Tags Post com a tag "Açores"

Açores

0

No decorrer dos últimos meses, a Estratégia para o Turismo 2027, em construção, esteve em debate. Os Laboratórios Estratégicos de Turismo (LET) foram parte integrante desse processo, que culmina, no dia 4 de janeiro de 2017, com o LET nos Açores, em Ponta Delgada. O evento que tem como organizadores o Turismo de Portugal em parceria com a Secretaria Regional da Energia, Ambiente e Turismo dos Açores vai discutir publicamente, a Estratégia para o Turismo 2027 (ET 27), no Auditório da Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Ponta Delgada.

Os Laboratórios Estratégicos de Turismo são espaços de discussão pública que promovem a partilha de conhecimento, identificação de áreas críticas e o desenho de soluções, e que resultam na delimitação de prioridades estratégicas através de contributos para a ET 27, considerando as especificidades e debatendo as tendências e desafios de âmbito regional, nacional e internacional.

Luís Araújo, presidente do Turismo de Portugal faz um balanço extremamente positivo destas iniciativas revelando que “a Estratégia para o Turismo 2027 foi, sobretudo, mecanismo gerador de sinergias por forma a potenciar o efeito catalisador do Turismo. Foi, por isso, importante ouvir, debater e alinhar com todos os agentes do setor as diversas atividades com as quais é necessário trabalhar em conjunto, colaborar de forma sistemática e natural. A responsabilidade é de todos nós. A nossa ambição é que o turismo e a economia nacional beneficiem desta que é uma das atividades mais geradoras de riqueza e emprego em Portugal ”.

Aquando da apresentação da ET27, em maio, os LET foram organizados nas 7 regiões turísticas, além de três LET temáticos, onde se abordaram assuntos como o “Conhecimento, Emprego e Formação“, “Competitividade e Inovação no Turismo” e “Tendências e Agenda Internacional“. Com o objetivo de construir um referencial estratégico para o Turismo em Portugal na próxima década.

O documento final com os contributos dos vários players deverá ser apresentado no primeiro trimestre de 2017.

0

60 mil empregos diretos e outros 160 mil indiretos é hoje o contributo da hotelaria portuguesa no mercado de emprego nacional. Além disso, o investimento direto dos hoteleiros já ultrapassa os 16 mil milhões de euros em ativos imobiliários. Se as projeções se mantiverem e o ritmo de crescimento também, o Turismo irá criar, até 2026, mais de um milhão de empregos no nosso país, segundo dados do Conselho Mundial de Viagens e Turismo.
Raul Martins, presidente da Associação da Hotelaria de Portugal (AHP), alerta que “para aqueles que julgam que o turismo não deve ser fator determinante para o nosso desenvolvimento, quero lembrar que, de acordo com o Conselho Mundial de Viagens e Turismo, a contribuição do Turismo português para a PIB, para o emprego e para o investimento é ainda inferior à média europeia”.
O dirigente associativo, que falava, esta quinta-feira, na sessão de abertura do 28° Congresso Nacional da Hotelaria e Turismo, que termina hoje em Ponta Delgada, nos Açores, tendo como base os números revelados na semana passa pelo INE, que afirmam que o crescimento do PIB foi de 1,6% no primeiro trimestre deste ano, considera que este incremento foi “especialmente impulsionado pela atividade turística na época alta”, tendo a subida da taxa de ocupação e do preço médio sido as grandes responsáveis para este feito. “Esta situação permite-nos reafirmar que o Turismo pode ser considerado o motor da economia nacional”, opinou.
Raul Martins revelou que “o crescimento previsto para os próximos anos permitirá criar um milhão de empregos em Portugal até 2026, segundo a mesma fonte”.
Por outro lado, Raul Martins deixou presente que, apenas nos primeiros nove meses deste ano, o crescimento do emprego na hotelaria chegou aos 23%, quando comparando com o período homologo de 2015, e é responsável por um total de 21% dos empregos que o Turismo geram em Portugal.

