Terça-feira, Abril 23, 2019
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O Turismo continua a exibir um grande dinamismo, que foi visível no primeiro mês de 2019. Em janeiro, de acordo com os dados divulgados pelo INE esta manhã, o número de hóspedes cresceu 7,2%, para 1,3 milhões, e as dormidas cresceram 4,7%, para 3 milhões. Para além disso, os proveitos subiram 8,7%, fixando-se nos 163 milhões de euros.

O INE passou a divulgar os dados mensais relativos ao Alojamento Local (estabelecimentos com mais de 10 camas), que indicam que também aqui há um crescimento de 6,1% nos hóspedes, para 190 mil, e de 4,4% nas dormidas, para 402 mil.

Os mercados que mais cresceram em dormidas em janeiro foram a China (+30,4%), os EUA (+23,9%), o Canadá (14,7%) e a Irlanda (+11,3%), prosseguindo a estratégia de diversificação de mercados estabelecida na Estratégia Turismo 2027.

O Reino Unido registou um crescimento de 4,3% de dormidas em janeiro.

Os resultados de janeiro mostram que se continua a abrir o mapa turístico do país e a reduzir a sazonalidade, com os maiores crescimentos em dormidas a serem registados no Alentejo (+18,3%), no Norte (+10,5%) e também no Algarve, que cresce 8% num mês da chamada época baixa.

Para a secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho, “estes resultados do início do ano mostram que a atividade turística continua efervescente e a crescer ao longo do território e ao longo de todos os meses, mesmo depois de um ano de recordes como foi 2018. Portugal continua a ser um destino imperdível nos 365 dias do ano, e a estratégia de diversificação de mercados, atraindo turistas que viajam ao longo de todo o ano, está a tornar a atividade turística cada vez mais sustentável”.

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Com Brexit ou sem Brexit, Portugal quer que os cidadãos britânicos saibam que serão sempre bem-vindos no nosso país e que nunca deixaremos de estar com quem partilhamos a mais antiga aliança do mundo. Para que todos saibam disso mesmo, o Turismo de Portugal lança a campanha #BRELCOME – Portugal will never leave you.

Esta campanha integra o plano de contingência de Portugal para o mercado do Reino Unido, que inclui também uma linha de atendimento online dedicada e uma área informativa específica no portal VisitPortugal. Portugal foi pioneiro na adoção deste plano de contingência na Europa, e que garante aos britânicos que irão manter as condições de viagem de que beneficiam atualmente – designadamente isenção de vistos, criação de corredores dedicados nos aeroportos, utilização dos seguros de saúde ou reconhecimento das cartas de condução.

A campanha promove os ativos do turismo nacional e com um investimento de 200 mil euros vai estar até junho a lembrar que, apesar de mudanças que possam eventualmente estar a chegar, há sempre coisas que não mudam. As nossas praias e os nossos sabores, os nossos campos de golfe e os nossos festivais de música não deixarão nunca de acolher bem os visitantes do Reino Unido.

Para a secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho, “Portugal está a mostrar ao Reino Unido que, com Brexit ou sem Brexit, criámos todas as condições para continuar a acolher da mesma forma. As medidas aprovadas pelo Governo português foram muito bem recebidas pelos operadores turísticos e pelos britânicos, que são o nosso principal mercado turístico. Já com reflexo nos números turísticos de janeiro, em que o mercado britânico cresceu 4,3%”.

Para o presidente do Turismo de Portugal, Luís Araújo, “apesar de todas as incertezas, queremos deixar claro que Portugal é um país inclusivo e que todos são bem-vindos. Continuamos a apostar no Reino Unido enquanto mercado estratégico para o turismo nacional e nunca é demais reforçar a afinidade que une os dos países e as nossas culturas”.

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Governo pretende que Portugal seja referência mundial no Enoturismo

A qualificação da oferta, a capacitação dos agentes, a criação de uma plataforma digital, a promoção dos territórios vinhateiros e um calendário anual de eventos, são algumas das iniciativas previstas no Programa de Ação para o Enoturismo, hoje apresentado na BTL por Luís Araújo, presidente do Turismo de Portugal. Estas são as metas definidas pelo governo até 2021 para posicionar Portugal como um dos destinos mais conhecidos e procurados neste segmento.

“Portugal é hoje o melhor destino do mundo, tem alguns dos melhores vinhos do mundo, mas ainda não é um destino de Enoturismo”, afirmou Luís Araújo durante a apresentação do programa.

