Sexta-feira, Agosto 17, 2018
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Centro de Portugal

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Dormidas aumentaram 8,54% entre fevereiro de 2017 e o mesmo mês de 2018. Proveitos subiram 18,31%!
A atividade turística no Centro de Portugal continua a crescer a bom ritmo, o que deixa antever mais um ano globalmente positivo para o setor nesta região. Dados preliminares revelados hoje pelo INE, relativos ao mês de fevereiro de 2018, confirmam a tendência de crescimento já expressa nos meses anteriores.

No total de hóspedes, o mês de fevereiro de 2018, em comparação com o de fevereiro de 2017, registou um aumento percentual de 7,53%: tinham sido 166.856 em fevereiro de 2017 e foram 179.414 no mesmo mês de 2018: mais 12.558 hóspedes.

Já no número de dormidas, o Centro de Portugal cresceu 8,54%, acima de uma média nacional de 6,19%. Em fevereiro de 2017 tinham sido 259.466 dormidas na região, em fevereiro de 2018 foram 281.613. Merece destaque o crescimento nas dormidas de turistas estrangeiros, que aumentaram 12,92%, de 82.298 em fevereiro de 2017 para 92.931 no mesmo mês de 2018. Sinal de que o Centro de Portugal continua a observar um aumento consolidado de procura por parte de visitantes de fora do país, numa tendência imparável que ganhou particular relevância no último ano. Já as dormidas dos turistas nacionais subiram 6,50% na comparação entre os dois meses, de 177.168 para 188.682.

É de realçar, ainda, dois dados particularmente relevantes. Por um lado, os proveitos da atividade hoteleira, que, entre os dois períodos em análise, dispararam de forma muito significativa, de 11,91 milhões de euros para 14,09 milhões (mais 18,31%). São mais dois milhões de euros que as unidades hoteleiras do Centro de Portugal ganharam no mês mais curto do ano. Por outro, o rendimento médio por quarto disponível registou também um assinalável crescimento, de 15,9 euros para 17,8 euros: mais 1,90 euros.

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Fátima Vila Maior, diretora de Feiras da FIL – Feira Internacional de Lisboa, acaba de anunciar, à margem do 43° Congresso da APAVT, que está a ter lugar em Macau, que o Centro de Portugal é o destino convidado da BTL – Bolsa de Turismo de Lisboa no próximo ano.
A responsável adiantou, em conferência de imprensa, que, após os incêndios de junho e outubro que assolaram a maior região turística de Portugal, pretende-se que, por ocasião da BTL, “Lisboa viva o destino Centro de Portugal”, até porque este é o destino “que tem uma oferta enorme e muito diversificada”, que vai muito além das áreas afetadas pelos incêndios.
Pedro Machado, presidente da Turismo do Centro, adiantou, na mesma ocasião, que a aposta da região naquele que é o maior certame do turismo no país irá centrar-se mais em “produtos e experiências”, com destaque para o “património cultural e património imaterial”.
“Precisamos urgentemente de mudar a perceção que o destino Centro de Portugal foi todo atingido [pelos incêndios] e que neste momento não reúne condições para a fruição turística. A nossa primeira grande prioridade é mudar essa ideia de que o destino não deixou de reunir condições para receber todos os turistas, nacionais e estrangeiros. É importante dizer ao mercado interno que o Centro continua com infraestruturas, com equipamento, com oferta, com produtos, com marcas que podem e devem continuar a ser promovidos e que está em perfeitas condições para poder continuar a afirmar-se como um destino turístico”, adiantou o profissional.
Pedro Machado considera importante apostar “numa diferenciação”, através de uma “panóplias de produtos turísticos que permitam a região chegar a vários públicos, trabalhando com vários mercados em simultâneo (…) e apresentando-se como uma alternativa a destinos mais massificados”.
O presidente da Centro de Portugal afirmou ainda que irão dar destaque, durante a BTL, aos segmentos de saúde, bem-estar e turismo médico, assim como o turismo religioso.
Pedro Machado deixou presente à vontade de continuar a parceira com a APAVT, até porque é o Destino Preferido da associação em 2017, para poderem assim “reforçar a relação com as agências de viagens”.
Destacando que o Centro foi a região que mais cresceu, do ponto de vista percentual, em dormidas, com uma vantagem de cerca três vezes do que cresce a média nacional, Pedro Machado diz que a perspetiva para 2018 passa por “confirmar” esse crescimento.

