Sexta-feira, Abril 3, 2020
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Congresso

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A AHP – Associação da Hotelaria de Portugal irá realizar o 29.º Congresso Nacional da Hotelaria e Turismo em Coimbra, de 15 a 17 de novembro.

Coimbra estreia-se como cidade anfitriã do congresso anual da AHP, sendo a terceira vez que a Região Centro é a escolhida para a realização do evento. Em 2003, o Congresso realizou-se em Viseu e em 2011 decorreu na Figueira da Foz.

Nos Paços do Concelho da cidade de Coimbra, o presidente da Câmara Municipal, Manuel Machado, recebeu no dia 19 de junho o presidente da AHP, Raul Martins, acompanhado por Pedro Machado, presidente da Entidade Regional de Turismo do Centro.

Os três dirigentes começaram por dirigir palavras de condolências e de solidariedade para com as vítimas do grande incêndio que provocou uma tragédia na Região Centro durante o fim-de-semana. Raul Martins, aliás, anunciou que a AHP vai já entrar em contacto com os presidentes de câmara das localidades afetadas para no rescaldo desta calamidade apoiar, através do Programa de Responsabilidade Social da Associação, as populações atingidas. Raul Martins, presidente da AHP, declarou que “mesmo depois de controlada a situação, o apoio da Associação pode ser de grande impacto, permitindo equipar as habitações com material doado pelos hotéis como mobiliário, colchões, atoalhados, roupas de cama e banho, equipamentos e material de cozinha, entre outros.” Raul Martins sublinhou, ainda, que “através do Programa de Responsabilidade Social Corporativa da AHP já foram doados pelos hotéis associados da AHP mais de 26.000 bens e equipamentos a dezenas de instituições de solidariedade social, que equiparam casas e lares e melhoraram a vida de centenas de pessoas e famílias”. “É o nosso auxílio para que se possa mitigar o enorme prejuízo, humano e material, trazendo conforto e amparo aos mais desprotegidos”, concluiu o presidente da AHP.

Raul Martins anunciou depois a data e local do Congresso, declarando: “A cidade de Coimbra, capital de Portugal até 1255, é, pelas histórias que conta, pelo seu vastíssimo património cultural e arquitetónico, pelo desenho urbano e vida académica, um destino com enorme potencial turístico. Os números da Hotelaria e do Turismo mostram-nos isso mesmo, o crescimento sustentado dos últimos dois anos vem comprovar o interesse crescente dos turistas pela região. A par do excelente trabalho de promoção e afirmação que tem vindo a ser desenvolvido na região, o Convento São Francisco, onde se vai realizar o Congresso, é uma infraestrutura belíssima e totalmente equipada para receber este grande Congresso, como teremos oportunidade de demonstrar”.

“Temos todo o interesse em acolher este 29º Congresso Nacional da Hotelaria e Turismo no Convento São Francisco, um evento que decorrerá graças à articulação desenvolvida pela Associação da Hotelaria de Portugal, e o seu presidente, Raul Martins, a Entidade Regional de Turismo do Centro, e o seu presidente Pedro Machado, e demais colaboradores, como a Câmara Municipal.

Quero ainda evidenciar a importância, que começa a ser constatada, do equipamento que a Câmara Municipal de Coimbra recriou [Convento São Francisco], recuperou e preparou para acolher importantes congressos, nos mais diversos domínios. Tem sido um êxito e tem contribuído para o desenvolvimento da atividade económica, turística, cultural, cívica e de cidadania também.

Quero também reconhecer o valor do que a Associação da Hotelaria de Portugal tem feito para qualificar, melhorar e aumentar a oferta de acolhimento a todos os cidadãos, a todos os turistas. E afirmar também, em relação ao Turismo do Centro, a importância do trabalho que realizou neste campo, ao longo do tempo. Antes havia muito pouco para acolher turistas, fora de Lisboa.

