à frente da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo começou por sublinhar que existiu apenas uma lista candidata, mas nem por isso deixou de haver um processo eleitoral.

“O processo eleitoral existiu, não apenas nos bastidores e nos corredores, mas também em conferências de imprensa, em entrevistas a meios de comunicação generalistas e especializados, e em candidaturas oficialmente apresentadas ao sector. Estiveram em presença visões diferentes, com candidatos diferentes e com apoios diferentes. E, tendo havido um processo eleitoral, com ideias diferentes, candidatos diferentes e apoios diversos, houve uma visão e um conjunto de candidatos que ganhou, de forma esmagadora e, por isso mesmo, clarificadora”, reforçou o mesmo responsável.

Pedro Costa Ferreira aproveitou ainda o momento para cumprimentar o presidente da Mesa da Assembleia Geral da APAVT, Tiago Raiano, sublinhando que o mesmo é “a personificação de que é possível aspirar a novas abordagens no futuro, sem que tal signifique a incineração de tudo o que de bom foi feito no passado”.

O mesmo dirigente relembrou ainda que há muito trabalho pela frente, nomeadamente a “desigualdade fiscal internacional continua a debilitar o crescimento dos eventos em Portugal; as medidas de restrição à operação turística em Lisboa continuam a colocar em dúvida um ambiente cosmopolita; o estrangulamento do aeroporto representa o estrangulamento do nosso negócio; o novo regulamento europeu de proteção de dados, que tem tantas coimas como abstrações; a degradação das condições de venda das passagens aéreas, consequência de uma relação menos fácil com as companhias aéreas em geral e com a IATA, facto que não deixa ninguém indiferente e, mais do que isso, não deixa ninguém tranquilo; a imperiosa necessidade de criarmos e acompanharmos estatísticas que nos ajudem a gerir o curto prazo e a traçar estratégias de longo prazo; as preocupações relativas à formação; a necessidade de espelhar na economia e no País a importância do turismo, bem como a importâncias das agências de viagens enquanto motores da internacionalização e de um país mais cosmopolita. E, acima de todos, a necessidade de acompanharmos a implementação da nova diretiva europeia relativa às viagens organizadas, naquilo que poderá ser o grande tema associativo dos próximos anos, face ao brutal aumento das responsabilidades com que passaremos a conviver a partir de julho deste ano”.

O diálogo construtivo e trabalho sério suportarão assim a linha estratégica da APAVT para os próximos três anos, como frisou Pedro Costa Ferreira, acrescentando ser vontade da associação continuar a “desenvolver trabalho conjunto, quer com as ARPTs, quer com as ERTs, quer ainda com as regiões de turismo da Madeira e dos Açores”, mas também “a disponibilidade “para nos integrarmos de forma sã e mente aberta nos trabalhos da CTP”.

O presidente da APAVT deixou ainda uma nota aos agentes de viagens, “única razão da sua existência”, de que em breve será editado o estudo encomendado ao Professor Augusto Mateus.

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A Associação Nacional do Turismo (ANT) permite ter uma “visão mais larga, transversal e estruturante acerca dos problemas, das estratégias e dos objetivos comuns para o desenvolvimento sustentável do turismo português”, afirmou esta sexta-feira Desidério Silva no ato de posse como presidente desta associação, para a qual foi eleito, por unanimidade, no dia 11 de maio, para o biénio 2016-2018.

Desidério Silva, que é também presidente da Região de Turismo do Algarve, considera que a ANT deve ter como objetivo fundamental “coordenar esforços e concentrar estratégias com vista a gerar sinergias para que cada Região de Turismo acrescente valor ao resultado final”. Defende, por isso, que a ANT deve ser um amplo “espaço de debate na busca das melhores soluções para os problemas, de concertação para atenuar diferenças e de parceria para o desenvolvimento sustentado do turismo em todo o território nacional”.

A Associação Nacional de Turismo é uma jovem associação, sem fins lucrativos, constituída em novembro de 2013 pelas Entidades Regionais de Turismo do Algarve, do Alentejo, do Centro de Portugal, do Porto e Norte de Portugal e da Direção Regional de Turismo da Madeira. Entretanto, a estas outras entidades oficiais e particulares se têm juntado. Foi, até agora, presidida por Pedro Machado, do Turismo do Centro.

O novo presidente da ANT afirmou que não se poupará a esforços para dar continuidade ao trabalho realizado e tornar a Associação cada vez mais viva, forte, dinâmica e operante para o desenvolvimento do turismo português.

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Fernando Medina, presidente da Câmara Municipal de Lisboa (CML) deixou claro, esta quinta-feira, que pretende que os turistas em Lisboa continuem a crescer, assim como a receita média deixada por cada visitante na cidade.

O autarca que discursava durante a tomada de posse dos novos corpos sociais da Associação de Turismo de Lisboa (ATL), para 2016-2018, onde ocupa o cargo de presidente da direção, foi bastante assertivo ao começar por dizer que as entidades competentes têm de ser “mais ativas e muito firmes no que poderão ser os estrangulamentos à vinda de mais turistas para a cidade, nomeadamente ao nível das infraestruturas e, mais particularmente, em relação ao aeroporto de Lisboa, que passou de 15 milhões para 20 milhões de passageiros em três anos”. O responsável garantiu que já se encontrou com o Governo para conversar sobre este assunto e “não se pode continuar a adiar este debate”, que defende ser fundamental uma decisão definitiva ainda em 2016. Caso contrário Fernando Media garantiu que a cidade “poderá começar a ser prejudicada”, por “não terem sido tomadas decisões a tempo”.