 

por Sílvia Guimarães – em Macau a convite da APAVT

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A Euro Região EUROACE, que integra a região da Extremadura Espanhola, o Alentejo e o Centro de Portugal apresentam no primeiro semestre do corrente ano um crescimento de turistas oriundos dos mercados externos muito significativo.

O Alentejo cresceu 18,7% em turistas internacionais e 14,6% nas noites, enquanto o Centro de Portugal encerrou o semestre com taxas de crescimento nos mesmos indicadores de, respetivamente, 26,5% e 28,2%. Já a Extremadura registou uma subida de 13,3% em turistas estrangeiros, que originaram um crescimento de 14,8% nas noites.

A reflexão sobre estes indicadores e o desenho de uma estratégia convergente entre as três regiões foi discutida numa reunião que teve esta quarta-feira, 6 de setembro, em Estremoz e na qual participaram o presidente da Agência de Promoção Turística do Alentejo, Vítor Silva, o presidente da Entidade Regional de Turismo do Alentejo, António Ceia da Silva, o Diretor Geral de Turismo de Extremadura, Francisco Martins, o Vice Presidente da Entidade Regional de Turismo e também da Agência de Promoção Turística do Centro Jorge Loureiro, e António Lacerda, diretor executivo da Agência de Promoção Turística do Alentejo.

Os responsáveis das entidades de turismo das três regiões acordaram ainda prosseguir uma abordagem integrada para mercados de long haul, nomeadamente no mercado da China, iniciando a colaboração já no imediato, com uma presença articulada no workshop “World Bridge Tourism – 2018 EU – CHINA TOURISM YEAR”, a decorrer nos dias 2 e 3 de novembro em Londres.

Para financiar esta abordagem decidiram ainda elaborar um projeto comum, a ser presente a um próximo aviso da iniciativa comunitária Interreg A – Espanha-Portugal (POCTEP) – 2014-2020 – Cooperação Transfronteiriça.

 

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Poucas semanas depois de ter recebido um “Silver Screen” em Los Angeles, o filme “Turismo Centro de Portugal – Destino Preferido da ECTAA em 2017” ganhou agora o prémio “Silver Wave”, na categoria “Melhor Filme de Turismo”, na Sérvia.

A distinção aconteceu no SILAFEST – Festival Internacional de Filmes de Turismo e Ecologia (The International Festival of Tourist and Ecology Film), que decorreu em Veliko Gradiste, nas margens do rio Danúbio. O prémio, que corresponde a um segundo lugar na competição, foi recebido por Pedro Machado, presidente do Turismo Centro de Portugal. Registe-se que o presidente do júri do SILAFEST foi Zbgnjev Žmudski, vencedor de um Oscar de Hollywood, na categoria Filmes de Animação.

Este é já o quarto prémio internacional que o filme, produzido pela Slideshow e realizado por Sara Reis, vence para o Turismo Centro de Portugal. A consagração começou em outubro de 2016, quando ganhou o “Grand Prix – Melhor Filme Português” do Festival ART&TUR, entre 109 filmes de produção nacional. No mesmo festival, realizado em Vila Nova de Gaia, arrecadou ainda o 1.º Prémio na categoria “Destinos Turísticos – Regiões”. Em junho de 2017, foi considerado o Melhor Filme, na categoria de “Destinos Turísticos – Países”, no Festival Internacional de Cinema de Turismo de Istambul, na Turquia. E em agosto foi premiado com um “Silver Screen”, equivalente a um segundo lugar, no Festival Internacional de Filme e Vídeo dos Estados Unidos, em Los Angeles.