A Associação de Hotelaria de Portugal deu, também para isto, um contributo notável, porque rompeu com uma visão que era preponderante, de haver um certo individualismo nas iniciativas, e criou uma nova, a da cooperação. Ao fazê-lo, fortalecemo-nos uns aos outros e ganhamos todos”, realçou, por sua vez, o Presidente da C.M. Coimbra, Manuel Machado.

Pedro Machado, Presidente da Entidade Regional de Turismo do Centro, sublinhou o facto de esta ser “a primeira vez que o Congresso da AHP, o maior congresso de hotelaria em Portugal, se realiza em Coimbra”.

“Somos uma região que está a crescer em número de hóspedes, de dormidas e de proveitos. Os números mais recentes do INE mostram um crescimento de 37% em abril, relativamente a abril do ano passado. Maio vai ser igual ou superior”, disse Pedro Machado, realçando que um dos objetivos da entidade que tutela é “posicionar o Centro de Portugal como primeiro mercado interno”.

A dificuldade em receber congressos como este era, no entanto, “uma pecha na Região Centro”, considerou. Uma dificuldade ultrapassada com a abertura, em Coimbra, do Convento São Francisco. “Este equipamento permite posicionar o Centro no produto ‘congressos e incentivos’, e não apenas a nível nacional como internacional. Este posicionamento é importante para combater os problemas da sazonalidade e da baixa estadia média da atividade turística. Além que tem um efeito multiplicador na cadeia de valor do turismo, incluindo na restauração”, destacou.

O congresso da AHP, que faz parte da agenda anual do setor, reúne mais de 400 participantes, cerca de 6 dezenas de empresas parceiras, fornecedoras de bens e serviços para a hotelaria, consultores, estudantes e professores, responsáveis políticos e altos dirigentes da administração pública e privada. Conta com a presença de oradores nacionais e internacionais para debaterem temas de grande relevância para os profissionais da Hotelaria e Turismo.

Para o mês de julho, em Lisboa, está marcado o lançamento do tema e apresentação da imagem do Congresso.

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O 43º Congresso Nacional da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT), que se realiza em Macau, entre os dias 23 e 27 de Novembro, vai ter como tema “Turismo: A Oriente, tudo de novo!”. A apresentação do tema e logotipo teve lugar, esta terça-feira, em Lisboa, e contou com a presença de Pedro Costa Ferreira, presidente da APAVT, Ana Mendes Godinho, secretária de Estado do Turismo, Maria Helena de Senna Fernandes, diretora da Direção dos Serviços de Turismo de Macau, entre outros responsáveis do turismo português e macaense.

Para Pedro Costa Ferreira a escolha do tema prende-se com o facto de Macau ser “hoje um furação económico, montra de um vendaval de transformação que nos é trazido pela era da tecnologia, tecnologia que será tratada de forma particularmente relevante no nosso congresso”. Por outro lado, considera que “o Oriente é já o maior mercado emissor mundial e será mais cedo ou mais tarde um novo descobrimento de Portugal enquanto destino turístico”. E deixou o repto que “será em Macau que voltaremos a olhar para o futuro das agências de viagens, alicerçados na apresentação do estudo solicitado ao escritório do Professor Augusto Mateus e Associados. Um futuro que, como sempre, se nos apresenta com enormes desafios, mas ainda e sempre pleno de oportunidades, relacionadas com a capacidade de criação de valor que temos sabido integrar na cadeia de distribuição”.

Para Pedro Costa Ferreira, Macau é “uma cidade que representa hoje toda uma centralidade económica mundial que se move em direção ao Oriente, uma verdadeira janela para a mudança económica estrutural que se anuncia e, sobretudo, que já se perceciona”.

O responsável deixou presente que esta edição do congresso da APAVT já contava com mais de 350 inscritos mesmo antes da sua apresentação formal.

Macau foi já palco de congressos da APAVT por outras quatro vezes tendo a última ocorrido em 2008.

