Sexta-feira, Abril 3, 2020
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Ponta Delgada

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60 mil empregos diretos e outros 160 mil indiretos é hoje o contributo da hotelaria portuguesa no mercado de emprego nacional. Além disso, o investimento direto dos hoteleiros já ultrapassa os 16 mil milhões de euros em ativos imobiliários. Se as projeções se mantiverem e o ritmo de crescimento também, o Turismo irá criar, até 2026, mais de um milhão de empregos no nosso país, segundo dados do Conselho Mundial de Viagens e Turismo.
Raul Martins, presidente da Associação da Hotelaria de Portugal (AHP), alerta que “para aqueles que julgam que o turismo não deve ser fator determinante para o nosso desenvolvimento, quero lembrar que, de acordo com o Conselho Mundial de Viagens e Turismo, a contribuição do Turismo português para a PIB, para o emprego e para o investimento é ainda inferior à média europeia”.
O dirigente associativo, que falava, esta quinta-feira, na sessão de abertura do 28° Congresso Nacional da Hotelaria e Turismo, que termina hoje em Ponta Delgada, nos Açores, tendo como base os números revelados na semana passa pelo INE, que afirmam que o crescimento do PIB foi de 1,6% no primeiro trimestre deste ano, considera que este incremento foi “especialmente impulsionado pela atividade turística na época alta”, tendo a subida da taxa de ocupação e do preço médio sido as grandes responsáveis para este feito. “Esta situação permite-nos reafirmar que o Turismo pode ser considerado o motor da economia nacional”, opinou.
Raul Martins revelou que “o crescimento previsto para os próximos anos permitirá criar um milhão de empregos em Portugal até 2026, segundo a mesma fonte”.
Por outro lado, Raul Martins deixou presente que, apenas nos primeiros nove meses deste ano, o crescimento do emprego na hotelaria chegou aos 23%, quando comparando com o período homologo de 2015, e é responsável por um total de 21% dos empregos que o Turismo geram em Portugal.

*A Viajar Magazine nos Açores a convite de AHP

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O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, afirma que “2016 é um ano histórico para o Turismo português”. Numa mensagem escrita enviada ao 28° Congresso da Associação da Hotelaria de Portugal (AHP), lida aos hoteleiros presentes pela presidente executiva da AHP, Cristina Siza Vieira, o chefe de Estado avança, em forma de apelo, que “os números que conhecemos são francamente positivos, mas o mais importante é assegurar que não se trata de um epifenómeno, fortalecendo as bases para um crescimento a ritmo forte e sustentado em todo o território nacional e em todas as épocas do ano”.
Segundo o Presidente o sucesso continuo do turismo em Portugal sobretudo por cinco factores de diferenciação, “na qualidade, na formação, na inovação, na promoção do património natural e cultural”.
Para Marcelo Rebelo de Sousa “o desafio da subida na cadeia de valor e da reinvenção deste setor passa por funcionarmos melhor em rede, em sinergia com outros setores da economia e sociedade e com uma visão estratégica para o turismo e para a cultura, não só devido ao peso crescente do turismo no Produto Interno Bruto e nas exportações, mas também pelo efeito na autoestima do povo e no maior orgulho nos produtos e serviços feitos em Portugal”.
Na sua opinião e tendo em conta a fase positiva que o Turismo atravessa, o responsável considera que o setor deverá estar “confiante no futuro” e sentir “uma responsabilidade acrescida para que o aumento da receita se traduza em melhoria contínua na gestão, na formação e ainda melhor serviço”.
Referindo-se ao arquipélago anfitrião do Congresso Nacional da Hotelaria e Turismo, Marcelo Rebelo de Sousa disse que “os Açores são um exemplo do potencial do turismo de Natureza” pela inolvidável “beleza paradisíaca das suas ilhas”, sem deixar de enaltecer ainda que as “outras regiões de turismo do país possuem, todas, enorme potencial que está a ser aproveitado”, o que faz valorizar “os atributos que são reconhecidos internacionalmente na arte de bem receber”.
Pegando no tema do congresso, dedicado a ‘Portugal, Vocação Atlântica’, o Presidente da República enalteceu que este é “seguramente, bem apropriado à região, uma vez que o arquipélago dos Açores é hoje um destino de eleição, descoberto por cada vez mais turistas nacionais e estrangeiros, pela beleza natural e por todos os atributos da região e das suas gentes”. Por outro lado, refere ainda que “Portugal com a zona económica exclusiva e a plataforma continental que chega aos Açores e à Madeira, não deixou nunca de ter, de facto, uma vocação atlântica: europeia, africana, americana, com portugueses espalhados por vários continentes e tantos países que acolhem que acolhem o nosso povo”.