É de realçar também que, como consequência dos prémios, o filme promocional do Turismo Centro de Portugal ocupa neste momento um lugar de destaque no ranking mundial de filmes de turismo do CIFFT – Comité Internacional de Festivais de Filmes de Turismo: é 5.º classificado, entre 126 concorrentes. O ranking do CIFFT é elaborado por pontos, atribuídos pelos prémios ganhos em festivais de filmes de turismo. O filme do Turismo do Centro totaliza até ao momento 10 pontos. O líder é um filme promocional do Dubai. No final do ano, em dezembro, realizar-se-á uma gala final, em Viena, Áustria, com os filmes mais bem classificados.

“Os resultados desta estratégia estão à vista. Não são só os prémios e distinções. É, acima de tudo, a procura crescente do Centro por parte de visitantes internacionais. As dormidas no Centro de Portugal de turistas de fora de país cresceram 28% entre os meses de junho de 2016 e 2017”, recorda Pedro Machado.

Veja o filme neste link

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O Centro de Portugal confirmou, em junho, a tendência de crescimento dos últimos meses e registou, pelo segundo mês consecutivo, mais de meio milhão de dormidas, segundo o relatório mensal da atividade turística publicado pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). O mesmo relatório revela, também, uma subida evidente em todos os indicadores, apesar de ter sido um mês marcado pelo incêndio de Pedrogão Grande.

Segundo o INE, em junho, o Centro de Portugal registou um total de 536 447 de dormidas, mais 14,04%, na comparação com o período homólogo de 2016. Uma tendência de crescimento que foi transversal às restantes regiões do país: + 18,59% Açores, + 11,37% Alentejo, + 10,30% Lisboa, + 8,0% Norte, + 5,61% Algarve e +3,76% Madeira. Ou seja, o Centro de Portugal foi a segunda região do país que mais cresceu em número de dormidas em junho de 2017, mais 6,06% do que a média nacional.

Nos dados do INE, igualmente destaque para o número de dormidas de visitantes estrangeiros: 287 457, mais 27,97% em relação a junho de 2016.

Em comunicado, o Turismo Centro de Portugal sublinha os “números excelentes que revelam uma curiosidade: no mês que fechou o semestre, o número de dormidas de estrangeiros superou o de turistas nacionais em 38 467 dormidas”, destacando ainda a “

clara evolução nas receitas provocadas pelo aumento da procura, com o Centro de Portugal a registar mais 24,3% nos proveitos totais, para 25,2 milhões de euros, e mais 6,09% no indicador do rendimento médio por quarto. Números que confirmam o Centro de Portugal como o destino preferido de um cada vez maior número de turistas!”

Em junho de 2017, a estada média no Centro de Portugal foi de 1,75 noites, mais uma décima do que a registada em maio e sensivelmente o mesmo valor do mês homólogo de 2016.

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O Turismo de Portugal convidou 4 realizadores portugueses – Diogo Morgado, Edgar Pêra, Pedro Varela e Ruben Alves – a participar numa campanha destinada à promoção do Centro de Portugal.

Cada um realizará um filme sobre a região e estimulará os portugueses a participarem, recolhendo as imagens que melhor representem diferentes temas do Centro de Portugal.

Esta iniciativa está integrada num conjunto mais vasto de medidas de apoio destinadas a contrariar o impacto dos incêndios que afetaram recentemente a região.

A sessão de apresentação desta campanha decorre no próximo dia 20 de julho, às 15h30, na Escola de Hotelaria e Turismo de Lisboa.

Ana Mendes Godinho, Secretária de Estado do Turismo e Luís Araújo, Presidente do Turismo de Portugal, estarão presentes no evento.