*A Viajar Magazine nos Açores a convite de AHP

Artigos Relacionados:

AHP prepara-se para lançar plataforma de reservas hoteleiras nacional

Raul Martins: “O país precisa de mais eventos como o Web Summit”

Hotéis não aderem à lei que permite dispensa de estrelas

Neeleman recorda urgência do Montijo até para estacionamento de aeronaves

Marcelo diz que é preciso assegurar que não estamos perante um epifenómeno

0

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, afirma que “2016 é um ano histórico para o Turismo português”. Numa mensagem escrita enviada ao 28° Congresso da Associação da Hotelaria de Portugal (AHP), lida aos hoteleiros presentes pela presidente executiva da AHP, Cristina Siza Vieira, o chefe de Estado avança, em forma de apelo, que “os números que conhecemos são francamente positivos, mas o mais importante é assegurar que não se trata de um epifenómeno, fortalecendo as bases para um crescimento a ritmo forte e sustentado em todo o território nacional e em todas as épocas do ano”.
Segundo o Presidente o sucesso continuo do turismo em Portugal sobretudo por cinco factores de diferenciação, “na qualidade, na formação, na inovação, na promoção do património natural e cultural”.
Para Marcelo Rebelo de Sousa “o desafio da subida na cadeia de valor e da reinvenção deste setor passa por funcionarmos melhor em rede, em sinergia com outros setores da economia e sociedade e com uma visão estratégica para o turismo e para a cultura, não só devido ao peso crescente do turismo no Produto Interno Bruto e nas exportações, mas também pelo efeito na autoestima do povo e no maior orgulho nos produtos e serviços feitos em Portugal”.
Na sua opinião e tendo em conta a fase positiva que o Turismo atravessa, o responsável considera que o setor deverá estar “confiante no futuro” e sentir “uma responsabilidade acrescida para que o aumento da receita se traduza em melhoria contínua na gestão, na formação e ainda melhor serviço”.
Referindo-se ao arquipélago anfitrião do Congresso Nacional da Hotelaria e Turismo, Marcelo Rebelo de Sousa disse que “os Açores são um exemplo do potencial do turismo de Natureza” pela inolvidável “beleza paradisíaca das suas ilhas”, sem deixar de enaltecer ainda que as “outras regiões de turismo do país possuem, todas, enorme potencial que está a ser aproveitado”, o que faz valorizar “os atributos que são reconhecidos internacionalmente na arte de bem receber”.
Pegando no tema do congresso, dedicado a ‘Portugal, Vocação Atlântica’, o Presidente da República enalteceu que este é “seguramente, bem apropriado à região, uma vez que o arquipélago dos Açores é hoje um destino de eleição, descoberto por cada vez mais turistas nacionais e estrangeiros, pela beleza natural e por todos os atributos da região e das suas gentes”. Por outro lado, refere ainda que “Portugal com a zona económica exclusiva e a plataforma continental que chega aos Açores e à Madeira, não deixou nunca de ter, de facto, uma vocação atlântica: europeia, africana, americana, com portugueses espalhados por vários continentes e tantos países que acolhem que acolhem o nosso povo”.

* A Viajar Magazine nos Açores a convite da AHP

Artigos Relacionados:

Raul Martins: “O país precisa de mais eventos como o Web Summit”

AHP prepara-se para lançar plataforma de reservas hoteleiras nacional

Hotéis não aderem à lei que permite dispensa de estrelas

Neeleman recorda urgência do Montijo até para estacionamento de aeronaves

 