O Programa de Ação para o Enoturismo em Portugal assume este produto como uma prioridade para o desenvolvimento turístico nacional, potenciando um dos ativos presentes na Estratégia Turismo 2027: Gastronomia & Vinhos, valorizando-o estrategicamente e acrescentando-lhe valor numa lógica entre setores, contribuindo para a coesão da atividade turística por todo o país e ao longo de todo o ano.

Presente em todo o território nacional, o enoturismo é uma marca da identidade dos destinos que importa preservar, destacar e valorizar, verificando-se uma crescente oferta de produtos, equipamentos e serviços associados, com capacidade de atrair turistas para zonas de menor densidade turística e em épocas baixas, que importa apoiar, promover e replicar.

Com mais de 190 mil hectares de vinha por todo o território, 31 Denominações de Origem Protegida, 14 Denominações de Indicação Geográfica e mais de 500 players privados neste segmento, Portugal, o melhor destino turístico do mundo e produtor dos melhores vinhos do mundo, pretende assim posicionar-se como um destino de referência mundial no segmento enoturismo. Com um investimento previsto, a três anos, de 5 milhões de euros para ações de promoção e formação, este referencial estratégico visa potenciar o cross-selling entre ‘vinho’ e ‘turismo’, induzir boas práticas nos agentes do setor, contribuir para a estruturação e valorização de destinos e rotas de enoturismo e valorizar os territórios vinhateiros.

A capacitação dos agentes é concretizada com programas de formação específicos sobre este produto, visando-se ainda a criação de valor nas exportações de vinhos e a qualificação da oferta de produtos e serviços neste âmbito, nomeadamente, através da criação de uma plataforma digital que agrega toda a informação sobre enoturismo em Portugal: Portuguese Wine Tourism.

Para a secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho, “Portugal é um país com vinhos extraordinários e com este programa queremos que o nosso país seja cada vez mais um destino de referência mundial também de enoturismo. Este é um dos ativos que identificámos na Estratégia Turismo 2027 e em que podemos captar cada vez mais turistas que deixam valor nos territórios, que viajam mais tempo e ao longo de todo o ano”.

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“Revitalizar Monchique – o turismo como catalisador” e SustenTUR Algarve são os dois projetos de valorização turística da região que vão ser apoiados com mais de 600 mil euros pelo Turismo de Portugal. A Secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho, esteve hoje em Monchique a presidir à assinatura dos protocolos entre os promotores e a Autoridade Turística Nacional.

Apoiado com um financiamento de 431.856 euros, o projeto “Revitalizar Monchique – o turismo como catalisador” é promovido pela Associação Turismo do Algarve, a Almargem – Associação de Defesa do Património Cultural e Ambiental do Algarve e o Município de Monchique, com o objetivo de dotar a região de Monchique e Silves de condições atrativas para o desenvolvimento da atividade turística através da intervenção em zonas que foram atingidas pelo incêndio que fustigou estes dois concelhos em 2018.

Até dezembro de 2019, entre as atividades a desenvolver estão o reforço da rede de percursos pedestres e cicláveis de Monchique e a implementação de uma plataforma agregadora de experiências inovadoras, culturais e criativas, articuladas com a rede de percursos pedestres, visando a valorização dos produtos turísticos e do território. Será também desenvolvida a oferta de programas e pacotes turísticos integrados, a realizar pelos agentes locais, envolvendo o Turismo de Natureza, Turismo Cultural e Criativo, bem como uma aposta na capacitação dos profissionais do setor no sentido de qualificar a oferta regional, com vista ao aumento do número de turistas e visitantes em Monchique e consequentemente, no Algarve, especialmente durante a época baixa.

Promovido pela Entidade Regional de Turismo do Algarve, o projeto SustenTUR Algarve visa a promoção da sustentabilidade do património natural e cultural da região, junto dos visitantes e residentes, em estreita parceria com atores públicos e privados, através da realização de um conjunto de ações de capacitação, informação e sensibilização, com o objetivo de fortalecer uma cultura de turismo na região. O projeto é apoiado com 204 mil euros e a sua execução decorrerá até 30 de novembro de 2020.

Para a Secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho, estes projetos “demostram a capacidade de o Turismo ser instrumento de mobilização do território e permitem promover o Algarve como destino de turismo de natureza, de gastronomia, cultural, com capacidade de atrair públicos ao longo de todo o ano”. 

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Portugal foi eleito o melhor destino turístico do Mundo pelo segundo ano consecutivo pelos World Travel Awards, numa cerimónia que decorreu este sábado, 1 de dezembro, no Pátio da Galé, em Lisboa.

Esta distinção foi atribuída pela primeira vez ao nosso país em 2017 e é renovada em 2018. Além de Portugal, estavam nomeados para este prémio a África do Sul, Brasil, Espanha, EUA, Grécia, Índia, Indonésia, Jamaica, Malásia, Maldivas, Marrocos, Nova Zelândia, Quénia, Ruanda, Sri Lanka e Vietname.

