Sexta-feira, Abril 3, 2020
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Congresso

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Diogo Freitas do Amaral, José Tolentino Mendonça, David Neeleman (TAP), Luís Araújo (Turismo de Portugal), José Theotónio (Pestana), António Simões (Nutrinveste e Sovena) e Elizabeth Konick (cônsul dos EUA nos Açores) são apenas alguns dos oradores que já confirmaram a sua presença no 28º Congresso Nacional da Hotelaria e Turismo, que irá decorrer nas Portas do Mar, em Ponta Delgada, nos Açores, de 16 a 18 de novembro.

Tendo como tema principal “Portugal, Vocação Atlântica” é precisamente sobre esta temática que se irá central o primeiro painel do dia 17 que ganhou no nome de “Posicionamento Geo-Estratégico de Portugal”. Segundo Cristina Siza Vieira, presidente executiva da AHP, este será um painel “iminentemente político”, onde se irá tentar perceber por que razão “Portugal anda com algumas hesitações no que respeita ao seu posicionamento na política externa” e qual o “contexto da transição na política internacional, incertezas nas relações entre as grandes potências, alterações profundas e imprevisíveis na União Europeia que o Brexit precipitou e que a crise também nos leva a ter que refletir”.

Contando com a presença de um “atlantista”, Diogo Freitas do Amaral, a responsável frisou que neste primeiro painel irá estar em destaque o “relevo da nossa vocação atlântica, tendo em conta o posicionamento estratégico e geográfico de Portugal” em relação a outros mercados do Atlântico, como a América do Norte, América do Sul, Reino Unido e África.

Portugal e os EUA

O segundo painel da manhã centra-se sobre os Estados Unidos da América. “Portugal e os EUA. O Mercado, o Turista e a Acessibilidade” foi o nome escolhido. Cristina Siza Vieira explica que o objetivo passa por refletir, entre outras questões, “como é que podemos captar e fidelizar o mercado norte-americano; qual é que é a estratégia da TAP; como é que nós, hoteleiros, nos podemos intrincar nesta estratégia da afirmação da TAP nestes mercados para podermos aproveitar o momento”.

Como oradores terá David Neeleman, acionista da TAP pelo consórcio Atlantic Gateway, Elizabeth Konick, Cônsul dos EUA nos Açores, e Luís Araújo, presidente do Turismo de Portugal.

Já na parte da tarde, começam a discutir-se os temas que “vão do turismo à hotelaria”. Para começar, a reflexão irá centrar-se nos “Pilares para a Sustentabilidade Económica e para o Crescimento”, pretendendo trazer ao congresso questões de como se consegue chegar mais longe, tendo como foco novas perspetivas de negócio e visões distintas para cada mercado em que esses negócios estão inseridos.

José Theotónio, CEO do grupo Pestana, e António Simões, vice-presidente da Nutrinveste e CEO do grupo Sovena, estarão entre os oradores que irão desvendar um pouco do sucesso das suas empresas, tanto em Portugal como no mundo.

Hotéis versus restaurantes

“A Arte do Posicionamento. A importância do correto posicionamento dos hotéis e restaurantes no mercado” é o tema do segundo painel da tarde. De acordo com Rodrigo Machaz, diretor-geral da Memmo Hotels e um dos organizadores do congresso, “está na altura dos hotéis começarem a perceber que devem posicionar os seus restaurantes independentemente dos seus hotéis”, tratando “os restaurantes com mais carinho”. Para o responsável, “está na altura de tornar os bares e restaurantes dos hotéis mais interessantes”, dando os hostels como exemplo de “espaços socialmente interessantes” e deixando o recado que “os hotéis têm que ir atrás disso”.

António Araújo e Albano Homem de Melo, fundadores do conceito de restauração de sucesso H3, irão estar presentes entre os oradores do painel e vão demonstrar como conseguiram “entrar num mercado altamente competitivo, que são os hambúrgueres, e venceram com conceito e posicionamento”. Por outro lado, Rodrigo Machaz frisou que se irão debater ainda temas como o conseguir “ter sucesso em destinos aparentemente difíceis, com oradores com casos de sucesso, que venceram pela diferenciação”.

