Terça-feira, Abril 23, 2019
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Algarve

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O Observatório de Turismo Sustentável do Algarve foi lançado, esta quinta-feira, na BTL – Bolsa de Turismo de Lisboa, pela Região de Turismo do Algarve (RTA), com o objetivo de estudar, analisar e monitorizar o desempenho turístico da região nas áreas da sustentabilidade económica, social e ambiental.

Presente na apresentação, que decorreu, esta quinta-feira, na BTL, esteve a secretária de Estado do Turismo (SET), Ana Mendes Godinho, e afirmou que este é um projeto de “referência internacional”.

“Vamos ganhar aos nossos concorrentes porque vamos passar a ter dois observatórios regionais dentro da rede mundial da OMT, o que é mais um passo para mostrarmos que lideramos também aqui”, referiu a SET.

Luís Araújo, presidente do Turismo de Portugal, também presente na apresentação, garantiu, por outro lado, que Portugal será o “país com mais observatórios dentro da OMT”, com o Algarve a seguir-se ao Alentejo.

“É algo que nos orgulha muito. Depois do Alentejo, temos o Algarve e acreditamos que esta será uma das iniciativas que mais vai contribuir para termos um destino mais sustentável e muito mais competitivo em 2027”, referiu.

Segundo Luís Araújo, este novo Observatório será fundamental para “tomar as melhores decisões de investimento e as melhores decisões de operação e de gestão”, dado que “não se pode avançar com ideias, iniciativas ou projetos, se não conseguirmos medir aquilo que temos, se não conseguirmos medir a evolução que podemos fazer”.

O responsável frisou ainda que, “com este instrumento” será possível reunir ” mais condições para uma melhor gestão pública, para uma melhor gestão das próprias empresas, no sentido de conseguirmos ser mais eficazes a criar valor no negócio, mas também a conseguir transferir esse valor para o território e para beneficio dos nossos residentes. Para conseguirmos ter mais capacidade para valorizar, não só o nosso património local, mas também o nosso património cultural”.

O Observatório de Turismo Sustentável do Algarve é uma iniciativa da RTA mas terá o apoio da Universidade do Algarve a da CCDR Algarve.

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“Revitalizar Monchique – o turismo como catalisador” e SustenTUR Algarve são os dois projetos de valorização turística da região que vão ser apoiados com mais de 600 mil euros pelo Turismo de Portugal. A Secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho, esteve hoje em Monchique a presidir à assinatura dos protocolos entre os promotores e a Autoridade Turística Nacional.

Apoiado com um financiamento de 431.856 euros, o projeto “Revitalizar Monchique – o turismo como catalisador” é promovido pela Associação Turismo do Algarve, a Almargem – Associação de Defesa do Património Cultural e Ambiental do Algarve e o Município de Monchique, com o objetivo de dotar a região de Monchique e Silves de condições atrativas para o desenvolvimento da atividade turística através da intervenção em zonas que foram atingidas pelo incêndio que fustigou estes dois concelhos em 2018.

Até dezembro de 2019, entre as atividades a desenvolver estão o reforço da rede de percursos pedestres e cicláveis de Monchique e a implementação de uma plataforma agregadora de experiências inovadoras, culturais e criativas, articuladas com a rede de percursos pedestres, visando a valorização dos produtos turísticos e do território. Será também desenvolvida a oferta de programas e pacotes turísticos integrados, a realizar pelos agentes locais, envolvendo o Turismo de Natureza, Turismo Cultural e Criativo, bem como uma aposta na capacitação dos profissionais do setor no sentido de qualificar a oferta regional, com vista ao aumento do número de turistas e visitantes em Monchique e consequentemente, no Algarve, especialmente durante a época baixa.

Promovido pela Entidade Regional de Turismo do Algarve, o projeto SustenTUR Algarve visa a promoção da sustentabilidade do património natural e cultural da região, junto dos visitantes e residentes, em estreita parceria com atores públicos e privados, através da realização de um conjunto de ações de capacitação, informação e sensibilização, com o objetivo de fortalecer uma cultura de turismo na região. O projeto é apoiado com 204 mil euros e a sua execução decorrerá até 30 de novembro de 2020.

