Domingo, Julho 21, 2019
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Web Summit

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De acordo com o inquérito realizado pela AHP – Associação da Hotelaria de Portugal, junto dos seus associados da Área Metropolitana e da Cidade de Lisboa, a Web Summit 2017, que se irá realizar de 6 a 9 de novembro, terá um impacto bastante positivo na performance das suas unidades hoteleiras.

“Por comparação com o inquérito realizado antes da Web Summit de 2016, para esta edição os nossos associados estão mais otimistas relativamente à taxa de ocupação do que em relação ao preço. Em 2016, o mesmo inquérito indicava que em Lisboa, nos dias do evento, a taxa de ocupação seria de 85%, mas verdadeiramente fechou nos 79%, no preço médio esperavam que fosse de 163 euros e foi de 130 euros. Para a edição de 2017, preveem que nos dias do evento o preço médio seja de 145 euros. De referir, também, que Portugal saiu, este ano, do TOP 4 dos mercados emissores para o evento”, constata Cristina Siza Vieira, presidente executiva da AHP.

Quando questionados sobre o impacto que a Web Summit 2017 terá face a 2016, 54% dos hoteleiros da Cidade de Lisboa indicaram que o preço médio por quarto ocupado (ARR) será superior e 33% dizem que a taxa de ocupação será melhor. 49% das unidades hoteleiras da Área Metropolitana de Lisboa dizem que o preço médio por quarto ocupado será superior e a taxa de ocupação será melhor para 28% dos hoteleiros.

Do total das reservas já efetivas na Cidade de Lisboa, 18% dizem que não sabem, 30% não têm reservas e 52% dos hoteleiros afirmam já ter reservas por parte de participantes na Web Summit. Na Área Metropolitana de Lisboa, 44% das unidades já têm reservas para a Web Summit, 27% não têm reservas e 29% não sabem se as reservas são de participantes no evento.

Os hotéis da Cidade de Lisboa esperam uma taxa de ocupação quarto de 88%, enquanto os da Área Metropolitana de Lisboa perspetivam uma taxa de ocupação de 83% e um preço médio de 133 euros.

França, Reino Unido, Alemanha e Espanha são os principais mercados das reservas efetuadas para as datas do evento, quando em 2016, os mercados eram França, Reino Unido, Portugal e Espanha.

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A VINCI Airports acaba de anunciar o lançamento de um desafio de inovação dedicado a start-ups que ofereçam um serviço ou uma solução que contribua para recuperar o encanto da experiência dos passageiros no aeroporto, numa altura em que se prepara para receber milhares de passageiros que vão participar no Web Summit, entre 6 e 9 de novembro, em Lisboa.

Receção e orientação profissionais, processo de check-in fácil, acesso Wi-Fi simplificado para assegurar uma experiência sem quebras aos milhares de geeks vindos do mundo inteiro… Todas as capacidades da VINCI Airports serão postas em prática para que este evento seja um sucesso.

Os vencedores do concurso lançado agora pela VINCI Airports serão acelerados, ou seja, terão a oportunidade de receber apoio dos mentores e especialistas do grupo e a possibilidade de experimentar os serviços ou produtos inovadores que propõem sob condições reais num dos 35 aeroportos da rede. Os vencedores receberão uma dotação de 5000 € para dar um impulso ao seu projeto.

Para Nicolas Notebaert, CEO da VINCI Concessions e presidente da VINCI Airports, “uma visita ao aeroporto deverá significar mais do que apanhar um avião. Deverá significar uma experiência o mais interligada possível, num ambiente integrado, agradável e descontraído. Este desafio é um sinal claro da forma como estamos a digitalizar os nossos aeroportos e ilustra a prioridade que damos a fazer da inovação uma componente da nossa proposta de valor.”

Mais informações e candidaturas poderão ser consultadas em www.vinci-airports.com/innovation-challenge/.

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De acordo com os dados da Global Blue, empresa de gestão de operações Tax Free, o Turismo de Compras na cidade de Lisboa aumentou mais de 50% durante a Web Summit.

