Domingo, Julho 21, 2019
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Congresso

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É esta a opinião do presidente da Confederação do Turismo Português (CTP), que abriu, esta manhã, o segundo e último dia do 30º Congresso da Associação da Hotelaria de Portugal.

Francisco Calheiros começou por direcionar a sua intervenção para o tema do congresso: “Turismo: Que Futuro Queremos?”. Para o dirigente “esta pode ser a pergunta para um milhão de euro”, mas afirma encará-la como “a pergunta para um milhão de desafios. Porque são muitos aqueles que nos esperam”.

O presidente da CTP relembrou os congressistas que “nos últimos quatro anos, o Turismo tem crescido a um ritmo verdadeiramente impressionante, como não há memória no nosso país”, frisando que “de 42 milhões de dormidas em 2013”, Portugal passou para “57 milhões em 2017”, num “aumento de 36% em apenas quatro anos”. E disse mais: “os 9 mil milhões de euros de receitas em 2013 subiram para 15 mil milhões em 2017. Um acréscimo de 67%. Só os empregos diretos no Turismo atingiram, em 2017, os 8,5% do total de emprego em Portugal. O contributo direto do Turismo para o PIB e para as exportações globais chegou aos 6,8% e aos 22%, respetivamente, no ano transato”.

Apesar de todos estes números e acréscimos positivos, Francisco Calheiros alerta: “o Turismo em Portugal atingiu um pico de expansão, que nos obriga a olhar o futuro com responsabilidade e precaução”.

O responsável assegura que “já não se trata apenas de continuar a captar mais turistas para o nosso país, o que de resto não é tarefa menor”. Acredita que é fundamental “assegurar ao Turismo a necessária sustentabilidade, reputação, qualidade, diversidade, inovação e criatividade”.

Para o dirigente o novo aeroporto de Lisboa é condição fundamental para o setor continuar a crescer e apontou o dedo ao primeiro-ministro, António Costa, de faltar ao compromisso, estando sempre a adiar uma conclusão definitiva para o processo do Montijo. “Na IV Cimeira do Turismo, em Setembro último, o Primeiro-Ministro garantiu que ‘aguardava unicamente a decisão em matéria de impacto ambiental para poder tornar a decisão da Portela + Montijo absolutamente irreversível’”, relembrou os presentes.

OE 2019 falha propósito

Calheiros defende ainda que “os Orçamentos de Estado (OE) têm, de uma vez por todas, que refletir a importância do Turismo para o desenvolvimento socio-económico do país”, dizendo que “infelizmente” o OE para 2019 também “falhou este propósito”.

Na sua opinião “as medidas de apoio às empresas e de estímulo ao investimento privado ficaram muito aquém das expectativas”, também a “sobrecarga fiscal manteve-se muito penalizadora para as empresas, deixando-lhes pouca folga para investir e para crescer num enquadramento a médio e longo prazo”. Por outro lado, considera que neste OE “não avançaram medidas essenciais para a atividade como a reposição da taxa de IVA nos 6% para o golfe e a dedução ou o reembolso integral do IVA suportado com as despesas inerentes ao segmento MICE”.

Francisco Calheiros afirma mesmo que “há cada vez mais Turismo na Economia e cada vez menos Turismo no Orçamento de Estado”.

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O autarca de Lisboa considera que a existência de políticas de concorrência entre os municípios da Área Metropolitana de Lisboa (AML) “não faz sentido”.

Para Fernando Medina, orador de um dos painéis do 30º Congresso da Associação Nacional de Hotelaria, a decorrer em Lisboa, é essencial a existência de uma cooperação para que possa existir “elementos de atração e retenção de turistas no país”, afirmando por isso “vital para a nossa competitividade, a longo prazo, que Almada tenha sucesso e que Cascais tenha mais sucesso ainda”.

Segundo o presidente da CML, os autarcas pertencentes à AML têm “uma grande sensibilidade e consciência muitíssimo grande da importância económica do Turismo”, devendo por isso “ser capazes de articular produtos mais cooperantes e experiências”.

Medina vê no facto de Lisboa ter conseguido atrair a organização da Web Summit por mais dez anos, num valor de 11 milhões de euros anuais, uma premeditação positiva para o futuro, de que outros eventos de grandes dimensões virão.

