Quarta-feira, Dezembro 19, 2018
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AHETA

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“A importância económica, social e ambiental do sector do turismo, apesar de reconhecida em palavras ao mais alto nível continua a ser, convenientemente, ignorada e menorizada em todo o mundo, incluindo o nosso País. O turismo é um processo económico e social variado e complexo. O fomento dessa variedade implica integrar outras atividades económicas sustentáveis, atendendo ao cariz multidisciplinar do sector, traduzido no facto deste se relacionar e interligar com praticamente todos os aspetos da vida e da sociedade”, sublinha em comunicado a AHETA – Associação dos Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve.

A mesma entidade refere que neste contexto e para garantir o desenvolvimento de um turismo sustentável “é prioritário conciliar a economia do turismo com as exigências da sociedade, cultura e ambiente, respeitando integralmente o equilíbrio entre as três dimensões do desenvolvimento sustentável: a económica, a social e a ambiental, tal como é defendido pelas Nações Unidas. A proteção, recuperação e promoção do uso sustentável dos valores ecológicos, ambientais e patrimoniais, quer de ordem civilizacional, quer arquitetónica ou outra, são determinantes para assegurar o sucesso económico da atividade turística e, por essa via, o bem-estar e a vida saudável das populações residentes”.

Para a AHETA, as políticas de turismo devem facilitar “a atividade da iniciativa privada para, deste modo, maximizar a contribuição do turismo para as economias nacionais e regionais. Os empresários hoteleiros e turísticos reafirmam a sua disponibilidade para colaborar, ativamente, em iniciativas de progresso do desenvolvimento turístico e económico, visando aumentar a eficácia coerente das diferentes políticas para o desenvolvimento sustentável”.

Neste sentido, a AHETA reitera, mais uma vez, “o seu apelo para que os organismos responsáveis, nomeadamente o governo, assumam uma nova geração de políticas públicas potenciadoras do desenvolvimento social e do crescimento económico e turístico, enquanto estímulos de qualificação competitiva da nossa oferta turística. A importância do turismo do Algarve, embora amplamente reconhecida em palavras, ainda não encontrou, infelizmente, a necessária correspondência em atos concretos, sobretudo ao nível de apoios financeiros às empresas e investimentos públicos em infraestruturas e equipamentos que ainda não temos, indispensáveis e necessários para a consolidação e expansão do sector turístico e empresarial da região”.

 

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O mercado britânico registou a principal descida (-16,3%) no mês de agosto no Algarve, segundo dados provisórios da AHETA – Associação dos Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve. Uma descida atribuída à desvalorização da libra em 15% no último ano.

Por seu lado, o mercado nacional registou a maior subida (+10,0%), contrariando assim a tendência observada no último ano. Também o mercado alemão registou uma subida de +4,6%.

De realçar ainda as subidas registadas nos mercados com menor expressão, designadamente Polónia, França, Suécia, Bélgica, Dinamarca, Itália e todos os outros.

No que diz respeito à taxa de ocupação média/quarto, os mesmos dados da AHETA registam 93,9%, tendo-se situado ao nível do ano anterior.

Por zonas geográficas, as maiores subidas ocorreram nas zonas de Faro / Olhão (+4,1%) e Carvoeiro / Armação de Pêra (+2,3%). A maior descida verificou-se em Vilamoura / Quarteira / Quinta do Lago (‑3,1%), enquanto Albufeira, a principal zona turística do Algarve, registou uma subida de 1,7%.

Quanto ao volume de vendas aumentou 3,8 por cento durante o mês de agosto. Em termos acumulados, desde o início do ano, a taxa de ocupação quarto regista uma subida de 2,2% e o volume de negócios um crescimento acumulado de 9,1%.

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A AHETA – Associação dos Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve revela que no mês de julho, as unidades de alojamento da região apresentaram uma taxa de ocupação global média/quarto de 86,5%, tendo-se situado ao nível de 2016 (-1,0%). O grande destaque vai, no entanto, para a subida do mercado alemão, com mais 11,7%, uma situação que vem acontecendo desde o início da época turística.

Por seu lado, o mercado britânico registou uma descida de menos 12,6%, no seguimento do Brexit e consequente desvalorização da libra em 15% no último ano. As estatísticas oficiais do Reino Unido confirmam uma redução no número de britânicos a viajar para o exterior (-4,6% em maio), tendência que deverá acentuar-se no futuro próximo.