0

David Neeleman, acionista da TAP, volta a afirmar que a base aérea do Montijo que, ao que tudo indica, irá receber o segundo aeroporto da região de Lisboa, deverá começar a ser utilizada com espaço temporário de estacionamento de aeronaves que estão a retirar espaço útil ao Aeroporto Humberto Delgado.
O responsável adiantou aos jornalistas, à margem do 28° Congresso da AHP, que está a decorrer, em Ponta Delgada, nos Açores, que esteve reunido, há cerca de três semanas, com o ministro do Planeamento e das Infraestruturas, Pedro Marques, e que este se mostrou disponível e interessado em resolver a questão definitiva do posicionamento do novo aeroporto ainda até ao final deste ano.
David Neeleman considera fundamental que o novo aeroporto esteja operacional e a funcionar a cem por cento até ao verão de 2018. Para o especialista do ramo da aviação, só com o novo aeroporto a TAP tem possibilidade de crescer, até porque a transportadora “já pediu autorização para colocar mais oito aeronaves a funcionarem em Lisboa, mas não há espaço para isso”.
Neste sentido a TAP tem vindo a a fazer “muita pressão” para que “a Força Aérea, o Governo e a ANA se sentem à mesa e resolvam tudo isto”.
“Dizem que é preciso um novo sistema de controle de tráfego aéreo na NAV, que custa 15 milhões de euros. Mas nós já gastámos muito mais dinheiro do que isso com atrasos e outras questões”, enalteceu Neeleman, adiantando ainda que “os custos da TAP aumentaram 20 vezes por causa da questão do aeroporto e quanto mais o aeroporto de Lisboa cresce, mais os nossos custos aumentam e isto não pode continuar”.
Quanto à utilização do Montijo para o estacionamento de aeronaves, David Neeleman referia-se, em particular, à euroAtlantic. “Tem muitas aeronaves lá [aeroporto de Lisboa] estacionadas. Se quer estacionar mais do que um dia tem que talvez mudar para o Montijo. Não se pode usar espaço que está sendo usado pelas empresas que estão a trazer pessoas para Portugal. Ninguém quer isso. Devem-se mudar as aeronaves que não estão a ser usadas e deixar-se o aeroporto para quem o está a usar para trazer pessoas”, evidenciou.
Já perante a plateia do congresso, o acionista da TAP relembrou que mais de 80% dos turistas que chegam a Portugal vêm de avião e não se pode continuar a abrir hotéis com um aeroporto fechado, tendo até brincado com os hoteleiros presentes que se a situação continuar “estão fritos”, o que motivou uma enorme reação da plateia ao aplaudi-lo efusivamente.
Questionado sobre a possibilidade das companhias low cost se poderem vir a recusar ir para o Montijo, sobretudo nas rotas em que a TAP é concorrente direta, começou por brincar: “Se eles não querem ir vamos nós”. Para David Neeleman as empresas de aviação se quiserem continuar a crescer em Portugal “vão ter que ir para lá”. Na sua opinião, “a Ryanair não tem problemas com um aeroporto secundário. Não sei da easyJet, mas a Ryanair vai”, evidenciado que o Montijo é “um local bom” por estar “perto de Lisboa”.

* A Viajar nos Açores a convite de AHP

Artigos Relacionados:

AHP prepara-se para lançar plataforma de reservas hoteleiras nacional

Raul Martins: “O país precisa de mais eventos como o Web Summit”

Hotéis não aderem à lei que permite dispensa de estrelas

Marcelo diz que é preciso assegurar que não estamos perante um epifenómeno

0

Os hotéis portugueses não aderiram à portaria que entrou em vigor em setembro do ano passado, que lhes permite prescindirem da classificação hoteleira por estrelas. “Não houve um único pedido de dispensa de estrelas a entrar no Turismo de Portugal”, revelou Cristina Siza Vieira, presidente-executiva da AHP, num encontro com jornalistas, à margem da 28° Congresso da associação, que está a decorrer em Ponta Delgada, nos Açores.
Segundo a responsável este novo regime vem apenas “prejudicar o consumidor” e é “totalmente inconsequente”.
A AHP afirma estar esperançosa de que o Governo cumpra com a promessa que fez de mudar a lei, até porque com este regime levou a que, segundo Raul Martins, presidente da AHP, houvessem outras unidades de alojamento, nomeadamente de Alojamento Local, que não têm categoria de hotel a usarem a designação da mesma forma, apesar de não cumprirem as regras para tal.
O ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral, prometeu em Abril deste ano que iria fazer alterações ao RJET, incluindo a eliminação dos hotéis sem estrelas, que foi imposta pelo antigo executivo PSD/CDS.