Maria Helena de Senna Fernandes espera, no entanto, que a agora quinta edição do congresso naquele território chinês venha a conseguir superar as anteriores. Relembrando que Macau é hoje um território muito diferente do conhecido em 2008, a profissional afirma que “a organização de quatro congressos em três décadas permitiu manter viva a ligação dos operadores turísticos portugueses a Macau” e defende que agora “é uma boa altura para mostrar aos agentes de viagens os novos produtos e a transformação que continua em marcha em Macau”.

Para demonstrar que estamos perante uma cidade e um território que sofreu uma enorme evolução na última década, Maria Helena de Senna Fernandes apontou que o número de visitantes em Macau aumentou de 23 milhões em 2008, para 31 milhões em 2016, assim como o número de quartos passou de cerca de 18 mil em 2008, para 36 mil em 2016.

A responsável acredita que o congresso da APAVT irá “dinamizar os fluxos turísticos entre o interior da China e Portugal, com a abertura da nova rota” que irá iniciar a 26 de junho, ligando diretamente Lisboa a Pequim.

Realçando o papel fundamental de Pedro Costa Ferreira para “promover uma relação mais estreita entre os operadores e Macau, Maria Helena de Senna Fernandes diz estarem certos que irão “ter mais pacotes turísticos a surgir no mercado e mais visitantes portugueses em Macau, melhorando os bons resultados de 2016”, ano em que receberam de 15 mil visitantes portugueses, num aumento de mais 3% em relação ao ano transato. “Este ano, já registámos um subida de 10% nos primeiros quatro meses”, quando comprando com o mesmo período de 2016”.

“Realizar o congresso em Macau representa a chave de ouro com que vamos terminar este grande ano nas relações entre Portugal e a China”, começou por dizer Ana Mendes Godinho na sua intervenção. Destacando o voo que irá começar em breve e as diversas ações que o governo português tem conseguido para a promoção de  Portugal na China, a governante referiu que em 2016 “recebemos 180 mil turistas chineses em Portugal e estamos com um crescimento de 20%. Estou certa que, com esta nova ligação direta, o futuro irá abrir-se completamente na dinamização dos fluxos entre os dois países”.

“Num ano em que estamos a realizar diversas ações de promoção na China e a estabelecer acordos com empresas chinesas, temos ouvido falar muito de Macau. É uma porta fantástica de entrada para os portugueses, mas também uma porta de saída dos chineses para Portugal. Aproveitemos todos o momento para que seja uma forma de consolidar e operacionalizar relações comerciais com operadores chineses”, concluiu a secretária de Estado.

 

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A ATR – Actividades Turísticas e Representações, está a oferecer os seus serviços na obtenção de vistos a países a visitar que necessitem de visto durante e após o congresso da APAVT – que decorre de 23 a 27 de Novembro em Macau, pagando apenas o valor do visto e suas despesas inerentes.

Este ano a APAVT – Associação Portuguesa das Agências de Viagem e Turismo, irá realizar o 43º Congresso Nacional em Macau, de 23 a 27 de Novembro, após oito anos em que a associação deu preferência a destinos nacionais.

Sabendo de antemão que muitos dos congressistas irão não só a Macau, como também pretendem aproveitar o Congresso para visitar outros Países, a ATR lançou uma oferta especial para todos os participantes do congresso e seus acompanhantes, em que oferece os seus serviços na obtenção de vistos a países a visitar que necessitem de visto durante e após o congresso pagando apenas o valor do visto e suas despesas inerentes.

Esta oferta de fee está disponível para os congressistas não só durante as datas do congresso como também na semana anterior ao mesmo e na semana após o Congresso.

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O XIII Congresso Nacional da Associação de Directores de Hotéis de Portugal realiza-se já na próxima semana, de 6 a 7 de abril, na Escola Superior de Hotelaria e Turismo (ESHT) do Politécnico do Porto, em Vila do Conde. A iniciativa tem como objetivo debater o setor da Hotelaria e os vários desafios que se colocam aos diretores de hotel.