Para a Secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho, estes projetos “demostram a capacidade de o Turismo ser instrumento de mobilização do território e permitem promover o Algarve como destino de turismo de natureza, de gastronomia, cultural, com capacidade de atrair públicos ao longo de todo o ano”. 

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Os hóspedes (+2,3%), dormidas (+0,4%) e proveitos totais (+4,7%) dos estabelecimentos hoteleiros e similares do Algarve registaram uma evolução homóloga positiva em outubro, informou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE). No país – e também na região – as dormidas de residentes cresceram e as de não residentes diminuíram face ao ano anterior, reforça o instituto, que indica um crescimento mensal das dormidas de portugueses no Algarve muito acima das outras regiões nacionais.

Dormidas

Em outubro a hotelaria algarvia registou 1,8 milhões de dormidas, um aumento de 0,4% face ao mesmo mês do ano anterior explicado pela excelente performance dos residentes, que apresentam uma variação positiva de 24,4%. Já as dormidas de estrangeiros caíram 2,7%, ainda assim, menos do que a média nacional (-3,2%).

Nos primeiros dez meses do ano o destino totaliza 17,6 milhões de dormidas, uma quebra de 1,6% justificada, igualmente, pelos resultados dos não residentes, que acumulam 670 mil dormidas a menos. No polo oposto, até outubro há mais 388 mil dormidas de portugueses (+10,3%) do que as registadas em igual período do ano anterior. O crescimento expressivo do mercado interno faz com que em dez meses de 2018 já se tenham realizado mais dormidas de turistas nacionais (mais de 4,1 milhões) do que em todo o ano 2017 (perto de 4 milhões).

Proveitos

No Algarve, os proveitos totais atingiram 88,7 milhões de euros e os de aposento 60 milhões de euros em outubro, o que representou crescimentos de 4,7% e 2,6%, respetivamente. Os proveitos totais crescem 4,3% nos primeiros dez meses do ano, ascendendo a mil milhões de euros, e já estão ao mesmo nível do resultado obtido em todo o ano 2017 na região.

Hóspedes

Este indicador revela um crescimento de 2,3% em outubro, para um total de 408 mil hóspedes no destino. A estada média mensal ascendeu a 4,41 noites e a taxa líquida de ocupação-cama foi de 52,6%. Entre janeiro e outubro os hóspedes crescem 1,1% e somam 3,9 milhões.

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De acordo com o AHP Tourism Monitors, ferramenta exclusiva de recolha de dados da hotelaria nacional trabalhados mensalmente pela AHP – Associação da Hotelaria de Portugal, no mês de agosto de 2018 a taxa de ocupação decresceu 1,3 p.p., em comparação com o mesmo mês do ano anterior, fixando-se nos 87%.

Em agosto de 2018, a taxa de ocupação quarto a nível nacional decresceu 1,3 p.p., fixando-se nos 87%. Por destinos turísticos, Algarve (93%), Costa Azul (92%) e Grande Porto (90%) registaram as taxas de ocupação mais elevadas. Por categorias, verificou-se uma variação positiva apenas nas 2 estrelas que tiveram um aumento ligeiro de 0,4 p.p., face a agosto de 2017.

O ARR subiu 6%, fixando-se em 121 euros. De realçar, neste indicador, o aumento em todas as categorias, com destaque para as 3 estrelas onde a variação foi de mais 12% face a agosto de 2017.

O RevPar fixou-se nos 105 euros, mais 4% face ao período homólogo. Os destinos turísticos com o RevPar mais elevado foram Algarve (173 euros), Estoril/Sintra (113 euros) e Lisboa (98 euros).

Para Cristina Siza Vieira, vice-presidente da AHP – Associação da Hotelaria de Portugal, existia “alguma expectativa relativamente ao comportamento da operação hoteleira no mês de agosto. Apesar de a TO ter decrescido, os resultados são globalmente bons. Em termos absolutos, este foi, sem surpresas, o melhor mês do ano. Dos 14 destinos do Hotel Monitor, apenas 3 (Beiras, Viseu e Leiria/Fátima/Templários), registaram ocupações abaixo dos 80%. No ARR e RevPAR, os resultados continuam a ser bastante positivos, no entanto há a destacar a quebra nos destinos Grande Porto e Oeste. No próximo mês, com os dados de setembro, iremos fazer uma análise ao comportamento da hotelaria nos meses de verão e aí faremos um balanço.”