*A Viajar Magazine nos Açores a convite da AHP

Artigos Relacionados:

AHP prepare-se para lançar plataforma de reservas hoteleiras nacional

Raul Martins: ” O país precisa de mais eventos como o Web Summit”

Neeleman recorda urgência do Montijo até para estacionamento de aeronaves

Marcelo diz que é preciso assegurar que não estamos perante um epifenómeno

0

“O país precisa de mais eventos como o Web Summit para reduzir a época baixa”, a afirmação é de Raul Martins, presidente da Associação de Hotelaria de Portugal (AHP), numa conversa com os jornalistas, à margem do 28º Congresso da associação, a decorrer em Ponta Delgada, nos Açores.
Nos dias do evento a taxa de ocupação hoteleira da região de Lisboa passou dos habituais 60%, que nos últimos anos se tem registado no mês de novembro, para mais de 90%, o que é “considerável” para o também hoteleiro e proprietário dos hotéis do Grupo Altis.
Raul Martins considera ainda muito importante o crescimento do PIB nacional em 1,6% durante o terceiro trimestre deste ano, entre julho e setembro. E enaltece: “este crescimento foi fortemente impulsionado pela atividade turística, não só pelo aumento da procura, mas também pelo crescimento de regiões com menor procura, como é o caso do Porto que viu os seus preços a aumentarem 30%”.

*A Viajar Magazine nos Açores a convite da AHP

Artigos Relacionados:

AHP prepare-se para lançar plataforma de reservas hoteleiras nacional

Hotéis não aderem à lei que permite dispensa de estrelas

Neeleman recorda urgência do Montijo até para estacionamento de aeronaves

Marcelo diz que é preciso assegurar que não estamos perante um epifenómeno

0

A Associação da Hotelaria de Portugal (AHP) está a preparar-se para lançar, em 2017, uma plataforma de reservas hoteleiras nacional, ao estilo do Booking.com. O projeto será financiado em 70% por fundos comunitários, oriundos do Sistema de Incentivos às Ações Coletivas (SIAC) do Compete, embora o valor a si associado ainda não seja revelado..
Raul Martins, num encontro com a imprensa, à margem do 28º Congresso Nacional da Hotelaria e Turismo, que está a decorrer nas Portas do Mar, em Ponta Delgada, nos Açores, avançou que com este projeto a hotelaria portuguesa pretende “tomar nas suas mãos um pouco da distribuição e do seu futuro”.
Sem querer ainda adiantar grandes pormenores sobre a novas plataforma, Cristina Siza Vieira, presidente-executiva da AHP, afirma que esta plataforma vem ajudar na autoregulação do setor, além de uma integração mais efetivos no digital das empresas hoteleiras portuguesas. Raul Martins evidenciou ainda que “há muitos hotéis que ainda não têm um site” e com esta nova plataforma poderão encontrar uma solução para este caso, até porque nos dias de hoje “toda a informação tem que estar online”.
Embora tenham consciência que competir com as plataformas de reservas internacionais seja “muito difícil”, em em especial com o Booking.com, que Cristina Siza Vieira acredita deter entre 15 a 30% do mercado de reservas da hotelaria online portuguesa, a AHP pretende apresentar produtos diferentes e inovadores na sua plataforma, que ainda não tem nome definido. O objetivo passa por ter mais informação sobre os hotéis presentes, com detalhes sobre os serviços que as unidades têm para oferecer aos suas clientes. “Esta é uma central agregadora da oferta, que encaminha as reservas para os sites dos hotéis, ficando cada um dono do seu negócio”, explicou o presidente da AHP, adiantado ainda que “não é objetivo da associação entrar em concorrência direta com o Booking.com”, porque se assim fosse seria uma aposta talhada logo à partida, dado que “há em Portugal hotéis que dependem em 90% de reservas desta plataforma.

*A Viajar Magazine nos Açores a convite da AHP

Artigos Relacionados:

Raul Martins: ” O país precisa de mais eventos como o Web Summit”