No que diz respeito a zonas geográficas, os dados da AHETA indicam que as maiores subidas se registaram em Portimão/Praia da Rocha (+1,3%) e Lagos/Sagres (+1,2%).

As principais descidas verificaram-se em Faro/Olhão (-12,9%) e Vilamoura/Quarteira/Quinta do Lago (-10,1%). Albufeira, a principal zona turística do Algarve, registou uma ocupação semelhante à do ano anterior (+0,8%).

Quanto ao volume de vendas aumentou 4,5 por cento durante o mês de julho.

Em termos acumulados, desde o início do ano, a taxa de ocupação quarto regista uma subida de 2,8% e o volume de negócios um crescimento acumulado de 8,6%.

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A taxa de ocupação global média/quarto no Algarve, durante o mês de março, foi 0,8pp inferior à registada no ano anterior (-1,4%), tendo atingido os 54,2 por cento.

Segundo dados da AHETA, os mercados que mais contrariaram a descida verificada foram o alemão (+1,6pp), e o francês (+0,7pp). As principais descidas foram dos portugueses (-2,2pp), espanhóis (-1,7pp) e holandeses (-1,2pp).

Por zonas geográficas as maiores subidas ocorreram em Tavira (+9,5pp) e Faro / Olhão (+3,4pp). As principais descidas verificaram-se em Vilamoura / Quarteira / Quinta do Lago (-9,1pp) e Albufeira (-3,3pp).

O volume de vendas diminuiu 1,3 por cento durante o mês.

Em termos acumulados, desde o início do ano, a taxa de ocupação quarto regista uma subida de 4,4%.

O facto de a Páscoa ter sido, em 2016, no mês de março, contribuiu, de acordo com a associação, para a diminuição das variações homólogas.

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A AHETA considera que “persistir no aumento de impostos para resolver os problemas estruturais da economia portuguesa, sem uma alteração profunda das políticas e estratégias que vêm sendo seguidas, não contribui para o relançamento económico do País e, muito menos, para a imperiosa necessidade de atrair mais investimento estrangeiro (IDE), cujo exemplo mais recente é esta pseudo Taxa Adicional de IMI”.

Referindo-se à “pseudo taxa adicional do IMI”, a associação avançou, esta segunda-feira, em comunicado, que “após a aprovação da malfadada ‘Taxa Solar’ e, quando nada o fazia prever, surge no horizonte um novo imposto sobre o património imobiliário, acentuando ainda mais a instabilidade fiscal que, infelizmente, vem caracterizando o nosso País nos últimos anos”.
Considerando que numa altura em que “o Turismo Residencial é um dos poucos setores onde o investimento está a crescer, designadamente o investimento estrangeiro”, uma medida desta natureza vem “causar uma enorme apreensão nos agentes económicos, atendendo ao impacto negativo da mesma junto de potenciais investidores nacionais e internacionais”.
Apesar de ainda não serem conhecidos os contornos da medida, a AHETA afirma que “não subsistem dúvidas quanto a um novo agravamento fiscal sobre o património imobiliário, cuja consequência mais direta é a retração no investimento, com especial destaque para o investimento estrangeiro”.
Desta forma, a entidade adianta que “a falta de entendimento sobre a substância da atividade turística e da sua importância, presente e futura, para a economia portuguesa por parte dos mais altos responsáveis da governação, designadamente no que se refere à capacidade do turismo para gerar bens transacionáveis, estão na origem desta e outras medidas que ferem a competitividade do nosso turismo em particular e da nossa economia em geral”.

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A taxa de ocupação global média/quarto no mês de agosto no Algarve situou-se ao mesmo nível de 2015, ou seja, 93,1 por cento, tendo a taxa de ocupação/cama subido 1,2 por cento.

Segundo dados avançados pela AHETA – Associação dos Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve, no mês em análise, a generalidade dos mercados externos apresentou subidas, com destaque para os mercados britânico (+14,4%) e holandês (+22%), tendo o mercado interno registado uma descida na linha do que vem acontecendo desde o início do ano (-10,8%).

O volume de vendas também subiu 4,2 por cento durante o mês.