* A Viajar Magazine nos Açores a convite da AHP

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David Neeleman, acionista da TAP, volta a afirmar que a base aérea do Montijo que, ao que tudo indica, irá receber o segundo aeroporto da região de Lisboa, deverá começar a ser utilizada com espaço temporário de estacionamento de aeronaves que estão a retirar espaço útil ao Aeroporto Humberto Delgado.
O responsável adiantou aos jornalistas, à margem do 28° Congresso da AHP, que está a decorrer, em Ponta Delgada, nos Açores, que esteve reunido, há cerca de três semanas, com o ministro do Planeamento e das Infraestruturas, Pedro Marques, e que este se mostrou disponível e interessado em resolver a questão definitiva do posicionamento do novo aeroporto ainda até ao final deste ano.
David Neeleman considera fundamental que o novo aeroporto esteja operacional e a funcionar a cem por cento até ao verão de 2018. Para o especialista do ramo da aviação, só com o novo aeroporto a TAP tem possibilidade de crescer, até porque a transportadora “já pediu autorização para colocar mais oito aeronaves a funcionarem em Lisboa, mas não há espaço para isso”.
Neste sentido a TAP tem vindo a a fazer “muita pressão” para que “a Força Aérea, o Governo e a ANA se sentem à mesa e resolvam tudo isto”.
“Dizem que é preciso um novo sistema de controle de tráfego aéreo na NAV, que custa 15 milhões de euros. Mas nós já gastámos muito mais dinheiro do que isso com atrasos e outras questões”, enalteceu Neeleman, adiantando ainda que “os custos da TAP aumentaram 20 vezes por causa da questão do aeroporto e quanto mais o aeroporto de Lisboa cresce, mais os nossos custos aumentam e isto não pode continuar”.
Quanto à utilização do Montijo para o estacionamento de aeronaves, David Neeleman referia-se, em particular, à euroAtlantic. “Tem muitas aeronaves lá [aeroporto de Lisboa] estacionadas. Se quer estacionar mais do que um dia tem que talvez mudar para o Montijo. Não se pode usar espaço que está sendo usado pelas empresas que estão a trazer pessoas para Portugal. Ninguém quer isso. Devem-se mudar as aeronaves que não estão a ser usadas e deixar-se o aeroporto para quem o está a usar para trazer pessoas”, evidenciou.
Já perante a plateia do congresso, o acionista da TAP relembrou que mais de 80% dos turistas que chegam a Portugal vêm de avião e não se pode continuar a abrir hotéis com um aeroporto fechado, tendo até brincado com os hoteleiros presentes que se a situação continuar “estão fritos”, o que motivou uma enorme reação da plateia ao aplaudi-lo efusivamente.
Questionado sobre a possibilidade das companhias low cost se poderem vir a recusar ir para o Montijo, sobretudo nas rotas em que a TAP é concorrente direta, começou por brincar: “Se eles não querem ir vamos nós”. Para David Neeleman as empresas de aviação se quiserem continuar a crescer em Portugal “vão ter que ir para lá”. Na sua opinião, “a Ryanair não tem problemas com um aeroporto secundário. Não sei da easyJet, mas a Ryanair vai”, evidenciado que o Montijo é “um local bom” por estar “perto de Lisboa”.

* A Viajar nos Açores a convite de AHP

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Os hotéis portugueses não aderiram à portaria que entrou em vigor em setembro do ano passado, que lhes permite prescindirem da classificação hoteleira por estrelas. “Não houve um único pedido de dispensa de estrelas a entrar no Turismo de Portugal”, revelou Cristina Siza Vieira, presidente-executiva da AHP, num encontro com jornalistas, à margem da 28° Congresso da associação, que está a decorrer em Ponta Delgada, nos Açores.
Segundo a responsável este novo regime vem apenas “prejudicar o consumidor” e é “totalmente inconsequente”.
A AHP afirma estar esperançosa de que o Governo cumpra com a promessa que fez de mudar a lei, até porque com este regime levou a que, segundo Raul Martins, presidente da AHP, houvessem outras unidades de alojamento, nomeadamente de Alojamento Local, que não têm categoria de hotel a usarem a designação da mesma forma, apesar de não cumprirem as regras para tal.
O ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral, prometeu em Abril deste ano que iria fazer alterações ao RJET, incluindo a eliminação dos hotéis sem estrelas, que foi imposta pelo antigo executivo PSD/CDS.