Valorização e Dinamismo e Lisboa

Tomada de Posse Corpos Sociais ATL (3)Frisando que o Turismo tem sido dos setores que mais tem ajudado à valorização e dinamismo da cidade, o presidente da CML e da ATL considerou “se hoje olharmos para o que passa na hotelaria, restauração, cultura e animação, o que vemos é uma qualificação constante da oferta turística na cidade. Para nos mantermos num patamar elevado, temos de manter o esforço do ponto de vista da qualificação da nossa oferta, que é cada vez mais exigente”.

Demonstrando ainda a importância do setor para a economia da metrópole, Fernando Medina comparou as indústrias do calçado e do Turismo, ambas de grande importância para o País. “Se contarmos exclusivamente a exportação que é feita através do turismo, ou seja, a venda a estrangeiros na cidade e na região de Lisboa, ela é superior a toda a exportação da indústria do calçado. É verdade que a mercadoria não sai, mas é o comprador que vem cá para receber os nossos produtos”, deu como exemplo.

Não se esquecendo a importância que a hotelaria tem tido na requalificação da cidade, o profissional deixou o recado: “Dizem muitas vezes: «Há muitos hotéis na Baixa»… Só me apetece responder: «Há tantos prédios por requalificar na Baixa»”. No entanto, Medina admitiu que tudo isto só tem sido possível com “uma dinâmica turística tão grande” que se tem vivido nos últimos anos.

Constante reinvenção

Tomada de Posse Corpos Sociais ATL (4)Para fazer a diferença e continuar a atrair grandes fluxos turísticos relembrou que a cidade “não pode parar” e terá uma necessidade constante de se “reinventar”. “Temos que definir entre os setores público e provados as principais estratégias para que isso aconteça”, frisou, adiantando que “necessitamos de ter mais ambição e arrojo, alargando as nossas zonas de atração turística a outros pontos da cidade”. Deixou o exemplo da Praça de Espanha e da transformação do espeço da antiga Feira Popular num espaço urbano.

Para concluir o seu discurso, Fernando Medina tocou, uma vez mais, no delicado tema da “adaptação permanente que a cidade tem que fazer entre os fluxos turísticos e as vivências quotidianas das populações locais”. Nesta matéria garantiu que autarquia tem uma filosofia muito bem definida: “Palavras como proibir, excluir, limitar, são palavras que estão excluídas do nosso léxico, o que temos de fazer é adaptar, regular, compatibilizar, harmonizar”.

A cerimónia da tomada de posse dos novos corpos sociais da ATL teve lugar no salão nobre da CML e foi presidida por Rui Horta, presidente da Assembleia Geral da ATL.

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Os novos corpos sociais da Associação dos Diretores de Hotéis de Portugal (ADHP) tomaram posse esta quarta-feira, em Lisboa.

Raul Ribeiro Ferreira continua à frente da associação como presidente da direção e salientou, durante o seu discurso de tomada de posse, que neste novo mandato, para o triénio 2016-2019, terá como uma das principais prioridades a revogação do decreto n.º 271/82, que extinguiu a figura do diretor de hotel. “Se não conseguirmos convencer a secretária de Estado e os outros parceiros de que um hotel precisa de ter um diretor, então temos que admitir que falhámos”, proferiu o responsável. “Hoje em dia, designa-se por diretor de hotel os operacionais que estão à frente dos hotéis e isso é um erro que consideramos grave”, disse ainda, deixando o recado ao Governo: “enquanto eu cá estiver, enquanto não o conseguir, continuarei a falar nisso”.

O presidente reeleito deixou presente que esta nova direcção, à semelhança da que presidiu nos últimos três anos, “é uma direção jovem, com uma nova visão, em que todos somos licenciados, não que isso faça diferença, mas diferencia dentro daquilo que é o novo diretor de hotel e esse tem sido o nosso trabalho e o que queremos manter no próximo triénio”.

Raul Ribeiro Ferreira garantiu que a formação dos diretores de hotel continuará a ser um dos principais desafios da ADHP e, para isso, irão continuar a desenvolver ações nesse sentido em diversas instituições de ensino, tudo porque acreditam que o novo diretor de hotel deverá ser “uma pessoa muito mais atenta às crises económicas, às mudanças culturais, aos novos canais de distribuição e de venda, às mudanças existentes nos meios de transporte, aos novos mercados emergentes, às novas modalidades de educação, às novas realidades de tipologias de alojamento, aos nichos de mercado e à forma de valorizar o produto”. Para o responsável “este é o diretor de hotel em que a ADHP acredita e quer ajudar a construir”.

Segundo o presidente da ADHP estamos a passar pelos “melhor anos da hoteleira”, mas relembrou que “o RevPar continua a estar em níveis muito baixos”, sendo estes “números que preocupam” os diretores de hotel “enquanto gestores”. Para Raúl Ribeiro Ferreira o diretor de hotel terá sempre um papel importante para o crescimento destes indicadores.

 

Corpos sociais da ADHP para o triénio 2016-2019

 

Direção

Presidente – Raul dos Santos Ribeiro Ferreira

Vice-presidente – Fernando Miguel Farropas Garrido

Secretária – Ana Cristina Soares Reis Afonso Beatriz de Almeida

Tesoureiro – Paulo Jorge Ferreira Cabaças Lopes

1º Vogal – José João Jordano Serrano

2º Vogal – António Manuel da Silva e Melo

3º Vogal – Marco Aleixo Pinto Moura da Silva

4º Vogal – Nuno José Rodrigues Rasteiro

 

Assembleia Geral

Presidente – José Portugal Catalão

1º Secretário – Henrique Pontes Lopes

2º Secretário – Sérgio Renato das Neves Simões

 

Conselho Fiscal

Presidente – Fernando Mateus Dias Carvalho

1º Secretário – Carlos Ferreira da Costa

2º Secretário – Maria da Luz Deslandes Pinto Basto