Hotéis não aderem à lei que permite dispensa de estrelas

Neeleman recorda urgência do Montijo até para estacionamento de aeronaves

Marcelo diz que é preciso assegurar que não estamos perante um epifenómeno

0

A Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT), com o apoio do Governo Regional dos Açores, venceu a candidatura para a organização do congresso anual da Association of British Travel Agents (ABTA), em 2017, em Ponta Delgada, assegurando desta forma uma oportunidade única de promoção desta região e do País no mercado turístico britânico.
A decisão foi hoje anunciada em Abu Dhabi, cidade onde decorre o congresso deste ano da congénere britânica da APAVT, durante a última sessão plenária.
A candidatura, que foi originalmente apresentada pela APAVT em 2015, foi disputada com mais dois destinos europeus, tendo o projeto da associação portuguesa com o apoio do Turismo dos Açores logrado vencer a concorrência.
De 9 a 11 de outubro de 2017, Ponta Delgada vai assim ser o destino anfitrião da «The Travel Convention», designação pela qual é conhecido este evento anual que reúne mais de meio milhar de profissionais de turismo e que conta com as maiores empresas da distribuição turística do Reino Unido.
«O apoio do Governo Regional dos Açores, e em particular o empenho pessoal do Secretário Regional do Turismo e Transportes dos Açores, Vitor Fraga, foi absolutamente determinante para o sucesso desta candidatura, na qual temos vindo a trabalhar há vários meses», afirma o presidente da APAVT, Pedro Costa Ferreira.
«Tenho também de destacar o compromisso que a SATA assumiu desde a primeira hora com este projeto, bem como o apoio dos hoteleiros e agentes dos Açores envolvidos num desafio que é, afinal, de todos», referiu ainda.
Esta candidatura teve origem quando ainda se ultimavam os preparativos para o congresso da associação alemã de agências de viagens (DRV), que teve lugar em Lisboa no ano passado, outra iniciativa da APAVT no domínio da promoção externa de Portugal cujo sucesso foi amplamente reconhecido.

0

A Picos de Aventura é, a partir desta sexta-feira, uma das primeiras empresas de animação turística a obter o selo “Marca Açores”.

Para a empresa Picos de Aventura “é vital a associação e identificação com esta marca da região, a qual é sinónima de qualidade e diferenciação de produto ou serviço prestado a partir dos atributos mais distintivos dos Açores – a natureza, o elevado valor ambiental, a diversidade e exclusividade natural”.

É base neste prossuposto que a Picos de Aventura pretende “demonstrar uma garantia junto dos seus clientes e parceiros de que as principais actividades que presta – a observação de cetáceos e canyoning -, representam as melhores características das Ilhas dos Açores”.

0

Além dos oradores já anunciados, a AHP confirma a presença de António Vitorino como Keynote Speaker do painel de abertura do congresso e que irá introduzir o tema Posicionamento Geo-Estratégico de Portugal. O painel fica completo com as intervenções de Diogo Freitas do Amaral e de Bernardo Pires de Lima, moderadas por Nicolau Santos e António Perez Metelo.

António Vitorino, em antecipação ao congresso, comenta o tema do painel frisando que “a relação transatlântica é fundamental tanto para a Europa como para os Estados Unidos da América. Portugal está, pela sua história e pela sua geografia, no coração dessa relação e, nestes tempos de incerteza e de mudança, tanto no Reino Unido como nos Estados Unidos da América, é crucial afirmar a importância da livre circulação das pessoas, para as quais contribui, sem dúvida, o Turismo. Acho que é oportuníssimo que a Associação da Hotelaria de Portugal promova uma reflexão estratégica sobre o futuro da relação transatlântica e o papel que considero que continua a ser essencial que Portugal pode desempenhar nesse quadro.”

A arte do posicionamento: A importância do correto posicionamento dos hotéis e restaurantes no mercado, moderado por Rodrigo Machaz, Membro da Comissão Organizadora do Congresso e Diretor geral da Memmo Hotels, irá ter em “palco” Marta Pires, administradora do Grupo Bensaúde; Luís Veiga, CEO do Grupo Natura IMB e Albano Homem de Melo, sócio e administrador do H3.

Para o debate Novas tendências de consumo digital, estão confirmados Rita Alves Machado, diretora de Marketing do Tivoli Hotels, Paulo Duarte, diretor de Operações do Memmo Hotels, Paulo Monge, administrador de Vendas e Promoção do Sana Hotels, e Nicolas Roucos, diretor Geral do Inspira Santa Marta Hotel. A moderação ficará a cargo de Pedro Colaço, CEO da GuestCentric.

As inscrições para o Congresso podem ser realizadas até ao dia 6 de novembro mas quem se inscrever até ao dia 16 de outubro beneficiará de preços “Early bird”.