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O Algarve registou mais de três milhões de dormidas em agosto, o mês mais forte da época alta do turismo em Portugal, conquistando uma quota de cerca de 40 por cento de todas as dormidas turísticas nacionais. A informação acaba de ser revelada pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), que contabiliza num único mês um total de três milhões e 28 mil dormidas na hotelaria algarvia.

Em agosto, os residentes pernoitaram +9,1 por cento do que em igual período do ano anterior, enquanto os estrangeiros realizaram -7,2 por cento de dormidas, uma tendência na mesma linha dos resultados do país.

Se atendermos ao valor acumulado entre janeiro e agosto, o Algarve somou 13,5 milhões de dormidas nos primeiros oito meses do ano, muito acima das outras regiões, alcançando 34 por cento do total nacional acumulado.

Os outros indicadores turísticos hoje conhecidos são igualmente significativos para o principal destino de férias nacional: no mês de agosto, os estabelecimentos hoteleiros algarvios registaram 610 mil hóspedes (+2,1%) e arrecadaram 227 milhões de euros de proveitos totais (+3,2%).

De janeiro a agosto o destino registou cerca de 3 milhões de hóspedes e acumulou proveitos totais próximos dos 800 milhões de euros, valores acima dos registados em 2017, o melhor ano de sempre para o turismo no Algarve.

Quanto ao rendimento médio por quarto disponível (RevPAR), o Algarve registou em agosto o valor mais elevado entre todas as regiões, ascendendo a 129,3 euros, montante que compara com o RevPAR nacional de 90,2 euros.

Mediante estes resultados, o presidente da Região de Turismo do Algarve congratula-se com «o êxito do turismo no Algarve, que continua a ser o destino de férias preferido dos portugueses e estrangeiros que visitam o nosso país, consolidando uma tendência de crescimento que traz mais valor para a região», refere João Fernandes.

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Está de regresso, a 4 de outubro, a 3.ª edição do programa cultural 365Algarve, a iniciativa que dinamiza esta região nos meses de época baixa e que, este ano, vai oferecer a turistas e residentes um total 402 espetáculos ao longo de oito meses.

O 365Algarve tem como objetivo melhorar a experiência turística e a atratividade em todos os municípios da região do Algarve entre outubro e maio de 2019, atenuando a sazonalidade nesta região através de uma programação cultural de qualidade, que é construída em exclusivo a partir das propostas do tecido artístico local.

A programação do 365Algarve inclui mais de uma centena de concertos, 52 espetáculos de teatro, 93 eventos e visitas ao património cultural. Os mais de 400 eventos, em áreas como a música, o teatro, o novo circo e as artes de rua, residências e encontros artísticos, literatura, artes e património, cinema, exposições, dança e cruzamentos disciplinares, são diferenciadores e complementares à oferta já existente, e permitem experiências diferentes e enriquecedoras a quem está no território em permanência ou de passagem.

Esta edição do 365Algarve terá como mote a ideia de viagem, o conceito que melhor simboliza aquilo que esta iniciativa se propõe trazer com mais esta edição. O concerto de abertura, que contará com os algarvios João Frade e Sara Afonso, e a participação especial de Moçoilas e Ana Bacalhau, representará essa viagem ao som do acordeão, instrumento com origem na China que se popularizou no Algarve e em Portugal.

O programa é financiado em 1,5 milhões de euros pelo Turismo de Portugal e operacionalizado pela Região de Turismo do Algarve e pela Associação de Turismo do Algarve. No total, nesta 3.ª edição foram selecionados 20 projetos, cinco dos quais apoiados pela primeira vez.

Nos últimos dois anos, o 365Algarve já promoveu 1151 iniciativas e apoiou 89 projetos, a que assistiram 275 mil pessoas, num investimento global de três milhões de euros.