*A Viajar Magazine nos Açores a convite da AHP

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“O país precisa de mais eventos como o Web Summit para reduzir a época baixa”, a afirmação é de Raul Martins, presidente da Associação de Hotelaria de Portugal (AHP), numa conversa com os jornalistas, à margem do 28º Congresso da associação, a decorrer em Ponta Delgada, nos Açores.
Nos dias do evento a taxa de ocupação hoteleira da região de Lisboa passou dos habituais 60%, que nos últimos anos se tem registado no mês de novembro, para mais de 90%, o que é “considerável” para o também hoteleiro e proprietário dos hotéis do Grupo Altis.
Raul Martins considera ainda muito importante o crescimento do PIB nacional em 1,6% durante o terceiro trimestre deste ano, entre julho e setembro. E enaltece: “este crescimento foi fortemente impulsionado pela atividade turística, não só pelo aumento da procura, mas também pelo crescimento de regiões com menor procura, como é o caso do Porto que viu os seus preços a aumentarem 30%”.

*A Viajar Magazine nos Açores a convite da AHP

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A Associação da Hotelaria de Portugal (AHP) está a preparar-se para lançar, em 2017, uma plataforma de reservas hoteleiras nacional, ao estilo do Booking.com. O projeto será financiado em 70% por fundos comunitários, oriundos do Sistema de Incentivos às Ações Coletivas (SIAC) do Compete, embora o valor a si associado ainda não seja revelado..
Raul Martins, num encontro com a imprensa, à margem do 28º Congresso Nacional da Hotelaria e Turismo, que está a decorrer nas Portas do Mar, em Ponta Delgada, nos Açores, avançou que com este projeto a hotelaria portuguesa pretende “tomar nas suas mãos um pouco da distribuição e do seu futuro”.
Sem querer ainda adiantar grandes pormenores sobre a novas plataforma, Cristina Siza Vieira, presidente-executiva da AHP, afirma que esta plataforma vem ajudar na autoregulação do setor, além de uma integração mais efetivos no digital das empresas hoteleiras portuguesas. Raul Martins evidenciou ainda que “há muitos hotéis que ainda não têm um site” e com esta nova plataforma poderão encontrar uma solução para este caso, até porque nos dias de hoje “toda a informação tem que estar online”.
Embora tenham consciência que competir com as plataformas de reservas internacionais seja “muito difícil”, em em especial com o Booking.com, que Cristina Siza Vieira acredita deter entre 15 a 30% do mercado de reservas da hotelaria online portuguesa, a AHP pretende apresentar produtos diferentes e inovadores na sua plataforma, que ainda não tem nome definido. O objetivo passa por ter mais informação sobre os hotéis presentes, com detalhes sobre os serviços que as unidades têm para oferecer aos suas clientes. “Esta é uma central agregadora da oferta, que encaminha as reservas para os sites dos hotéis, ficando cada um dono do seu negócio”, explicou o presidente da AHP, adiantado ainda que “não é objetivo da associação entrar em concorrência direta com o Booking.com”, porque se assim fosse seria uma aposta talhada logo à partida, dado que “há em Portugal hotéis que dependem em 90% de reservas desta plataforma.

*A Viajar Magazine nos Açores a convite da AHP

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Além dos oradores já anunciados, a AHP confirma a presença de António Vitorino como Keynote Speaker do painel de abertura do congresso e que irá introduzir o tema Posicionamento Geo-Estratégico de Portugal. O painel fica completo com as intervenções de Diogo Freitas do Amaral e de Bernardo Pires de Lima, moderadas por Nicolau Santos e António Perez Metelo.

António Vitorino, em antecipação ao congresso, comenta o tema do painel frisando que “a relação transatlântica é fundamental tanto para a Europa como para os Estados Unidos da América. Portugal está, pela sua história e pela sua geografia, no coração dessa relação e, nestes tempos de incerteza e de mudança, tanto no Reino Unido como nos Estados Unidos da América, é crucial afirmar a importância da livre circulação das pessoas, para as quais contribui, sem dúvida, o Turismo. Acho que é oportuníssimo que a Associação da Hotelaria de Portugal promova uma reflexão estratégica sobre o futuro da relação transatlântica e o papel que considero que continua a ser essencial que Portugal pode desempenhar nesse quadro.”