Em termos acumulados, desde o início do ano, a taxa de ocupação/quarto regista uma subida de 6,9 por cento e o volume de negócios 14,5 por cento.

Por zonas geográficas as maiores subidas ocorreram em Lagos/Sagres (+2,8%) e Tavira (+2,2%). Albufeira, principal zona turística do Algarve, registou uma ocupação semelhante à do ano anterior.

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A AHETA, enquanto legítima representante dos empresários hoteleiros e turísticos do Algarve, expôs à secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho, com conhecimento a outras entidades, designadamente ao presidente da ASAE, inspetor-geral de Finanças, presidente do Turismo de Portugal e presidentes das Câmaras Municipais, um conjunto de ilegalidades e ilicitudes lesivas dos interesses dos seus associados, da imagem turística da região e da economia nacional.
A posição da AHETA, “consubstancia-se no facto de haver em muitos empreendimentos, nomeadamente em aldeamentos e apartamentos, alugueres ilegais de unidades de alojamento para fins turísticos, através dos próprios proprietários, intermediários diversos, plataformas de internet, estruturas organizadas pouco claras, empresas, etc”.
A associação considera que embora esta situação constitua, desde sempre, uma prática corrente no Algarve, desenvolvida igualmente fora dos empreendimentos turísticos legalmente registados, “a verdade é que o problema tem vindo em crescendo, sem que seja possível descortinar qualquer intervenção dos organismos competentes, face à gravidade do problema”.
A não existência de uma fiscalização “atenta, eficaz e oportuna por parte das entidades competentes, nomeadamente ASAE e Inspeção de Finanças, vem permitindo o incremento de um problema que teima não só em eternizar-se como a proliferar cada vez mais perante a situação de impunidade existente, lesando não só os legítimos interesses dos empresários hoteleiros e turísticos mas também o interesse público nacional”.
Embora a AHETA, em termos gerais, concorde com a atual legislação em vigor, “considera serem necessários alguns ajustes legislativos que permitam melhorar a jurisprudência que envolve esta realidade, com especial destaque para o Alojamento Local, atendendo às especificidades intrínsecas próprias de uma zona de vilegiatura como o Algarve, em oposição às áreas urbanas de Lisboa e Porto, ou seja, problemas diferentes exigem soluções diferentes”.
Recorda-se que o Algarve recebe, anualmente, nos meios de alojamento classificados oficialmente cerca de 3,5 milhões de turistas, dos quais 2,5 milhões são estrangeiros e 1 milhão nacionais. Para além destes, o Algarve recebe ainda 750 mil estrangeiros e 2 milhões de portugueses, havendo uma parte significativa destes turistas que permanece em alojamentos não registados.
O Algarve tem uma população residente de 400 mil habitantes e dispõe de 400 mil residências familiares e 200 mil segundas residências.

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As unidades de alojamento algarvias registaram em julho uma taxa de ocupação global média por quarto de 87,4%, o que se traduz em mais 2,2% face ao mesmo período de 2015.

Os dados foram avançados, esta sexta-feira, pela AHETA e acrescentam que a nível de mercados os britânicos foram os que registaram a maior subida no período em análise, com mais 5,9%, seguindo-se os irlandeses com uma subida de 1%. No que respeita ao mercado nacional, este registou uma queda de 6,3%.

Analisando por zonas geográficas, a AHETA revela que o Carvoeiro/Armação de Pêra conseguiram as maiores subidas, com mais 3,6%, seguindo-se Lagos/Sagres, com um crescimento de 2,7%. Já Albufeira, a principal zona turística do Algarve, registou uma subida de 2,6%.

Por categorias, as principais subidas verificaram-se nos aldeamentos e apartamentos turísticos de três estrelas e nos hotéis e aparthotéis também de três estrelas (+2,2%).

Para finalizar, a AHETA avançou que o volume de negócios aumentou 9,4% relativamente ao mês homólogo de 2015.

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O turismo é, cada vez mais, uma das atividades indispensáveis à condução das políticas macroeconómicas do nosso país, o que exige a definição de estratégias coerentes e potenciadoras do seu desenvolvimento, de forma a viabilizar as empresas e, por essa via, consolidar a expansão do setor turístico.

