Vila Galé Sintra abre em 2018 com aposta no Turismo Médico

Vila Galé Sintra abre em 2018 com aposta no Turismo Médico

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O Vila Galé Sintra Resort Hotel, Conference & Revival Spa vai abrir portas, segundo o previsto, a 25 de abril de 2018 e será uma unidade virada para o Turismo Médico, novidade no panorama da hotelaria portuguesa.

Tendo como lema a vida saudável, o empreendimento será ainda uma hotel virado para a família, contando com diversas valências dedicadas aos mais novos, incluindo uma piscina com escorregas ou locais para pais e filhos poderem divertir-se, praticar desporto e dançarem juntos.

Este projeto marca ainda “o regresso da Vila Galé ao mercado imobiliário”, segundo avançou à imprensa Jorge Rebelo de Almeida, presidente do Conselho de Administração do Grupo. Num investimento a rondar os 25 milhões de euros, além do hotel de quatro estrelas, com 77 quartos, o empreendimento vai contar com 44 apartamentos T0, 15 T1, 36 T2 e 12 T3. Os apartamentos de tipologia T2 e T3 serão para venda a privados, com o preço de 2.500 euros por metro quadrado. Como um “padrão muito elevado” as unidades que estarão para venda têm como objetivo captar, além do mercado português, também o brasileiro e russo. Os proprietários dos apartamentos poderão vir a utilizar as facilidades do hotel com um desconto de 10% e caso queiram poderão arrendar as suas casas dando a gestão da mesma ao hotel, sem que para isso haja obrigatoriedade de rendimentos mínimos.

Localizado numa área de 77.600 metros quadrados na Várzea de Sintra, com vista para o Palácio da Pena, o empreendimento contará com dois Spas: o já habitual nos hotéis Vila Galé da marca Satsanga, dedicado ao bem-estar e aos tratamentos de estética; e a novidade será o Revival Spa, com programas de saúde de diversas áreas e acompanhamento médico especializado. Após um check-up médico integral, onde até poderão ser colhidas análises clínicas para um diagnóstico mais correto, os hóspedes poderão submeter-se a diversos tipos de tratamentos (antisstress, antiaging, antitabagismo, fisioterapia, osteopatia, tratamentos capilares, estética dental e implantologia, detox e workshops de culinária).

O Vila Galé Sintra deverá associar-se a um grupo de saúde neste projeto, embora o responsável tenha optado por ainda não revelar o nome do escolhido.

Como complemento à vida saudável preconizada por Jorge Rebelo de Almeida no Vila Galé Sintra, a unidade terá dois restaurantes que irão ao encontro de uma alimentação de baixo teor calórico. “Não se trata só de elegância, de estética e de beleza, trata-se de aprender a comer para melhorar a saúde com a alimentação”, explicou o responsável, adiantando que o restaurante Versátil apresentará um buffet de alimentação saudável adaptado às necessidades de cada um, ao passo que o restaurante Inevitável, já habitual nos hotéis Vila Galé, terá um conceito “gourmet light”.

O Vila Galé Sintra irá ainda dispor de bar, infinity pool, 2 piscinas exteriores, piscina infantil, ginásio, área fitness, salão de jogos, centro de atividades, club infantil, biblioteca, salão de 430 metros quadrados para eventos e conferências, e três salas de reunião de 75 metros quadrados cada.

Este será “um hotel familiar em que pais e filhos vão dançar juntos, fazer ginástica juntos, brincar juntos e vão comer juntos de uma forma mais saudável”, enalteceu Jorge Rebelo de Almeida.

Ainda sem tema concreto pensado para o hotel, o presidente do Conselho de Administração deixou no ar que os “mitos e lendas de Sintra romântica” lhe “agradam bastante”.

Quanto a mercados, Jorge Rebelo de Almeida acredita que o português deverá ser o principal, até porque como afirma: “qualquer projeto que nós fazemos em Portugal, antes de mais nada, é para portugueses”. Por outro lado, “este hotel vai ser difícil de divulgar porque é diferente, mas acredito que até nos mercados alemão, inglês e holandês vai ter êxito”, disse, deixando ainda que após o português os mercados que mais interesse poderão demonstrar pelo conceito do hotel, e por estar inserido em Sintra, serão o brasileiro e inglês.

Jorge Rebelo de Almeida não põe de lado a hipótese de poder alargar este conceito a outras unidades do grupo, até mesmo no Brasil.

 

 

 

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