Entre os temas em discussão, destacam-se o valor humano na Hotelaria – “Da qualificação à diferenciação dos empreendimentos turísticos”; a apresentação do “Portugal’s Future Hoteliers Summit” – “Ponto de encontro das atuais e futuros profissionais de Hotelaria”; o futuro dos contratos de trabalho na Hotelaria – “Das empresas trabalho temporário ao contrato 0 horas”; o papel do marketing digital – “a importância do social media/marketing digital na visibilidade e rentabilidade dos hotéis”; a restauração na Hotelaria – “Da qualidade dos produtos à  importância do serviço” e ainda “A visão dos diretores estrangeiros sobre a Hotelaria nacional”.

Raul Ribeiro Ferreira, presidente da ADHP refere: “A direção Hoteleira é cada vez mais exigente e requere uma constante atualização e partilha de conhecimentos importantes para o sector. O crescimento do Turismo tem-se revelado essencial para a atividade económica do país, pelo que se torna fundamental refletir sobre temas como a valorização dos recursos humanos e a qualidade como recebemos e representamos o destino Portugal lá fora”.

Para debater estes assuntos, o Congresso irá contar com profissionais do sector de renome, entre os quais Francisco Calheiros, Presidente da Confederação do Turismo Português; Katharina Schlaipfer, General Manager do Conrad Algarve; Elmar Derkitsch, Director Geral do Lisbon Marriott Hotel, entre outros.

No âmbito do Congresso irá ainda decorrer, no dia 6, o jantar de entrega da 5ª edição dos Prémios Excelência na Hotelaria, que anualmente reconhecem as competências daqueles que se destacaram pelo seu empenho, dedicação e acrescentaram valor à sua unidade hoteleira e ao turismo em geral. A votação está a decorrer em http://congresso.premios.adhp.org/votacao/ até amanhã, dia 29 de março.

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Estão já abertas as inscrições para o 5º Congresso da APECATE – Associação Portuguesa de Empresas de Congressos, Animação Turística e Eventos, que terá lugar no Évora Hotel, na cidade de Évora, nos próximos dias 2, 3 e 4 de Fevereiro.

O tema central – “Estruturar Negócio para Potenciar o Crescimento” assenta na premissa de que um longo percurso já foi feito, mas que ainda há muito em falta para fazer. Porquê estruturar? Depois de nos últimos dez anos termos vindo a sofrer uma evolução positiva, quer no turismo, quer nas várias áreas que interagem com o setor, é importante continuar a discussão de como tudo se deve organizar, protegendo os
valores da sociedade, sem impedir o crescimento sustentado.

Neste âmbito o programa foi dividido em cinco painéis temáticos, que pretendem promover um espaço formativo e de networking empresarial: Cultura e turismo: problemas e desafios; Ordenamento – grande desafio; Internacionalização e desenvolvimento de negócio. Captação de eventos; Certificar competências – vantagens e desafios de um novo paradigma para a formação; Tecnologia na construção e gestão do produto.

Nesta edição, foi opção da direção concentrar os painéis temáticos nos dias 3 e 4, sendo a Sessão de Abertura realizada no dia 2 de Fevereiro, seguida de um jantar comemorativo dos 10 anos da APECATE, que, pela simbologia, entendemos dever ser partilhado com todos os que nos acompanham neste percurso.

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A secretária de Estado do Turismo (SET), Ana Mendes Godinho, anunciou, esta quinta-feira, que apenas este ano “surgiram 1.300 novas empresas de animação turística”, num aumento de 117% em relação a 2015, ano em que foram criadas 600 empresas deste setor.
A SET, que falava na sessão de inauguração do 42° Congresso da APAVT, adiantou ainda que a equipa de angariação de eventos para Portugal, que o Turismo de Portugal criou no início deste ano, já conta com 41 eventos confirmados para 2017 e mostrou-se “muito satisfeita” pelo facto.
Uma das questões levantadas pelo presidente da APAVT, Pedro Costa Ferreira, no discurso de abertura do congresso foi o facto de Portugal estar em desvantagem fiscal, por aplicar mais 23% do que outros países europeus na captação de eventos MICE. Ana Mendes Godinho, não partilha a opinião do dirigente associativo e, em declarações aos jornalistas, à margem do evento, afirmou que, “neste momento, não podemos dizer que há uma falta de competitividade de Portugal em relação à captação de congressos. Estamos com uma procura para realização de congressos interessantíssima”. Dado como exemplo os 41 congressos internacionais já captados para o próximo ano.
“Somos um país muito competitivo e atrativo que está a conseguir de facto atrair muitos eventos para Portugal. O nosso trabalho tem de ser, cada vez mais, ir buscar ativamente estes eventos e não ficar à espera que eles apareçam. É isso que tem acontecido e aqui estão os resultados”, evidenciou, adiantando que “temos condições competitivas que todos avaliam transversalmente como positivas: qualidade relação/preço, segurança, clima e hospitalidade”.