A arte do posicionamento: A importância do correto posicionamento dos hotéis e restaurantes no mercado, moderado por Rodrigo Machaz, Membro da Comissão Organizadora do Congresso e Diretor geral da Memmo Hotels, irá ter em “palco” Marta Pires, administradora do Grupo Bensaúde; Luís Veiga, CEO do Grupo Natura IMB e Albano Homem de Melo, sócio e administrador do H3.

Para o debate Novas tendências de consumo digital, estão confirmados Rita Alves Machado, diretora de Marketing do Tivoli Hotels, Paulo Duarte, diretor de Operações do Memmo Hotels, Paulo Monge, administrador de Vendas e Promoção do Sana Hotels, e Nicolas Roucos, diretor Geral do Inspira Santa Marta Hotel. A moderação ficará a cargo de Pedro Colaço, CEO da GuestCentric.

As inscrições para o Congresso podem ser realizadas até ao dia 6 de novembro mas quem se inscrever até ao dia 16 de outubro beneficiará de preços “Early bird”.

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MSC Orchestra

A MSC Cruzeiros vai iniciar o seu roadshow 2016 no dia 14 de Setembro, com a primeira das 13 sessões da companhia a decorrer em Ponta Delgada, nos Açores. De seguida, e até 19 de Outubro de 2016, Leiria, Coimbra, Viseu, Porto, Braga, Aveiro, Setúbal, Lisboa, Funchal, Faro e Portimão receberão também os destaques da companhia para o Inverno 2016/17 e as novidades para o Verão 2017 e ainda Inverno 2017/2018.

Durante as sessões serão reforçadas as apostas da MSC Cruzeiros para o Inverno 2016/17 e apresentados os novos destinos e itinerários de Verão 2017 e Inverno 2017/18, salientando as estratégias de política comercial com as tarifas Bella, Fantastica, Aurea, MSC Yacht Club e a novidade Wellness, a nova e exclusiva experiência personalizada e dedicada à saúde e ao bem-estar, criada em parceria com a Technogym.

Estarão também em destaque os novos itinerários em Cuba, agora com dois navios a realizar cruzeiros com embarque em Havana para as Caraíbas na temporada de Inverno, e ainda os cruzeiros em Dubai, Abu Dhabi & Sir Bani Yas, pela primeira vez a bordo de um navio da classe Fantasia e com novos itinerários e destinos disponíveis pelos Emirados Árabes Unidos, como o Bahrain ou o Qatar. Serão ainda apresentadas as duas novas ilhas exclusivas da MSC Cruzeiros, o oásis de praia da ilha Sir Bani Yas, e a Ocean Cay MSC Marine Reserve nas Bahamas, disponível nos cruzeiros pelas Caraíbas, destinos privados e exclusivos para acesso dos passageiros da MSC.

Por fim, será também abordado o programa de incentivos MSC Cruzeiros Parceiros e a evolução do MSC BOOK, o exclusivo e inovador sistema de reservas online criado pela MSC Cruzeiros para os agentes de viagens, e ainda as promoções Tarifa Azul e Prontos para Zarpar bem como as suas condições.

Eduardo Cabrita, director geral da MSC Cruzeiros em Portugal, afirma que “o roadshow tem sido todos os anos uma ferramenta essencial de contacto com os nossos colegas agentes de viagens onde temos a possibilidade de apresentar em detalhe a, cada vez mais, extensa oferta da MSC Cruzeiros. Para além do reforço na aposta em Cuba, no Inverno com dois navios a operar com partida de Havana e em 2017 durante todo o ano, também teremos dois novos navios na nossa frota – o MSC Meraviglia, entregue em Junho que estará a navegar pelo Mediterrâneo Ocidental, e o MSC Seaside, entregue em Dezembro e que fará itinerários pelas Caraíbas – que vêm corresponder às necessidades dos nossos clientes proporcionando uma ainda maior variedade de escolha a todos os níveis.”