Para este aumento contribuíram nacionalidades que habitualmente não fazem parte do Top 5 das que mais compram em Lisboa. Por exemplo, das 163 nacionalidades que o evento trouxe a Lisboa, foi dos Canadianos que veio um maior aumento. Mais 131% em compras, face ao período homólogo. De resto, entre os habitues, coube aos brasileiros, o maior aumento em compras: mais 160%.

No que diz respeito a compras em valor, o destaque vai para os turistas japoneses que subiram para um impressionante quinto lugar, atrás dos angolanos, brasileiros, chineses e americanos, respetivamente.

Mas é ao nível do valor da compra média, que os dados apurados pela Global Blue revelam o impacto surpreendente da Web Summit. Assim, coube aos australianos a compra média mais elevada, no valor de €1.822, seguidos pelos são-tomenses, chineses de Hong Kong e mexicanos, com uma compra média de €1.483, €1.482 e €1.403, respetivamente. Os turistas chineses ocuparam a quinta posição com uma compra média de €1.024.

Renato Lira Leite, Managing Director Global Blue, salienta que «a Web Summit também impactou positivamente a cidade de Lisboa, através do turismo de compras, nomeadamente porque trouxe compradores de países que habitualmente não têm Lisboa como destino das suas compras. Isto significa que existem mercados com elevado potencial para Portugal ao nível do Turismo de Compras e que, em conjunto, devemos explorar de forma mais estruturada.»

Amoreiras foi centro comercial com mais compras

Ainda segundo os dados da Global Blue, coube ao Amoreiras Shopping Centre o maior crescimento em compras (mais 121%) durante a Web Summit, também quando comprado com o período homólogo. Às Amoreiras seguiu-se a Avenida da Liberdade, com mais 56%, a baixa e o Aeroporto, ambos com mais 52% de compras. O Centro Comercial Colombo apresentou uma subida de mais 45% e, por último, o Centro Comercial Vasco da Gama viu as compras aumentarem 35%.

De salientar que a Global Blue foi o único operador Tax Free a fazer uma campanha durante o Web Summit, com promotoras e animadores na zona do evento que, além de prestarem informação sobre as vantagens associadas às compras Tax Free, fizeram a distribuição de flyers temáticos nos hotéis na cidade de lisboa.

A Global Blue criou também um QR Code que permitia aos turistas usarem o seu telemóvel para conhecerem a oferta da cidade ao nível de turismo de compras.

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“O país precisa de mais eventos como o Web Summit para reduzir a época baixa”, a afirmação é de Raul Martins, presidente da Associação de Hotelaria de Portugal (AHP), numa conversa com os jornalistas, à margem do 28º Congresso da associação, a decorrer em Ponta Delgada, nos Açores.
Nos dias do evento a taxa de ocupação hoteleira da região de Lisboa passou dos habituais 60%, que nos últimos anos se tem registado no mês de novembro, para mais de 90%, o que é “considerável” para o também hoteleiro e proprietário dos hotéis do Grupo Altis.
Raul Martins considera ainda muito importante o crescimento do PIB nacional em 1,6% durante o terceiro trimestre deste ano, entre julho e setembro. E enaltece: “este crescimento foi fortemente impulsionado pela atividade turística, não só pelo aumento da procura, mas também pelo crescimento de regiões com menor procura, como é o caso do Porto que viu os seus preços a aumentarem 30%”.

*A Viajar Magazine nos Açores a convite da AHP

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A airbnb estima que os anfitriões lisboetas que anunciam na plataforma vão receber cerca de 15.000 hóspedes durante o Web Summit, entre os dias 7 e 13 de novembro. No total, os lisboetas que partilham o seu espaço na airbnb vão obter um rendimento extra superior a 2,8 milhões de euros nesse período.

Os dados da airbnb revelam que os mercados de origem da maioria dos hóspedes são a França (2800), Reino Unido (1800), Alemanha (1500), E.U.A. (1400), Holanda (870) e Brasil (860). A maioria destes viajantes utilizam o programa para viagens de negócios da airbnb, que torna mais fácil para as empresas utilizarem a plataforma para as suas necessidades de viagens, e que já foi utilizado por mais de 50.000 empresas, pelo mundo inteiro.