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Desvantagem fiscal na captação de eventos MICE preocupa APAVT

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O presidente da APAVT defende que Portugal está em desvantagem fiscal no que concerne à competitividade com outros países europeus na área do MICE, apresentado valores 23% superiores em relação aos seus congéneres, que afetam não apenas as agências de viagens incoming, como também as áreas da hotelaria, restauração, animação turística, compras e exportações.
Pedro Costa Ferreira, que falava diretamente para a secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho, presente na inauguração do 42° Congresso da APAVT, a decorrer em Aveiro, deixou o recado: “Solicitou-nos uma série de propostas, no âmbito jurídico, que estamos a ultimar; solicitou-nos estatísticas do sector, que estão dispersas, difíceis de compilar, inexistentes a nível nacional. Sendo certo que estamos igualmente a desenvolver esforços para as construir, não é menos verdade que este assunto não é um assunto do sector do incoming das agências de viagens, é um assunto que diz respeito ao País”.
Segundo o agente de viagens “menos MICE significa também menos hotelaria, menos restauração, menos animação turística, menos compras nas lojas, menos exportações. É um problema vasto e muito importante para o País, gostaríamos, sinceramente, que não fosse olhado como um mero assunto de interesse corporativo (…) Os espanhóis perceberam isso, os alemães perceberam isso, os austríacos perceberam isso, os italianos perceberam isso, inúmeros países europeus perceberam isso…. Falta Portugal entender!”.
Pedro Costa Ferreira apelou ainda ao presidente da Confederação do Turismo Português, Francisco Calheiros, “que tome também nas suas mãos, em definitivo, um assunto que é vital, não para um dos seus associados, a APAVT, mas para todos os seus associados, para todo o sector turístico do nosso País”.

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SET satisfeita com a captação de congressos para 2017

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Pedro Costa Ferreira apelou, esta quinta-feira, à TAP para que na venda de bilhetes não faça “discriminação no canal de distribuição”.
O presidente da Associação Portuguesa das Agências de Viagem e Turismo (APAVT), que falava na sessão de abertura do 42° Congresso da associação, que decorre, até ao próximo sábado, em Aveiro, afirmou que a “privatização da TAP provocou, e vai continuar a provocar, muitas alterações na gestão da companhia”. Pedro Costa Ferreira defende “apenas uma exigência que é, afinal, espelho da necessidade de absoluta liberdade de escolha e transparência na relação com o cliente”.
Segundo o agente de viagens, “a constatação de que se mantêm vários quadros históricos da TAP, no âmbito da relação com as agências de viagens, ajuda certamente à gestão das nossas preocupações. Eles, melhor do que ninguém, conhecem a nossa força, o nosso peso específico na atividade da TAP e também, não menos importante, a nossa vontade de dialogar e cooperar. Deles esperamos que respeitem a nossa força e que utilizem com vantagens a nossa capacidade de diálogo”.
O responsável considera que é fundamental “defender a escolha do consumidor”.
Por outro lado, o representante dos agentes de viagens avançou que “as companhias aéreas, à medida que vão anunciando novas formas de relacionamento e modelos cada vez mais revolucionários de gestão, prosseguem afinal na mais antiga e perigosa das armas comerciais, simplesmente baixar e baixar e baixar o preço das tarifas. Enfim, valha a verdade, aumentando algumas taxas…”.
Esta críticas surgem após, na passada terça-feira, o presidente executivo da TAP, Fernando Pinto, ter anunciado novas rotas para o verão de 2017, a incluir Toronto, Las Palmas, Alicante, Moscovo, Budapeste e Bucareste.