 

Cidades e datas do MSC Cruzeiros Roadshow 2016/2017:

Ponta Delgada – 14 Setembro (4ª f): 14h30 às 18h00 no Hotel Marina Atlântico

Leiria – 20 Setembro (3ª f): 14h30 às 18h00 no Hotel Tryp Leiria

Coimbra – 21 Setembro (4ª f): 14h30 às 18h00 no Hotel Tivoli Coimbra

Viseu – 22 Setembro (5ª f): 14h30 às 18h00 no Hotel Montebelo Palácio dos Melos

Porto – 27 Setembro (3ª f): 14h30 às 18h00 no Hotel da Música

Braga – 28 Setembro (4ª f): 14h30 às 18h00 no Hotel Melia Braga

Aveiro – 29 Setembro (5ª f): 14h30 às 18h00 no Hotel Melia Ria Aveiro

Setúbal – 11 Outubro (3ª f): 14h30 às 18h00 no Hotel Premium Setúbal

Lisboa – Sessão #1: 12 Outubro (4ª f): 09h30 às 13h00 no Hotel Real Palácio

Lisboa – Sessão #2: 12 Outubro (4ª f): 14h30 às 18h00 no Hotel Real Palácio

Funchal – 13 Outubro (5ª f): 14h30 às 18h00 no Hotel Melia Madeira Mare

Faro – 18 Outubro (3ª f): 14h30 às 18h00 no Hotel Eva

Portimão – 19 Outubro (4ª f): 14h30 as 18h00 no Hotel Tivoli Marina Portimão

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A TAP Portugal, a Travelport e a APAVT irão andar na estrada de 20 a 30 de setembro, para um roadshow conjunto, onde serão apresentadas as novidades da TAP relativamente às novas tarifas para a Europa e Norte de África, bem como a respetiva aplicabilidade, leitura e processo de venda no Smartpoint da Travelport.

Os roadshows decorrerão nas seguintes datas:
Lisboa – 20 de setembro – Hotel Myriad by Sana (19h00)
Coimbra – 21 de setembro – Hotel Vila Galé Coimbra (19h00)
Porto – 22 de setembro – SheratonPorto Hotel & Spa (19h00)
Ponta Delgada – 27 de setembro – RoyalGardenHotel (19h00)
Funchal – 29 de setembro – Hotel MeliaMadeira Mare (19h00)
Ilha Terceira – 30 de setembro – Angra GardenHotel (12h30)

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Diogo Freitas do Amaral, José Tolentino Mendonça, David Neeleman (TAP), Luís Araújo (Turismo de Portugal), José Theotónio (Pestana), António Simões (Nutrinveste e Sovena) e Elizabeth Konick (cônsul dos EUA nos Açores) são apenas alguns dos oradores que já confirmaram a sua presença no 28º Congresso Nacional da Hotelaria e Turismo, que irá decorrer nas Portas do Mar, em Ponta Delgada, nos Açores, de 16 a 18 de novembro.

Tendo como tema principal “Portugal, Vocação Atlântica” é precisamente sobre esta temática que se irá central o primeiro painel do dia 17 que ganhou no nome de “Posicionamento Geo-Estratégico de Portugal”. Segundo Cristina Siza Vieira, presidente executiva da AHP, este será um painel “iminentemente político”, onde se irá tentar perceber por que razão “Portugal anda com algumas hesitações no que respeita ao seu posicionamento na política externa” e qual o “contexto da transição na política internacional, incertezas nas relações entre as grandes potências, alterações profundas e imprevisíveis na União Europeia que o Brexit precipitou e que a crise também nos leva a ter que refletir”.

Contando com a presença de um “atlantista”, Diogo Freitas do Amaral, a responsável frisou que neste primeiro painel irá estar em destaque o “relevo da nossa vocação atlântica, tendo em conta o posicionamento estratégico e geográfico de Portugal” em relação a outros mercados do Atlântico, como a América do Norte, América do Sul, Reino Unido e África.

Portugal e os EUA

O segundo painel da manhã centra-se sobre os Estados Unidos da América. “Portugal e os EUA. O Mercado, o Turista e a Acessibilidade” foi o nome escolhido. Cristina Siza Vieira explica que o objetivo passa por refletir, entre outras questões, “como é que podemos captar e fidelizar o mercado norte-americano; qual é que é a estratégia da TAP; como é que nós, hoteleiros, nos podemos intrincar nesta estratégia da afirmação da TAP nestes mercados para podermos aproveitar o momento”.