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O Centro de Portugal voltou a ser a região de turismo do país que mais cresceu em maio deste ano, confirmando a tendência do mês anterior. O crescimento é notório em todos os indicadores, de acordo com o relatório mensal da atividade turística, publicado pelo INE. A visita do Papa Francisco, por ocasião do Centenário das Aparições de Fátima, deu um forte impulso aos números e ajudou a colocar a região como líder do aumento da procura pelo país.

O destaque maior dos números do INE vai para o aumento das dormidas em hotelaria. Em maio, observaram-se aumentos das dormidas em quase todas as regiões do país, mas foi o Centro a liderar: em relação a maio de 2016, verificaram-se nesta região mais 87 mil dormidas, de 428 mil para 515 mil, o que significa um crescimento de 20,3%. Seguem as regiões dos Açores (mais 20,1%), Alentejo (mais 18,5%) e Norte (mais 9,9%).

As dormidas de visitantes estrangeiros merecem um destaque especial, uma vez que subiram 32% (para 295 mil) em relação a maio de 2016. Já as dormidas de nacionais progrediram 7,6%, para 220 mil. Números que indicam, sem qualquer dúvida, que o Centro de Portugal é cada vez mais uma opção para os turistas que chegam de fora do país.

Se tivermos em conta os meses entre janeiro e maio, verificamos que as dormidas no Centro aumentaram 15,3% (para 1,8 milhões), em relação ao mesmo período do ano passado. Um grande incremento, para o qual os estrangeiros deram o principal contributo, com mais 28,1% nestes cinco meses. Os residentes, enquanto isso, subiram 6,4%.

Outro número muito relevante é o de total de hóspedes. Em maio, este número cresceu 14,72% no Centro, para 296.388 – quase 300 mil hóspedes pernoitaram nos hotéis da região!

Importa também referir a clara evolução nas receitas provocadas pelo aumento da procura. Todas as regiões do país apresentaram aumentos nos proveitos, mas a maior evidência é no Centro: mais 27,4% nos proveitos totais, para 25,8 milhões de euros, e mais 35,1% nos proveitos de aposento.

A estada média baixou em maio em quase todo o país. O Centro destoou pela positiva, sendo a principal exceção: com uma estada média de 1,74 noites em maio, face a 1,66 noites do mesmo mês do ano passado, aumentou 4,9%.

Finalmente, o Centro destaca-se também no indicador do rendimento médio por quarto disponível, que cresceu 37,6%.

 

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O Centro de Portugal foi a região de turismo do país que mais cresceu em abril deste ano, relativamente ao mesmo mês de 2016, em praticamente todos os indicadores de atividade turística. Os números do quarto mês do ano, hoje revelados pelo INE – Instituto Nacional de Estatística, dão conta de um aumento extremamente elevado da procura pela região, em especial por parte de visitantes de fora de Portugal.

O facto de a Páscoa ter sido este ano em abril ajuda a explicar estes resultados. Mas os números mostram que o Centro foi a região, entre todas, que mais sentiu o incremento na procura. Sinal de que, definitivamente, o Centro de Portugal é cada vez mais um destino preferencial durante todo o ano.

O maior destaque vai para o aumento das dormidas em hotelaria. Neste indicador, o mês de abril de 2017 registou um total de 494.678 dormidas, contra 360.267 em abril de 2016. Uma evolução de 134.411 dormidas, correspondente a crescimento global 37,3% – o maior em todo o país, seguindo-se a região dos Açores, com mais 30,6%. As dormidas de cidadãos estrangeiros no Centro de Portugal merecem realce especial, pois aumentaram uns incríveis 51,4%, passando de 160.398 para 242.914 – o que denota o interesse cada vez maior que a região suscita fora do país. O Centro também dominou no crescimento neste indicador, seguido do Norte, onde as dormidas de estrangeiros melhoraram 31,2%.