Luís Filipe de Castro Mendes, Ministro da Cultura, sublinha que “desde a primeira edição, o 365Algarve tem consolidado a sua programação, integrando iniciativas artísticas e culturais cada vez mais diversificadas e de elevada qualidade, que mostram a dinâmica das estruturas e dos agentes locais, os verdadeiros protagonistas do 365Algarve. A Cultura é um fator essencial de atração turística e deve ser usada como instrumento de dinamização do território”.

Ana Mendes Godinho, secretária de Estado do Turismo, sublinha que “o 365Algarve é cada vez mais um fator diferenciador para quem quer visitar o Algarve fora da época alta e tem de ser um instrumento para afirmar esta região como um destino para todo o ano. Nos últimos dois anos, o índice de sazonalidade na região (e no país) diminuiu para o valor mais baixo de sempre.

Nesse mesmo período, as dormidas na época baixa no Algarve aumentaram 23,2%, o que mostra que há espaço para crescer.

Temos grandes desafios pela frente e é crucial que exista cada vez mais um trabalho conjunto com estes objetivos comuns, razão pela qual na nova edição é condição essencial o envolvimento dos operadores turísticos na programação. Temos de continuar este trabalho para que o turismo no Algarve seja cada vez mais sustentável ao longo do ano”.

Em média, a oferta cultural totaliza 50 eventos por mês durante os oito meses de programa, percorrendo toda a região do Algarve e atraindo público às zonas mais periféricas e interiores.

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Os estabelecimentos hoteleiros e similares do Algarve registaram cerca de 700 mil dormidas em fevereiro, correspondendo a uma variação anual de 2,3 por cento. O número de hóspedes manteve-se estável nos 155 mil clientes. Na região, as dormidas do mercado interno cresceram 14,6 por cento (+12,6% em janeiro) e as dos mercados externos mantiveram-se inalteradas (-1,8% em janeiro), informou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).

Ao aumento acentuado das dormidas dos turistas portugueses nos hotéis do destino junta-se O facto de os proveitos totais voltaram a acelerar em fevereiro. O crescimento foi de 7,4 por cento em relação ao mesmo mês do ano anterior, e atingiram 25,6 milhões de euros (+5,7% para 17,5 milhões de euros em janeiro). Ao contrário da média nacional, a estada média no Algarve também aumentou 2,6 por cento, para 4,52 noites, e no mês em referência foi a segunda mais elevada do país.

Ainda no indicador das dormidas, o INE indica que o Algarve captou 23,7 por cento das dormidas totais do país. Na região algarvia o destaque vai para a performance dos mercados da Alemanha (+7,6%), França (+27,4%) e Irlanda (+13,9%). Em sentido contrário, Reino Unido (-3,3%), Espanha (-13,1%) e Holanda (-11,8%) geraram menos dormidas no destino.

Nos dois primeiros meses de 2018 o Algarve acumula 266,8 mil hóspedes (-0,4%) na hotelaria classificada, 1,18 milhões de dormidas (+1,5%) e 43,1 milhões de euros de proveitos totais (+6,7%).

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É já esta quinta-feira, dia 22, que um grupo de operadores turísticos, agentes de viagens e jornalistas embarcam em mais uma edição da fam trip «Redescobrir os Segredos do Algarve», que os levará à (re)descoberta dos atrativos turísticos de Castro Marim.

Durante um dia inteiro, o grupo de profissionais terá a oportunidade de conhecer algumas das belezas turísticas de Castro Marim que não são tão conhecidas do grande público. O programa mantém-se secreto para os participantes, mas promete constituir um verdadeiro mergulho na história e no património cultural da vila.

Organizada pela Região de Turismo do Algarve em parceria com o município de Castro Marim e a Direção Regional de Cultura do Algarve, a fam trip levará os participantes à descoberta dos encantos gastronómicos da vila, das suas artes e ofícios tradicionais e do património natural do concelho. Será ainda uma oportunidade para dar a conhecer novos investimentos hoteleiros e os mais recentes projetos municipais.