Como oradores terá David Neeleman, acionista da TAP pelo consórcio Atlantic Gateway, Elizabeth Konick, Cônsul dos EUA nos Açores, e Luís Araújo, presidente do Turismo de Portugal.

Já na parte da tarde, começam a discutir-se os temas que “vão do turismo à hotelaria”. Para começar, a reflexão irá centrar-se nos “Pilares para a Sustentabilidade Económica e para o Crescimento”, pretendendo trazer ao congresso questões de como se consegue chegar mais longe, tendo como foco novas perspetivas de negócio e visões distintas para cada mercado em que esses negócios estão inseridos.

José Theotónio, CEO do grupo Pestana, e António Simões, vice-presidente da Nutrinveste e CEO do grupo Sovena, estarão entre os oradores que irão desvendar um pouco do sucesso das suas empresas, tanto em Portugal como no mundo.

Hotéis versus restaurantes

“A Arte do Posicionamento. A importância do correto posicionamento dos hotéis e restaurantes no mercado” é o tema do segundo painel da tarde. De acordo com Rodrigo Machaz, diretor-geral da Memmo Hotels e um dos organizadores do congresso, “está na altura dos hotéis começarem a perceber que devem posicionar os seus restaurantes independentemente dos seus hotéis”, tratando “os restaurantes com mais carinho”. Para o responsável, “está na altura de tornar os bares e restaurantes dos hotéis mais interessantes”, dando os hostels como exemplo de “espaços socialmente interessantes” e deixando o recado que “os hotéis têm que ir atrás disso”.

António Araújo e Albano Homem de Melo, fundadores do conceito de restauração de sucesso H3, irão estar presentes entre os oradores do painel e vão demonstrar como conseguiram “entrar num mercado altamente competitivo, que são os hambúrgueres, e venceram com conceito e posicionamento”. Por outro lado, Rodrigo Machaz frisou que se irão debater ainda temas como o conseguir “ter sucesso em destinos aparentemente difíceis, com oradores com casos de sucesso, que venceram pela diferenciação”.

Para terminar os trabalhos do primeiro dia, o último painel irá centrar-se na temática “A Ética e os Negócios”, uma abordagem nunca antes feita nos congressos da AHP. Tendo como moderador Bernardo Trindade, tendo sido ele também o mentor deste tema, o painel irá retratar, entre outras questões, os “deveres das empresas como entidades sociais, negócios e criação de valor enquanto eixo de redistribuição; a concorrência sem transparência alicerçada numa comunidade de valores; o emprego como fator de coesão económica e social”. O padre José Tolentino de Mendonça será um dos oradores.

Novas tendências

Na manhã do dia seguinte, último dia dos trabalhos, será a vez de pensar no futuro e, para começar, o primeiro painel irá focar as “Novas Tendências do Consumo Digital”. Como melhorar o desempenho dos hotéis? Como manter os custos de distribuição sob controlo? Como tornar os hotéis mais atrativos junto dos consumidores? São a estas e outras perguntas que os oradores (responsáveis por estas áreas em alguns dos grupos hoteleiros portugueses que mais se têm destacado nestas novas tendências) irão tentar encontrar resposta.

Antes da sessão de encerramento e conclusões do congresso terá ainda lugar um último painel dedicado à “Future Lab – New Bricolage Living”. Rodrigo Machaz afirma que “o último painel era para nós um desafio muito grande, para acabar este congresso de uma forma forte e que ficasse na memória” e por isso decidiu trazer até aos Açores a empresa Future Lab por trabalhar com “as melhores empresas do mundo de consumo e estuda acima de tudo comportamento de consumo, das pessoas, da sociedade e analisa mudanças, o que é fundamental para os hoteleiros perceberem como é que se devem posicionar, como devem adaptar os seus produtos e é isso que vêm cá trazer”.

Raúl Martins, presidente da AHP, não deixou passar em claro a ocasião para esclarecer o por quê da AHP tem escolhido os Açores para a realização do seu 28º congresso. “O turismo na região cresceu dois dígitos nos últimos anos e por isso a nossa escolha não foi ao acaso”, explicou, avançando ainda que os Açores não são mais um turismo contemplativo, são hoje um destino do surf, da pesca, do mergulho, de aventura e de caminhadas”. Raúl Martins finalizou a sua intervenção dizendo: “queremos que os Açores estejam cada vez mais perto de Portugal” continental.