A World Travel Awards atribuiu um total de 16 prémios a Portugal, um resultado histórico que compara com sete prémios no ano passado e quatro em 2016.

Em junho, Portugal também foi reeleito o melhor Destino Turístico da Europa pelo segundo ano consecutivo. O nosso país continua, assim, a ser o melhor destino turístico regional e mundial.

Nos últimos três anos, o reconhecimento internacional de Portugal tem aumentado de forma expressiva. Desde 2015, o número de artigos internacionais sobre o destino Portugal aumentou 107%.

Para a Secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho, “é um enorme orgulho receber novamente esta distinção. Sermos os campeões do mundo no Turismo pelo segundo ano consecutivo é sinal da capacidade de afirmação internacional de Portugal, graças ao trabalho de todos os portugueses. Portugal é de facto um destino imperdível. Este é, acima de tudo, um prémio para os portugueses”.

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O ex-secretário de Estado do Turismo defende que  “quem legislou sobre o alojamento local em Portugal não foi o governo mas sim a Assembleia da República e esta não obedeceu a nenhum critério técnico, obedeceu apenas a um número de pessoas que tinham que salvar a face perante as afirmações que tinham feito”.

Desta forma, o key note speaker do painel “Turismo em Portugal: Os desafios do Crescimento”, que decorreu esta manhã, no âmbito do 44º Congresso da APAVT – Associação Portuguesa Nacional das Agências de Viagens e Turismo, considera que “acabámos por ter uma lei desastrosa porque apenas era necessário fazer política com o alojamento local” e deixa aviso: “Quem acha que isto vai ficar pelo alojamento está enganado. O problema não é do alojamento local, o problema é do Turismo e da atividade. Tudo no Turismo vai estar sujeito à politização e vai-se perder a estabilidade, a previsibilidade e o consenso”.

Alojamento local versus agências de viagens

Presente no mesmo painel esteve o presidente da ALEP – Associação do Alojamento Local em Portugal. Este defende que pode haver um “casamento perfeito” entre as agências de viagens e o alojamento local, mas ironizou ao dizer: “Para trazer as agências para o alojamento local tenho de fazer um face lifting”.

Eduardo Miranda afirmou que “precisamos de trazer mais o lado do conselheiro das agências de volta, a par da comunicação. Depois, há uma outra coisa que é colocar o alojamento local dentro do negócio das agências”.

O responsável relembrou os congressistas que “o alojamento local hoje já representa talvez cerca de um terço das dormidas dos últimos cinco anos. Em Lisboa a taxa turística já chega perto dos 40% e no Porto, os últimos dados que me deram, começa a aproximar-se dos 50%”.

Na sua opinião, “o problema é que esse mundo [o do alojamento local] aconteceu em paralelo e vem de uma transformação importante. Boa parte dos nossos clientes é o que chamamos viajante independente. Viajam porque querem a experiência como um todo e nós só vendemos acomodação”.

 

* por Sílvia Guimarães, em Ponta Delgada a  convite da APAVT

 

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Vai ser assinado esta tarde, em Ponta Delgada, o protocolo para a contratualização da Promoção e Comercialização Turística Externa para o período 2019-2021, que regula a promoção externa de Portugal.

Ao abrigo deste protocolo, os orçamentos das sete Agências Regionais de Promoção Turística (ARPT) vão ter um aumento anual de 37,5%, o que corresponde a 4,5 milhões de euros, passando dos atuais 12 milhões de euros para 16,5 milhões de euros anuais.

O orçamento das ARPT aumenta, assim, 13,5 milhões de euros no conjunto dos próximos três anos.

Com este aumento, todas as ARPT vão ter ao seu dispor mais verba para fazerem promoção externa do que aquela de que dispunham no triénio que agora termina.

Uma parte deste reforço de verbas, equivalente a 1,5 milhões de euros, será aplicado no reforço dos orçamentos das ARPT do Porto e Norte, do Centro, do Alentejo e dos Açores, para promover uma maior convergência face aos orçamentos das restantes agências regionais.

Haverá também um aumento de três milhões de euros, disponível para todas as ARPT, que será alocado ao financiamento dos Planos de Produto e Mercado. Trata-se de planos de promoção conjuntos das ARPT´s e empresas para uma atuação concertada e focada em produtos específicos ou mercados considerados prioritários.

A secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho, afirma que “este aumento de verbas, decidido em conjunto no Conselho Estratégico da Promoção Turística, é muito importante e vai permitir reforçar a promoção de Portugal no estrangeiro. Este reforço, válido para os próximos três anos, foi elaborado de acordo com os objetivos da Estratégia Turismo 2027, ao dedicar especial atenção às regiões que são tradicionalmente menos turísticas e ao criar um mecanismo que permite diversificar mercados e promover ativos estratégicos de cada região”.

 

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Organizado pelo Turismo de Portugal e pelo WTTC, o “WTTC Europe Leaders Forum” reunirá o restrito grupo dos CEOs e líderes das principais empresas de Viagens e Turismo da Europa, bem como responsáveis governamentais e especialistas regionais.

A ter lugar no próximo dia 11 de setembro, no SUD Lisboa, em Belém, neste fórum estarão em discussão os principais temas da atualidade do Turismo – o seu papel no desenvolvimento sustentável, o seu contributo para o mercado de trabalho, os incentivos ao investimento no turismo europeu e inovação no setor.

Alguns dos oradores já confirmados são Peter Fankhauser, CEO, Thomas Cook Group; Pierfrancesco Vago, CEO, MSC Cruises; Kike Sarasola, presidente e fundador da Room Mate Hotels & BeMate.com; Robert Swade, CEO da Grace Hotels; Andrea Grisdale, CEO, IC Bellagio; Mário Ferreira, CEO da Mystic Invest; Miguel Frasquilho, Presidente do Conselho de Administração, TAP Air Portugal.

A Presidente e CEO do World Travel & Tourism Council (WTTC), Gloria Guevara Manzo, e a secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho, também estarão presentes no fórum que tem inicio marcado para as 9h e término por volta das 17h.

 

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As receitas turísticas continuam a crescer de forma expressiva no nosso país. De acordo com os dados do Banco de Portugal hoje divulgados, as receitas turísticas cresceram 20,3% no passado mês de março face a igual período do ano passado, para um total de 1.021 milhões de euros.

Foi a primeira vez que se ultrapassou a marca dos mil milhões de euros de receitas no mês de março.

Em termos acumulados, desde o início do ano, as receitas estão a crescer 17,4%.

Este comportamento extremamente positivo das receitas evidencia que o Turismo está a crescer mais em valor do que em número de turistas. Nos três primeiros meses deste ano, os hóspedes aumentaram 7,7% e as dormidas 7,6%, pelo que o ritmo de crescimento das receitas mais que duplica o dos visitantes.

Em março, os mercados que mais cresceram nas receitas foram Espanha (+42,7%), Alemanha (+30,6%), Irlanda (+23,4%) e Estados Unidos da América (+21,3%).

No acumulado de 2018, Alemanha, Espanha e EUA são os países que registam crescimentos mais expressivos nas receitas.

A secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho, realça que “pela primeira vez conseguimos ultrapassar mil milhões de euros de receita turística no mês de março, o que demonstra que estamos a conseguir afirmar Portugal como um país atrativo ao longo de todo o ano e a alargar o turismo a todos os meses”.

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O Governo vai lançar um programa de capacitação turística dos destinos dirigido às câmaras municipais.

O programa de formação, desenvolvido pelo Turismo de Portugal, será ministrado nas Escolas de Hotelaria e Turismo de cada uma das NUT II (Norte, Centro, Área Metropolitana de Lisboa, Alentejo e Algarve) e também nas regiões autónomas.

A formação incidirá sobre capacitação dos destinos, estruturação de produtos turísticos, captação de investimento turístico, dinamização de redes locais, marketing territorial e digital, inovação em turismo, mercados, produção de conteúdos e instrumentos de apoio ao turismo.

Este programa surge como resposta a uma necessidade identificada de capacitação de recursos nas câmaras na área do turismo e será financiado em 50% pelo Turismo de Portugal. Esta capacitação dos municípios permitirá criar uma rede de técnicos especializados em turismo para promover o desenvolvimento turístico das zonas com menos tradição em termos de atividade turística, alargando cada vez mais o turismo a todo o território.

O programa vai desenrolar-se ao longo de três meses, entre setembro e dezembro.

As candidaturas para este programa estarão abertas a todos os municípios a partir de 7 de maio.

Para a secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho, este programa “é uma oportunidade para criar condições de atratividade e de estruturação de oferta em municípios que não são tradicionalmente destinos turísticos e em que o turismo pode assumir um papel importante na estratégia de desenvolvimento”.

O secretário de Estado das Autarquias Locais, Carlos Miguel, sublinha que “o turismo pode ser um fator diferenciador para o desenvolvimento dos municípios e para a fixação de população, nomeadamente no interior”, pelo que este programa se reveste da “maior importância como instrumento de capacitação do setor”.