As dormidas de visitantes estrangeiros no Centro aproximaram-se, aliás, das de residentes nacionais. Estas totalizaram 251.764, mesmo assim, um aumento de 25,96% em relação aos 199.869 de abril de 2016, o que significa que os visitantes internos continuam a ser cada vez mais fiéis ao Centro.

Outro indicador com um crescimento digno de registo é o de total de hóspedes, que passou de 223.836 para 287.464: mais 63.628 hóspedes em abril de 2017, ou mais 28,43%!

Notável é também o aumento dos proveitos da atividade turística. Entre abril de 2016 e o mesmo mês de 2017, os proveitos no Centro foram de 21,17 milhões de euros, correspondentes a um aumento de 32%. No alojamento, em particular, os proveitos progrediram 42,8%, para 14,6 milhões, o maior crescimento no país. A taxa de ocupação, por sua vez, subiu 10,2%.

O Centro lidera também no indicador do aumento percentual da duração da estadia média, que passou de 1,61 noites, em abril de 2016, para 1,72 noites, em abril de 2017 – mais 6,9%. E foi no Centro que se registou a evolução mais significativa no rendimento médio por quarto: 7,71%.

Os números enchem de satisfação, mas não surpreendem, Pedro Machado, presidente do Turismo Centro de Portugal (TCP), para quem este é o resultado dos esforços conjuntos entre organismos públicos e entidades privadas, no sentido de atrair cada vez mais visitantes à região. “Está a trabalhar-se muito e bem no desenvolvimento do Turismo no Centro de Portugal. Os profissionais do setor estão a aumentar, de forma significativa e evidente, a qualidade da oferta, não apenas ao nível dos estabelecimentos hoteleiros e da restauração, mas também na diversidade de produtos e experiências que disponibilizam a quem nos visita. Os resultados desse aumento da qualidade e das escolhas estão à vista: o Centro tem merecido a visita de cada vez mais pessoas, de dentro e de fora do país”, destaca.

“Estes números revelam também que a estratégia que definimos, no Turismo Centro de Portugal, é a mais correta. A promoção que tem vindo a ser feita colocou o Centro como destino na perceção dos turistas, a nível nacional como internacional. Quem nos visita sabe que esta é uma região que reúne condições ótimas, devido à sua grande diversidade de recursos turísticos e possibilidades de visita. É um território singular, único e ao mesmo tempo diversificado, capaz de atrair o turista mais curioso e exigente”, acrescenta.

Considerando o conjunto dos primeiros quatro meses, de janeiro a abril, os números do Centro também são muito animadores. As dormidas, por exemplo, aumentaram 13,1% em relação ao mesmo período do ano passado, com as dormidas dos estrangeiros a subirem 25,6% – mais do que em qualquer outra região de turismo do país. O número de hóspedes avançou 13% e os proveitos melhoraram 14,7%.

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O Turismo Centro de Portugal viu ser aprovada uma candidatura a fundos comunitários, no valor de 2 milhões de euros, para promoção dos “Lugares Património Mundial do Centro”, nomeadamente o Mosteiro da Batalha, o Mosteiro de Alcobaça, o Convento de Cristo e a Universidade de Coimbra, Alta e Sofia. A candidatura está inserida no Programa Operacional da Região Centro 2020.

A candidatura foi liderada pelo Turismo do Centro e tem como parceiros beneficiários os municípios de Alcobaça, da Batalha, de Coimbra e de Tomar e a Universidade de Coimbra.

Os quatro sítios reconhecidos pela UNESCO irão repartir a verba, na realização e promoção de iniciativas que valorizem os monumentos e atraiam visitantes. O programa agora aprovado desenrola-se ao longo de dois anos (2017 e 2018) e organiza-se em cinco ações: Envolvimento da Comunidade; Serviço Educativo; Programação Cultural em Rede; Hospitalidade Turística; e Comunicação.