A Web Summit é uma das maiores conferências de tecnologia do Mundo e espera-se que a capital portuguesa receba cerca de 50.000 participantes, Lisboa está a tornar-se num dos principais centros mundiais de inovação e para startups. Patrick Robinson, Diretor de Relações Públicas da Airbnb para a região da Europa, Médio Oriente e África (EMEA), será um dos oradores, no dia 8 de novembro, num painel que vai abordar a real economia de partilha.

A airbnb tem uma história de sucesso a ajudar as comunidades a receberem estes grandes eventos, através da disponibilização de alojamento alternativo. Quando os alojamentos tradicionais esgotam, os anfitriões na airbnb abrem as suas casas para ajudar a acomodar todos os visitantes, fornecendo-lhes experiências locais e únicas. Durante o Mobile World Congress, deste ano, praticamente 30.000 hóspedes, de mais de 120 países, ficaram com anfitriões em Barcelona, reservando alojamento através da plataforma airbnb.

Os anfitriões na airbnb são residentes locais que ocasionalmente partilham as suas próprias casas e utilizam esse rendimento extra para suportar as suas despesas. Também gera uma nova atividade económica e democratiza os benefícios para famílias de classe média e para o comércio local, principalmente nos bairros próximos ao local do evento. O último estudo do impacto económico da airbnb, em Lisboa, mostra que 70% dos hóspedes ficam alojados fora dos bairros mais históricos e, em média, gastam 38% do seu dinheiro no comércio local das zonas onde ficam hospedados, distribuindo hóspedes e benefícios por toda a cidade.

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A TAP vai ser a primeira operadora do avião A330neo da Airbus equipado com a nova versão de cabina Airspace e vai apresentá-lo no seu stand de exposição na Web Summit, a conferência mundial de empreendedorismo e inovação que decorre em Lisboa, de 7 a 10 de novembro. Durante este evento, vai ser possível ver como serão os interiores da cabina dos futuros aviões, naquela que será uma estreia na demonstração da nova cabina ao grande público não ligado à aviação. Os visitantes do expositor da TAP na Web Summit poderão assim ver o novo e inovador design da cabina do avião, experimentar as suas confortáveis cadeiras de Executiva e ainda realizar uma viagem virtual pela aeronave.

Recorde-se que em Abril deste ano a TAP encomendou à Airbus 14 aeronaves A330-900neo, tornando-se na primeira companhia aérea a operar o novo avião A330neo com versão de cabina Airspace. Os Clientes da companhia vão ser os primeiros a usufruir de uma nova experiência de viagem, em que se destacam o conforto, o ambiente, o design e o serviço. Associando modernidade e novas tecnologias, o novo avião apresenta ainda características imbatíveis em eficiência, versatilidade e fiabilidade.

Com o foco da sua atividade na melhoria do serviço ao Cliente, a nova TAP prossegue a contínua avaliação de iniciativas capazes de contribuir para uma Empresa cada vez mais moderna e competitiva, atenta às necessidades dos seus Clientes e fortemente comprometida em servir Portugal e os mercados onde se encontra.

De entre as personalidades internacionais convidadas para intervir na Web Summit estará David Neeleman. A apresentação do acionista da TAP terá lugar no último dia do certame, dia 10 de novembro, às 10h, no Pavilhão 3, no palco do sector de Marketing.

Conhecido orador em conferências em que a temática é a aviação, David Neeleman é amplamente reconhecido neste sector de atividade, tanto por ter fundado várias companhias de aviação de sucesso, como pela sua faceta de empreendedor e ter sido pioneiro quer na implementação do primeiro sistema de bilhetes eletrónicos da Indústria, mas também pela criação de um sistema de reservas com call center localizado nas próprias residências dos agentes de atendimento.

Pela importância da Web Summit para Portugal, a TAP associou-se à sua realização na qualidade de Sponsor, oferecendo ainda a sua ampla  Rede de destinos aos milhares de visitantes que virão a Portugal neste período. Também a UP, revista de bordo da TAP, se associou a esta realização dedicando a sua edição de outubro à Web Summit, promovendo em especial Portugal e as suas apostas na inovação e no empreendedorismo.