«Esta iniciativa pretende aproximar os profissionais do setor ao destino, dando-lhes a conhecer a diversidade da oferta turística do Algarve, que vai muito além do sol e da praia. Durante um dia inteiro, queremos promover o rico património histórico da vila, a gastronomia local e as tradições que fazem de Castro Marim uma das atrações turísticas da região ainda menos conhecidas dos portugueses», explica o presidente da RTA, Desidério Silva.

O projeto «Redescobrir os Segredos do Algarve» teve início em 2013 e já passou por Alcoutim, São Brás de Alportel, Monchique, Lagos, Lagoa, Aljezur, Tavira, Silves, Faro, Albufeira e Vila do Bispo.

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O Grupo AP Hotels & Resorts vai iniciar a construção de mais uma unidade hoteleira no Algarve ainda este ano.

A novidade foi avançada pela diretora geral do grupo hoteleiro, Mar Bayo, e a unidade será construída em Cabanas de Tavira, integrado no Cabanas Park Resort. Terá 180 quartos e resultará de um investimento avultado, embora Mar Bayo não tenha dado números concretos. A previsão de construção será de um ano e meio.

“Este será um hotel que irá estar muito ligado à Natureza e à Ria Formosa”, adiantou a responsável.

O Cabanas Park Resort foi adquirido pelo grupo em dezembro passado e irá abrir portas está quinta-feira, 1 de Março, data em que também irá abrir para a temporada de 2018 o Adriana Beach Club Hotel Resort, o all inclusive do grupo em Albufeira.

Quanto a resultados, Mar Bayo afirmou aos jornalista, durante a BTL, que o grupo atingiu em 2017 uma taxa de ocupação de 85% é um crescimento de faturação em torno dos 3%.

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O Algarve é o destino escolhido para o arranque do projeto-piloto que o Turismo de Portugal lança dedicado à oferta nacional de Cycling e Walking e que estará congregado numa única plataforma: Portuguese Trails.com.

Até ao final do ano será o Centro do País a juntar-se a este projeto, conforme avançou Filipe Silva, do Turismo de Portugal, durante a apresentação à Comunicação Social, esta sexta-feira, 14 de dezembro, em São Bartolomeu de Messines, revelando que no primeiro trimestre de 2018 serão acrescentadas as outras regiões de Portugal.

Segundo a secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho, o arranque do projeto no Algarve vem na linha de “combater e atenuar a sazonalidade e mostrar um outro Algarve diferente do tradicional sol e praia a que muitas vezes está associado. Temos aqui três rotas no Algarve e o que fizemos foi trabalhar com os operadores locais, estruturar o produto e associar também a uma plataforma digital, o Portuguese Trails e que junta todos os recursos que existem sobre os trilhos, a georreferenciação dos trilhos, as ofertas de alojamento e de experiências associadas a estas rotas”.

Disponível em cinco idiomas, esta plataforma é uma das ações do projeto Portuguese Trails que o Turismo de Portugal está a desenvolver em parceria com as sete regiões turísticas do país e com as comunidades intermunicipais, associações e empresas turísticas, numa atuação concertada entre entidades públicas e privadas. Na plataforma podemos encontrar mais de 140 percursos para bicicleta e passeios a pé, 111 empresas designadas bike & walk friendly e cerca de 60 programas dirigidos aos turistas nacionais e internacionais.

Desidério Silva, presidente da Região de Turismo do Algarve, mostrou-se satisfeito com o lançamento deste projeto, reforçando que esta é uma das soluções para quebrar a sazonalidade, principalmente de “outubro a maio quando a procura é menor. Este projeto, juntamente com o 365 Algarve e outras ofertas vem assim atenuar esta quebra”.

Ana Mendes Godinho esclareceu ainda que este “nicho de mercado do Cyclyng & Walking tem estado a ser trabalhado com presença em feiras internacionais, onde este produto tem muita procura, nomeadamente na Holanda, Alemanha, Bélgica, Reino Unido, mas também EUA e Canadá”.

A revista Viajar aceitou o desafio de percorrer alguns quilómetros da Via algarviana e conta como foi na versão em papel.