“Esta candidatura assume uma grande importância para a estratégia do Turismo Centro de Portugal. A nossa região oferece quatro sítios classificados como Património da Humanidade pela UNESCO e deve tirar partido dessa diversidade. No ano passado criámos a Rede de Património Mundial do Centro de Portugal, que une Coimbra, Tomar, Alcobaça e Batalha, para potenciar o valor turístico dos quatro locais e estimular estratégias e intervenções comuns. A candidatura surgiu na sequência desse passo decisivo”, explica Pedro Machado, presidente do Turismo Centro de Portugal.

“Os fundos a que concorremos vão permitir promover o património, a história e a cultura dos quatro sítios, mas também, a partir deles, evidenciar todo o Centro de Portugal. É um trabalho conjunto que ainda não tinha sido feito”, acrescenta.

Pedro Machado refere ainda a procura crescente por parte dos turistas de locais classificados: “O produto cultural é o mais procurado pelos turistas. Dos mil milhões de turistas registados em todo o mundo em 2013, 40% procuravam turismo cultural e este é o setor do turismo que apresenta um crescimento mais rápido”.

É de assinalar que, entre 2012 e 2016, se registou uma tendência de crescimento na procura destes espaços patrimoniais no Centro de Portugal, com especial destaque para a Universidade de Coimbra – Alta e Sofia, que no ano de 2016 recebeu cerca de 450 mil visitantes, seguindo-se-lhe o Mosteiro da Batalha (396.423), o Convento de Cristo (295.808) e o Mosteiro de Alcobaça (226.516). No total, os quatro Lugares Património Mundial do Centro receberam, durante o ano de 2016, mais de 1,3 milhões de visitantes. No âmbito específico dos Monumentos Nacionais geridos pela Direção Geral do Património Cultural, destaca-se ainda o facto de no, mesmo ano, o Convento de Cristo, o Mosteiro de Alcobaça e o Mosteiro da Batalha representarem, no seu conjunto, cerca de 32% do total de visitas a esses Monumentos (e se excluirmos o Mosteiro dos Jerónimos, esse valor ultrapassa os 53%).

 

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A ARPT Centro de Portugal iniciou, esta quarta-feira, a participação na edição de estreia da IBT China. Uma feira para profissionais de turismo que, durante três dias, tem como palco o Shanghai World Expo Exhibition and Convention Centre.

Com a presença garantida dos mais importantes agentes de viagens chineses – em número de 600! – o presidente da ARPT Centro de Portugal não tem dúvidas de que “Portugal e, em particular, o Centro do país, têm condições altamente atrativas para o mercado chinês, como o clima, a segurança e a excelência da gastronomia.” Para Pedro Machado, “este é um mercado suscetível de estadias mais longas, e que pode contribuir para combater fatores como a sazonalidade. Os chineses viajam, preferencialmente, em fevereiro e outubro, meses que coincidem os principais feriados do país. Os agentes ligados ao setor do turismo em Portugal devem, portanto, procurar aprofundar o conhecimento da cultura deste povo, de modo a terem a capacidade de ajustar a oferta às suas necessidades.”

A presença da ARPT Centro de Portugal na IBT China resulta do Plano de Promoção da Marca definido para este ano. Afinal, a China é já hoje o mercado mundial mais importante para o setor do turismo: 137 milhões de turistas chineses só em 2016! Um número que tem tendência para aumentar, até em função do crescimento da classe média do país.

E como Portugal é, também, o destino de eleição de um cada vez maior número de chineses – +19,1% de hóspedes e +13,7% de dormidas em 2016, face a 2015 – o presidente da ARPT Centro de Portugal considera que “a participação na IBT China é importante para o desenvolvimento do conhecimento mútuo entre países e para o estreitamento de relações com os agentes locais. A China é candidata a entrar no Top 10 dos emissores para a hotelaria portuguesa e, por isso mesmo, não podíamos deixar de estar presentes no certame e com uma inédita brochura desenvolvida exclusivamente para o mercado”.