O que mais sobressai, é a necessidade de um Plano Integrado de Desenvolvimento Turístico, contendo as linhas estratégicas para o setor com uma definição clara dos objetivos e dos meios financeiros adequados para os atingir, incluindo a identificação das fontes de financiamento, articulando as políticas interdisciplinares dos vários ministérios, visando obter um melhor planeamento dos diversos investimentos, quer eles sejam públicos ou privados.

Uma boa política de incentivos fiscais e financeiros é, certamente, um dos principais mecanismos a considerar, se pretendermos contribuir para a requalificação e reequilíbrio da oferta existente, reduzir a sazonalidade e aumentar o desempenho das nossas empresas. Aquilo que nos mobiliza, hoje, é a necessidade de concertarmos um Plano de Ação para o Desenvolvimento do Turismo.

Neste sentido, os esforços devem concentrar-se em quatro grandes áreas de atuação. Assim, e em primeiro lugar, é necessário continuar a assegurar uma envolvente de qualidade, nomeadamente em matéria de serviços de higiene e limpeza, manutenção de zonas verdes, saneamento básico, saúde, segurança e serviços de apoio, como o fornecimento de água, eletricidade, comunicações, etc.

Ainda nesta área, importa construir alguns equipamentos e infraestruturas de índole regional, como o Hospital Central e um Espaço Multiusos / Centro de Congressos, entre outros. Os apoios financeiros, quer sejam diretos aos empresários ou canalizados para infraestruturas, são sempre um instrumento precioso na orientação de investimentos para a reestruturação e o reequilíbrio do setor turístico no Algarve.

A par destas ações, devem ser pensadas medidas e incentivos que tenham por fim qualificar zonas turísticas descaracterizadas e de elevada concentração urbanística, de forma a desenvolver as suas potencialidades, incluindo a elaboração de um programa de recuperação de edifícios históricos para valorização turística, através da criação, por exemplo, da figura do projeto “requalificador da oferta turística”.

Em segundo lugar, torna-se necessário alocar verbas que permitam a requalificação e o reequilíbrio da nossa oferta, através de apoios financeiros que facilitem a remodelação e modernização de unidades hoteleiras e empreendimentos turísticos e valorização de zonas turísticas saturadas, assim como condições de financiamento que potenciem investimentos em áreas da oferta que se revelem essenciais para o esbatimento da sazonalidade, tendo no horizonte a construção de um produto mais harmonioso e homogéneo e, por conseguinte, de maior qualidade e mais competitivo.

por Elidérico Viegas- Presidente da AHETA

Leia o artigo completo na Edição de agosto (nº 352) da revista VIAJAR – Disponível online

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O Acordo de Colaboração agora celebrado entre o Turismo de Portugal (TdP) e a AHETA visa conjugar sinergias direcionadas, essencialmente, para a dinamização de iniciativas tendentes ao desenvolvimento e divulgação da Linha de Apoio à Qualificação da Oferta 2016.

Esta Linha de Crédito, criada em Março último, através da assinatura de um Protocolo de Colaboração entre o TdP e 12 Instituições de Crédito, dispõe de um orçamento global de 60 milhões de euros e, tem como objetivo principal, a criação de condições de acesso das empresas a mecanismos de apoio financeiro de médio/longo prazo para projetos de investimento no sector do turismo, nomeadamente para a requalificação de empreendimentos turísticos.

Neste sentido, está prevista a realização articulada de sessões de informação, divulgação e assistência técnica, de forma a proporcionar aos membros da AHETA os termos e condições de utilização da referida linha de crédito.

As duas entidades comprometem-se a proceder, regularmente, a uma avaliação conjunta sobre a implementação da medida, assim como dos níveis de desempenho desta Linha de Apoio, tendo em vista assegurar a resolução atempada das dúvidas e outros constrangimentos que venham a surgir, assim como a formulação de propostas de ajustamento visando melhorar a sua execução.

AHETA pode ainda, no âmbito do acordo celebrado, e caso se venha a justificar, apresentar ao Turismo de Portugal pedidos de enquadramento prévio, designadamente no que se refere a projetos considerados de relevante interesse para o turismo, empreendimentos turísticos diferenciadores e importantes para o posicionamento competitivo do Algarve, adaptação de património cultural edificado ou de intervenções de reabilitação urbana em áreas com interesse turístico.