De relembrar que o autarca da capital deu a conhecer na véspera do início da Web Summit 2018, que teve lugar de 5 a 8 de novembro, que o recinto feiral de Lisboa, na Fil, irá ser expandido para mais do dobro, num investimento ainda não divulgado pela autarquia.

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O primeiro-ministro anunciou, ao início da manhã, que o governo acaba de criar a Linha Capitalizar Turismo, num total de 130 milhões de euros, que irá “financiar a criação e requalificação de projetos turísticos, a capitalização das empresas do setor, com maturidades alargadas e períodos de carência de quatro anos”.

António Costa, que falava na sessão de abertura do 30º Congresso da Associação da Hotelaria de Portugal, que decorre durante dois dias no Pavilhão Carlos Lopes, em Lisboa,  anunciou, por outro lado, a criação de outra nova linha de “apoio à sustentabilidade ambiental na área do Turismo”. Esta ferramenta financeira “permitirá um incentivo, a fundo perdido, de 40 mil euros, por projeto, destinado exclusivamente a pequenas e médias empresas, para melhoria da gestão da eficiência energética, do uso inteligente da água e da melhoria da gestão dos próprios resíduos”.

No decorrer do seu discurso, António Costa relembrou aos associados da AHP que o governo, nos últimos três anos, já apoiou 1271 projetos turísticos onde estiveram envolvidos mais de 1500 milhões de euros. Por outro lado, frisou a criação de 229 rotas e 285 novas operações aéreas.

O primeiro-ministro recordou que os resultados do Turismo em Portugal “foram os mais altos de sempre em 2017, em que tivemos 400 mil pessoas a trabalhar em turismo e o sector gerou receitas de 15 mil milhões de euros” e garantiu que os empresários da hotelaria “podem contar com o Governo como um parceiro ativo nos próximos anos”. Apesar de tudo, o governante não deixou de demonstrar a sua preocupação pela saída do Reino Unido da União Europeia, após a assinatura recente do acordo, e alertou ser “essencial fazer um trabalho específico no mercado britânico, que historicamente é o principal mercado turístico para Portugal, e já estamos a sentir uma redução nestes turistas”.

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A ilha de São Miguel, nos Açores, vai ser o destino anfitrião do 44º congresso nacional da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT), que vai ter lugar de 21 a 25 de novembro em Ponta Delgada, anunciaram hoje a Secretária Regional da Energia, Ambiente e Turismo dos Açores (SREAT), Marta Guerreiro, e o presidente da associação, Pedro Costa Ferreira.

Esperam-se cerca de 500 participantes, designadamente Agentes de Viagens e Operadores Turísticos, opinion leaders e jornalistas, além de outros stakeholders do setor turístico nacional.

Esta é a quarta vez que o congresso da APAVT, considerado o maior fórum de debate turístico de Portugal, decorre os Açores para sediar o seu congresso, depois de o ter feito em 1995, 2006 e 2013.

O anúncio foi hoje feito no Teatro Micaelense em Ponta Delgada, que será o palco das sessões de trabalho do congresso, no âmbito da assinatura de um protocolo entre a SREAT e a APAVT.

«Com o congresso, festejamos o “bom tempo” que se vive nos Açores, corolário de um trabalho de muito anos, congregando agentes de viagens, tutela Açoriana, e demais parceiros do sector. Trabalho próximo, constante e cúmplice! Trabalho que, com o congresso, continuará, em nome do sector e pensando na região autónoma. Estamos, naturalmente, entusiasmados e felizes!» firma o presidente da APAVT, Pedro Costa Ferreira

«Sabemos que o Congresso da APAVT é conhecido como um importante motor no aumento do fluxo de turistas, pelo que a realização deste evento nos Açores constituirá um momento muito importante de promoção, atendendo ao perfil da grande maioria dos participantes, concretamente, agentes de viagem que promovem e comercializam potenciais destinos» afirma, por seu lado, a Secretária Regional da Energia, Ambiente e Turismo dos Açores, Marta Guerreiro.

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Começa já na próxima quinta-feira o XIV Congresso Nacional da Associação de Directores de Hotéis de Portugal. Esta iniciativa irá decorrer nos dias 15 e 16 de março, no Nau Salgados Palace, em Albufeira, e tem como objectivo debater os grandes desafios para estes profissionais a curto, médio e longo prazo.