Para terminar os trabalhos do primeiro dia, o último painel irá centrar-se na temática “A Ética e os Negócios”, uma abordagem nunca antes feita nos congressos da AHP. Tendo como moderador Bernardo Trindade, tendo sido ele também o mentor deste tema, o painel irá retratar, entre outras questões, os “deveres das empresas como entidades sociais, negócios e criação de valor enquanto eixo de redistribuição; a concorrência sem transparência alicerçada numa comunidade de valores; o emprego como fator de coesão económica e social”. O padre José Tolentino de Mendonça será um dos oradores.

Novas tendências

Na manhã do dia seguinte, último dia dos trabalhos, será a vez de pensar no futuro e, para começar, o primeiro painel irá focar as “Novas Tendências do Consumo Digital”. Como melhorar o desempenho dos hotéis? Como manter os custos de distribuição sob controlo? Como tornar os hotéis mais atrativos junto dos consumidores? São a estas e outras perguntas que os oradores (responsáveis por estas áreas em alguns dos grupos hoteleiros portugueses que mais se têm destacado nestas novas tendências) irão tentar encontrar resposta.

Antes da sessão de encerramento e conclusões do congresso terá ainda lugar um último painel dedicado à “Future Lab – New Bricolage Living”. Rodrigo Machaz afirma que “o último painel era para nós um desafio muito grande, para acabar este congresso de uma forma forte e que ficasse na memória” e por isso decidiu trazer até aos Açores a empresa Future Lab por trabalhar com “as melhores empresas do mundo de consumo e estuda acima de tudo comportamento de consumo, das pessoas, da sociedade e analisa mudanças, o que é fundamental para os hoteleiros perceberem como é que se devem posicionar, como devem adaptar os seus produtos e é isso que vêm cá trazer”.

Raúl Martins, presidente da AHP, não deixou passar em claro a ocasião para esclarecer o por quê da AHP tem escolhido os Açores para a realização do seu 28º congresso. “O turismo na região cresceu dois dígitos nos últimos anos e por isso a nossa escolha não foi ao acaso”, explicou, avançando ainda que os Açores não são mais um turismo contemplativo, são hoje um destino do surf, da pesca, do mergulho, de aventura e de caminhadas”. Raúl Martins finalizou a sua intervenção dizendo: “queremos que os Açores estejam cada vez mais perto de Portugal” continental.

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A APAVT – Associação Portuguesa de Agências de Viagens está a equacionar a possibilidade de vir a realizar o seu 43º congresso em Macau. O possível regresso ao território chinês para mais um congresso da associação foi, esta amanhã, tido em conta, no discurso do seu presidente, Pedro Costa Ferreira, por ocasião do primeiro Seminário e Bolsa de Contactos do Turismo China-Portugal, realizado no âmbito da MITE (Macau International Travel (Industry) Expo).Durante o discurso que hoje proferiu em Macau, o responsável afirmou que “Macau é, historicamente, um importantíssimo destino para o mercado emissor português” e enalteceu o facto de “saber que são as agências de viagens e os operadores turísticos de ambos os lados, Portugal e China, que lideram todo este movimento de aproximação”.
Pedro Costa Ferreira recordou que Macau “foi o primeiro destino turístico preferido da APAVT”, tendo ajudado “a credibilizar e a consolidar o próprio projeto chamado «Destino Preferido»”.
Tendo em conta todo o trabalho desenvolvido ao longo dos anos, o profissional deixou presente que, “da parte da APAVT, há interesse em manter e em desenvolver este trabalho conjunto e todos os dias pensamos em novas oportunidades e em novas possibilidades de desenvolvimento. Nesse sentido, não posso deixar de afirmar que existe uma forte vontade – mútua – em realizar o 43º congresso da APAVT em Macau, em 2017, naquele que será o fim de mais um ciclo político na APAVT, o último congresso da atual direção”. No entanto, disse não ter ” a falar ainda de um anúncio, mas de uma vontade”.Pedro Costa Ferreira está em Macau a acompanhar uma comitiva de associados da APAVT, que se deslocaram a convite do Turismo de Macau, com o objetivo de estabelecerem contatos com empresas turísticas da China. Pedro Machado, presidente da Turismo do Centro de Portugal, e Ribau Esteves, presidente da Câmara de Aveiro, também acompanham a comitiva, dado o congresso deste ano ter lugar precisamente na cidade dos moliceiros.