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De acordo com o inquérito realizado junto dos seus associados pela AHP – Associação da Hotelaria de Portugal, a Web Summit, que irá realizar-se entre os dias 8 e 10 de novembro, terá um impacto muito positivo nas unidades hoteleiras de Lisboa e Área Metropolitana de Lisboa.

“O inquérito da AHP revela que tanto a taxa de ocupação como o preço médio por quarto serão francamente superiores aos de 2015 no mesmo período e que mais de metade das reservas efetuadas é de participantes na conferência. Isto significa que houve uma mudança face aos resultados do último inquérito, realizado em junho, que tinha revelado que a Web Summit era, ainda, uma incógnita para a hotelaria. Relembro que nesse inquérito cerca de 40% dos hoteleiros tinha revelado que não tinha reservas para o período do evento”, indica Cristina Siza Vieira, presidente executiva da AHP, concluindo que “finalmente, a Web Summit chegou aos hotéis”.

Do total dos inquiridos das unidades de Lisboa, 71% responderam que irão ter uma taxa de ocupação melhor do que em 2015 e 92% responderam que o preço médio também será melhor. Do total da Área Metropolitana de Lisboa, 81% considera que a Web Summit terá um impacto positivo no preço médio por quarto ocupado e 64% na taxa de ocupação.

Do total das reservas já efetivas, os hoteleiros indicam que mais de metade (57%) são participantes na Web Summit.

Os hotéis da cidade de Lisboa esperam uma taxa de ocupação quarto de 85% e um preço médio de 163 euros, enquanto os da Área Metropolitana de Lisboa esperam uma taxa de ocupação de 78% e um preço médio de 150 euros.

França, Reino Unido, Portugal e Espanha são os principais mercados das reservas efetuadas para as datas do evento.

Um dado também interessante é que quando questionados se têm acordo/ parceria com a organização da Web Summit, 80% dos hoteleiros responderam negativamente e 82% responderam que não têm reservas efetuadas pela organização.

O inquérito foi realizado entre 15 e 28 de setembro pelo Gabinete de Estudos e Estatísticas da AHP, como uma amostra de 49%.

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Otimista com o sucesso daquela que será a maior convenção que Lisboa algumas vez rececionou, Vítor Costa vê na Web Summit uma forma da capital portuguesa ficar na boca do mundo, principalmente através das redes sociais. Além disso, o responsável acredita que “o impacto da Web Summit vai muito mais longe do que o turismo, posicionando Lisboa como cidade muito relevante a nível do empreendedorismo, da criatividade e da atratividade”. A viajar esteve à conversa com Vítor Costa que desvendou um pouco de como tudo começou e quais são as expetativas agora e daqui a cinco anos.

Como surgiu a candidatura de Lisboa à receção do Web Summit?
Recebemos um contato no nosso Lisboa Convention Bureau perguntando se estaríamos interessados em candidatar Lisboa a receber um grande evento internacional. Como sempre, manifestámos interesse e fizemos contatos com o Turismo de Portugal e com a Câmara Municipal de Lisboa. Rapidamente se percebeu que estávamos perante uma situação excecional, em que o envolvimento das várias entidades nacionais tinha que ser mais profundo.
A partir daí houve um fortíssimo empenhamento do presidente da CML, Dr. Fernando Medina, e do ministro e secretário de Estado de então, Dr. Paulo Portas e Dr. Leonardo Mathias.

O que considera que fez Lisboa sair a grande vencedora?
Penso que ganhámos principalmente por três razões: pela força e prestígio da marca Lisboa;  pela necessidade que a organização da Web Summit tinha de crescer; e pela perfeita coordenação e empenhamento de todas as entidades envolvidas.
De facto, Lisboa tem atualmente um enorme prestígio, fruto do percurso que tem feito a nível do Turismo e do sucesso na organização de grandes eventos ao longo dos anos. Toda a gente quer vir para Lisboa e toda a gente confia que as coisas vão correr bem em Lisboa.
Creio que a organização da Web Summit, que é um evento que tem crescido de forma muito rápida e exponencial, queria renovar-se, “dando o salto” para um destino mais atrativo, sem ofensa em relação a Dublin, que é uma cidade muito interessante. Por isso, Lisboa, Paris e Amesterdão foram consideradas como alternativas.
Ganhámos vantagem na short list final porque demonstrámos empenhamento, coordenação e capacidade de resposta, sem qualquer contradição entre as diversas entidades, mesmo num quadro em que os atores políticos tinham orientações diferentes.