Entre os temas em debate destacam-se políticas de recursos humanos sob o mote “Melhor Gestão do Potencial Humano – mais rentabilidade, maior retenção de talentos”, quais as melhores práticas de gestão hoteleira no painel “Devemos Seguir ou Liderar? Como estabelecer os preços num mercado competitivo” e ainda quais são as tendências e oportunidades para profissionais do sector no painel “As Saídas Profissionais do Gestor Hoteleiro”.

Para debater estes temas, a ADHP contará com diversos profissionais do sector, entre os quais Vera Champagne, Expert e Lecturer HR do Instituto Internacional de Administração Hoteleira – LES ROCHES, Filomena Fernandes da Associação Portuguesa da Hotelaria Hospitalar, Jaime Andrez, presidente da Comissão Directiva do COMPETE 2020, Marco Fernandes, CEO da PME Investimentos entre outros.

Para realizar a abertura do Congresso estarão presentes Raul Ribeiro Ferreira, Presidente da Direcção da ADHP, Mário Ferreira, Administrador Nau Hotels & Resorts, José Carlos Martins Rolo, Presidente da Câmara Municipal de Albufeira, Desidério Silva, Presidente da Turismo do Algarve e Ana Mendes Godinho, Secretária de Estado do Turismo.

No âmbito do Congresso irá ainda decorrer, no dia 15, o jantar de entrega dos “XÉNIOS 2018” – Prémios Excelência na Hotelaria, que anualmente destaca os melhores profissionais do sector.

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Foi com evidente surpresa que a delegada da Direcção Regional do Turismo dos Açores em Lisboa, Cristina Ávila, recebeu, em Macau, durante o 43° Congresso da APAVT, o título de membro honorário da associação pelas mãos do presidente da mesma, Pedro Costa Ferreira.
Este título foi atribuído à profissional pelo seu contributo para o desenvolvimento turístico dos Açores, pela sua dedicação para com o setor do turismo e ainda pelo relacionamento que mantém com a APAVT e os agentes de viagens portugueses.

 

por Sílvia Guimarães – em Macau a convite da APAVT

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O 43º congresso da APAVT, que este ano se realiza em Macau, de 22 a 27 de novembro, vai contar com a presença da secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho, na sessão de inauguração. Na mesma sessão irá ainda discursar Alexis Tam, do Governo da Região Administrativa Especial de Macau, assim como Pedro Costa Ferreira, presidente da APAVT.

Subordinado ao tema “Turismo: A Oriente, tudo de novo!”, o congresso conta com um primeiro painel que irá retratar “os Desafios e a Responsabilidade de ser Português”. Jaime Gama, ex-presidente da Assembleia da República e antigo ministro, Jaime Nogueira Pinto, politólogo e empresário, serão moderados pelo jornalista José Manuel Fernandes e farão uma conversa sobre o Oriente, Portugal e os Portugueses. A história, o presente e os desafios para o futuro.

Ainda no primeiro dia de congresso, na parte da tarde, será a vez de agentes de viagens de diversas regiões da China Continental terem um encontro de negócios com vários players portugueses.

Já no segundo dia de trabalhos, pela manhã, o painel de abertura terá como tema “Turismo – A transformação digital no caminho das oportunidades”. O empresário e professor universitário Paulo Amaral irá dar a entender melhor aos congressistas o significado e para que servem termos como e-Commerce, Big Data, IoT, Web 2.0 e Web 3.0 e Mobilidade. Além disso, irá permitir saber até que ponto a transformação digital constitui uma necessidade estratégica para as empresas.

Da parte da tarde, será a vez de debater “O papel do Turismo na reinvenção do crescimento económico em Portugal”. Augusto Mateus, ex-ministro e consultor irá aqui falar do futuro de Portugal através do Turismo.

Logo de seguida, a recordista mundial da travessia do Pacífico, Natalia Cohen, terá o desafio de inspirar os presentes a procurarem mais, fazerem mais e serem mais através do painel “Losing sight of Shore – Todos temos os nossos Oceanos para atravessar”.

E para terminar o dia de trabalho, será a vez de ficar a conhecer um estudo inédito da AMA – Augusto Mateus & Associados / Ernst & Young, pela voz da economista, Sandra Primitivo, intitulado “O valor económico da Distribuição Turística em Portugal”.

No terceiro dia de trabalhos, antes da sessão de encerramento, será ainda tempo para ouvir o advogado e administrador de empresas Diogo Lacerda Machada sobre o Turismo, o Oriente, as empresas, os negócios… e a TAP.