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Já abriram as inscrições para o 28º Congresso Nacional da Hotelaria e Turismo, organizado pela Associação da Hotelaria de Portugal, que irá decorrer de 16 a 18 de novembro, nas Portas do Mar, em Ponta Delgada.

Para garantirem lugar com a máxima antecedência e usufruírem do melhor preço, os interessados deverão visitar o site do Congresso – http://www.congressoahp.pt e inscreverem-se através do formulário online disponível na página.

A AHP lançou uma “campanha” única para inscrições até dia 19 de setembro e condições especiais de alojamento e voos com preços muito competitivos para os congressistas.

“Portugal, Vocação Atlântica” é o mote daquele que é o maior fórum de debate do setor da Hotelaria e Turismo. Esta edição irá contar com conceituados oradores nacionais e internacionais a serem revelados brevemente.

Este ano, a AHP convida os congressistas a prolongarem a sua estadia para o fim de semana podendo fazer-se acompanhar e beneficiar de preços exclusivos, assim como aceder a um programa turístico e social.

 

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Foi já apresentado o tema do próximo congresso da APAVT: “Turismo: Liberdade de Escolha e Fatores de Competitividade”. Esta, que será a 42.ª edição deste congresso, voltará a realizar-se em Aveiro, 30 anos depois. A escolha da Região Centro de Portugal, e de Aveiro, em particular, justifica-se, per si, dadas as suas condições ímpares de localização e acessibilidades, pela qualidade das infraestruturas para receber este tipo de eventos, bem como, pelo posicionamento que tem assumido enquanto um dos concelhos com maiores índices de crescimento turístico, em toda a região Centro de Portugal.

A cidade de Aveiro, tendo como cartão-de-visita o Moliceiro, a Ria de Aveiro e os Ovos-moles, reúne em si um conjunto de ativos que a tornam única e especial. A valorização dos recursos naturais e culturais da Ria de Aveiro baseia-se no desenvolvimento e na promoção de rotas e circuitos em torno de temas centrais, tais como, o Barco Moliceiro, a Arquitetura – Arte Nova, a Arquitetura Contemporânea e a Arquitetura Tradicional (Palheiros e Fachadas de Azulejo), a pesca e a cultura marítima existente, o sal e a sua produção em moldes artesanais. O aproveitamento destes recursos e sua promoção junto do público-alvo representam uma mais-valia para a oferta turística da Ria de Aveiro, na medida em que permite uma abordagem multiproduto (natureza, touring, gastronomia e vinhos), com efeitos multiplicadores para a economia local.

A proximidade ao mar, o conjunto de tradições e uma cultura fortemente distintiva, convive, naturalmente, com a modernidade, com a contemporaneidade, e com a riqueza do seu tecido empresarial, que tem alavancado e propulsionado, de sobremaneira, o aumento do volume das exportações portuguesas.

E é, perfeitamente, enquadrada neste contexto que, recentemente, o município Aveiro lançou uma campanha de marketing territorial: “Aveiro, Cidade dos Canais”, almejando reforçar os “canais” como uma das suas principais referências identitárias, capaz de explorar outros canais: do conhecimento (com a Universidade de Aveiro), da economia, das exportações, entre muitos outros.

Atendendo ao tema escolhido para o Congresso da APAVT, “Liberdade de Escolha e Fatores de Competitividade”, e para a escolha de Aveiro enquanto local de realização desta edição, não é de somenos importância que atendamos ser um dos concelhos com maiores índices de competitividade, aos mais diversos níveis.

Por tudo isto, e a título pessoal, é com grande satisfação, que em nome da Turismo do Centro de Portugal, acolhemos esta escolha da cidade de Aveiro, para a realização deste que é um dos maiores e reputados congressos nacionais de turismo.

Por Pedro Machado – Presidente da Turismo do Centro

Leia o artigo completo na Edição de agosto (nº 352) da revista VIAJAR – Disponível online

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A AHP – Associação da Hotelaria de Portugal irá realizar o seu 28º Congresso Nacional da Hotelaria e Turismo em Ponta Delgada, de 16 a 18 de novembro.