Qual tem sido o papel do Turismo de Lisboa após terem conseguido a captação do evento?
O papel do Turismo de Lisboa foi essencialmente na fase de captação do evento e, posteriormente, integrando o grupo de trabalho que foi criado. Para além do cofinanciamento do evento, o nosso papel tem sido sobretudo o de interface com outras entidades e com os nossos associados.
Investimos também na nossa representação no grupo de trabalho, destacando a nossa Diretora Executiva, cuja experiência, bom senso e conhecimento tem sido importante.

Hotelaria não se deverá preocupar

Como é sabido, o presidente da Web Summit, Paddy Cosgrave, demonstrou o seu interesse que grande parte dos 50 mil participantes fique hospedada nos bairros históricos de Lisboa, em unidades de alojamento local, em casa de amigos ou em Couchsurfing. Acha que os hoteleiros de Lisboa terão razões para estarem preocupados?
Acho que os hoteleiros de Lisboa não têm razões para se preocuparem com as taxas de ocupação.
No início do processo reunimos com os hoteleiros e alertámos para a necessidade de todos termos consciência de que o evento está contratado para três anos, podendo ser prolongado por mais dois. Aliás, a realização em 2017 e 2018 poderia ser cancelada em determinadas circunstâncias. Por isso, há que ter uma visão estratégica e não meramente conjuntural. Todos compreenderam esta mensagem.
Por outro lado, sempre sublinhámos que os nossos hoteleiros e outros prestadores de serviços são profissionais e experientes, respeitadores das regras de mercado, esperando reciprocidade. Um processo desta complexidade tem sempre uma ou outra situação, mas creio que tudo se ajusta.

Leia o artigo completo na edição de outubro (nº 354) da VIAJAR MAGAZINE – Disponível online

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Por todo o mundo, e nos últimos anos, tem-se assistido a um assinalável crescimento da comunidade startup. Este poderá ser o resultado de uma cultura de estímulo ao empreendedorismo e ao arrojo, sustentada em conceitos como a inovação e no “pensar fora da caixa”. Sendo certo o fenómeno da globalização e a rapidez da evolução da tecnologia, é importante “pensar diferente”, “fugir à normalidade”, oferecer “soluções novas”, “diferenciadoras”. E esta é uma cultura que deve ser fomentada desde muito cedo, nas famílias, nas escolas e na sociedade em geral. Só assim será possível preparar as novas gerações para este que é o maior desafio que se lhes coloca: como se poderão afirmar, consolidar e ter sucesso num mercado com estas características, de enorme competitividade, e de rápidas e permanentes mudanças.

De acordo com dados da Informa D&B (empresa que, em Portugal e Espanha, é especialista de informação e conhecimento sobre o tecido empresarial), surgiram em Portugal, em cerca de 12 meses (março 2015 a fevereiro 2016), 37.999 startups, cerca de mais 3,3% do que no ano anterior. É importante destacar que cerca de 2,5% das mesmas são de caráter tecnológico. O setor dos serviços é o que mais se destaca no que respeita ao número de startups criadas, no entanto, setores como agricultura, pesca e caça aumentaram em 40% comparando com período homólogo.

Ainda que, compreensivelmente, atrás de distritos como Lisboa e Porto, o distrito de Aveiro – com uma Universidade que ocupa um lugar de destaque no ranking mundial das universidades com melhor prestação em termos de produção científica e tecnológica –, concentra 27 mil empresas e outras organizações, representando cerca de 6,2% em termos nacionais, à frente de Setúbal (5,8%), Leiria e Faro (ambas com 4,7%).

É com satisfação que verificamos que no Centro de Portugal esta tendência de crescimento também se verifica, realidade a que procuramos estar atentos e estimular, em particular, as “jovens” empresas e empresários, do setor do turismo.

Leia o artigo completo na edição de outubro (nº 354) da VIAJAR MAGAZINE – Disponível online