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Márcio Favilla, Responsável da OMT, e Javier Gandara, Diretor-geral da Easyjet são dois dos oradores confirmados para a próxima edição do Congresso Nacional da Hotelaria e Turismo, sob o tema “Descobriram Portugal. E Agora?!” e organizada pela AHP – Associação da Hotelaria de Portugal, de 15 a 17 de novembro, em Coimbra.

No ano em que Portugal é reconhecido como Melhor Destino Europeu e em que a discussão sobre a capacidade de carga dos destinos urbanos está na ordem do dia, a afirmação das regiões como polos de interesse, independentes ou complementares às grandes cidades e alicerçadas no contexto regional europeu, parece ser uma resposta sustentável e duradoura no sentido de mitigar os impactos trazidos pela condensação dos fluxos turísticos, alimentando e potenciando a capacidade de atração de Portugal.

O Congresso abre, no dia 16 de novembro, com o painel “Turismo e a Europa das Regiões”, moderado por Ricardo Costa, Diretor-geral de Informação do Grupo Impresa. O Keynote Speaker é o Ministro dos Negócios Estrangeiros Português, Augusto Santos Silva, que dará o mote para um debate sobre a construção de um Turismo policêntrico e descentralizado em Portugal e na Europa e que contará com as intervenções da Subsecretária de Estado do Turismo Italiano, Dorina Bianchi; do Diretor Executivo para a Competitividade, Relações Externas e Parcerias da Organização Mundial do Turismo, Márcio Favilla; e da Secretária de Estado do Turismo de Portugal, Ana Mendes Godinho.

António Trindade, CEO do grupo Porto Bay será o moderador do segundo painel “A Condição Periférica de Portugal – Desafios do Transporte Aéreo”, que conta com o Presidente da Comissão Executiva da Ana Aeroportos, Carlos Lacerda, o Vice-Presidente de Marketing e Comunicação da TAP, Abílio Martins; o Diretor-geral da EasyJet, Javier Gandara; e o Diretor-Geral da Melair, Francisco Teixeira. Com efeito, acessibilidades aéreas e marítimas competitivas, assentes em infraestruturas capazes, são fatores chave para a mobilidade inerente a esta nova Europa das Regiões, sobretudo quando Portugal, na sua condição periférica, se posiciona como destino de referência.

O 29º Congresso da AHP traz ainda para o debate outros quatro grandes temas: “Como crescer sem perder a identidade?”; “As Pessoas: a aposta de sempre, os reptos do futuro”; “The Future of Hotel Revenue Management: Big Data, Business Intelligence & Analytics para hoteleiros”; e “Novas tendências do alojamento – The Hotel. The Hostel. The House”.

As inscrições encontram-se abertas até 6 de novembro. Para usufruir de condições especiais, os interessados poderão fazer a inscrição até 15 de outubro em www.congressoahp.pt

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Seis é o número de painéis que terá o 29.º Congresso Nacional da Hotelaria e Turismo, que se realiza entre 15 e 17 de novembro, no Convento São Francisco, em Coimbra, sob o tema “Descobriram Portugal. E agora?”, e que esta terça-feira foi apresentado à Imprensa, a bordo do veleiro Leão Holandês, em Lisboa.

Um Congresso com temas muito transversais, segundo Raul Martins, presidente da Associação da Hotelaria de Portugal (AHP), que iniciou a apresentação justificando o local escolhido para o evento como uma das regiões que mais crescimento em termos turísticos tem registado este ano: “À semelhança do que tem acontecido em congressos anteriores, como por exemplo o ano passado nos Açores, a AHP quis dar um sinal de como apoia o crescimento do turismo no país.”

Como crescer sem perder a identidade? Como divulgar outros destinos em Portugal e distribuir no território as oportunidades que o Turismo traz? Como gerir as infraestruturas aeroportuárias no quadro atual e perante o crescimento? Que novas tendências se perspetivam, do alojamento às tecnologias e à gestão de pessoas? São alguns dos temas que ocuparão os dois dias de congresso e que tentarão dar resposta ao tema central “Descobriam Portugal. E agora?”. Destaque ainda para o logotipo, uma bússola com os pontos cardinais, “que nos indica outros descobrimentos”, como sublinhou Cristina Siza Vieira, presidente executiva da AHP.