O lançamento do Congresso da AHP decorreu, esta segunda-feira, no Pavilhão das Portas do Mar em Ponta Delgada, e contou com as presenças do secretário Regional do Turismo e Transportes, Vítor Fraga, e da presidente da Direção Executiva da AHP, Cristina Siza Vieira.

“Portugal, vocação atlântica” é o tema da edição deste Congresso da AHP e que constitui um importante momento de reflexão e de análise para os profissionais do setor.

“Este ano iremos realizar o Congresso nos Açores, cumprindo uma aspiração e promessa aos nossos muitos associados na região. Aliás, a região tem vindo a merecer cada vez maior notoriedade e reconhecimento, que os indicadores turísticos também registam revelando um crescimento a dois dígitos. A AHP tem vindo a acompanhar, ao longo dos anos, a evolução do Turismo nos Açores, e é com grande satisfação que também contribuímos agora, através do nosso congresso, para a promoção da região”, enaltece o Raul Martins, presidente da AHP

“Tal como tem vindo a ser hábito, contaremos com conceituados oradores nacionais e internacionais. O tema deste ano é também ele um desafio por si só. Num mundo em constante mudança, como a recente alteração geopolítica da UE revela, é imperativo olharmos e refletirmos sobre as principais questões com que o País se depara. Iremos também abordar as tendências da Hotelaria e do Turismo, quer a nível nacional, quer internacional, e o posicionamento dos Açores na captação de mercados como o americano, a par das oportunidades que se abrem neste destino de excelência”, acrescenta o responsável.

O secretário Regional do Turismo e Transportes, Vítor Fraga, no seu discurso, destacou que “é uma honra para os Açores receber um evento com o prestígio deste Congresso Nacional da Hotelaria e Turismo”, deixando claro que desenvolveram e implantaram nos Açores, nos últimos anos “um conjunto de medidas estruturais” que lhes permite terem hoje “um setor do Turismo caraterizado por uma enorme dinâmica e gerador de grande confiança”, junto dos empresários.

“No conjunto dessas medidas permitam-me destacar o trabalho conjunto, realizado por entidades públicas e privadas, ao nível do reposicionamento do destino, comunicando-o como um destino de natureza ativa, para além da sua componente contemplativa, ou a implementação do novo modelo de acessibilidades à Região e ainda a revisão do modelo de transporte aéreo inter-ilhas, que contribuíram para que o Turismo nos Açores tenha crescido consideravelmente e o Arquipélago seja, cada vez mais, um Destino apelativo, aos olhos de quem procura umas férias de natureza ativa, onde a animação turística é conjugada com as ofertas cultural, gastronómica e de alojamento. Nos Açores, continuaremos a trabalhar para desenvolver este setor tão importante para a economia açoriana, tendo sempre em conta a sustentabilidade económica, a sustentabilidade ambiental e a sustentabilidade social da Região. Tenho afirmado e insistido na ideia de que o Turismo nos Açores só é bom se for bom para quem cá vive. É por isso que acredito também que o desenvolvimento deste setor no nosso arquipélago só poderá ser bem feito, se continuar a contar, como estou certo acontecerá, com a participação de todos os parceiros e entidades, públicas e privadas, como é o caso de todos aqueles que a AHP representa. Estamos à vossa espera, com a certeza de que o 28º Congresso Nacional da Hotelaria e Turismo será um dos melhores, senão o melhor Congresso até hoje realizado pela AHP. Venham daí”, concluiu Vitor Fraga.

A 28ª edição do Congresso Nacional da Hotelaria e Turismo, que após 26 anos regressa aos Açores, será apresentada em setembro, em Lisboa.

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“Recursos”, “organizações públicas e privadas”, “mercado interno e externo” e “formação e qualificação” são as cinco premissas sobre as quais o Turismo assenta. Foram estas as conclusões retiradas da 3ª Edição do Fórum Vê Portugal, que decorreu entre 30 e 31 de maio, no Convento de São Francisco, em Coimbra, e apresentadas por dizer Pedro Machado, presidente da Turismo do Centro de Portugal, na sessão de encerramento.

Segundo o responsável, “precisamos de capitalizar, de aumentar o reconhecimento social, académico e principalmente político da importância que tem hoje o setor mais exportador de Portugal”. E por isso deixou presente a importância de “deixar de chamar setor ao Turismo” para que este possa passar a “ser visto como uma atividade verdadeiramente económica”.