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A Associação de Diretores de Hotéis de Portugal vai realizar o seu congresso nacional, nos dias 6 e 7 de abril do próximo ano, na Escola Superior de Hotelaria e Turismo (ESHT) do Politécnico do Porto, em Vila do Conde.

Tendo como tema “Diretor de Hotel. Novas realidades, novos desafios.”, este 13.º congresso nacional da ADHP pretende reunir os profissionais do sector para debater os grandes reptos que o sector do Turismo enfrenta e analisar as suas consequências no exercício das funções de diretor de hotel.

Entre os vários painéis deste fórum, destaque para temas como “Recursos Humanos – requisitos diferenciadores na classificação dos empreendimentos turísticos”; “Food & Beverage – A restauração na hotelaria e as estrelas Michelin”, “Visão dos diretores estrangeiros sobre a hotelaria nacional”, entre outros.

Paralelamente, e pelo quinto ano consecutivo, irão decorrer os Prémios Excelência na Hotelaria, uma iniciativa que visa distinguir os melhores profissionais em Portugal. Os vencedores serão conhecidos no jantar do congresso no dia 6 de abril.

De acordo com Raúl Ribeiro Ferreira, presidente da ADHP, “esta vai ser uma ótima oportunidade para os diretores de hotel em particular e todos os profissionais de Turismo em geral se juntarem e debaterem temas pertinentes para a profissão e para o sector”. O mesmo responsável chama a atenção para o tema central do congresso: “Os diretores de hotel debatem-se com um sector em mutação, que exige mais e melhor preparação, de forma a dar resposta aos múltiplos desafios que têm de enfrentar diariamente. E é neste contexto que é tão importante não só analisar as causas mas também perspetivar o futuro.”

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60 mil empregos diretos e outros 160 mil indiretos é hoje o contributo da hotelaria portuguesa no mercado de emprego nacional. Além disso, o investimento direto dos hoteleiros já ultrapassa os 16 mil milhões de euros em ativos imobiliários. Se as projeções se mantiverem e o ritmo de crescimento também, o Turismo irá criar, até 2026, mais de um milhão de empregos no nosso país, segundo dados do Conselho Mundial de Viagens e Turismo.
Raul Martins, presidente da Associação da Hotelaria de Portugal (AHP), alerta que “para aqueles que julgam que o turismo não deve ser fator determinante para o nosso desenvolvimento, quero lembrar que, de acordo com o Conselho Mundial de Viagens e Turismo, a contribuição do Turismo português para a PIB, para o emprego e para o investimento é ainda inferior à média europeia”.
O dirigente associativo, que falava, esta quinta-feira, na sessão de abertura do 28° Congresso Nacional da Hotelaria e Turismo, que termina hoje em Ponta Delgada, nos Açores, tendo como base os números revelados na semana passa pelo INE, que afirmam que o crescimento do PIB foi de 1,6% no primeiro trimestre deste ano, considera que este incremento foi “especialmente impulsionado pela atividade turística na época alta”, tendo a subida da taxa de ocupação e do preço médio sido as grandes responsáveis para este feito. “Esta situação permite-nos reafirmar que o Turismo pode ser considerado o motor da economia nacional”, opinou.
Raul Martins revelou que “o crescimento previsto para os próximos anos permitirá criar um milhão de empregos em Portugal até 2026, segundo a mesma fonte”.
Por outro lado, Raul Martins deixou presente que, apenas nos primeiros nove meses deste ano, o crescimento do emprego na hotelaria chegou aos 23%, quando comparando com o período homologo de 2015, e é responsável por um total de 21% dos empregos que o Turismo geram em Portugal.

*A Viajar Magazine nos Açores a convite de AHP

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