Para refletir sobre os temas apresentados nos painéis, a AHP terá como convidados Augusto Santos Silva, Ministro dos Negócios Estrangeiros, Doug Lansky, Travel Writer e Tourism Development Advisor e Mike Ferguson, Managing Director da Inteligente Business Strategies, mas outros serão anunciados amiúde, como avançou Raul Martins.

“A força e entusiamo com que o mundo está a descobrir Portugal tem-nos feito bater sucessivos recordes no Turismo e na Hotelaria. Contudo, é fundamental responder aos desafios que este crescimento nos traz e ver para lá da linha do horizonte, para preparar o futuro. Estamos numa posição privilegiada, pelo que é o momento de potenciar Portugal para que seja um destino europeu de referência”, sublinhou ainda o mesmo responsável.

E o Congresso arranca no dia 16 com o painel “Turismo e a Europa das Regiões”, que será moderado por Ricardo Costa, diretor-geral de Informação do Grupo Impresa. A riqueza e a diversidade de culturas locais e regionais como parte da identidade nacional dos países, bem como a sua importância para o desenvolvimento turístico dos destinos estarão em debate neste primeiro painel, que conta com Augusto Santos Silva, Ministro dos Negócios Estrangeiros.

O 2.º painel será dirigido por António Trindade, CEO do Porto Bay Hotels & Resorts, sobre o tema “A Condição periférica de Portugal. Os desafios do transporte aéreo”.

“Como crescer sem perder a identidade?” é o mote do terceiro painel, moderado por Miguel Júdice, administrador do Hotel Quinta das Lágrimas e que terá Doug Lansky como keynote speaker.

A fechar o dia 16 de novembro, Frederico Costa, administrador do Grupo Pestana, vai moderar o painel “As pessoas: a aposta de sempre, os reptos do futuro”. Para fazer crescer a rentabilidade das empresas há que aproximar os nossos preços dos praticados por destinos concorrentes e com isto também que surpreender pela qualidade no serviço prestado. Então como se podem dignificar as carreiras? Qual o papel da formação? Estas e outras questões estarão em cima da mesa para o debate.

O segundo dia

“The Future of Hotel Revenue Management: Big Data, Business Intelligence & Analytics para hoteleiros” é o tema que abre o primeiro painel do segundo dia do Congresso, e que contará com a presença de Mike Ferguson, que conta já com 35 anos de experiência nesta área.

E o dia fecha com o painel 6, moderado por Rodrigo Machaz, diretor-geral Memmo Hotels, que irá falar nas “Novas tendências do alojamento – The Hotel. The Hostel. The House”.

As inscrições para o 29.º Congresso Nacional de Hotelaria e Turismo já se encontram abertas e até 15 de outubro, os interessados poderão inscrever-se com condições especiais. A AHP espera que este encontro reúna entre 400 a 450 participantes.

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A AHP – Associação da Hotelaria de Portugal irá realizar o 29.º Congresso Nacional da Hotelaria e Turismo em Coimbra, de 15 a 17 de novembro.

Coimbra estreia-se como cidade anfitriã do congresso anual da AHP, sendo a terceira vez que a Região Centro é a escolhida para a realização do evento. Em 2003, o Congresso realizou-se em Viseu e em 2011 decorreu na Figueira da Foz.

Nos Paços do Concelho da cidade de Coimbra, o presidente da Câmara Municipal, Manuel Machado, recebeu no dia 19 de junho o presidente da AHP, Raul Martins, acompanhado por Pedro Machado, presidente da Entidade Regional de Turismo do Centro.

Os três dirigentes começaram por dirigir palavras de condolências e de solidariedade para com as vítimas do grande incêndio que provocou uma tragédia na Região Centro durante o fim-de-semana. Raul Martins, aliás, anunciou que a AHP vai já entrar em contacto com os presidentes de câmara das localidades afetadas para no rescaldo desta calamidade apoiar, através do Programa de Responsabilidade Social da Associação, as populações atingidas. Raul Martins, presidente da AHP, declarou que “mesmo depois de controlada a situação, o apoio da Associação pode ser de grande impacto, permitindo equipar as habitações com material doado pelos hotéis como mobiliário, colchões, atoalhados, roupas de cama e banho, equipamentos e material de cozinha, entre outros.” Raul Martins sublinhou, ainda, que “através do Programa de Responsabilidade Social Corporativa da AHP já foram doados pelos hotéis associados da AHP mais de 26.000 bens e equipamentos a dezenas de instituições de solidariedade social, que equiparam casas e lares e melhoraram a vida de centenas de pessoas e famílias”. “É o nosso auxílio para que se possa mitigar o enorme prejuízo, humano e material, trazendo conforto e amparo aos mais desprotegidos”, concluiu o presidente da AHP.

Raul Martins anunciou depois a data e local do Congresso, declarando: “A cidade de Coimbra, capital de Portugal até 1255, é, pelas histórias que conta, pelo seu vastíssimo património cultural e arquitetónico, pelo desenho urbano e vida académica, um destino com enorme potencial turístico. Os números da Hotelaria e do Turismo mostram-nos isso mesmo, o crescimento sustentado dos últimos dois anos vem comprovar o interesse crescente dos turistas pela região. A par do excelente trabalho de promoção e afirmação que tem vindo a ser desenvolvido na região, o Convento São Francisco, onde se vai realizar o Congresso, é uma infraestrutura belíssima e totalmente equipada para receber este grande Congresso, como teremos oportunidade de demonstrar”.

“Temos todo o interesse em acolher este 29º Congresso Nacional da Hotelaria e Turismo no Convento São Francisco, um evento que decorrerá graças à articulação desenvolvida pela Associação da Hotelaria de Portugal, e o seu presidente, Raul Martins, a Entidade Regional de Turismo do Centro, e o seu presidente Pedro Machado, e demais colaboradores, como a Câmara Municipal.

Quero ainda evidenciar a importância, que começa a ser constatada, do equipamento que a Câmara Municipal de Coimbra recriou [Convento São Francisco], recuperou e preparou para acolher importantes congressos, nos mais diversos domínios. Tem sido um êxito e tem contribuído para o desenvolvimento da atividade económica, turística, cultural, cívica e de cidadania também.

Quero também reconhecer o valor do que a Associação da Hotelaria de Portugal tem feito para qualificar, melhorar e aumentar a oferta de acolhimento a todos os cidadãos, a todos os turistas. E afirmar também, em relação ao Turismo do Centro, a importância do trabalho que realizou neste campo, ao longo do tempo. Antes havia muito pouco para acolher turistas, fora de Lisboa.

A Associação de Hotelaria de Portugal deu, também para isto, um contributo notável, porque rompeu com uma visão que era preponderante, de haver um certo individualismo nas iniciativas, e criou uma nova, a da cooperação. Ao fazê-lo, fortalecemo-nos uns aos outros e ganhamos todos”, realçou, por sua vez, o Presidente da C.M. Coimbra, Manuel Machado.

Pedro Machado, Presidente da Entidade Regional de Turismo do Centro, sublinhou o facto de esta ser “a primeira vez que o Congresso da AHP, o maior congresso de hotelaria em Portugal, se realiza em Coimbra”.

“Somos uma região que está a crescer em número de hóspedes, de dormidas e de proveitos. Os números mais recentes do INE mostram um crescimento de 37% em abril, relativamente a abril do ano passado. Maio vai ser igual ou superior”, disse Pedro Machado, realçando que um dos objetivos da entidade que tutela é “posicionar o Centro de Portugal como primeiro mercado interno”.

A dificuldade em receber congressos como este era, no entanto, “uma pecha na Região Centro”, considerou. Uma dificuldade ultrapassada com a abertura, em Coimbra, do Convento São Francisco. “Este equipamento permite posicionar o Centro no produto ‘congressos e incentivos’, e não apenas a nível nacional como internacional. Este posicionamento é importante para combater os problemas da sazonalidade e da baixa estadia média da atividade turística. Além que tem um efeito multiplicador na cadeia de valor do turismo, incluindo na restauração”, destacou.

O congresso da AHP, que faz parte da agenda anual do setor, reúne mais de 400 participantes, cerca de 6 dezenas de empresas parceiras, fornecedoras de bens e serviços para a hotelaria, consultores, estudantes e professores, responsáveis políticos e altos dirigentes da administração pública e privada. Conta com a presença de oradores nacionais e internacionais para debaterem temas de grande relevância para os profissionais da Hotelaria e Turismo.

Para o mês de julho, em Lisboa, está marcado o lançamento do tema e apresentação da imagem do Congresso.